Notícias do Agronegócio - boletim Nº 152 - 20/05/2014
Voltar
Os números retratam o sucesso da 80ª edição da ExpoZebu, principal evento da pecuária zebuína do mundo, que ocorreu na última semana, em Uberaba (MG). A movimentação financeira estimada pela Associaçã...((Portal Página Rural/RS – 19/05/2014))
Os números retratam o sucesso da 80ª edição da ExpoZebu, principal evento da pecuária zebuína do mundo, que ocorreu na última semana, em Uberaba (MG). A movimentação financeira estimada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), organizadora da exposição, foi de R$ 150 milhões, sendo mais de R$ 100 milhões negociados por 120 empresas que participaram do evento. Já os 36 leilões oficializados pela entidade faturaram aproximadamente R$ 47 milhões. A movimentação de público atingiu um recorde nesta edição. Nos oito dias de evento, passaram pelo Parque Fernando Costa 240 mil pessoas, público 10,9% superior ao de 2013 (217 mil visitantes). Entre eles, o Salão Internacional da ABCZ contabilizou a participação de 365 estrangeiros advindos de 34 países, sem contar a transmissão ao vivo do evento pela internet, que atingiu computadores em 31 países. “Procuramos com a ExpoZebu 80 anos realizar um evento em agradecimento a toda a família zebuísta e consideramos que fomos bem sucedidos em nosso intuito. Homenageamos boa parte das personalidades importantes do nosso setor e a feira voltou a ter um caráter de muita movimentação popular. Ela voltou a ter várias atrações para as famílias e a população passou a interagir muito bem com isso”, comemora o presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos. Nos 36 leilões oficializados, o faturamento ficou em R$ 46.821.551,60, com a venda de 1.540 animais em 1.275 lotes. A média por animais ficou em R$ 30.403,60; e por lote, R$ 36.722,79. A maior comercialização de animais da ExpoZebu 2014 aconteceu no 30º Leilão Noite dos Campeões, quando a fêmea nelore Beluga TE da Sabiá teve 50% de sua posse comprada da Fazenda Sabiá por Aguinaldo Ramos e família pelo valor de R$ 1.160.000,00. Já na pista principal do Parque Fernando Costa estiveram em julgamento 2,3 mil animais. Palanque político A ExpoZebu 80 anos foi, até o momento, a única exposição do agronegócio a receber os três principais candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos, este ano. O evento serviu como plataforma para propostas e recebimento de demandas do setor por parte dos políticos. A presidente da República, Dilma Rousseff, anunciou durante a cerimônia de abertura, realizada no dia 03/05, importantes medidas para a agropecuária brasileira, como o destravamento do CAR, a confecção do Plano Agrícola 2014/2015 e a assinatura do projeto de lei que regulamenta o registro genealógico de animais, entre outros. Também estiveram presentes à solenidade de abertura diversas autoridades, dentre embaixadores, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores. “A vinda destas lideranças mostra a força dos produtores. Acho que isso fortalece muito o setor junto ao governo, ficou muito clara a preocupação de eles virem falar com a gente. E nossa função, que foi exercida, é levar para eles os posicionamentos dos produtores. Por isto reunimos antes os nossos conselheiros de todos os estados do Brasil, para alinhar os pontos a serem cobrados e também as soluções nas quais acreditamos”, conta Paranhos. Homenagens A abertura oficial do evento também marcou uma série de homenagens a mais de 1,8 mil personalidades influentes da pecuária brasileira, entre produtores, políticos, técnicos e membros da imprensa, que receberam a medalha de honra pelos 80 anos da ABCZ. Além disso, no dia 10 (último dia de evento), na festa de premiação da ExpoZebu 80 anos, realizada na pista central do Parque, produtores, peões e dirigentes puderam confraternizar juntos em mais um dos momentos marcantes do