Notícias do Agronegócio - boletim Nº 175 - 25/06/2014 Voltar

M3 e Di Genio vendem touros por R$ 455.520

No dia 19 de junho, Marcelo Mauro Moura e João Carlos Di Genio promoveram a primeira edição do Leilão Nelore M3 & Di Genio, no recinto leilotrês, em Três Lagoas, MS, colocando a venda 75 reprodutores ...((Portal DBO/SP – 24/06/2014))


No dia 19 de junho, Marcelo Mauro Moura e João Carlos Di Genio promoveram a primeira edição do Leilão Nelore M3 & Di Genio, no recinto leilotrês, em Três Lagoas, MS, colocando a venda 75 reprodutores com a genética trabalhada pelos dois criatórios sul-mato-grossenses. O evento fez parte da programação da 37ª Exposição Agropecuária e Industrial de Três Lagoas e arrecadou R$ 455.520. A média dos touros foi de R$ 6.073, equivalente a 51,4 arrobas de boi gordo na praça local no dia do leilão (R$ 118@ para pagamento à vista). Os animais comercializados tinham entre 19 e 44 meses, exame andrológico e avaliação do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ), da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). Também foram comercializados 381 cabeças de gado geral, a média de R$ 1.254, arrecadando o montante de R$ 477.870. No total , o leilão movimentou R$ 933.390 para a venda de 456 animais. (Portal DBO/SP – 24/06/2014) ((Portal DBO/SP – 24/06/2014))

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Parceria leva ABCZ e CEPEA a quantificar a genética do zebu

Passo importante para a pecuária brasileira. O produtor vai saber agora qual o ganho real proporcionado pelo uso de um touro zebu devidamente provado em um plantel de vacas, seja em número de bezerros...((Portal Globo Rural/MG – 24/06/2014))


Passo importante para a pecuária brasileira. O produtor vai saber agora qual o ganho real proporcionado pelo uso de um touro zebu devidamente provado em um plantel de vacas, seja em número de bezerros gerados, seja em crias que ganham peso rápido e vão para o abate mais cedo. Também o quanto o pecuarista economiza e lucra com o uso da genética zebuína melhoradora. Essas informações, fundamentais para o produtor ter sucesso na atividade e confiança no seu investimento em genética de corte e de leite, é o objetivo principal de parceria inédita firmada entre a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), de Uberaba, e o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. E tem mais, informa Luiz Claudio Paranhos, presidente da ABCZ: “O trabalho do CEPEA envolve também a avaliação do impacto social e ambiental da genética zebuína nas cadeias de produção de carne e leite”, afirma. Paranhos revela que a base de dados para o estudo será composta a partir de pesquisas em fazendas de produção em todas as regiões do país. “O projeto será apresentado ao mercado em agosto, durante a ExpoGenética, em Uberaba (MG), e os primeiros resultados devem ser gerados até o final de 2014 “, adianta ele. “É um projeto histórico, um sonho antigo não só dos criadores de zebu como de toda a pecuária brasileira. Com ele, a ABCZ dá mais um passo seguro em busca da produtividade, trazendo para os pecuaristas de corte e de leite um banco de dados riquíssimo, além de fornecer apoio valioso para a própria profissionalização da atividade”, enfatiza o presidente da ABCZ. É o competente professor Sergio de Zen, da Esalq/USP, também pesquisador do Cepea, quem fala: “Ter dados como esses em mãos é de grande importância para o planejamento do pecuarista. Atualmente não existem dados precisos e isentos dos custos da genética na produção bovina no Brasil. Será um grande passo poder comparar a produtividade das fazendas e comprovar seus benefícios reais.” (Portal Globo Rural/MG – 24/06/2014) ((Portal Globo Rural/MG – 24/06/2014))

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Fazu dá início à 5ª turma da pós-graduação Nutrição e Alimentação de Ruminantes

Terão início no mês de agosto as aulas da 5ª turma da pós-graduação Nutrição e Alimentação de Ruminantes, oferecida pela Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba). As inscrições para o curso já estão ab...((Portal Jornal de Uberaba/MG – 25/06/2014))


Terão início no mês de agosto as aulas da 5ª turma da pós-graduação Nutrição e Alimentação de Ruminantes, oferecida pela Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba). As inscrições para o curso já estão abertas e podem ser feitas através do site da faculdade (www.fazu.br). Referência nacional e internacional, o curso atrai estudantes de várias regiões do país e até mesmo de outros países, como Bolívia. O corpo docente é formado por professores renomados, dentre eles, o professor Adilson de Paula Almeida Aguiar. O objetivo desta pós-graduação é qualificar e capacitar para a atuação profissional, bem como habilitar para docência os profissionais das Ciências Agrárias, tais como Engenheiros Agrônomos, Médicos Veterinários e Zootecnistas. O curso é realizado na modalidade Ensino a Distância com três encontros presenciais: 1º Encontro com duração de uma semana no mês de janeiro de 2015, o 2º Encontro com duração uma semana no mês de julho de 2015 e o último e 3º Encontro com duração de uma semana no mês de janeiro de 2016. Ex-alunos da Fazu tem desconto 10% de desconto, assim como funcionários de empresa, com mais de três inscritos. Funcionários da Fundagri e ABCZ tem desconto de 50%. O curso será finalizado em julho de 2016. (Portal Jornal de Uberaba/MG – 25/06/2014) ((Portal Jornal de Uberaba/MG – 25/06/2014))

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Raça guzerá é destaque em produtividade e qualidade da carne

Se a evolução e o aprimoramento das tecnologias são necessários em todo o mundo, na pecuária não poderia ser diferente. O criador de gado deve se atentar às novas técnicas e aos estudos feitos para me...((Portal Rural BR/SP – 24/06/2014))


Se a evolução e o aprimoramento das tecnologias são necessários em todo o mundo, na pecuária não poderia ser diferente. O criador de gado deve se atentar às novas técnicas e aos estudos feitos para melhorar cada vez mais a qualidade de sua carne. Pensando nisso, o Giro do Boi exibe uma série especial Raças Bovinas, que avalia os pontos positivos e negativos de cada raça, além de fazer um balanço dentro do mercado pecuário. Desta vez, a escolhida foi a guzerá, primeira raça zebuína a chegar no Brasil. No programa desta terça, dia 24, o apresentador Mauro Ortega entrevista o presidente da Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil (ACGB), Adriano Valera Galvão. Nos últimos anos, a guzerá foi a raça que mais cresceu em número de associados da ABCZ e foi o animal que mais evoluiu, principalmente na comercialização de touros a campo. Segundo Adriano, a raça vem se sobressaindo cada vez mais na produção de carne. Graças à rusticidade e seu grande potencial de adaptação, o clima e o ambiente de criação são preocupações muito menores quando se cria o Guzerá. – Ela desmama bezerro pesados, reduz os custos para o pecuarista, não apresenta problemas com pragas e parasitas e ainda aguenta as adversidades do clima e ambiente brasileiro – destaca Adriano. Alguns criadores importantes da raça também ressaltam o fato de apresentar heterose semelhante à obtida nos cruzamentos de raças de origem europeia e zebuína. – O guzerá é viabilizador de cruzamento industrial, principalmente em lugares com condições difíceis para pecuária. Cruzamentos com essa raça chegaram a me render bezerros de apenas 11 meses pesando até 400 quilos – conta Higino Fernandes, da Pecuária 3 Muchachas, no município paulista de Camapuã. O criador Tarcisius Tonetto, da Fazenda Perfeita União de Pirajuí (SP), também entrevistado pelo programa, ainda ressalta seis pontos em que a raça supera muitas outras: eficiência alimentar, fertilidade, ganho de peso, temperamento, cobertura de gordura e musculosidade, além de também possuir aptidão para leite. (Portal Rural BR/SP – 24/06/2014) ((Portal Rural BR/SP – 24/06/2014))

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Homenagens e dinâmica de campo marcam a 55ª edição

