Notícias do Agronegócio - boletim Nº 423 - 16/07/2015 Voltar

Embrapa Pantanal leiloa touros com genética melhorada

No último sábado do mês, dia 25, a Embrapa Pantanal irá leiloar cerca de 265 rezes, entre machos e fêmeas e touros Nelore LA, no 24º Leilão Leiloboi Fazenda Novo Horizonte, realizado no Tatersal da Le...((Portal Correio de Corumbá/MS – 15/07/2015))


No último sábado do mês, dia 25, a Embrapa Pantanal irá leiloar cerca de 265 rezes, entre machos e fêmeas e touros Nelore LA, no 24º Leilão Leiloboi Fazenda Novo Horizonte, realizado no Tatersal da LeiloBoi na Fazenda Novo Horizonte, em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Estarão disponíveis para venda em leilão 137 machos e 128 fêmeas. Desses 137 machos, 38 são da raça Pantaneira e 99 da raça Nelore. Em relação às fêmeas serão 15 da raça Pantaneira e 113 da raça Nelore. Todos são excedentes dos plantéis de pesquisa da Embrapa, animais criados a pasto nativo e totalmente adaptados ao Pantanal. O grande destaque para este leilão serão os 22 Tourinhos Machos Nelores de 24 a 36 meses de idade, animais controlados pela ABCZ e avaliados pelo Geneplus - programa de melhoramento genético animal da Embrapa, e registrados na Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). Os animais são fruto da parceria entre a Embrapa Pantanal e a ABCZ, sendo resultado do projeto Elaboração de estratégias e índices de seleção aplicados em gado de corte com abordagem econômica e ambiental. Os touros serão apresentados para leilão em 04(Quatro) lotes de composição de 04 animais e 02 (Dois) lotes com 03 animais. De acordo com o pesquisador Ériklis Nogueira, estes animais são os primeiros produtos do trabalho de melhoramento genético da Embrapa. Serviço O que: leilão de touros geneticamente melhorados da Embrapa Pantanal Quando: Sábado, 25/07 Onde: Fazenda Novo Horizonte, em Corumbá Horário: 13h (Portal Correio de Corumbá/MS – 15/07/2015)((Portal Correio de Corumbá/MS – 15/07/2015))

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MG: último dia para inscrição no Concurso Leiteiro Natural na ExpoGenética

Serão encerradas nesta quinta-feira (16) as inscrições para o Concurso Leiteiro Natural, que será realizado pela ABCZ, durante a ExpoGenética 2015, no mês de agosto, em Uberaba/MG. Os interessados em ...((Portal Página Rural/RS – 15/07/2015))


Serão encerradas nesta quinta-feira (16) as inscrições para o Concurso Leiteiro Natural, que será realizado pela ABCZ, durante a ExpoGenética 2015, no mês de agosto, em Uberaba/MG. Os interessados em inscrever suas matrizes devem entrar em contato com a equipe do Pmgz Leite, pelo telefone (34) 3319-3935. O concurso tem como objetivo mostrar ao público a qualidade e produtividade das matrizes zebuínas com aptidão leiteira. Durante esta 3ª edição do concurso, as matrizes em lactação serão submetidas a um regime alimentar próxima a realidade da pecuária leiteira nacional e a um ambiente padronizado, buscando destacar o potencial produtivo dos animais. A alimentação das matrizes consistirá em pastagem, complementada com silagem e ou feno de boa qualidade e ração comercial balanceada para produção de leite. Ressaltando que o uso de ocitocina não será permitido em nenhum momento do concurso. São 30 vagas disponíveis, com valor de R$ 1.000,00 por animal, podendo ser parcelado em até duas vezes. As inscrições dos animais para o Concurso Leiteiro Natural tiveram início no dia 22 de junho. Cada criador pode inscrever até três animais por raça, independente de categoria de Registro ou idade. As categorias serão: fêmea jovem (menos de 36 meses); vaca jovem (mais de 36 até 48 meses) e vaca adulta (mais de 48 meses). O concurso terá duração de 20 dias sendo, 15 dias de adaptação (25/07 a 09/08) e cinco dias de concurso efetivo (10/08 e 14/08). Serão realizadas duas ordenhas manuais por dia, com duração de 15 minutos por matriz, e por ordenhadores contratados pela ABCZ. Durante o Concurso também serão realizadas análises qualitativas do leite, como: células somáticas, gordura, proteína e outras. “A edição deste ano será em parceria com a Fazenda Escola da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), em Uberaba/MG e contará com o apoio de professores e alunos”, comenta a gerente do Pmgz Leite, Bruna Hortolani. O regulamento do Concurso Leiteiro Natural 2015 já está disponível no site da ABCZ. Clique aqui. Confira o Calendário do Concurso: Entrada dos animais na Fazu: 16/07/2015 a 24/072015 Período de adaptação: 25/07/2015 a 19/08/2015 Concurso efetivo: 10/08/2015 a 14/08/2015 Período de parição: 27/03/2015 a 25/06/2015 Divulgação dos resultados: 20/08/2015 a partir das 15hs, no estande do Pmgz Leite. ExpoZebu 2016 A realização do Concurso Leiteiro Natural também já está prevista para a ExpoZebu 2016. “A ideia é fazermos o concurso na Estância Zebu, simultaneamente à ExpoZebu Dinâmica. Temos certeza que será uma atração interessante para o público que visita a exposição”, comenta o diretor da ABCZ, José de Castro Rodrigues Netto. (Portal Página Rural/RS – 15/07/2015)((Portal Página Rural/RS – 15/07/2015))

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Acordo reinsere Irã na economia global

Petróleo, turismo e setor automotivo devem se beneficiar de retomada do comércio e liberação de fundos congelados Exportadores no Brasil preveem aumentar vendas, mas sem mudar perfil do comércio; US$ ...((Jornal Folha de S Paulo, Mundo/SP – 16/07/2015))


Petróleo, turismo e setor automotivo devem se beneficiar de retomada do comércio e liberação de fundos congelados Exportadores no Brasil preveem aumentar vendas, mas sem mudar perfil do comércio; US$ 100 bi serão reinjetados Com o acordo nuclear com as potências anunciado na última terça (14), o Irã dá um salto rumo à sua reinserção no sistema econômico mundial, do qual havia sido marginalizado devido a sanções em três frentes (ONU, EUA, União Europeia) e à exclusão do sistema bancário, em 2012. O aperto asfixiou as finanças de um Estado com gastos colossais em subsídios, programas sociais e remessas a grupos e governos aliados. Com o fim das sanções, que deve ter efeito a partir de 2016, EUA e UE voltarão a permitir transações financeiras com entidades e indivíduos do Irã, crédito para exportações ao país, investimento no setor petroleiro e venda de bens e serviços à indústria automotiva. Com isso, o Irã poderá revigorar exportações de petróleo e usar investimentos para estimular uma infraestrutura de gás e petróleo que é tradicional consumidora de tecnologia europeia de ponta, mas obrigada a recorrer a equipamentos chineses de baixa qualidade por causa das sanções. Empresários ocidentais batem ponto em Teerã desde a ascensão do presidente Hasan Rowhani, em 2013. Uns fazem prospecção de investimento, inclusive em turismo, cobiçado pelas redes hoteleiras. Outros querem voltar ao país, como a montadora Peugeot. Já neste domingo (19), chegará ao país uma delegação de empresários chefiada pelo ministro da Economia alemão, Sigmar Gabriel. O Irã é um mercado de 77 milhões de consumidores com forte propensão ao consumo e altos índices de instrução. Mas, para analistas, será difícil gerir o boom de investimento e comércio esperado com o fim das sanções e atrair capital externo sem reações políticas inflamadas no país. Só com a liberação de ativos de cidadãos e empresas bloqueados pelas sanções, o país receberia US$ 100 bilhões –o equivalente a um quarto da sua economia. "Se o dinheiro não for bem gerenciado, o estrago pode ser maior que o das sanções", disse o presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Minas e Agricultura de Teerã, Yahya Ale-Eshagh, à rede Nasim. BRASIL Para o Brasil, a perspectiva é boa, afirma José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior, para quem o Irã pode se tornar um dos grandes superavit comerciais do Brasil. "Com as sanções, era preciso fazer uma ginástica muito grande, procurar um banco que aceitasse o risco Irã", afirma. O perfil das exportações, porém, não deve mudar: commodities, como carne, milho, soja e açúcar. As exportações brasileiras para o Irã caíram 38% entre 2010 e 2014, derrubadas pela redução de 68% (termos de quantidade) na venda de carne bovina. (Jornal Folha de S Paulo, Mundo/SP – 16/07/2015)((Jornal Folha de S Paulo, Mundo/SP – 16/07/2015))