evento. ExpoZebu Dinâmica De 07 a 09 de maio, na Estância Orestes Prata Tibery Jr, a ABCZ realizou pela primeira vez a ExpoZebu Dinâmica, evento que contou com a participação de 38 empresas do setor, representando 60 marcas. A expectativa inicial de público foi correspondida e o evento contou com a presença de cerca de 12 mil pessoas, sendo que mil delas acompanharam de perto as dinâmicas, com exposições práticas de maquinários para a produção (colheitadeiras, ensiladeiras, entre outras) e demonstração de novos cultivares. A Embrapa ainda promoveu uma demonstração de campo, com a apresentação de diferentes composições para o sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). Durante a feira, foi realizada a primeira reunião do recém-lançado Fórum Nacional de Secretários Municipais de Agricultura, com a presença de diversos municípios de Minas Gerais, São Paulo e Goiás. Foi realizado, ainda, o Rally da Pecuária, com palestras sobre a Caixa Econômica Federal e o agronegócio, o Plano Agricultura de Baixo Carbono, ações da Dow Agroscience e uma consultoria sobre o mercado pecuário com especialista da Agroconsult. “Realizamos um sonho pioneiro com a ExpoZebu Dinâmica. E demos um importante passo para transformar o evento em uma das principais referências técnicas para o setor produtivo”, afirma João Gilberto Bento, coordenador da ExpoZebu Dinâmica. Destaques da programação Além dos pontos já citados, destacaram-se também na programação da ExpoZebu 80 anos eventos como Audiência Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; Palestra sobre o CAR (Cadastro Ambiental Rural); 4ª Reunião da Rural Jovem; Curso de Noções de Morfologia e Melhoramento Genético, voltado para Leiloeiros Rurais; Apresentação do Programa Leite Legal - Senar; Reunião do Conselho Consultivo; Reunião da Ficebu; Coquetel 80 anos de ExpoZebu e ABCZ; Oficina de Gastronomia com o Cheff Alan Vila; Lançamento do livro Visionários e Pioneiros – autor Hugo Prata; Divulgação e lançamentos de diversos sumários e testes de Progênie (Gir, Gir Mocha, Gir Leiteiro e Guzerá); e Workshop “Inovação no Melhoramento Genética de Bovinos Leiteiros no Brasil: uma agenda para o Desenvolvimento” – Embrapa Gado de Leite. (Portal Página Rural/RS – 19/05/2014) ((Portal Página Rural/RS – 19/05/2014))
topoOs números retratam o sucesso da 80ª edição da ExpoZebu, principal evento da pecuária zebuína do mundo, que ocorreu na última semana, em Uberaba (MG). A movimentação financeira estimada pela Associaçã...((Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014))
Os números retratam o sucesso da 80ª edição da ExpoZebu, principal evento da pecuária zebuína do mundo, que ocorreu na última semana, em Uberaba (MG). A movimentação financeira estimada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), organizadora da exposição, foi de R$ 150 milhões, sendo mais de R$ 100 milhões negociados por 120 empresas que participaram do evento. Já os 36 leilões oficializados pela entidade faturaram aproximadamente R$ 47 milhões. A movimentação de público atingiu um recorde nesta edição. Nos oito dias de evento, passaram pelo Parque Fernando Costa 240 mil pessoas, público 10,9% superior ao de 2013 (217 mil visitantes). Entre eles, o Salão Internacional da ABCZ contabilizou a participação de 365 estrangeiros advindos de 34 países, sem contar a transmissão ao vivo do evento pela internet, que atingiu computadores em 31 países. “Procuramos com a ExpoZebu 80 anos realizar um evento em agradecimento a toda a família zebuísta e consideramos que fomos bem sucedidos em nosso intuito. Homenageamos boa parte das personalidades importantes do nosso setor e a feira voltou a ter um caráter de muita movimentação popular. Ela voltou a ter várias atrações para as famílias e a população passou a interagir muito bem com isso”, comemora o presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos. Nos 