A pecuária cresceu e pode ganhar mais espaço na AgroBrasília, a Feira Internacional dos Cerrados, realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no quilômetro 5 da Rodovia BR 251, cerca de 50 km a sude...((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 42/43))


A pecuária cresceu e pode ganhar mais espaço na AgroBrasília, a Feira Internacional dos Cerrados, realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no quilômetro 5 da Rodovia BR 251, cerca de 50 km a sudeste da Capital Federal, já quase fora do quadrilátero do Distrito Federal, próximo da divisa com o Estado de Minas Gerais. É no que acredita Leomar Lenci, presidente da Coopa-DF (Cooperativa dos Produtores do Distrito Federal), proprietária do parque de exposições e realizadora da mostra. "O espaço ocupado pela agricultura praticamente já foi todo tomado, mas é possível ampliar a área destinada à pecuária", diz Cenci. O parque tem 250 hectares (ha), sendo 150 deles plantados com eucalipto, que serve como fonte energética para alimentar secadores de grãos da cooperativa, que tem 120 associados. Segundo Ronaldo Triacca, coordenador-geral da AgroBrasília, o espaço ocupado pela pecuária este ano foi de 7 ha, mas ela pode avançar para até 35 ha. Este ano a mostra contou com um estande da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), que deu apoio à sua filiada ACZP (Associação dos Criadores de Zebu do Planalto), promotora do Programa "Zebu Avaliado". "Raças como Nelore, Guzerá e Brahmanjá estão presentes há algumas edições e, para 2015, já temos confirmados Hereford e Braford, inclusive com leilão durante a feira", informa Triacca. FORTE EM MAQUINÁRIOS A mostra, que está em sua sétima versão, é realizada em 50 ha e tem na exposição de máquinas agrícolas o seu forte. Segundo os organizadores, foram acomodados no local 400 expositores (385 em 2013), que realizaram negócios envolvendo a cifra de R$ 700 milhões, R$ 100 milhões a mais do que no ano passado. O número de visitantes também cresceu 95.000, ante 79.000 de 2013. "É um evento de negócios e tecnologia; não tem show, não tem venda de bebida alcoólica, tem horário para começar e para terminar", diz o presidente da Coopa-DF, listando elementos que, em sua opinião, concorrem para o seu sucesso. Fato ratificado pela equipe da Fazenda Guzerá da Capital, com sede no município de Planaltina (nordeste do DF) e que participa da mostra há quatro anos. Segundo o gerente Denilson Rodrigues, o resultado da participação da fazenda (que levou ao parque nove animais) foi extremamente interessante. Vendemos dois tourinhos de dois anos, por R$ 7.000 cada, preço bem superior ao que normalmente conseguimos em leilão (RS – 5.000), informou. A fazenda levou para a mostra quatro tourinhos, três vacas doadoras de embrião e quatro bezerros cruzados Guzolando (Guzerá x Holandês), estes últimos "para mostrar como é o produto desse cruzamento, que é muito procurado por produtores que tanto podem cruzar esse meio-sangue com gado Nelore, para corte, como Holandês, para leite", diz Denilson. MAIS NOVIDADES A 7ª edição da AgroBrasilia também agradou ao pecuarista Tarcísio Braz, que tem propriedades em Luziânia, município goiano vizinho, ao sul do Distrito Federal. Trabalhando no sistema de recria-engorda com terminação de 1.200 cabeças em confinamento, Braz foi à mostra à procura de dois implementos que lhe permitirão aumentar de dois para três tratos serviços diariamente ao gado, sem necessidade de mexer na mão de obra: uma caçamba misturadora de ração total e uma pá-carregadeira para abastecer a Caçamba. Ele explica que, hoje, dois funcionários têm de carregar a carreta com silagem de milho, transportá-Ia até o confinamento, misturar o concentrado no garfo e distribuí-Io, processo que acarreta perdas de eficiência na dieta. "Gostei da exposição; aumentou o número de expositores, com uma maior oferta de novidades", diz ele, que já tinha ido à mostra dois anos antes e, neste ano, visitou quatro empresas (Ipacol, JF Nogueira, Casale e Kuhm) atrás dos implementos. A 7ª edição da AgroBrasília também abrigou 78 animais (das raças Nelore, padrão e mocho, Sindi, Tabapuã e Guzerá) classificados como elite, superior e regular, que participaram da Prova de Ganho de Peso do projeto "Zebu Avaliado", patrocinado pela ACZP. Também se pôde ver no espaço destinado à pecuária animais Simbrasil, além de ovinos das raças Santa Inês e Dorper. ORGÂNICO E SUSTENTÁVEL - Visitas a fazendas da região, tanto as de aptidão agrícola como as de pecuária, integraram a programação da mostra. No dia 16, por exemplo, foi realizado um dia de campo focalizando a tecnologia da ILPF, integração lavoura-pecuária-floresta, com apoio da Embrapa. Um dia antes, enquanto o produtor Joe Valle mostrava num dos dois auditórios montados no parque para a realização de palestras como é possível auferir bons resultados com a produção de leite orgânico, sua propriedade, de apenas 121 ha, na região do PADIDF, era visitada por um grupo de participantes do evento, dentro de um projeto de Intercâmbio Internacional sobre Agricultura Sustentável, promovido pelo Mirtistério da Agricultura brasileiro e pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IlCA), do qual participaram técnicos de 16 países da América Latina e da África. Na Fazenda Malunga são produzidos diariamente 650 litros de leite, tirados de 42 vacas Girolandas, alimentadas com silagçm de capim, sorgo e feno. "Consigo preço 50% superior ao do leite comum, na faixa de R$ 4,20 a R$ 4,50 por litro", diz ele, referindo-se ao valor de venda ao consumidor na região de Brasília, já que ele tem um pequeno laticínio que processa 4.500 litros diários do produto. "Parte do lucro da fazenda é distribuída aos funcionários", acrescenta Valle, que também é deputado distrital (em primeiro mandato, pelo PDT) e defensor de bandeiras como a da produção sustentável. o último dia, Valle comandou uma sessão solene em comemoração ao ano Internacional da Agricultura Familiar, escolhido pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), com o objetivo de colocar o segmento no centro das políticas públicas de seus países-membros. Segundo Leomar Cenci, da Coopa, a agricultura familiar é muito forte no DF, principalmente na produção de hortaliças, recebendo apoio decisivo do governo federal, especialmente por meio da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural). Produtos oriundos do segmento tiveram dois galpões exclusivos para serem expostos ao público da AgroBrasília. (Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 42/43) ((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 42/43))

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Preço sobe 2,7% nos frigoríficos de SP

O preço do suíno nos frigoríficos paulistas encerrou o dia com forte aumento. Na média, a arroba foi negociada a R$ 69,2, alta de 2,7%. Segundo analistas do setor ouvidos pela Folha, a alta é explicad...((Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/06/2014))


O preço do suíno nos frigoríficos paulistas encerrou o dia com forte aumento. Na média, a arroba foi negociada a R$ 69,2, alta de 2,7%. Segundo analistas do setor ouvidos pela Folha, a alta é explicada pela redução de animais para o abate e pela melhora nas vendas nas últimas semanas. (Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/06/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, Mercado/SP – 25/06/2014))

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Crédito para o agronegócio perde força

Aumento de financiamentos em Ribeirão Preto e região é menor na comparação com o interior, o Estado e o país Crescimento é afetado pela crise enfrentada atualmente no setor sucroalcooleiro, segundo ec...((Jornal Folha de S. Paulo, Ribeirão/SP – 25/06/2014))