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Cinco países compram 53% dos produtos do agronegócio em junho

China, Estados Unidos, Países Baixos, Alemanha e Rússia foram os principais países importadores de produtos brasileiros do agronegócio em junho deste ano. No total, as compras desses cinco países soma...((Jornal DCI/SP – 16/07/2015))


China, Estados Unidos, Países Baixos, Alemanha e Rússia foram os principais países importadores de produtos brasileiros do agronegócio em junho deste ano. No total, as compras desses cinco países somaram US$ 4,82 bilhões e representaram quase 53% das importações. Entre os setores que mais se destacaram no mês passado, estão o complexo soja, carnes, café, produtos florestais e fumo. A China ficou na primeira posição nas importações de junho, com US$ 3,29 bilhões. Em seguida, aparecem os EUA, com US$ 540,26 milhões. (Jornal DCI/SP – 16/07/2015)((Jornal DCI/SP – 16/07/2015))

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JBS Mercosul investe em frigorífico no Paraguai

Planta de US$ 100 milhões será a primeira construída pela empresa. A JBS, que costuma expandir sua atuação adquirindo unidades prontas, escolheu o Paraguai para construir seu primeiro frigorífico na A...((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015))


Planta de US$ 100 milhões será a primeira construída pela empresa. A JBS, que costuma expandir sua atuação adquirindo unidades prontas, escolheu o Paraguai para construir seu primeiro frigorífico na América do Sul. O investimento será de US$ 100 milhões em uma planta modelo, localizada a 25 quilômetros da capital Assunção, com capacidade para abater 2,2 mil bovinos por dia. O investimento deve ser bancado com recursos próprios da empresa brasileira e por financiamentos locais. O anúncio foi realizado, ontem, pelo presidente da JBS Mercosul, Miguel Gularte, durante o Tá Na Mesa, na Federasul. As obras se iniciam em agosto, com previsão de inauguração em setembro de 2016. Será o terceiro frigorífico da empresa no Paraguai. O objetivo é praticamente dobrar a capacidade de abate de bovinos, passando das atuais 1,5 mil para 2,7 mil cabeças por dia. O empreendimento deve gerar 800 empregos diretos e 3,5 mil indiretos. Atualmente, mais de 85% da produção do Paraguai é exportada, sendo que a JBS possui 40% de participação nesse mercado. Em faturamento, as vendas externas paraguaias saltaram de US$ 65 milhões, em 2005, para US$ 1,2 bilhão, em 2014. "A demanda por matéria-prima supera a oferta em todos os países do Mercosul, mas o Paraguai apresenta um crescimento muito grande do seu rebanho em comparação com a capacidade industrial instalada", explica Gularte. Atualmente, são 14 milhões de cabeças de gado - número semelhante ao do Rio Grande do Sul - e 12 frigoríficos de portes médio e grande em operação. "Vemos o mercado interno paraguaio com grandes possibilidades de se tornar mais atrativo nos próximos anos, e esse aumento da matéria-prima disponível nos permite ganhar fôlego também nas exportações", completa. Em relação às exportações brasileiras de carne bovina, Gularte projeta recuperação no segundo semestre. Para o executivo, problemas econômicos nos principais compradores - Rússia, Hong Kong, Venezuela - afetaram o desempenho nos primeiros seis meses do ano, mas houve retomada ainda em junho. "A Rússia voltou a importar e a China começa a dar resultados relevantes. Além disso, a JBS está bastante entusiasmada com a abertura do mercado norte-americano, pois, em primeiro lugar, apesar de dar margens menores, os Estados Unidos demandam grandes quantidades e de forma constante", avalia. A intenção é aproveitar o expertise da empresa em território norte-americano para alavancar a atuação e as exportações naquele país. Tal cenário para o segundo semestre, segundo Gularte, deve afetar o mercado interno brasileiro. "Com a melhora nas exportações, teremos um enxugamento da oferta no mercado interno. Dessa maneira, haverá um equilíbrio entre demanda e oferta no Brasil via efeito de exportação, tanto pelo aspecto cambial quanto pelo consumo, o que não significa que haverá um movimento de elevação dos preços", destacou. Na ocasião, o presidente da JBS Mercosul também defendeu a manutenção da vacinação contra febre aftosa no Brasil e o envio de animais do Rio Grande do Sul para abate em São Paulo. A companhia leva entre 35 e 40 mil terneiros gaúchos por ano para engorda e terminação na capital paulista. "A JBS criou um nicho de mercado para o produto gaúcho. A Swift Black é uma carne vendida como top de qualidade. Sobre a possibilidade de finalizar a vacinação, trata-se de um risco absolutamente desnecessário do ponto de vista comercial, pois o status com vacinação não é entrave para nenhum mercado exportador com exceção do Japão", finalizou. (Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015)((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015))

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Agricultura Familiar movimenta R$ 2,8 bilhões em crédito rural em MG

A agricultura familiar movimentou cerca R$ 2,8 bilhões em crédito rural na safra 2014-2015, um crescimento de 9% em relação ao período de 2013-2014. O montante atendeu a cerca de 209 mil famílias de a...((Portal AgroLink/RS – 15/07/2015))