36 leilões oficializados, o faturamento ficou em R$ 46.821.551,60, com a venda de 1.540 animais em 1.275 lotes. A média por animais ficou em R$ 30.403,60; e por lote, R$ 36.722,79. A maior comercialização de animais da ExpoZebu 2014 aconteceu no 30º Leilão Noite dos Campeões, quando a fêmea nelore Beluga TE da Sabiá teve 50% de sua posse comprada da Fazenda Sabiá por Aguinaldo Ramos e família pelo valor de R$ 1.160.000,00. Já na pista principal do Parque Fernando Costa estiveram em julgamento 2,3 mil animais. Palanque político A ExpoZebu 80 anos foi, até o momento, a única exposição do agronegócio a receber os três principais candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos, este ano. O evento serviu como plataforma para propostas e recebimento de demandas do setor por parte dos políticos. A presidente da República, Dilma Rousseff, anunciou durante a cerimônia de abertura, realizada no dia 03/05, importantes medidas para a agropecuária brasileira, como o destravamento do CAR, a confecção do Plano Agrícola 2014/2015 e a assinatura do projeto de lei que regulamenta o registro genealógico de animais, entre outros. Também estiveram presentes à solenidade de abertura diversas autoridades, dentre embaixadores, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores. “A vinda destas lideranças mostra a força dos produtores. Acho que isso fortalece muito o setor junto ao governo, ficou muito clara a preocupação de eles virem falar com a gente. E nossa função, que foi exercida, é levar para eles os posicionamentos dos produtores. Por isto reunimos antes os nossos conselheiros de todos os estados do Brasil, para alinhar os pontos a serem cobrados e também as soluções nas quais acreditamos”, conta Paranhos. Homenagens A abertura oficial do evento também marcou uma série de homenagens a mais de 1,8 mil personalidades influentes da pecuária brasileira, entre produtores, políticos, técnicos e membros da imprensa, que receberam a medalha de honra pelos 80 anos da ABCZ. Além disso, no dia 10 (último dia de evento), na festa de premiação da ExpoZebu 80 anos, realizada na pista central do Parque, produtores, peões e dirigentes puderam confraternizar juntos em mais um dos momentos marcantes do evento. ExpoZebu Dinâmica De 07 a 09 de maio, na Estância Orestes Prata Tibery Jr, a ABCZ realizou pela primeira vez a ExpoZebu Dinâmica, evento que contou com a participação de 38 empresas do setor, representando 60 marcas. A expectativa inicial de público foi correspondida e o evento contou com a presença de cerca de 12 mil pessoas, sendo que mil delas acompanharam de perto as dinâmicas, com exposições práticas de maquinários para a produção (colheitadeiras, ensiladeiras, entre outras) e demonstração de novos cultivares. A Embrapa ainda promoveu uma demonstração de campo, com a apresentação de diferentes composições para o sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). Durante a feira, foi realizada a primeira reunião do recém-lançado Fórum Nacional de Secretários Municipais de Agricultura, com a presença de diversos municípios de Minas Gerais, São Paulo e Goiás. Foi realizado, ainda, o Rally da Pecuária, com palestras sobre a Caixa Econômica Federal e o agronegócio, o Plano Agricultura de Baixo Carbono, ações da Dow Agroscience e uma consultoria sobre o mercado pecuário com especialista da Agroconsult. “Realizamos um sonho pioneiro com a ExpoZebu Dinâmica. E demos um importante passo para transformar o evento em uma das principais referências técnicas para o setor produtivo”, afirma João Gilberto Bento, coordenador da ExpoZebu Dinâmica. Destaques da programação Além dos pontos já citados, destacaram-se também na programação da ExpoZebu 80 anos eventos como Audiência Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; Palestra sobre o CAR (Cadastro Ambiental Rural); 4ª