Aumento de financiamentos em Ribeirão Preto e região é menor na comparação com o interior, o Estado e o país Crescimento é afetado pela crise enfrentada atualmente no setor sucroalcooleiro, segundo economistas O crédito para o agronegócio na região de Ribeirão Preto cresceu menos nos últimos 12 meses --março de 2013 a março deste ano-- em relação ao restante da região, do Estado e do país. Os números constam de levantamento da Fundace (Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia), ligada à FEA-RP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto), da USP. De acordo com dados do "Boletim do Crédito", apesar de liderar o maior valor de créditos obtidos para o agronegócio na comparação com outras regiões, o volume de financiamentos vem perdendo força em Ribeirão e região. Isso reflete na geração de empregos, cujo resultado neste ano é o pior da história (leia texto nesta página). Em um ano, a região, composta por 25 cidades, registrou aumento nos créditos de 9,4%. A quantia financiada foi de R$ 5,05 bilhões, em março de 2013, para R$ 5,53 bilhões, em março deste ano. Em Ribeirão Preto, o incremento foi de 7,6%. Os valores referentes a março de 2013 foram corrigidos pela inflação do período. Ambos os desempenhos são piores que o crescimento registrado no Brasil (24%), no Estado de São Paulo (22%) e no interior paulista (19%). As informações foram baseadas em dados do Banco Central --referentes a março, mas publicados neste mês. De acordo com professores da Fundace, o crescimento menor no número de financiamentos é reflexo da crise do setor sucroalcooleiro. CRISE O baixo crescimento do crédito decorre, segundo o boletim, da crise que o setor enfrenta, com a desativação de mais de 60 usinas desde 2008 e de 66 unidades em recuperação judicial. Segundo o professor da FEA-RP Luciano Nakabashi, enquanto o governo não adotar uma política a favor do setor, a situação tende a piorar. A Petrobras tem sido obrigada a vender gasolina a preços mais baixos que os necessários para cobrir os custos com o petróleo que importa. Com o "subsídio" ao preço da gasolina, o governo evita uma alta maior da inflação. Por isso, o etanol perde competitividade. "Enquanto essa política persistir, o crescimento do crédito continuará fraco", disse Nakabashi. Representante da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar) em Ribeirão Preto, Sérgio Prado afirmou que as indústrias não conseguem financiamentos por causa das altas dívidas. "Isso deixa as empresas com um risco grande de inadimplência", afirmou. De acordo com ele, a crise do setor é "profunda e sem precedentes", o que afeta toda a cadeia produtiva. (Jornal Folha de S. Paulo, Ribeirão/SP – 25/06/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, Ribeirão/SP – 25/06/2014))

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Canadá fortalece marco regulatório para inspeção de alimentos importados

Caso seja aprovada, uma proposta da Agência Canadense de Inspeção de Alimentos (CFIA, na sigla em inglês) obrigará os produtores a melhorar seus controles da sanidade agropecuária e inocuidade de alim...((Portal Rural Centro/MS – 25/06/2014))


Caso seja aprovada, uma proposta da Agência Canadense de Inspeção de Alimentos (CFIA, na sigla em inglês) obrigará os produtores a melhorar seus controles da sanidade agropecuária e inocuidade de alimentos (Saia). O objetivo da Safe Food for Canadians Act é “prevenir riscos sanitários e responder melhor a possíveis incidentes de inocuidade alimentar”. O governo pretende que a norma entre em vigor em meados de 2015. A proposta consolida em uma única lei as normas de inspeção de alimentos vigentes no Canadá e estabelece requerimentos gerais de inocuidade para as importações, o comércio interestadual e as exportações. A norma também obriga os fornecedores a manterem planos de controle preventivo e registros de sanidade para cada etapa da cadeia de produção. Segundo explicou a diretora de Alianças Estratégicas da CFIA, Linda Webster, em uma videoconferência organizada pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a Safe Food for Canadians Act procura resguardas a sanidade e qualidade dos produtores e a saúde dos consumidores. A norma inclui ainda sistemas de inspeção mais efetivos e afinados aos parâmetros internacionais. Governo canadense quer reduzir riscos sanitários Webster afirmou que o Canadá importa 70% dos alimentos processados, frutas e vegetais frescos consumidos no país. “Com as mudanças pretendemos reduzir os riscos sanitários”, disse. A especialista do IICA em Saia, Ana Marisa Cordero, concorda com a diretora da CFIA, e agrega que as mudanças na legislação canadense se devem ao aumento do comércio dos alimentos. “A possibilidade de incidentes sanitários acompanha o crescente mercado mundial de alimentos. Por isso, é fundamental que se tenha capacidade de detectar riscos e reagir a tempo”, apontou. Segundo Cordero, o governo canadense, assim que como de outros países, está renovando o marco regulatório de Saia e implementando melhores sistema de supervisão. A Safe Food for Canadians Act está disponível para consulta até 21 de julho. Os interessados podem enviar comentário ou perguntas para o e-mail CFIA-Modernisation-ACIA@inspection.gc.ca. Na próximas semanas, o IICA organizará encontros virtuais para divulgar mais detalhes e implicações da medida. (Portal Rural Centro/MS – 25/06/2014) ((Portal Rural Centro/MS – 25/06/2014))

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Venezuela é o país Latino Americano que mais consome carne de frango

A Venezuela em 2013 foi o páis Latino Americano que mais consumiu carne de frango atingindo 46.0 KG por habitante/ano. O consumo Brasileiro de Carne de frango caiu de 47.4 kg em 2012 para 41.8 kg em 2...((Portal Ave Wolrd/SP – 24/06/2014))


A Venezuela em 2013 foi o páis Latino Americano que mais consumiu carne de frango atingindo 46.0 KG por habitante/ano. O consumo Brasileiro de Carne de frango caiu de 47.4 kg em 2012 para 41.8 kg em 2013 segundo dados da ABPA( Associação Brasileira de Preteína Animal). A Argentina aparece como a terceira maios consumidora com 40.0 kg por habitante/ano. Em relação ao mercado de ovos o México mantém a liderqança com 350 unidades por habitante ano, enquanto que no Brasil o consumo é de apenas 169 unidades. (Portal Ave Wolrd/SP – 24/06/2014) ((Portal Ave Wolrd/SP – 24/06/2014))

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Sem-teto acuam vereadores e irritam petistas e oposição

Movimento acampa na Câmara para cobrar a aprovação do Plano Diretor Parlamentares reagem a ataques; após críticas de Haddad, grupo se reúne com Alckmin para pedir moradia O MTST (Movimento dos Trabalh...((Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP – 25/06/2014))


Movimento acampa na Câmara para cobrar a aprovação do Plano Diretor Parlamentares reagem a ataques; após críticas de Haddad, grupo se reúne com Alckmin para pedir moradia O MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) montou acampamento em frente à Câmara Municipal nesta terça-feira (24), acuou os vereadores para cobrar a aprovação do Plano Diretor e irritou parlamentares da oposição e da base do prefeito Fernando Haddad (PT). O plano, que depende de segunda votação, é um conjunto de regras para o crescimento da cidade por 16 anos. Os sem-teto cobram a transformação de um terreno ocupado pelo movimento, apelidado de Copa do Povo, em Itaquera (zona leste), em área para habitação popular. Eles passaram a pressionar os vereadores depois de um protesto diante da prefeitura no final de março deste ano, quando o prefeito subiu em um carro de som do MTST e prometeu uma área para os sem-teto se os vereadores aprovassem a proposta do Plano Diretor. Ontem (24), os sem-teto reuniram 1.500 manifestantes em frente à Câmara e bloquearam a saída do estacionamento dos vereadores. Mais tarde, buscaram se aproximar do governador Geraldo Alckmin (PSDB), com quem se reuniram no Palácio dos Bandeirantes. Saíram satisfeitos com a promessa de mais recursos num programa de casas populares e de criar uma comissão para mediar os despejos no Estado. A ação do MTST na Câmara foi contestada por Haddad --que já havia assumido compromisso com os sem-teto para tentar viabilizar terrenos para moradia popular. "Embora eu considere absolutamente legítimo todo e qualquer movimento reivindicatório, sempre nos colocamos contra qualquer tipo de violência e de quebra de ordem", disse o petista, alegando ser necessário um "ambiente pacífico" para a votação do Plano Diretor. ATAQUES O movimento afirma que ficará acampado diante da Câmara até sexta (27) --devido à promessa do PT de tentar votar a proposta até essa data. O principal alvo de ataques dos sem-teto foi José Police Neto (PSD), ex-presidente da Câmara na gestão Gilberto Kassab (PSD). Os manifestantes ameaçavam queimar um boneco do parlamentar. Em um cartaz, ele foi chamado de "vereador das empreiteiras". Os sem-teto citavam doações de construtoras --previstas em lei e declaradas-- à campanha eleitoral dele no valor de R$ 400 mil. "Tem gente querendo votar e meia dúzia que impede. O principal é esse Police Neto", disse Guilherme Boulos, coordenador do MTST. A ação foi considerada uma ofensa à Casa por alguns vereadores, que queriam um pedido de desculpas de Boulos e o compromisso de que não haveria mais "ataques". "Você tem 13 partidos. Cada um reage de um jeito diferente. Esse caso do Police gerou uma reação em cadeia, uma solidariedade não à pessoa do Police, mas à forma como ele foi atacado", disse o presidente da Câmara, vereador José Américo (PT). "A gente vai se curvar a um único movimento que usou a violência como mote principal? Não vamos", disse Police Neto. Ele afirmou que as doações foram lícitas e que os sem-teto não colocaram uma lista "com os milhões que o prefeito recebeu" --a campanha de Haddad ganhou R$ 1,7 milhão do setor. José Américo prevê a possibilidade de votação na sexta (27). O próprio PT, porém, admite dificuldades para conseguir maioria. "Não temos os 33 votos garantidos para votar agora porque estamos discutindo as pendências de vereadores da base e de alguns que nem são da base", disse o vereador Alfredinho, líder do PT. (ARTUR RODRIGUES, LEANDRO MACHADO, EDUARDO GERAQUE E GUSTAVO URIBE) (Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP – 25/06/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, Cotidiano/SP – 25/06/2014))