A agricultura familiar movimentou cerca R$ 2,8 bilhões em crédito rural na safra 2014-2015, um crescimento de 9% em relação ao período de 2013-2014. O montante atendeu a cerca de 209 mil famílias de agricultores e agricultoras, colocando Minas Gerais entre os três estados que lideram o acesso aos recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). De julho de 2014 até o mês passado, o programa girou cerca de R$ 23,9 bilhões no país. O Pronaf busca estimular a geração de renda e melhoria na produção, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais. Do total de cerca de R$ 2,8 bilhões, R$ 1,6 bilhão foi para investimentos (obras de infraestrutura e compra de equipamentos, por exemplo) e cerca de R$ 1,2 bilhão para custeio, como aquisição de sementes. Na região Sudeste, Minas Gerais responde por quase 60% do volume de crédito rural e por mais de 70% do número de famílias beneficiadas. Os dados são do Banco Central (BC) e refere-se aos contratos firmados entre 1º de julho de 2014 a 31 de junho deste ano. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a projeção para a safra 2015/2016 em Minas Gerais é de que o Pronaf alcance R$ 4,4 bilhões em 215 mil contratos. O secretário de Estado de Desenvolvimento Agrário, Glenio Martins, destaca que o Pronaf é um instrumento muito importante para a expansão das atividades agrícolas no campo, oferecendo condições de prazo, juros e carência bem mais vantajosas em relação ao mercado. Glenio Martins ressalta que a Secretaria está credenciada pelo MDA para emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), nos grupos A e A/C, destinados somente aos assentados da reforma agrária e beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). A Emater-MG também é responsável pela elaboração dos projetos de crédito rural do Estado e atende, além dos grupos A e A/C, os produtores enquadrados em outros segmentos do programa. A empresa também oferece assistência técnica aos agricultores para que eles apliquem de maneira correta os recursos e obtenham resultados positivos. “Sem a DAP não há como o trabalhador ou trabalhadora rural acessar o crédito do Pronaf. Portanto, o trabalho do Governo de Minas Gerais, em parceria com os movimentos sindicais, vem garantindo o fortalecimento da agricultura familiar no Estado”, completou o secretário. (Portal AgroLink/RS – 15/07/2015)((Portal AgroLink/RS – 15/07/2015))

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MST ocupa fazenda na região Sul de Mato Grosso

Cerca de 600 famílias do Movimento Sem Terra ocupam, desde a última segunda-feira, uma fazenda, localizada no município de Jaciara. Os mais de 2.186 hectares pertencem a uma empresa agropecuária e, se...((Portal Cenário MT/MT – 15/07/2015))


Cerca de 600 famílias do Movimento Sem Terra ocupam, desde a última segunda-feira, uma fazenda, localizada no município de Jaciara. Os mais de 2.186 hectares pertencem a uma empresa agropecuária e, segundo os sem terra, a área apresenta irregularidades de títulos e diversos problemas ambientais. Devido a isso, pedem sua desapropriação para fins de reforma agrária. As famílias que participaram da ocupação são oriundas de diversos municípios da região Sul como Campo Verde, Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino e distritos vizinhos. Para as lideranças do MST, a ocupação é fruto da concentração fundiária e da riqueza do Estado, somado ao desemprego que avança sobre os trabalhadores. De acordo com a direção estadual do Movimento, os trabalhadores se põem em luta por terra, trabalho e dignidade. “A luta pela terra sempre fez parte da história do povo brasileiro desde a ocupação do Brasil, quando os nobres portugueses desconsideraram completamente os povos indígenas que habitavam esse imenso continente”, diz um trecho da nota do movimento. Ainda segundo o MST, Mato Grosso é um dos estados com maior índice de concentração fundiária, o que acarreta diversos problemas sociais e ambientais. Por isso, também é um estado com forte luta pela terra. (Portal Cenário MT/MT – 15/07/2015)((Portal Cenário MT/MT – 15/07/2015))

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CRI apresenta vitrine de touros Nelore durante a Expogenética

Os pecuaristas terão a oportunidade de conhecer mais de perto a bateria de touros Nelore da CRI Genética através da Vitrine de Touros da empresa. A mostra acontece de 17 a 21 de agosto no Hotel Fazend...((Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2015))


Os pecuaristas terão a oportunidade de conhecer mais de perto a bateria de touros Nelore da CRI Genética através da Vitrine de Touros da empresa. A mostra acontece de 17 a 21 de agosto no Hotel Fazenda São Francisco em Uberaba (BR 050 Km 184), durante a Expogenética 2015. Touros provados com excelente produção poderão ser conferidos de perto, como os líderes de vendas da CRI, Ormon da EAO e Coronel da MN. Também serão apresentados animais jovens de destaque como o 1872 da Elge, touro que foi teste de progênie do Geneplus Embrapa (ATJPlus), e os touros Rolex da EAO e Jeito FIV da Bela que foram selecionados no PNAT (teste de progênie do PMGZ) em 2014. A coordenadora técnica de corte da CRI, Juliana Ferragute, afirmou que em agosto, a maioria dos pecuaristas está se planejando para a estação de monta e a vitrine apresenta os animais e fornece as informações necessárias para a melhoria do rebanho. “Eles vão poder tomar decisões assertivas ao receber as avaliações genéticas mais recentes, além de ver os touros e suas progênies, em uma única feira.” A vitrine também é uma forma de os pecuaristas conhecerem os investimentos da empresa na raça Nelore. “Os touros PO ou CEIP são provenientes dos mais renomados criatórios do Brasil, todos com excelente biotipo e avaliação genética”, destacou a coordenadora. Ela lembrou que a Expogenética se tornou a maior feira da raça nelore para quem está focado em animais de produção. “Como a genética da CRI vai ao encontro desse público, a exposição é o momento ideal para apresentação da nossa genética, uma vez que todos os interessados estão reunidos”, afirmou. Já o gerente de produto corte da CRI, Daniel Carvalho, ressaltou que conhecer os touros da bateria é uma excelente oportunidade para os criadores. “Contudo, revisar a bateria com um consultor técnico preparado para fornecer todas as informações vai muito além e dá ao pecuarista a confiança necessária para reforçar o seu plantel.” Carvalho lembrou que a Expogenética é uma excelente oportunidade para troca de informações e experiências. “Vamos aproveitar o momento em que os 80 principais representantes de corte da CRI vão estar reunidos para o treinamento técnico anual”, afirmou. (Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2015)((Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2015))

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Virtual Matrizes MT celebra os 44 anos da Carpa

Eduardo Biagi negociou 250 novilhas e matrizes retiradas de Barras do Garça, no Leste de MT. Em 12 de julho, o criador Eduardo Biagi fechou parte da grade de programação do Canal Rural para a exibição...((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))


Eduardo Biagi negociou 250 novilhas e matrizes retiradas de Barras do Garça, no Leste de MT. Em 12 de julho, o criador Eduardo Biagi fechou parte da grade de programação do Canal Rural para a exibição do Leilão Virtual Matrizes Carpa MT, celebrando os 44 anos de sua seleção. Foram vendidas 250 novilhas e matrizes retiradas da Fazenda Cibrapa, em Barras do Garça, no Leste de Mato Grosso. A média geral foi de R$ 5.585, resultando na movimentação de R$ 1,3 milhão. A maior negociação do dia foi fechada com a Cherivaty Nelore, que desembolsou R$ 55.200 para arrematar um lote com dez animais de 31 a 40 meses. Na divisão por categorias, a média para 61 novilhas foi de R$ 4.996; das 145 vacas solteiras de R$ 5.501, e das 44 paridas de R$ 6.676. Todos os animais do remate saíram com avaliação do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ), da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), entidade presidida por Biagi entre os anos de 2010/13. Eduardo Biagi iniciou na criação de Nelore em 1971, na Fazenda Fazendinha, em Serrana, SP, onde é realizada a seleção dos animais de elite. Em 1985, a produção foi estendida para Barras do Garça, MT, onde trabalha com animais de produção e a cria, recria e engorda. Os negócios foram fechados pelo martelo de Nilson Genovesi com pagamentos fixados em 24 parcelas. A organização foi da Programa Leilões. (Revista DBO Online/SP – 15/07/2015)((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))