Reunião da Rural Jovem; Curso de Noções de Morfologia e Melhoramento Genético, voltado para Leiloeiros Rurais; Apresentação do Programa Leite Legal – SENAR; Reunião do Conselho Consultivo; Reunião da FICEBU; Coquetel 80 anos de ExpoZebu e ABCZ; Oficina de Gastronomia com o Cheff Alan Vila; Lançamento do livro Visionários e Pioneiros – autor Hugo Prata; Divulgação e lançamentos de diversos sumários e testes de Progênie (Gir, Gir Mocha, Gir Leiteiro e Guzerá); e Workshop “Inovação no Melhoramento Genética de Bovinos Leiteiros no Brasil: uma agenda para o Desenvolvimento” – Embrapa Gado de Leite. (Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014) ((Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014))
topoO setor privado identificou 18 violações de regras internacionais que têm prejudicado a venda de produtos brasileiros no exterior e podem ser contestadas na Organização Mundial do Comércio (OMC). A li...((Jornal Valor Econômico, Brasil/SP – 20/05/2014))
O setor privado identificou 18 violações de regras internacionais que têm prejudicado a venda de produtos brasileiros no exterior e podem ser contestadas na Organização Mundial do Comércio (OMC). A lista de travas comerciais passíveis de questionamento inclui restrições sanitárias a carnes, barreiras técnicas à madeira e ao etanol, subsídios à agricultura que distorcem preços de commodities no mercado global e a exigência de declarações juradas de importação na Argentina. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez o levantamento com base em diagnósticos de associações setoriais e pesquisa da própria equipe técnica, está na hora de o governo brasileiro adotar uma postura mais agressiva nos tribunais da OMC e partir para o ataque contra países que têm abusado de práticas desleais de comércio. O gerente-executivo da unidade de comércio exterior da CNI, Diego Bonomo, afirma que boa parte das barreiras não é nova e nem pode ser atribuída à onda de protecionismo causada pela crise mundial. Mas antes, segundo ele, muitos obstáculos eram tolerados pelos empresários porque as commodities estavam em alta e os mercados - interno e externo - se mantinham aquecidos. "Como não há mais crescimento forte da economia global, as barreiras ficaram mais salientes, passaram a incomodar mais", afirma. Desde 1995, quando a OMC ganhou seu formato atual, o Brasil já levou 26 disputas ao órgão de soluções de controvérsias em Genebra e tornou-se o quarto maior usuário do mecanismo. Bonomo nota que na última década, entretanto, houve uma pisada no freio e apenas cinco casos foram denunciados à entidade. A CNI cobra a retomada de uma postura mais ofensiva. "Para abrir mercados aos nossos produtos, os contenciosos têm que andar lado a lado com negociações de acordos comerciais. A estratégia de sucesso é fazer um mix entre essas duas ações. Nós já temos tradição e experiência na OMC. Só precisamos usá-las novamente a nosso favor." O último foi apresentado contra o Japão, na última semana de abril, por subsídios dados pelo governo asiático à fabricação e à exportação de jatos que concorrem com aeronaves da Embraer. Por enquanto, ainda é um pedido de consultas, de esclarecimentos. Para tornar-se um "painel", o país precisa declarar-se insatisfeito e pedir arbitragem da OMC, a fim de resolver a disputa. Outros 17 casos estão na mira dos empresários. Um deles envolve barreiras sanitárias da Indonésia à carne de frango brasileira sem amparo, na visão dos produtores, de estudos científicos ou análises de riscos consistentes. O vice-presidente de aves da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, acusa a Indonésia de fazer exigências além das previstas no Codex Alimentarius (código internacional de padrão dos alimentos) e tem a expectativa de que essas barreiras possam ser contestadas pelo governo brasileiro na OMC ainda neste ano. Segundo o