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Por Plano Diretor, MTSTsitia a Câmara

Sem-teto montam barracas, com colchões, cobertores e cozinha comunitária, na frente da Casa Legislativa, para pressionar vereadores a votarem projeto que regula crescimento de SP pelos próximos 16 ano...((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 25/06/2014))


Sem-teto montam barracas, com colchões, cobertores e cozinha comunitária, na frente da Casa Legislativa, para pressionar vereadores a votarem projeto que regula crescimento de SP pelos próximos 16 anos; grupo quer legalizar Ocupação Copa do Povo. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) “sitiaram” ontem a Câmara Municipal de São Paulo, após os vereadores adiarem pela 18.ª vez a votação do novo Plano Diretor. Cerca de 50 manifestantes iriam passar a noite acampados na galeria do plenário. Barracas de lona foram montadas na frente do prédio, com colchões, cobertores e cozinha comunitária. O grupo promete ficar no Viaduto Jacareí até que o texto, que beneficia quatro de suas ocupações, seja aprovado,o que pode acontecer até sexta-feira. Ontem, porém, não houve quórum suficiente nem para iniciar os debates. Oficialmente, representantes da oposição e de partidos da base aliada do prefeito Fernando Haddad (PT), como o PMDB e o DEM, se negaram a discutir o plano em “solidariedade” a José Police Neto (PSD), que foi diretamente atacado pelo grupo. Outros embaraços políticos ainda não resolvidos dificultaram o avanço do tema, como a inclusão de emendas apresentadas no texto final e a pressão do movimento, que também reivindica a regularização da Copa do Povo, em Itaquera. Para complicar ainda mais o clima, o líder da oposição, Floriano Pesaro (PSDB), indicou que alguns petistas,como o relator do plano, Nabil Bonduki, integram a coordenação do MTST.“As ligações estão cada vez mais evidentes. O que falta é transparência, ao mesmo tempo em que sobra violência, truculência e ameaças.” Bonduki afirmou que atua na área há mais de 30 anos, mas que não tem nenhuma relação com o MTST. “O Plano Diretor vai beneficiar toda a cidade e, por isso, também quem precisa de moradia.” O projeto reorganiza o crescimento por 16 anos. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 25/06/2014) ((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 25/06/2014))

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Nelore Gibertoni arrecada R$ 755.200

Dorival Gibertoni promoveu no dia 10 de junho o 2º Leilão Virtual Nelore Gibertoni e parceiros, com produtos procedentes de sua seleção realizada há oito anos em Taquaritinga, interior de São Paulo. A...((Portal DBO/SP – 24/06/2014))


Dorival Gibertoni promoveu no dia 10 de junho o 2º Leilão Virtual Nelore Gibertoni e parceiros, com produtos procedentes de sua seleção realizada há oito anos em Taquaritinga, interior de São Paulo. Além da família Gibertoni, o remate contou com co-promoção de Mozart Vilela Andrade, da Nelore Bula, e Luiz Carlos Marino, da Fazenda Marino. A renda foi de R$ 775.200 à média geral de R$ 13.101. As fêmeas lideram a oferta, com 52 exemplares negociados pela média de R$ 10.080. A novilha Fabulosa FIV Giber (foto), de 17 meses, se distanciou do grupo ao ter 50% de sua propriedade arrematada por Claudio Salles Trindade pela quantia de R$ 40.800. A valorização se dá pelo fato de Fabulosa ser filha do Enlevo da Morungaba com a matriz Kenya Guadalupe, portanto, irmã materna do Grande Campeão da Expoinel 2013, Kongo TE Mafra. O remate ainda negociou sete lotes de prenhezes pela média de R$ 34.628 e metade da propriedade de um macho por R$ 12.000. Com investimento de R$ 90.720, Elizabeth Santana de Jesus foi a maior compradora do dia. A organização do evento foi da Programa Leilões, com trabalhos do leiloeiro Guillermo Garces Sanchez e pagamentos em 24 parcelas. (Portal DBO/SP – 24/06/2014)((Portal DBO/SP – 24/06/2014))

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Agro CFM realiza nova exportação de touros nelore

A Agro-Pecuária CFM finalizou nova exportação de touros ao Mercosul. A transação internacional é de 40 touros Melore CFM para a Estância Taj Mahal, em Mariscal Felix Estigarribia, em Boqueron, no Para...((Portal Diário do Comércio/MG – 25/06/2014))


A Agro-Pecuária CFM finalizou nova exportação de touros ao Mercosul. A transação internacional é de 40 touros Melore CFM para a Estância Taj Mahal, em Mariscal Felix Estigarribia, em Boqueron, no Paraguai, pertencente à família Valente Gomes, que já é cliente CFM há seis anos. Com essa remessa, já são 230 touros CFM enviados ao país vizinho em dois anos. Essa é a segunda importação feita pela Taj Mahal, que pertence ao condomínio Valente Gomes, em Tacuru (MS), e que devido aos excelentes resultados obtidos tanto na fazenda do Brasil como no Paraguai, efetivou nova compra junto à CFM, pioneira na exportação de gado nelore com Ceip prontos para o serviço a pasto. "São animais que comprovaram a pasto o que os números do programa de seleção da CFM revelaram e por isso decidimos continuar a expansão essa genética também para a nossa fazenda no Paraguai", disse Fernando Valente Gomes, patriarca da família. Junto com os filhos, o pecuarista gerencia o rebanho de gado nelore na Taj Mahal e destaca o ganho de precocidade tanto no ganho de peso dos bezerros CFM como na fertilidade das matrizes como principais fatores para repetir o investimento. "O foco na terminação que estamos buscando é de 18 arrobas aos 24 meses com 270 Kg de rendimento de carcaça ou 510 Kg de peso vivo e na precocidade das fêmeas, a meta é baixarmos em seis meses a média da primeira prenhez", diz Gomes. Vitrine - De acordo com o coordenador de pecuária da CFM, Luís Adriano Teixeira, essa nova importação abre ainda mais a possibilidade de mais pecuaristas paraguaios levarem touros de produção com Ceip para suas fazendas. "Com a vitrine que estamos abrindo em terras paraguaias e os ótimos resultados que a genética CFM vem tendo por lá, a expectativa é de que novos negócios surjam em breve", ressaltou Teixeira. O coordenador de pecuária da CFM esteve na última semana em Assunção, no Paraguai, onde participou do "4º Simpósio 4 Pilares da Pecuária", promovido pela Companhia Veterinária do Paraguai (Covepa), parceira da CFM no envio de reprodutores para o país. A genética CFM estará disponível para compra no principal evento comercial do projeto pecuário, o 16º Megaleilão Nelore CFM, que acontece entre 13 e 15 de agosto, em São José do Rio Preto (SP). O evento comercializará 1,1 mil touros e 400 matrizes. (Portal Diário do Comércio/MG – 25/06/2014) ((Portal Diário do Comércio/MG – 25/06/2014))