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Genética Marca Li fatura R$ 2 milhões em dobradinha

Nelore Lion exibe trabalho de quase quatro décadas e meia de melhoramento genético em dupla de remates com reprodutores e matrizes avaliados pelo Geneplus Rogério Luiz Rezende promoveu a dupla de Leil...((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))


Nelore Lion exibe trabalho de quase quatro décadas e meia de melhoramento genético em dupla de remates com reprodutores e matrizes avaliados pelo Geneplus Rogério Luiz Rezende promoveu a dupla de Leilões Genética Marca LI, celebrando os 44 anos de história da grife, nos dias 12 e 13 de julho. O criador é neto de Li Teixeira Rezende, tradicional criador da região, e conduz a grife Nelore Lion, em Pontes e Lacerda, MT. Juntos, os remates movimentaram R$ 2 milhões com a venda de 303 touros e matrizes Nelore mocho e padrão. A bateria de vendas foi iniciada na tarde de 12 de julho, com um remate de touros no Tatersal de leilões do Sindicato Rural de Pontes e Lacerda, no Vale do Guaropé, no Sudoeste mato grossense. Passaram pelo recinto 155 reprodutores à média geral de R$ 8.418, arrecadando o total de R$ 1,3 milhão. Em comparação com a edição do ano anterior, R$ 5.409, a média geral de preços teve alta de 45%, de acordo com o Banco de Dados da DBO. Na cotação do dia, o valor é equivalente a 62,2 arrobas de boi gordo para pagamento à vista no Sudoeste do Estado (R$ 133/@). Os mochos puxaram a oferta com 85 exemplares à média de R$ 8.755. Os 70 touros padrão saíram à média de R$ 7.985. As vendas foram retomadas no dia seguinte, 13, com um leilão virtual de fêmeas. Foram vendidas 148 novilhas e matrizes PO prenhes por R$ 729.840, média de R$ 4.931. Assim como nos machos, a oferta foi dividida entre produtores mochos e aspados. As matrizes sem chifres puxaram as vendas com 98 lotes a R$ 4.995. Nos exemplares padrão, a média de 50 animais foi de R$ 4.804. Todos os animais saíram com avaliação genética do Geneplus, da Embrapa. Ambos os remates contaram com organização da parceria entre Programa/Central Leilões e captação de lances coordenada pelo leiloeiro Paulo Marcus Brasil para pagamentos em 24 parcelas. A transmissão do pregão de touros foi do Canal do Boi e o de matrizes do Canal Rural. (Revista DBO Online/SP – 15/07/2015)((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))

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Preços médios sobem 22% em Paranaíba

Expopar é importante palco para a venda de reprodutores no Leste de Mato Grosso do Sul Tradicional palco para venda de touros para cruzamento industrial, a Exposição Agropecuária de Paranaíba (Expopar...((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))


Expopar é importante palco para a venda de reprodutores no Leste de Mato Grosso do Sul Tradicional palco para venda de touros para cruzamento industrial, a Exposição Agropecuária de Paranaíba (Expopar), MS, cumpriu a sua 53ª edição entre os dias 1º e 12 de julho. A mostra organizada pelo Sindicato Rural do município foi palco de 11 leilões envolvendo bovinos de corte, leite e gado geral. Os animais de seleção saíram em sete remates, um a menos que no ano anterior. As vendas somaram R$ 1,4 milhão com a venda de 213 exemplares à média geral de R$ 7.000. Os reprodutores dominaram 85% da oferta, com 181 animais Chanchim, Brahman, Hereford, Braford, Santa Gertrudis, Brangus e Nelore padrão e mocho. A maior movimentação aconteceu no Canchim de Paranaíba com R$ 422.800 por 48 touros à média de R$ 8.808. Em comparação à edição anterior, a feira apresentou aumento de 8% na receita e 22% nos preços médios. A oferta, porém recuou 11%. De acordo com o Banco de Dados da DBO, em 2014, a Expopar movimentou R$ 1,3 milhão com a venda de 239 animais a R$ 5.778. O destaque também havia sido o Canchim de Paranaíba, com R$ 367.400. Os quatro leilões focados em gado de corte venderam 2.899 por R$ 4,5 milhões, resultando na média geral de R$ 1.566. Somado à venda de 64 cabeças por atacado nos remates de genética, foram vendidos 2.936 animais por R$ 4,6 milhões. A receita total da feira é de R$ 6,1 milhões. (Revista DBO Online/SP – 15/07/2015)((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))

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Fazenda Santa Clara exibe genética Girolando

Criatório goiano fatura R$ 956.100 com a venda de 154 fêmeas Em 12 de julho, a Fazenda Santa Clara promoveu o seu 18º leilão em Bela Vista de Goiás, GO. Foram vendidos 154 fêmeas por R$ 956.100, média...((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))


Criatório goiano fatura R$ 956.100 com a venda de 154 fêmeas Em 12 de julho, a Fazenda Santa Clara promoveu o seu 18º leilão em Bela Vista de Goiás, GO. Foram vendidos 154 fêmeas por R$ 956.100, média geral de R$ 6.208. O remate foi exclusivo de Girolando, com 151 exemplares por R$ 940.800. Do grupo saíram 73 novilhas a R$ 6.279 e 78 vacas a R$ 6.184. Também foram vendidas três vacas Jersolando a R$ 5.100. A organização foi da Embral Leilões, com captação de lances para pagamentos em 30 parcelas. (Revista DBO Online/SP – 15/07/2015)((Revista DBO Online/SP – 15/07/2015))

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56º Leilão Nelore Mocho CV em Paulínia

Tradicional remate de Carlos Viacava ofertará 250 touros PO e 40 novilhas PO. Está chegando a hora: neste ano, o 56º Leilão Nelore Mocho CV, realizado em Paulínia (SP), acontecerá no dia 26 de julho, ...((Portal Fator Brasil/RJ – 15/07/2015))


Tradicional remate de Carlos Viacava ofertará 250 touros PO e 40 novilhas PO. Está chegando a hora: neste ano, o 56º Leilão Nelore Mocho CV, realizado em Paulínia (SP), acontecerá no dia 26 de julho, na Fazenda São José. O evento, que terá transmissão pelo Canal do Boi, ofertará 250 touros PO e 40 novilhas PO com prenhez confirmada. Como tradicional acontece, a organização estará por conta de Paulo Horto, da Programa Leilões. Será a 18ª versão do leilão da Fazenda São José, onde a família Viacava recebe todos os anos mais de 800 convidados de todo Brasil e até do exterior para conhecer o trabalho da seleção CV, que neste ano reúne quase 300 cabeças de animais classificados entre os 5% melhores animais da ANCP. As novilhas são da safra 2012 e vão parir entre agosto e dezembro. Já os touros são da safra 2013 e contam com 18 a 26 meses de idade. Muitos deles contam com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), sendo muito bem avaliados na ANCP – média Top 5%. “São animais rústicos, criados e recriados a campo, com fertilidade garantida e com preparação de 90 dias para o leilão. Filhos de Quadradão, Jaguarari, 7308 PO Perdizes, Bacana, Avesso, Backup, Quibelo, Abel e Oceano, entre outros. Muitos deles são touros para central de inseminação ou para repasse nos mais exigentes plantéis de Nelore Mocho”, destaca Carlos Viacava. (Portal Fator Brasil/RJ – 15/07/2015)((Portal Fator Brasil/RJ – 15/07/2015))