executivo, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) já deu aval à ofensiva e o setor privado contratou a consultoria Barral MJorge para formular "mais de 200 questionamentos e pedidos de explicações" ao governo asiático. "Os trabalhos devem ser finalizados até o fim de junho", diz Santin, garantindo que o Itamaraty tem atuado em parceria com a ABPA no assunto. Outro caso bem encaminhado é o que pretende contestar subsídios anunciados pela Índia a seus produtores de açúcar. No fim de 2013, Nova Déli prometeu ajuda de US$ 0,54 por tonelada para a exportação de até dois milhões de toneladas por ano. A União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo (Unica) fez estudos para avaliar o impacto desse apoio no mercado internacional. Concluiu que a subvenção pode gerar acréscimo de 3,5% na oferta mundial de açúcar. "Isso pode representar de 7% a 12% de redução dos preços praticados hoje", argumenta o diretor-executivo da Unica, Eduardo Leão. Segundo ele, a commodity já vive um momento complicado e sua cotação caiu a quase metade dos preços recordes alcançados em 2011. Embora haja previsão legal, o subsídio indiano ainda não foi aplicado, mas o temor dos produtores brasileiros é que isso possa ocorrer a partir do segundo semestre. "Temos observado a situação muito de perto. É uma medida distorsiva e as nossas margens já estão bastante apertadas." Um processo na OMC custa, no mínimo, entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões em despesas com consultorias e escritórios de advocacia. Casos mais simples levam de dois a três anos. E todo esse roteiro só começa se o governo "compra" a reclamação da iniciativa privada e aceita o eventual desgaste político de chamar um parceiro comercial para a briga. É por causa desse desgaste que um questionamento brasileiro às barreiras protecionistas à Argentina, por exemplo, parece fora de cogitação. Mas Bonomo, da CNI, acredita que isso é excesso de zelo com o sócio do Mercosul. Ele e sua equipe mapearam 35 disputas na OMC envolvendo os membros do Nafta - Estados Unidos, Canadá e México. "E olha que o Nafta tem um mecanismo interno de solução de controvérsias muito mais robusto do que o do Mercosul." (Jornal Valor Econômico, Brasil/SP – 20/05/2014) ((Jornal Valor Econômico, Brasil/SP – 20/05/2014))
topoOs criadores de ovinos que participaram da Fenovinos 2014, em Santiago, até domingo, ficaram satisfeitos com os resultados que obtiveram com a venda de 102 animais, totalizando R$ 82.863,00. Mais uma ...((Jornal do Comércio/RS – 20/05/2014))
Os criadores de ovinos que participaram da Fenovinos 2014, em Santiago, até domingo, ficaram satisfeitos com os resultados que obtiveram com a venda de 102 animais, totalizando R$ 82.863,00. Mais uma vez, a raça Texel foi destaque, com a maior venda, 64 animais, totalizando R$ 12.583,00. As médias fornecidas pela Knorr Remates foram as seguintes: 33 cordeiras Texel, R$ 201,00; 20 fêmeas Texel Naturalmente Coloridos, R$ 172,50; e 11 machos Texel Naturalmente Coloridos, R$ 227,27. A Fenovinos é uma feira itinerante, cada ano numa cidade, e a de 2015 será em Caçapava do Sul. A XXVI Fenovinos foi organizada pelo Sindicato Rural de Santiago, Unistalda e Capão do Cipó, cujo presidente, Julio Foster de Freitas Lima, ficou satisfeito com os resultados e, principalmente, com o apoio dos prefeitos das três cidades, interessados em aumentar a ovinocultura em seus campos. O prefeito de Unistalda, José Amélio Ucha Ribeiro, por exemplo, gostaria de duplicar o atual rebanho do município, que é de 13 mil cabeças. No concurso de gastronomia com carne ovina, o vencedor foi Clerisson Copeti de Lima, chef do restaurante Agridoce, que apresentou cordeiro assado com risoto de bergamota. (Jornal do Comércio/RS – 20/05/2014) ((Jornal do Comércio/RS – 20/05/2014))