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Nelore funcional

Paulo Leonel, titular da Estância 2L, fala sobre a parceria inédita com a Fazenda Nova Piratininga e destaca a produção sustentável. Revista AG - Em que consiste a parceria da Estância 2L com a Fazend...((Revista AG do Criador/RS – Junho. 14 – pg 66))


Paulo Leonel, titular da Estância 2L, fala sobre a parceria inédita com a Fazenda Nova Piratininga e destaca a produção sustentável. Revista AG - Em que consiste a parceria da Estância 2L com a Fazenda Nova Piratininga? Paulo Leonel - Esse é um trabalho de resultados, não só para nós, mas para todo o País. É um trabalho focado em padronização. fertilidade, habilidade materna e na produção de um gado adaptado às mais diversas condições de manejo. Nossa meta com essa parceria é produzir 60 mil matrizes com a nossa genética na Fazenda ova Piratininga. Para tanto, fornecemos 90 mil doses de sêmen dos nossos melhores reprodutores. Revista AG - No que consiste o Programa Nelore Adir de Seleção? Paulo Leonel - O Programa Nelore Adir de Seleção foi criado para fazer um gado para a pecuária nacional que não dependa de grãos na alimentação. É um trabalho idealizado para que se traga novamente um aumento de receita ao pecuarista. Revista AG - Nesse sentido, qual a importância de ter o Programa de Melhoramento Genético sob coordenação do professor Raysildo Lobo? Paulo Leonel - O programa que utilizamos foi desenvolvido pelo professor Raysildo Lobo e é específico para a Estância 2L, ou seja, ele é independente do Programa de Melhoramento Genético da Raça Nelore (PMGRN - Nelore Brasil). Ele é importante porque traduz em números o conhecimento e experiência que temos da pecuária. Aliado à parte de pesquisa do professor Raysildo, um mestre da genética que muito tem contribuído para a pecuária. O maior diferencial do programa é que conseguimos unir o "olho do criador" aos números dos índices zootécnicos. Revista AG - Como é esse trabalho de seleção genética por meio de resgates de linhagens puras? Paulo Leonel - Neste momento, esse é o trabalho de maior importância para o País. A pecuária está necessitando de adaptabilidade, padronização e sustentabilidade. E isso só as linhagens puras são capazes de fazer. Hoje, o mercado está comprovando a real necessidade da pecuária, que é a valorização dos animais POI (puro de Origem Importado). Revista AG - Qual a importância, hoje, para a pecuária brasileira desse investimento focado na seleção do gado sustentável? Paulo Leonel - A grande importância é a isenção dos grãos na seleção com altos índices de produtividade e padronização. Esse é um gado sustentável, que não precisa da ajuda das rações à base de grãos para sobreviver. Revista AG - Além do Nelore, se dedicam também à seleção de outras raças? Paulo Leonel - Sim, além do Nelore, temos 150 matrizes Gir utilizadas para produzir Girolando e temos, ainda, a seleção de gado Sindi. Revista A G - Como estão os preparativos do tradicional leilão da Estância 2L? Paulo Leonel - Mostrar o resultado do nosso trabalho em reprodutores será o foco do nosso leilão. O remate já tem data definida e acontece no terceiro sábado de outubro. Será um remate de 100 reprodutores e alguns lotes de novilhas prenhas. Também serão oferecidos lotes de bezerros de corte da Fazenda Nova Piratininga .. Revista AG - Como foi a participação da Estância 2L na Expozebu? Paulo Leonel - Muito positiva, pelo crescente interesse e busca em conhecer a importância do nosso trabalho. A feira foi muito prestigiada. O novo presidente melhorou muito a mostra. Ficam aqui os meus cumprimentos ao Luiz Cláudio Paranhos. Revista AG - Segundo o relatório da Asbia divulgado recentemente, houve retração na comercialização do sêmen do Nelore e o Angus foi a Raça que mais cresceu em 2013. A que se atribui essa queda do Nelore? Paulo Leonel - A raça Nelore vem sendo conduzida de maneira muito distante da realidade da nossa pecuária e o resultado só poderia ser esse. Estão errando no foco da criação, fazendo um gado fora dos padrões da raça, ou seja, produzindo animais que não são sustentáveis, que não vivem a campo e não são adaptados. O diferencial do nosso trabalho é justamente fazer um gado com todos os padrões da raça que povoou o País. Revista AG - Algum recado, em especial, para o mercado? Paulo Leonel - Eu gostaria de pedir aos novos criadores de Nelore e a grande parte dos técnicos que procurassem ter uma experiência maior e muita responsabilidade na pecuária "real", para, assim, orientar para uma genética de resultados para o País. Deste modo, com certeza as liquidações de plantéis teriam uma grande redução. (Revista AG do Criador/RS – Junho. 14 – pg 66) ((Revista AG do Criador/RS – Junho. 14 – pg 66))

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Criadores fundam Mocho Brasil

Além de vendas conjuntas, três criadores de Nelore Mocho de São Paulo se unem para uniformizar o critério de seleção e o melhoramento genético. Ex-integrante do Mocho Noroeste, que deixou de existir c...((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 122))