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Preço começa a cair no mercado estadual

Nos últimos 30 dias a cotação do gado à vista reduziu 2,14%; ao mesmo tempo criadores têm menos opções para negociar o animal, já que 7 frigoríficos fecharam as portas nos últimos 4 meses. Acotação do...((Jornal A Gazeta/MT – 16/07/2015))


Nos últimos 30 dias a cotação do gado à vista reduziu 2,14%; ao mesmo tempo criadores têm menos opções para negociar o animal, já que 7 frigoríficos fecharam as portas nos últimos 4 meses. Acotação do gado para abate e reposição atingiu valorização histórica em Mato Grosso no 1º semestre de 2015. Essa situação começou a mudar no início deste mês. Nos últimos 30 dias, os preços da arroba do boi à vista recuaram 2,14%, em média. Também baixou a cotação dos animais para reposição, com oscilações negativas de 0,65% a 1,41%, pela mesma base de comparação. Estatísticos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indicam que o preço médio da arroba do boi caiu de R$ 134,82 para R$ 132,02, desde o início de junho. Neste mesmo intervalo, a média de preços do bezerro nelore de 8 meses com 165 quilos passou de R$ 1,180 mil para R$ 1,164 mil. Com essa idade, o bezerro nelore atinge atualmente o valor máximo de R$ 1,4 mil no Estado. Os animais machos com 12 meses e 210 quilos são negociados ao valor médio de R$ 1,327 mil, ante R$ 1,342 mil no início de junho, redução de 1,11%. No município de Cáceres, no noroeste mato-grossense e onde está concentrado o maior rebanho bovino municipal do Estado - aproximadamente 1 milhão de cabeças -, os pecuaristas passaram a vender o gado a preços menores há 15 dias, diz o presidente do Sindicato Rural, Márcio Paes da Silva de Lacerda. “É a tendência no Estado. Os planos econômicos do governo, a dificuldade no acesso ao crédito, essa instabilidade no abate e redução no consumo contribuem para essa situação”. No município, 1 frigorífico foi fechado há 4 anos e os pecuaristas passaram a enviar o gado para ser abatido em Cuiabá e Pontes e Lacerda. Em Juara, no norte mato-grossense, os pecuaristas também vendem os animais a preços menores há 15 dias, confirma o vice-presidente do Sindicato Rural, Carlos Sirena. No município, a arroba do boi gordo alcançava R$ 138 e agora está cotada a R$ 130, com queda de 5,79%. O preço do bezerro de 9 meses, cotado na média de R$ 1,4 mil a R$ 1,3 mil, baixou para R$ 1,2 mil. O município detém o 2º maior rebanho municipal de Mato Grosso, com 925 mil cabeças. Sirena lembra que ao reduzir a cotação do boi gordo, o preço do gado de reposição diminui automaticamente. “O cálculo do pecuarista é mais ou menos esse: para cada boi gordo que vende, coloca 2,3 bezerros no lugar. Mas, com a baixa no preço do gado para abate, o poder de compra diminui e ele (pecuarista) não procura esse bezerro para reposição, então vem a baixa no preço”. Conforme ele, a recessão econômica no Brasil e o menor crescimento econômico de países importadores de carne bovina reduziu o consumo interno e internacional. Outro ponto elencado por ele é o período de estiagem em Mato Grosso, quando os pecuaristas reduzem o número de bovinos no pasto e, consequentemente, disponibilizam mais animais para o abate. No Estado, o rebanho está estimado em 28,5 milhões de cabeças. ABATES - De acordo com os dados do Imea, nos últimos 30 dias a escala de abates nas indústrias frigoríficas aumentou 7%, com média atual de 5,6 dias, ante 5,2 dias na 2ª semana de junho, apesar do fechamento de 7 frigoríficos nos últimos 4 meses. As unidades paralisadas em 2015 estão localizadas em São José dos Quatro Marcos (1), Cuiabá (1), Sinop (1), Rondonópolis (2), Mirassol DOeste (1) e Matupá (1). Este último, pertencente ao grupo JBS/Friboi, teve o encerramento das atividades confirmado na terça-feira (14). Da multinacional, 3 unidades tiveram as atividades suspensas este ano. Elas funcionavam em São José dos Quatro Marcos, Cuiabá e Matupá. No total, 20 indústrias frigoríficas estão com os abates de bovinos interrompidos em Mato Grosso. Dos 26 frigoríficos aptos à exportação em Mato Grosso e que continuam em operação, 11 são administradas pela multinacional JBS S/A. O vice-presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (Sindifrigo), Paulo Bellincanta afirma que o setor tenta reduzir custos e diminuir a ociosidade das indústrias com a suspensão das atividades em alguns municípios. O principal motivo para a paralisação das indústrias é a diminuição do rebanho disponível para abate em 2015. A queda, confirmada pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), deve ser revertida a partir de 2017. “A realidade é que nós tínhamos indústrias trabalhando com prejuízo, bancando uma situação de oferta muito aquém da capacidade de abate”, observa Bellincanta. Para ele, essa situação “inflacionou” os preços do gado em Mato Grosso e no restante do país. “O rebanho nacional encolheu e alguns estados sentiram essa defasagem mais fortemente, como é o caso de Mato Grosso”. Bellincanta diz que houve um acréscimo artificial nos preços e agora está havendo uma correção dessa distorção. Para ele, com menos indústrias disputando a matéria-prima e com a diminuição da capacidade ociosa, o mercado ficará mais equilibrado. “Os agentes envolvidos no processo passam a trabalhar com alguma margem dentro do que o mercado determina”. O superintendente da Acrimat, Olmir Cividini, relembra que a crise sobre a atividade pecuária em 2010 impulsionou o abate de matrizes e isso reduziu a disponibilidade de animais para engorda e abate. Ele diz que o aumento de indústrias frigoríficas paralisadas no Estado preocupa os produtores, mas não é possível mensurar ainda o impacto desse processo nos preços pagos aos pecuaristas. “Não sabemos se essa diminuição nos preços é motivada pelo fechamento das indústrias. É preciso checar como está a demanda”. Em Mato Grosso do Sul, os preços da arroba do boi e da vaca voltaram a cair na última semana, com cotações médias de R$ 136,56 e R$ 127,55, respectivamente. Para o analista do Departamento de Economia da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Luiz Eliezer, vários fatores estão pressionando as cotações. “Primeiro há uma escassez de oferta de animais terminados para o abate visto que os frigoríficos estão trabalhando com aproximadamente 39% de capacidade ociosa. Este problema afeta pequenos, médios e grandes frigoríficos, uma capacidade ociosa maior implica em aumento de custos, no Estado são 9 unidades paralisadas”. O Estado mantém o 2º maior rebanho bovino do país, superado apenas por Mato Grosso. “Outro fator para a redução do preço da arroba do boi é a chegada do inverno que melhora a oferta de animais terminados para o abate, visto que o pasto começa a secar e o animal a perder peso”. Para ele, o cenário para o 2º semestre não é animador, não há perspectiva de melhora dos indicadores macroeconômicos, e o consumo deverá continuar retraído. “O que poderá amenizar as dificuldades do setor e impulsionar o mercado é a expectativa de vendas para a China e Estados Unidos que recentemente habilitaram unidades industriais brasileiras a exportar. Já em relação à oferta de animais terminados para o abate a expectativa é que somente em 2016 este cenário comece melhorar”. ATACADO E VAREJO - Quanto ao volume de abates, o vice-presidente do Sindifrigo/MT diz que a concentração em menos unidades, mas com uma escala mais alta, permitirá manter a oferta da carne no atacado e no varejo e a preços menores. Segundo Bellincanta, algumas indústrias frigoríficas repassaram a carne com redução de 5% nas últimas duas semanas. Esse barateamento também é consequência da diminuição do consumo, confirma ele. “A economia está muito debilitada, o desemprego aumentou e isso influencia no poder de compra da população”. Varejistas de Cuiabá afirmam ter notado queda no consumo dos cortes de primeira, mas crescimento na procura pelos cortes menos nobres. “Isso começou há uns 2 meses, antes o cliente precisava deixar encomendado, com antecedência de 2 dias os cortes como picanha e alcatra, mas agora está sobrando”, diz o proprietário de um açougue na Capital. Ele acrescenta que no varejo, o preço vem recuando muito pouco nos últimos 20 dias. Ainda conforme o levantamento de preços do Imea, houve recuo nos preços da carne bovina no atacado estadual para os cortes de ponta de agulha (-0,22%) e carcaça casada (-0,075%), nos últimos 30 dias. No varejo, o preço médio acumula alta mensal de 1,12%, apesar da redução na cotação de 6 cortes dos 16 pesquisados pela entidade. As maiores variações no período são registradas nos preços da costela (-6,04%) e cupim (-2,98%) (Jornal A Gazeta/MT – 16/07/2015)((Jornal A Gazeta/MT – 16/07/2015))