topoA Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs) prevê, para este ano, a comercialização de 240 mil doses de sêmen suíno ou 20 mil doses por mês, avanço de 12,23% ante a venda de 213....((Portal Globo Rural/SP – 19/05/2014))
A Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs) prevê, para este ano, a comercialização de 240 mil doses de sêmen suíno ou 20 mil doses por mês, avanço de 12,23% ante a venda de 213.839 doses em 2013. Até 2016, a meta é chegar a 300 mil doses de sêmen suíno ao ano. Há quase quatro décadas, a associação fornece o produto a centenas de suinocultores do Rio Grande do Sul e também para outros Estados. O diretor executivo da Acsurs, Fernando Gimenez, em nota, informou que o sêmen é produzido em central de produção (CPS) própria da entidade, o Centro de Suinocultura Dr. Hélio Miguel de Rose, que está sendo reestruturado, o que inclui a ampliação de suas dependências. "A meta para 2016 somente vai ocorrer, no entanto, se houver, por parte dos suinocultores, o comprometimento em prestigiar a entidade que atua em defesa deles, adquirindo as doses de sêmen produzidas pela CPS da Acsurs", ressaltou, no comunicado. Em 2010 foram comercializadas 128.621 doses e, em 2011, 152.320 doses, o que corresponde a um aumento de 18,43%. Já de 2011 para 2012 o aumento foi de 30,47% (de 152.320 para 198.743 doses comercializadas). De 2012 para 2013 o aumento na comercialização foi de 7,6%. As entregas das doses são feitas por meio de veículo próprio com conservadora, transporte rodoviário e, no caso de envio para granjas de outros Estados, transporte aéreo. (Portal Globo Rural/SP – 19/05/2014) ((Portal Globo Rural/SP – 19/05/2014))
topoO preço médio da cesta básica na primeira semana de maio caiu 4% em Piracicaba (SP) em relação ao mesmo período anterior, segundo pesquisa da Empresa Júnior (Ejea) do Departamento de Economia, Adminis...((Portal Ave World/SP – 19/05/2014))
O preço médio da cesta básica na primeira semana de maio caiu 4% em Piracicaba (SP) em relação ao mesmo período anterior, segundo pesquisa da Empresa Júnior (Ejea) do Departamento de Economia, Administração e Sociologia do campus da Universidade de São Paulo (USP) na cidade. O valor foi de R$ 467,29 para R$ 448,63. Todas as categorias de produtos tiveram declínio de preços, mas as carnes foram os principais itens que puxaram a cotação. O quilo do frango baixou 10,95%, de R$ 6,19 para R$ 5,52, em média, conforme o levantamento. Já a carne bovina de segunda apresentou redução de 9,83% no período pesquisado, de R$ 14,62 para R$ 13,18. O quilo da carne de primeira também teve queda de preços, de 3,47%, e passou de R$ 20,92 para R$ 20,19. A maior alta foi no sabão em pó, que saiu de R$ 5,42 para R$ 5,68 (4,89%). Já o quilo do feijão teve alta de 1,33% -- de R$ 4,12 para R$ 4,17. De acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ligado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), a desvalorização das carnes bovina e suína comprometeu a demanda pela ave. Há, no entanto, expectativa de aumento nos preços com a possível redução da oferta nacional, causada pelo avanço da gripe aviária na Ásia, o que poderá pressionar as exportações a médio prazo. Estoque de frango Os preços de venda de frango vivo no mercado nacional também seguem em baixa na maioria das praças pesquisadas pelo Cepea, refletindo cenário de oferta ligeiramente superior à demanda. "As vendas ficaram abaixo do esperado por agentes, frustrando as expectativas de atacadistas, que esperavam um aquecimento maior com o Dia das Mães. Com isso, o mercado está com estoques relativamente altos", informou o Cepea em nota. (Portal Ave World/SP – 19/05/2014) ((Portal Ave World/SP – 19/05/2014))
topoA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) foi uma das entidades patronais e de trabalhadores que aderiram ao protocolo “Compromisso Nacional pelo Emprego e Trabalho Decente na Copa do M...((Portal Rural Centro/RS – 20/05/2014))