Além de vendas conjuntas, três criadores de Nelore Mocho de São Paulo se unem para uniformizar o critério de seleção e o melhoramento genético. Ex-integrante do Mocho Noroeste, que deixou de existir com a saída dos criadores Celso Justo e Luís Antônio Setúba1, Bruno Mário Toldi, da Fazenda Santa Luiza (Bocaina, SP), fundou o Grupo Mocho Brasil, que tem participação de Flávio Cotrim Ferreira e de Alexandre Mendonça de Barros proprietários, respectivamente, da Fazenda Boticão (Barretos, SP) e do Sítio Ranchinho (Araçatuba, SP). O traço comum é que o grupo cria exclusivamente Nelore variedade mocha e tem plantéis com pelo menos 30 anos de seleção, mesmo o do novato Alexandre Mendonça de Barros, que adquiriu as matrizes de Luís Antônio Setúbal, que começou a criar no início dos anos 1980. Como no caso do Mocho Noroeste, o que levou os criadores a fundar o Grupo Mocho Brasil foi a venda conjunta de tourinhos em leilão, com ganho de escala. O primeiro, marcado para o dia 21 de outubro próximo, venderá 11 O tourinhos, mas a meta, no futuro, é chegar a pelo menos 400 reprodutores por ano, com o aumento da produção do grupo, segundo Bruno Toldi. Os três criadores também têm os seus plantéis avaliados pelo Programa de Melhoramento Genético da Raça elore (Nelore Brasil), da ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores). esse programa, além da mensuração dos índices zootécnicos para avaliar os animais como peso aos 120 dias e aos 210 dias para o cálculo dos índices matemos; peso e circunferência escrotal às idades padrão (365 e 550 dias); ganho de peso médio do nascimento ao sobreano e qualidade da carcaça, com medição da Área do Olho do Lombo (AOL); staybilizer (tempo de permanência do rebanho) e da espessura de gordura subcutânea (EGS) - , os animais passam pela avaliação da morfologia para a elaboração das notas visuais da Epmuras (Estrutura, precocidade, musculatura, umbigo, raça, aprumo e caracteristicas sexuais). Além de incluir os plantéis no programa da ANCP, os criadores contrataram a consultoria da equipe do zootecnista William Koury Filho, da BrasilcornZ, para uniformizar os critérios para o melhoramento genético do grupo. A BrazilcornZ será responsável pelo planejamento dos acasalamentos. Para isso, a empresa já fez a classificação morfológica de cada uma das matrizes dos três plantéis para escolher o touro que tem o melhor perfil fisico que combina com a de cada fêmea em reprodução. Além da morfologia, levam-se em conta, nos acasalamentos, as informações de desempenho dos ascendentes e dos próprios animais em reprodução. Segundo Bruno Toldi, o grupo não abre mão da busca por um animal funcional. No melhoramento, não abrimos mão da medição de desempenho, mas também não abrimos mão do olho. E não é de hoje. É o mesmo critério que usamos quando estávamos no Mocho Noroeste. Não abrimos mão de continuar produzindo uma genética funcional, selecionada a pasto, precoce e que tenha boa qualidade de carcaça e facilidade para acabar a carcaça, diz Toldi, que não descarta a possibilidade de voltar à pista. No dia em que eu não tiver que produzir um animal para pista e outro para quem faz pecuária comercial, eu levo o meu animal para julgamento, mas por enquanto não levo", diz. Além do Programa de Melhoramento Genético da ANCP, o grupo também vai participar das Provas de Ganho de Peso, criadas há 17 anos pela Embrapa Arroz e Feijão, de Goiânia, GO, e coordenadas pelo pesquisador Cláudio Magnabosco, uma a pasto e outra em confinamento. A escolha dos animais é feita pelo peão e é confirmada pela equipe da BrazilcomZ à desmama, levando em conta o peso ao nascer, aos 120 e aos 210 dias. O segundo filtro é sobre a morfologia do animal, como altura, aprumos, pelagem, características raciais, cumprimento, musculatura .. Os melhores da prova entram em teste de progênie. Nas provas de 2013, Bruno Toldi mandou quatro machos para Goiânia. Ganhou, na prova de confinamento, com Bergamo BMT, com ganho de 1.270 gramas por dia. Filho de Funcionário, vai participar do teste de progênie da ANCP e já teve o sêmen distribuído. Dos animais que participaram das duas provas, os que foram classificados como elite e superior foram vendidos em leilão realizado em Goiânia. Metade de Bergamo foi comprada por uma central. Os que não foram classificados foram vendidos como animal de corte. (Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 122) ((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 122))

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PI: governo estadual regulariza calendário de vacinação do rebanho

O Piauí tem avançado em todos os aspectos e, em relação à agropecuária, os avanços são notórios. Agora, sobe mais um degrau com a adequação do calendário local de vacina de rebanhos ao nacional. Antes...((Portal Página Rural/RS – 24/06/2014))


O Piauí tem avançado em todos os aspectos e, em relação à agropecuária, os avanços são notórios. Agora, sobe mais um degrau com a adequação do calendário local de vacina de rebanhos ao nacional. Antes, por conta da seca, o período de vacina era nos meses de janeiro e julho, agora, como as chuvas estão regulares, passa a ser em maio e novembro, se enquadrando aos outros estados do Brasil. O diretor técnico da Agência de Defesa Agropecuária (Adapi), Idílio Moura, afirmou que a normalização do calendário e a certificação internacional do Piauí como área livre de aftosa torna o estado regular e derruba as barreiras sanitárias que ainda impediam o Piauí de avançar no mercado nacional e internacional. “Estamos dando passos enormes em relação à agropecuária no estado. Através da regularização do calendário e do certificado internacional, nos tornamos fortes no cenário nacional e internacional. Todas as barreiras sanitárias foram derrubadas e com isso, o trânsito de nossos animais será facilitado, podendo chegar a qualquer lugar do mundo”, disse. O diretor afirmou ainda que através desses avanços novas agroindústrias poderão se instalar no estado. “Temos que ressaltar também que esses avanços proporcionam um aumento na produção de animais e, além disso, agrega valor ao rebanho atraindo, dessa forma, a instalação de novas agroindústrias no Piauí, como por exemplo, indústrias de laticínios e frigoríficos”, finalizou. Certificado Internacional de Área Livre de Aftosa O Certificado Internacional de Área Livre da Aftosa com Vacinação para o Piauí foi concedido pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). A solenidade que outorgou o título aconteceu, em Paris, na França, durante a 82ª Assembleia Internacional de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal, no último dia 29. O governador Zé Filho comemorou o reconhecimento internacional do Piauí como Estado 100% livre da aftosa. O anúncio oficial foi realizado, no dia 31 do mês de maio, durante visita à 44ª Feira Agropecuária e à 2ª Agro Sul, realizadas no Parque de Exposição Raimundo Mamede de Castro, na cidade de Floriano. O reconhecimento do Piauí como estado livre da febre aftosa o colocará no mesmo patamar dos estados da Região Centro/Sul, permitindo o livre trânsito de animais por todo o Brasil e, principalmente, para outros países. Garantindo que os produtos piauienses derivados de animais terão livre trânsito garantido. Isso dá idoneidade para os produtos de origem animal, bem como os tornará mais competitivos, principalmente, por meio da globalização. (Portal Página Rural/RS – 24/06/2014) ((Portal Página Rural/RS – 24/06/2014))

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Alta em todas as categorias de animais de reposição em MG

Os preços de referência dos animais para reposição em Minas Gerais estão maiores que os registrados na mesma semana de maio. Na média das categorias de machos, houve valorização de 2,3% no período. O ...((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))


Os preços de referência dos animais para reposição em Minas Gerais estão maiores que os registrados na mesma semana de maio. Na média das categorias de machos, houve valorização de 2,3% no período. O destaque foi o bezerro desmamado de 6,0 arrobas, com alta de 3,2%. Este tem sido negociado, em média, por R$795,00/cabeça. A condição dos pastos não é satisfatória. Isso deveria estimular a desova de categorias como boi magro e garrotes de 18 meses para confinamentos e forçar queda nos preços. Porém, a oferta é restrita e regula as cotações. O boi gordo teve queda de 0,7% nos últimos trinta dias, o que ajudou a reduzir o poder de compra do pecuarista. Atualmente, é possível comprar 2,28 bezerros desmamados com a venda de um boi gordo (16,5@) no estado, frente a 2,38 em maio. (Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014) ((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))

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Carne com osso teve queda na última semana

No mercado atacadista de carne bovina com osso, o preço do boi casado de animais castrados está estável em R$7,84 o quilo, desde a última sexta-feira (20/6). O preço chegou em R$7,97 na semana anterio...((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))


No mercado atacadista de carne bovina com osso, o preço do boi casado de animais castrados está estável em R$7,84 o quilo, desde a última sexta-feira (20/6). O preço chegou em R$7,97 na semana anterior, balizado pelo consumo regular e pelos estoques moderados, já que as escalas dos frigoríficos estavam mais curtas. Assim, a margem do Equivalente Scot Carcaça, que considera a venda de carne com osso, couro, sebo, miúdos e subprodutos, superou a margem do Equivalente Scot Desossa, que considera a margem do frigorífico com a venda de carne desossada, mais couro, sebo, miúdos e subprodutos. Este movimento é atípico. Geralmente ganha-se mais com a venda de carne desossada. Os estoques remanescentes dos abates das semanas anteriores impediram que a carne desossada subisse na mesma proporção que a carne com osso. Com a recente queda do boi casado, houve ajuste das margens e, embora estejam próximas, a margem do Equivalente Scot Desossa voltou a superar o Equivalente Scot Carcaça. (Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014) ((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))

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Mapa proíbe avermecticas LA

Persistência de resíduos na carne leva à suspensão temporária de vermífugo de longa ação. Adecisão do Ministério da Agricultura de banir as avermectinas de longa ação (acima de 42 dias) pegou produtor...((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 32))