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Faeg assume cadeira na Câmara Setorial de Carne Bovina do Mapa

Por meio de votação feita durante reunião de autoridades do setor da pecuária de corte de todo o país, a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) passou a integrar a Câmara Setorial da Cade...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015))


Por meio de votação feita durante reunião de autoridades do setor da pecuária de corte de todo o país, a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) passou a integrar a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A adesão da Faeg ocorreu na última semana, quando o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da entidade, Maurício Velloso, esteve em Brasília destacando a importância de Goiás, estado que possui, hoje, o 4º maior rebanho bovino do país. Segundo Velloso, Goiás se destaca como um dos maiores estados produtores da área, o que torna imprescindível a presença da Faeg junto a esse órgão, que congrega os representantes mais significativos da cadeia produtiva da carne no Brasil. “Somos um dos maiores e mais eficientes players da cadeia produtiva da carne bovina em âmbito nacional, e precisamos estabelecer parcerias como essa para que haja evolução, melhorias permanentes e sistemáticas no setor, adequando-o convenientemente”. Dessa forma, a Faeg agora integra a Câmara como convidada permanente, e, por meio da frequência e participação nas reuniões, pode tornar-se um membro nato da entidade. Outras temáticas estiveram em pauta durante o encontro que reuniu o vice-presidente de Relações Internacionais e Coordenação da Cadeia Produtiva do Conselho Nacional de Pecuária de Corte, Sebastião Costa Guedes - que presidiu interinamente a reunião; o secretário da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina, Francisco de Assis Facundo e o consultor do Ministério da Agricultura, Kepler Euclídes Filho; além de autoridades das demais federações e associações de todo o país. Das demais temáticas tratadas, a médica veterinária do Ministério da Agricultura, Gabriela Silveira tratou da reformulação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal que, evoluindo, tornaram-se dois programas independentes, um atuando em sobre o controle da Brucelose e o outro com foco na Tuberculose. O representante da Faeg, Maurício Velloso, sugeriu em ata que a atuação do Mapa no combate a doenças animais passe a contemplar o combate à tripanossomíase bovina. A legislação referente ao transporte de cargas vivas esteve em discussão com o objetivo de tratar de adequações da mesma. Além disso, foi solicitado dos representantes presentes sugestões para revisão na Agenda Estratégica da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne. Reunião na CNA Durante a tarde, o presidente da Comissão de Pecuária de Corte, Maurício Velloso, esteve presente em reunião da Comissão Nacional de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com o objetivo de se discutir e estabelecer algumas diretrizes do setor. Estar aberto a uma aproximação entre a indústria e o produtor rural, para que ambos tenham ganhos, foi um dos principais temas discutidos durante a tarde de reunião, em apresentação do presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli. Este ministrou palestra com o objetivo de esclarecer, informar e aproximar os produtores rurais da área de pecuária de corte, além de expor os avanços e desafios para o mercado de exportação da carne bovina. Do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o assessor técnico Fernando Borges Fernandes expôs aos presentes o trabalho realizado pelas equipes técnicas do Senar junto ao produtor rural, em relação à pecuária também de corte. Já Plínio Leite Lopes, gestor da Coordenação de Febre Aftosa do departamento de saúde animal do Ministério da Agricultura, destacou a necessidade de os produtores permanecerem empenhados na melhoria do índice de vacinação contra a febre aftosa, para que seja possível atingir o possível status "Livre de febre aftosa sem vacinação" em bloco e não de forma isolada. Identificou-se durante a exposição do Plínio, a necessidade de esclarecer os pecuaristas que a vacinação contra a febre aftosa acarreta a imunização do rebanho por determinado tempo (superior a um ano), mas não por muito tempo, o que exige a manutenção da vacinação como forma de proteção ao rebanho nacional e ao negócio pecuário como um todo. (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015)((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015))

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Carne Bovina: Queda na exportação se deve à menor importação por parte da Rússia e Venezuela

A exportação de carne bovina brasileira caiu 14% em volume e 18% em faturamento no primeiro semestre de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta terça (14), a Associação Brasil...((Portal SBA/SP – 16/07/2015))


A exportação de carne bovina brasileira caiu 14% em volume e 18% em faturamento no primeiro semestre de 2015, em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta terça (14), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). No período, os embarques totalizaram 656 mil toneladas e US$ 2,7 bilhões em vendas, enquanto em 2014 foram vendidas 762 mil toneladas, com receita de US$ 3,4 bilhões. Os dados consideram carne in natura, cortes salgados, industrializados e miúdos. De acordo com a entidade, a queda se deve à menor importação por parte da Rússia e Venezuela, países afetados por variações cambiais e pela desvalorização do petróleo, e também Hong Kong, que tem reduzido compras em meio à decisão do governo chinês de combater de modo mais rígido a entrada ilegal de produtos na China continental por meio deste mercado. Por outro lado, o Egito aumentou em 28% seu volume de compras, gerando receita 25% superior, e os Estados Unidos compraram 83% mais carne industrializada, com avanço de 67% em faturamento. Apesar da queda no volume exportado no semestre, a Abiec espera uma recuperação no segundo semestre, impulsionada pelo fim dos embargos de China, Iraque e África do Sul, além da abertura do mercado norte-americano. Em junho, as vendas externas ficaram praticamente estáveis em quantidade na comparação com maio deste ano. Houve retração de 0,7%, para 113,1 mil toneladas, de 113,9 mil toneladas no mês anterior. Já a receita cambial caiu 5%, para US$ 491,1 milhões, ante US$ 467,8 milhões em maio. Em nota, a Abiec não informou o comparativo consolidado com junho de 2014. No mês, a Abiec destaca a recuperação das vendas à Rússia e Venezuela. O país latino-americano aumentou em 112% suas compras (11,8 mil toneladas) ante maio deste ano. Já a Rússia voltou a liderar os embarques, com alta de 28% na quantidade (19,5 mil toneladas) e de 36,8% no faturamento, para US$ 70 milhões. O Chile também aumentou suas compras em 35% (4,8 mil toneladas), com US$ 24 milhões em negócios (+43%) em junho. “Além da volta de grandes mercados ao patamar normal de compras em junho, também já iniciamos os embarques para a China”, destaca o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, em nota. Segundo ele, o país asiático comprou 3,7 mil toneladas de carne bovina ao longo de dez dias úteis no mês passado, com faturamento superior a US$ 20 milhões. Com a retomada deste mercado, os volumes a Hong Kong caíram 53% ante junho de 2014, para 14,5 mil toneladas. (Portal SBA/SP – 16/07/2015)((Portal SBA/SP – 16/07/2015))