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) foi uma das entidades patronais e de trabalhadores que aderiram ao protocolo “Compromisso Nacional pelo Emprego e Trabalho Decente na Copa do Mundo da Fifa/Brasil-2014”, lançado formalmente nesta quinta-feira (15), pela presidente Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto. Um dos principais objetivos é assegurar, durante a Copa-2014, o respeito aos direitos fundamentais no trabalho, estabelecido pelas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificadas pelo Brasil. Em discurso durante a cerimônia, a presidente Dilma Rousseff destacou que o Brasil detém, atualmente, as mais baixas taxas de desemprego do mundo, além de ter garantido em três anos “quase cinco milhões de empregos formais, com carteira de trabalho assinada”. As normas do Compromisso irão vigorar até 31 de agosto próximo. Em seu pronunciamento, a presidente disse ser fundamental “prevenir e impedir o trabalho forçado e o trabalho infantil, bem como a exploração sexual de crianças e adolescentes nos serviços e eventos diretamente relacionados com a Copa 2014.” Objetivos claros - Um dos principais objetivos é assegurar a “quantidade e a qualidade dos empregos diretos e indiretos que foram e serão criados em razão dos megaeventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, em especial a Copa do Mundo de 2014”, segundo estabelece o documento. Serão adotadas ações para promover a segurança e a saúde no trabalho em todas as fases do processo de preparação do Campeonato Mundial de Futebol, conforme estabelece o Termo de Compromisso. O documento assinado pela CNA teve a adesão de entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT); Confederação Nacional da Indústria (CNI); Confederação Nacional de Turismo (CNTur); Confederação Nacional do Sistema Financeiro; Confederação Nacional de Serviços; e da Confederação Nacional do Transporte, dentre outras. Assinou o protocolo, em nome da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, o Coordenador da Comissão Nacional das Relações do Trabalho da entidade, Cristiano Zaranza. (Portal Rural Centro/RS – 20/05/2014) ((Portal Rural Centro/RS – 20/05/2014))
topoEm mais uma tentativa de se reaproximar do agronegócio, a presidente Dilma Rousseff lançou ontem a edição 2014/15 do Plano Safra, o mais importante instrumento de política agrícola do país. Apesar de ...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/05/2014))
Em mais uma tentativa de se reaproximar do agronegócio, a presidente Dilma Rousseff lançou ontem a edição 2014/15 do Plano Safra, o mais importante instrumento de política agrícola do país. Apesar de celebrado pelo setor, o plano, com mais recursos e taxas de juros consideradas atraentes, não deverá ser suficiente para render mais apoio à reeleição da presidente, conforme fontes ligadas à bancada ruralista. Em seu discurso na cerimônia de lançamento do Plano Safra, no Palácio do Planalto, Dilma ressaltou o diálogo com o setor durante a construção do plano, ainda que nem todos os pedidos tenham sido atendidos. "Escutar o que os produtores acham que deve ser feito é algo essencial para que saibamos como facilitar e não criar barreiras. [...] Muitas vezes, não conseguimos atender inteiramente aos valores, mas encaminhamos os conteúdos pedidos". A presidente tentará reforçar esse diálogo no fim de semana, quando receberá parlamentares ruralistas em jantar no Palácio da Alvorada. De maneira geral, a elevação do volume de recursos destinados para o Plano Safra não destoou do padrão das últimas safras, em que pese ser este um ano eleitoral. Ao todo, o Plano Safra 2014/15 destinará R$ 156,1 bilhões em crédito rural para a agricultura empresarial, 14,7% mais que em 2013/14, quando foram liberados R$ 136 bilhões, valor 18% superior ao de 2012/13. Aliada de