Persistência de resíduos na carne leva à suspensão temporária de vermífugo de longa ação. Adecisão do Ministério da Agricultura de banir as avermectinas de longa ação (acima de 42 dias) pegou produtores e a indústria veterinária de surpresa, com a publicação da instrução normativa l3, publicada em 30 de maio. Depois de instituir a exigência de receituário para a compra dos produtos em 8 de maio, conforme a IN 12, a pasta optou por uma saída mais restritiva. Conforme o Mapa, a proibição vigorará enquanto o grupo de estudos criado em 9 de maio avaliar meios para o uso seguro dos produtos, o que deve levar entre seis meses e um ano. A decisão atende demanda da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne Bovina (Abiec). Em nota, a associação manifestou apoio ao Ministério da Agricultura. "Esta medida se faz necessária, tendo em vista que, até o momento, não havia garantia do cumprimento das regras de controle e utilização do referido produto." O Mapa argumenta que os problemas com resíduos estão relacionados aos níveis exigidos pelos importadores, que são inferiores aos previstos pelo Codex Alimentarius, seguido pelo Brasil, de 100 partes por bilhão, medidos no músculo. O limite minimo de resíduos (LMR) exigido da União Europeia é de 30 ppb e nos EUA é de 10ppb. A dificuldade de atender aos limites norte-americanos está no fato de que eles aplicam ao produto processado um limite que deveria valer para produto cru. Casos de resíduos de ivermectina acima do permitido levaram os Estados Unidos a deixar de importar carne processada brasileira por sete meses em 2011 e um caso mais recente foi registrado no ano passado, em um lote embarcado aos EUA pelo JBS. ESPANTO - As avermectinas são um grupo de medicamentos que incluem as ivermectinas, abamectinas, eprinomectina, doramectina e moxidectinas, largamente utilizadas no combate a endo e ectoparasitas na bovinocultura. O segmento das avermectinas movimenta entre R$ 400 e R$ 500 milhões por ano, segundo informações do Sindan (Sindicato acional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), sendo maior parte desta receita vinda de produtos de alta concentração, em tomo de 15 a 20 formulações. O sindicato, bem como os produtores, é contra a medida. Ambos foram surpreendidos pela decisão, embora o Sindan seja parte do grupo de estudos que debaterá o uso seguro dos produtos, composto também pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade de São Paulo (USP). "A medida nos espanta. Não fomos ouvidos e não sabemos o motivo", afirmou o vice-presidente executivo do Sindan, Emílio Salani. Ele alerta que, ao banir as avermectinas de alta concentração, o Mapa restringe toda uma categoria de produtos do mercado. "Isso causa insegurança. São licenças obtidas com muito investimento e estudo clínico", alega. A concentração clássica é de 1 % do princípio-ativo enquanto as avermectinas de alta concentração possuem 3,15% ou mais. CUSTO MAIOR - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil ( A) ainda avalia os impactos da normativa obre a produção para definir como irá se posicionar frente à IN. "Acreditamos que a medida pode acarretar mais gastos ao produtor e uma margem mais ajustada ou até negativa além de prejudicar o controle de parasitas do rebanho", afirma Paulo Sérgio Mustefaga, assessor técnico da Comissão Nacional de Pecuária de Corte da CNA. Segundo ele, as avermectinas representam 1,54% do custo de produção da pecuária brasileira, incluindo produtos de curta e longa ação. A proposta de banimento das avermectinas de longa ação está em discussão desde setembro do ano passado, pelo menos, quando a criação do grupo foi proposta pelo Mapa. Outras ações restritivas ao uso de produtos de longa ação já haviam sido tomadas para evitar casos de resíduos acima dos limites impostos por importadores, como a suspensão do uso de avermectinas com prazo de carência acima de 28 dias para o bovinos de corte criados em regime de confinamento e semiconfinamento e também em sistema de produção a pasto e que estejam em fase de terminação, conforme a Instrução Normativa 48, de 29 de dezembro de 2011. "A gente sabe da boa vontade e dos motivos que levam o Mapa a tomar esta atitude, e vinha apoiando as medidas tomadas até aqui, mas abrir mão de uma tecnologia porque não se consegue controlar o seu uso é equivocado, argumenta o superintendente da Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Luciano Vacari. Para ele, o caminho para resolver a questão dos resíduos passa por punir exemplarmente os produtores que tiverem esse tipo de problema. "Por que não? Não é justo que todos paguem pela irresponsabilidade de alguns." Vacari apresentou a proposta ao ministro da Agricultura, Neri Geller, em feira agropecuária realizada em Alta Floresta no começo de junho. O professor titular da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, João Palermo Neto, concorda. "Isso se resolve por meio de educação em nível de campo. Com punição de quem está errado. O frigorífico deve deixar de comprar desse fornecedor e não redirecionar a produção para outro mercado. Para ele, o problema é a observação do período de carência pelo produtor e não o período determinado pela industria. Muitas vezes, baixa o preço do boi e ele aproveita para vender sem respeitar esse período, ponderá. Palermo Neto considera a medida precipitada e não resolve o problema, ainda que seja uma proibição temporária. “Quando se cria uma restrição aumenta o uso de produtos não aprovados pelo Mapa. Como será feito esse Controle?” (Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 32) ((Revista DBO/SP - Junho. 14 – pg 32))

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OIE confirma caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina no MT

Até o fechamento desta edição o MAPA ainda aguardava os resultados conclusivos das análises feitas pela Olls, sobre um suposto caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina. O animal estava pronto...((Revista A Hora Veterinária/SP – Junho. 14 – pg 46))


Até o fechamento desta edição o MAPA ainda aguardava os resultados conclusivos das análises feitas pela Olls, sobre um suposto caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina. O animal estava pronto para abate no frigorífico da JBS em São José dos Quatro Marcos, no sudoeste de Mato Grosso. O Ministério informou o prazo para a divulgação do exame que apontará a "tipificidade do caso". Segundo o Ministério, o laboratório da OIE, em Weybridge, na Inglaterra, já ratificou o laudo positivo para marcação do príon, feita no Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco (Lanagro-PE). Ontem ainda, o Ministério informou que exames feitos em 49 bovinos que tiveram contato com o animal morto em Mato Grosso mostraram estado sanitário positivo. Mesmo assim, todos esses animais foram sacrificados e as carcaças eliminadas. Para a identificação do bovino com suspeita da doença, foi feita uma varredura por técnicos federais e autoridades sanitárias do Estado. Foram investigadas 11 propriedades onde esteve o animal afetado. Depois que mais de 4 mil animais foram inspecionados, 49 foram selecionados, por terem nascido um ano antes ou um ano depois da vaca que levantou a suspeita e a conclusão foi de que todos estavam em plena condição física e de saúde e não tinham a doença. Um registro apenas não configura risco sanitário, porém o MAPA ressaltou a importância das medidas de prevenção e vigilância frente a doença. Já a Abiec divulgou um comunicado ressaltando a gravidade da situação. No mercado, a atitude é de cautela, já que o caso pode se mostrar isolado, atípico e ou mesmo atrapalhar a venda da proteína para alguns países. Existem comentários de que Egito e Irã poderiam ter suspendido temporariamente as compras da proteína nacional, mas a Abiec diz que, neste momento, não há confirmação de embargos. (Revista A Hora Veterinária/SP – Junho. 14 – pg 46) ((Revista A Hora Veterinária/SP – Junho. 14 – pg 46))

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Lactalis e Lala na disputa por ativos de lácteos da BRF

A francesa Lactalis e a mexicana Lala Foods estão na disputa pela aquisição dos ativos de lácteos da BRF. A empresa brasileira colocou a divisão à venda no início deste ano e espera que a operação sej...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 25/06/2014))