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BASF lança nova linha de glicinatos para Nutrição Animal

Microminerais orgânicos da BASF apresentam alto grau de complexação Excelente processo de produção garante uma ótima qualidade Soluções eficientes para um crescimento equilibrado é o que busca o negóc...((Portal Segs/SP – 15/07/2015))


Microminerais orgânicos da BASF apresentam alto grau de complexação Excelente processo de produção garante uma ótima qualidade Soluções eficientes para um crescimento equilibrado é o que busca o negócio de Nutrição Animal da BASF com sua nova linha de glicinatos, demonstrando mais uma vez como enfrentar os desafios para o futuro na área de alimentação animal. Os microminerais são essenciais para a vitalidade e produtividade dos animais. Adicionados à ração, eles servem, por exemplo, para reforçar o sistema imunológico e, consequentemente, proporcionar maior bem-estar ao animal. Microminerais orgânicos na forma de glicinatos apresentam maior biodisponibilidade, além disso a nova linha de produtos da BASF possui um altíssimo grau de complexação. "O grau de complexação dos nossos glicinatos chega a 95%, o que representa um excelente resultado, pois está diretamente relacionado com uma maior biodisponibilidade e solubilidade em água", explica Chris Rieker, responsável pela divisão global do negócio de Nutrição Animal da BASF. "Com os ingredientes certos, todos os aspectos da nutrição animal podem ser realizados de maneira mais produtiva, com menos esforço financeiro e ambiental", completa Rieker. A linha de glicinatos da BASF inclui cobre, ferro, manganês e zinco. Sua alta biodisponibilidade garante um alto nível de fornecimento de microminerais aos animais, além de reduzir a quantidade desses elementos excretados no meio ambiente. O excelente processo de produção garante outras vantagens: a uniformidade das partículas de glicinatos contêm um teor constante de microminerais, além de possuir excelente fluidez e solubilidade em água. Vale destacar também que são inodoros e extremamente fáceis de manusear, pois não aglomeram ou levantam poeira. Os glicinatos da BASF são indicados para todos os tipos de misturas. Sua fluidez e estabilidade facilitam a distribuição homogênea em todos os tipos de alimentação animal. Sobre a BASF Na BASF nós transformamos a química – e estamos fazendo isso há 150 anos. Nosso portifólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Como empresa química líder mundial, nós combinamos o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. Por meio da ciência e da inovação, nós possibilitamos aos nossos clientes de todas as indústrias atender às atuais e futuras necessidades da sociedade. Nossos produtos e soluções contribuem para a preservação dos recursos, assegurando nutrição saudável e melhoria da qualidade de vida. Nós resumimos essa contribuição em nossa proposição corporativa: “We create chemistry for a sustainable future” – Nós transformamos a química para um futuro sustentável. A BASF contabilizou vendas de €74 bilhões em 2013 e contava com mais de 112 mil colaboradores no final do ano. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.br ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil). (Portal Segs/SP – 15/07/2015)((Portal Segs/SP – 15/07/2015))

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RS: Secretaria da Agricultura e Pecuária divulga dados sobre primeira etapa da vacinação da febre aftosa

Imunização atingiu cerca de 98,67% do rebanho gaúcho em campanha onde Estado cumpriu a totalidade dos recursos previstos em dotação orçamentária. Durante o mês de maio ocorreu à primeira etapa da vaci...((Portal Página Rural/RS – 15/07/2015))


Imunização atingiu cerca de 98,67% do rebanho gaúcho em campanha onde Estado cumpriu a totalidade dos recursos previstos em dotação orçamentária. Durante o mês de maio ocorreu à primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa de 2015, que teve como objetivo imunizar 90% dos bovídeos do Estado. Foram declaradas pelos produtores a vacinação de mais de 13,7 milhões de animais, representando cerca de 98,67% do rebanho gaúcho. Ao longo do período de imunização, servidores da Seap realizaram atividades para fiscalizar a vacinação em 12 mil estabelecimentos rurais, com um total de 532 mil animais, visando garantir a correta aplicação da vacina e, consequentemente, sua eficácia. Também foram realizadas 2355 fiscalizações nos mais de 400 estabelecimentos que comercializam a vacina contra a febre aftosa para verificação das condições de armazenamento do produto. O Governo do Estado do Rio Grande do Sul beneficiou 213 mil produtores rurais enquadrados nos critérios do Pronaf ou do Pecfam com a doação de vacinas, que representaram 62% da categoria e 2,3 milhões de animais. Os dados do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seap) demonstram a preocupação dos produtores gaúchos em cumprir a determinação do Serviço Veterinário Oficial que exige a comprovação da vacinação dentro de prazos e condições estabelecidos em legislação. "Pelo resultado alcançado temos a convicção de que houve uma grande capilaridade na vacinação, o que é uma grande notícia, pois houve o envolvimento de técnicos da secretaria e também dos produtores, demonstrando a preocupação com a sanidade animal", avalia o secretário Ernani Polo. (Portal Página Rural/RS – 15/07/2015)((Portal Página Rural/RS – 15/07/2015))

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Rio Grande do Sul sedia Congresso Internacional do Leite

Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, encontro ocorre nos dias 29 e 30 de julho, no Centro de Eventos da Fiergs. Medidas proativas em favor da cadeia econômica do setor leiteiro serão debatidas nos ...((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015))


Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, encontro ocorre nos dias 29 e 30 de julho, no Centro de Eventos da Fiergs. Medidas proativas em favor da cadeia econômica do setor leiteiro serão debatidas nos próximos dias 29 e 30 no Centro de Convenções da Fiergs, em Porto Alegre, durante o 13º Congresso Internacional do Leite. O Rio Grande do Sul, pela primeira vez, será sede do evento, que é organizado pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) e Embrapa Gado de Leite, destacou o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL), Erneso Krug. Mais de 1,5 pessoas participam do Congresso que terá 23 palestrantes, sete painéis e 15 debatedores, com especialistas do Brasil, Holanda, Argentina, Colômbia e Uruguai, entre outros países. Conforme o secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, o evento amplia o aprimoramento de medidas para maior fiscalização e qualidade do leite. "Há uma excelente perspectiva de futuro ao leite gaúcho se forem adotadas decisões nesse sentido", frisou. O evento foi lançado ontem no Galpão Crioulo do Palácio Piratini durante café da manhã com o governador José Ivo Sartori, que comemorou o repasse de R$ 4,5 milhões do Ministério da Agricultura para ações de defesa sanitária no Rio Grande do Sul. "Foi uma boa e alvissareira notícia que teve início na França quando o Estado recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal, certificado de zona livre da peste suína clássica", disse Sartori ao informar resultados da sua recente agenda em Brasília. De acordo com o secretário Polo, a cadeia produtiva do leite é fundamental por sua abrangência econômica e social. Cerca de 200 mil famílias produzem leite no Estado, das quais 100 mil para comercialização e 100 mil para consumo próprio. O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do Brasil, atrás de Minas Gerais, com um volume de 12 milhões de litros por dia. Conforme o chefe da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, Porto Alegre será a capital do leite no final deste mês. Há 42 anos, recordou, o Brasil tinha 90 milhões de habitantes e era o quinto maior importador de leite do mundo - produzia 7 bilhões de litros/ano. Hoje, o País é autossuficiente, dobrou sua população e produz 37 bilhões de litros/ano. Para o presidente do IGL, Gilberto Piccinini, em 2009, o setor leiteiro representava 9% do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, mas no ano passado, 2,5 mil produtores saíram da produção devido ao fechamento de indústrias. Piccinini defendeu a união do setor e medidas para o fortalecimento da produção. O Instituto é formado por 35 entidades, das quais 28 são privadas e sete públicas. Diante da numerosa presença de líderes da produção primária, o governador Sartori pediu colaboração das entidades para atuarem em favor do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O cadastro é documento autodeclaratório, mas a Emater dá suporte a esse trabalho com 300 técnicos junto aos agricultores. "Quem não fizer o CAR pode não obter licenciamento para produzir", alertou Sartori. (Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015)((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2015))

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Inclusão de fibras na dieta das vacas leiteiras aumenta a produção de leite

Três fatores são determinantes para que o animal de produção tenha um bom desempenho: genética, manejo e nutrição. Se qualquer um destes critérios for analisado, individualmente, não tem a mesma efici...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015))


Três fatores são determinantes para que o animal de produção tenha um bom desempenho: genética, manejo e nutrição. Se qualquer um destes critérios for analisado, individualmente, não tem a mesma eficiência e êxito, quando em conjunto. Por exemplo, uma boa genética combinada com um manejo adequado não permitirá que os animais atinjam o potencial máximo de produção, se a nutrição não for balanceada de acordo com as necessidades e capacidades fisiológicas. Na produção de leite, a alimentação do rebanho pode representar até 70% do custo total de produção. Alguns pecuaristas investem em aprimoramento no fornecimento de proteína, energia, minerais e vitaminas, mas se esquecem de que as fibras também exercem um papel importante para as vacas leiteiras. As fibras são parte do carboidrato com menor ou nenhuma digestibilidade pelo trato gastrointestinal dos animais. Estas proporcionam fontes de nutrientes, estimulam a mastigação, ruminação e a produção de saliva, que ajudam a estabilizar o teor de gordura no leite e no funcionamento do rúmen. Podem ser encontradas nos fenos, pastagens e silagens. Na dieta das vacas leiteiras, os carboidratos representam 70% ou mais da matéria seca das rações, porém quando as fibras são consumidas em excesso a densidade energética torna-se baixa e a produtividade tende a diminuir. Quando ocorre o contrário e os níveis de fibras necessários não são atendidos, além de diminuir a produtividade, pode desencadear problemas sanitários, queda no teor de gordura do leite e em casos mais extremos, até mesmo a morte. A produção de vacas leiteiras a pasto pode ser economicamente mais viável para o pecuarista, desde que ele invista em um manejo correto para manter uma forragem com nutrientes adequados. Entre os meses de junho e setembro acontece o período de estiagem, época em que as chuvas reduzem e o ar fica mais seco na maioria das regiões leiteiras do país. Neste período, a quantidade e qualidade da forragem das pastagens se tornam limitadas e com poucos nutrientes. A conservação e o armazenamento de forragens são atividades prioritárias para a nutrição dos bovinos durante o período seco. Com este processo, se bem manejado, o pecuarista obtém uma forragem desidratada e de alta qualidade. No Brasil, muitas fazendas de alta produção investem no sistema de Free Stall (galpão coberto), muito popular nos EUA, Canadá e Europa. Nele é possível administrar com mais exatidão a quantidade de fibra disponível por animal, e conforme níveis de produção. Além do que, a dieta pode ser balanceada de acordo com o tipo e qualidade de fibras disponíveis, que podem ser desde silagem de sorgo ou milho, capim fresco, pré-secados, até o feno. Para produzir um feno nutritivo são necessárias pelo menos duas condições: Selecionar forragens de boa qualidade para serem cortadas; Realizar uma secagem rápida, com o mínimo de perda de nutrientes. Com o objetivo de auxiliar o pecuarista a obter uma pastagem com todos os nutrientes e fibras necessárias e um feno de alta qualidade, a Casale oferece o Sega Pasto - equipamento único e consolidado no mercado. Ele possui um sistema de corte vertical com rotor de 42 facas que proporciona uma poda sem agressão à fibra, preservando o caule do capim e otimizando o manejo de pastagem, garantindo que seu crescimento seja rápido e uniforme. Com o Sega Pasto, o pecuarista aumenta a vida útil do capim e diminui o período de rotação dos piquetes, sem perda de capim, gerando economia e eficiência na recuperação das pastagens. Além disso, o equipamento sega e condiciona forragens de alta produção, promovendo a secagem mais rápida e agilizando o processo de enfardamento. (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015)((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2015))

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Caderno voltado para gestão em propriedades irá auxiliar produtores de leite a monitorar atividade

Caderno voltado para gestão das propriedades de produção de leite será uma das ferramentas utilizadas pelos produtores de Mato Grosso que participam do programa Senar Tec Leite. As visitas de técnicos...((Portal Agro Olhar/MT – 15/07/2015))


Caderno voltado para gestão das propriedades de produção de leite será uma das ferramentas utilizadas pelos produtores de Mato Grosso que participam do programa Senar Tec Leite. As visitas de técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) em Pontes e Lacerda começam em agosto. O caderno, que irá ajudar os produtores de leite no monitoramento das atividades, foi desenvolvido por uma equipe técnica do Senar-MT. Estão inclusos no caderno controle reprodutivo, movimento do rebanho, entre outros, bem como informações para conhecer melhor o rebanho e como ter uma melhor produtividade. "Estas informações serão usadas para melhorar a produção de cada propriedade e com isso criar uma base de dados mais completa e todas estas informações serão encaminhadas para o Senar Central", destaca o presidente do Sistema Famato/Senar, Rui Prado. No dia 05 de agosto, em Pontes e Lacerda, serão iniciadas as atividades nas propriedades que fazem parte do Senar Tec Leite. Segundo o Senar-MT, uma vez por mês técnicos da entidade recolherão informações contidas nos cadernos e irão lançá-las em um software para gestão da propriedade e controle de indicadores de produção. Em um primeiro momento 120 propriedades em Pontes e Lacerda serão atendidas pelo programa. O município é responsável por 43% do leite produzido em Mato Grosso. (Portal Agro Olhar/MT – 15/07/2015)((Portal Agro Olhar/MT – 15/07/2015))

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