A francesa Lactalis e a mexicana Lala Foods estão na disputa pela aquisição dos ativos de lácteos da BRF. A empresa brasileira colocou a divisão à venda no início deste ano e espera que a operação seja finalizada no próximo mês. Ontem, a agência Bloomberg informou que a Lala teria feito uma oferta pela divisão. A Lactalis também apresentou uma proposta, segundo fontes ouvidas pelo Valor. E a oferta da francesa seria a mais atraente para a BRF, afirmou uma dessas fontes. Além das duas companhias de lácteos, a holandesa Friesland Campina também indicou interesse pela divisão de lácteos da BRF, de acordo com as mesmas fontes. A Bloomberg também citou a Lactalis e a francesa Danone como interessadas. De acordo com um executivo do segmento, eventuais interessados tinham de apresentar "oferta firme" pelo negócio de lácteos da BRF até meados deste mês. A intenção da BRF, disse, é vender a divisão por mais de R$ 1 bilhão - a operação gerou uma receita líquida de R$ 2,8 bilhões no ano passado à companhia. Procurada ontem, a BRF disse que não iria se manifestar. A Lactalis entrou no Brasil no ano passado, com a aquisição da empresa de queijos premium Balkis. Mas a gigante francesa, que faturou € 16 bilhões em 2013 e é a maior empresa de lácteos do mundo, tem planos mais ambiciosos para o país. No ano passado, também tentou comprar o controle da LBR - Lácteos Brasil, antes da aprovação do plano de recuperação judicial da empresa brasileira. A situação financeira da LBR, porém, inviabilizou o negócio, que estava sendo tocado pela Parmalat SpA, controlada da Lactalis. Com a sinalização da BRF, no começo do ano, de que pretendia vender parcial ou totalmente seus ativos de lácteos, a Lactalis tornou-se imediatamente uma potencial interessada. A Lala, que está capitalizada após um IPO em que levantou US$ 1,1 bilhão e que teve receita líquida de US$ 3,3 bilhões no ano passado, também já tentou entrar no Brasil. Em 2012, estava prestes a fechar a compra da Itambé, mas, na última hora, quis reduzir o preço a ser pago, e o negócio não vingou, lembra uma fonte do segmento. Com a desistência da Lala, a Itambé acabou nas mãos da Vigor: em fevereiro de 2013, o laticínio controlado pela J&F (holding que controla também a JBS), adquiriu 50% do capital da Itambé por R$ 410 milhões. A reportagem questionou a Lactalis e a Lala sobre o tema via email, mas não recebeu resposta até o fechamento desta edição. Procurada, a Danone no Brasil enviou a seguinte declaração, por meio de sua assessoria de comunicação: "Líder mundial e nacional no segmento de produtos lácteos frescos, o Grupo Danone está sempre atento às oportunidades de desenvolvimento de seus negócios nos mercados em que atua. O tema é avaliado pelo Grupo Danone em Paris". A BRF assinou 14 acordos de confidencialidade com eventuais interessados desde que colocou a divisão de lácteos à venda. Em entrevista à Bloomberg, no dia 11 de junho passado, o CEO global da BRF, Cláudio Galeazzi, disse que desde então o processo avançou para uma segunda fase. Na mesma entrevista, ele afirmou que os interessados são "empresas muito fortes que querem vir ao Brasil". No fim de abril, o CEO global da BRF dissera, em teleconferência com analistas, que o futuro da divisão de lácteos seria definido num prazo de 60 dias a 90 dias. "Estamos analisando neste momento as possibilidades em lácteos, inclusive não excluindo venda parcial ou total", afirmou Galeazzi na ocasião. A atual administração da BRF, comandada pelo empresário Abilio Diniz desde abril do ano passado, sempre mostrou restrições à operação de lácteos, por considerá-la um negócio pouco rentável. Mesmo na administração anterior - de Nildemar Secches e José Antônio do Prado Fay -, a Tarpon, que levou Abilio à presidência do conselho da BRF, já indicava descontentamento com a divisão, responsável por pouco menos de 10% da receita líquida total da BRF. Em mais um sinal do desinteresse da BRF pelo segmento, a empresa também desistiu de uma fábrica de lácteos que construía em Barra do Piraí (RJ). Na semana passada, a Vigor informou que assumiu a unidade, dando continuidade ao projeto. Cerca de 70% da nova fábrica está construída, e o plano da Vigor é colocar a planta em operação em quatro a cinco meses. Embora não tenha mais interesse no negócio de lácteos, a BRF sabe que a divisão é cobiçada por suas marcas fortes como Batavo e Elegê, já consolidadas no mercado brasileiro, além de uma de rede de fornecedores de leite para processamento. É nessas oportunidades que estão de olho as empresas estrangeiras: adquirir um ativo com marcas importantes e garantia de matéria-prima, num mercado que ainda tem espaço para crescer. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 25/06/2014) ((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 25/06/2014))

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Preço de referência

O preço de referência do leite padrão pago pela indústria ao produtor em junho é de R$ 0,8494, representando redução de 1,54% em relação a maio, conforme a UPF. A informação foi divulgada ontem, após ...((Jornal Correio do Povo/RS – 25/06/2014))


O preço de referência do leite padrão pago pela indústria ao produtor em junho é de R$ 0,8494, representando redução de 1,54% em relação a maio, conforme a UPF. A informação foi divulgada ontem, após reunião do Conseleite. No mês passado, o valor ficou em R$ 0,8626. (Jornal Correio do Povo/RS – 25/06/2014) ((Jornal Correio do Povo/RS – 25/06/2014))

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Criadores do sul do PR enfrentam problemas para escoar o leite

No Paraná, na região de Guarapuava, os produtores de leite ainda se recuperam dos estragos causados pela chuvarada do começo do mês. Os animais estão rendendo menos e está difícil escoar a produção po...((Portal G1/RJ – 25/06/2014))


No Paraná, na região de Guarapuava, os produtores de leite ainda se recuperam dos estragos causados pela chuvarada do começo do mês. Os animais estão rendendo menos e está difícil escoar a produção por causa da condição das estradas. Roberto Mendes estava acostumado com uma boa produção de leite na propriedade. Ele conseguia 200 litros por dia, mas com as chuvas da semana retrasada, faltou energia elétrica no campo, ele teve que ordenhar manualmente as 14 vacas em lactação por vários dias e acabou estressando os animais. A produção caiu pela metade e ainda não voltou ao normal. Em quatro dias de chuvas intensas, Guarapuava registrou 422 milímetros de chuva, volume três vezes maior que o esperado para todo o mês. A zona rural foi bastante atingida, casas foram destruídas e pastagens ficaram alagadas. As estradas também foram prejudicadas. A Secretaria de Agricultura do município estima que dos 4,2 mil quilômetros de estradas rurais da região, 300 foram danificados pelas chuvas. Em alguns pontos, os estragos foram menores, apenas dificultando a passagem, mas em outros, a situação é mais grave. Estradas inteiras foram levadas pela força das águas, deixando a passagem de veículos impossível e trazendo prejuízos para os produtores rurais. Para não perder a produção, tem produtor que levanta mais cedo e vai pessoalmente entregar o leite, como Maria Zaviruka. “Os pontos críticos estão sendo recuperados e o caminhões estão conseguindo coletar o leite, mas ainda tem muita propriedade com problemas", diz Valdir Tambosetti, zootecnista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). (Portal G1/RJ – 25/06/2014) ((Portal G1/RJ – 25/06/2014))

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Exportação de lácteos em maio é três vezes maior que ano passado

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 5,6 mil toneladas em produtos lácteos em maio deste ano, o que representa um faturamento de US$24,44 mi...((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))


Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 5,6 mil toneladas em produtos lácteos em maio deste ano, o que representa um faturamento de US$24,44 milhões. Nos primeiros cinco meses do ano foram embarcadas 36,63 mil toneladas com faturamento de R$143,45 milhões. O volume embarcado em maio, quando comparado ao mês anterior, foi 45,1% menor. O faturamento diminui 42,7%. Em relação ao o mesmo período do ano passado (maio/2013), o volume é 64,4% maior e o valor 203,0% maior. O leite em pó foi o principal item comercializado no último mês, com 4,73 mil toneladas. O total exportado em equivalente litros de leite, que representa a quantidade necessária de leite para produzir um quilo de produto, foi de 50,13 mil toneladas. (Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014) ((Portal Scot Consultoria/SP – 24/03/2014))

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