Dilma, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), avaliou positivamente o plano. Segundo ela, "praticamente todos os itens e solicitações da CNA" foram contemplados. Uma das reivindicações da entidade que ficaram de fora do plano fechado pelo Planalto foi a subvenção para o seguro rural. A senadora defendia que o montante destinado à subvenção alcançasse R$ 900 milhões, mas o governo manteve a linha em R$ 700 milhões. Apesar dos afagos da senadora Kátia Abreu, o presidente de Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP-RS), fez duras críticas à presidente Dilma, apesar de considerar o Plano Safra positivo. Ao Valor, Heinze afirmou que "qualquer governante faria" o Plano Safra anunciado, uma vez que é o agronegócio que sustenta o comércio exterior do país, e não setores como o automotivo, frequentemente ajudado por Dilma. Segundo Heinze, o governo Dilma mantém posicionamentos "ideológicos" em áreas de disputa do agronegócio com indígenas e quilombolas. "Esse é um dos pontos que eu não aceito e que outros tantos também não". Ele também critica a política de controle dos preços da gasolina, que prejudica o segmento sucroalcooleiro. "O Tesouro pode bancar a Petrobras, mas o dono da empresa não consegue bancar uma usina de etanol", afirmou. Para o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), que classificou o Plano Safra anunciado como "o melhor dos últimos anos", a resistência do setor à presidente deriva de outros embates do governo com produtores rurais, sobretudo no que se refere à indenização de fazendeiros com títulos de posse em terras indígenas. "Há uma resistência do setor à presidente Dilma, isso é real. Demarcação de terras indígenas, por exemplo, é sempre uma aresta muito grande. Mas é inegável também que em relação a essa questão do Plano Safra, como em várias outras, ela tem sido próxima ao setor", afirmou ele. Heinze e Moka elogiaram a manutenção da taxa de juros na maior parte das linhas do Plano Safra, conforme enfatizou o ministro da Agricultura, Neri Geller, em seu discurso. Segundo ele, as taxas de juros oferecidas pelas linhas do Plano Safra ficaram até mais atrativas se comparadas à Selic. "Mesmo com a Selic passando de 7,5% para 11%, [as linhas de] custeio do Pronamp e Funcafé aumentaram 1 ponto percentual. Portanto, as condições são melhores", disse Geller. Considerando todas as linhas do Plano Safra, a taxa de juros média ficou em 6,5%/ano. Mas as taxas de juros competitivas terão um custo elevado, admitiu Geller. Pelas estimativas do ministro, o governo federal gastará de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões para subsidiar os juros do Plano Safra. Segundo ele, o montante que o governo terá de desembolsar em subsídios é "muito superior" ao gasto em 2013/14. Apesar desses gastos, a presidente Dilma defendeu a política. Segundo ela, são os juros controlados que permitem investimentos na agricultura brasileira. "Juros controlados é a realidade que viabiliza as políticas de investimento e custeio na área", disse. Do total destinado pelo Plano Safra, 85%, ou R$ 132,7 bilhões, são ofertados com juros controlados. Das diferentes linhas de crédito do Plano Safra, R$ 112 bilhões se referem a recursos para o financiamento do custeio e comercialização da safra. Outros R$ 44,1 bilhões estão programados para investimentos. Entre os destaques por linha de financiamento estão os recursos destinados para o médio produtor (Pronamp), que aumentaram 26,5%, para R$ 16,7 bilhões. O Plano Safra marcou, ainda, a "revitalização" do Moderfrota, linha de crédito destinada à aquisição de novas máquinas agrícolas. Para o ciclo 2014/15, o governo disponibilizou R$ 3,5 bilhões, com juros de 4,5% ano, para produtores rurais com renda bruta anual até R$ 90 milhões e de 6% ao ano para os que têm renda anual superior a esse valor. Conforme Geller, a "revitalização" do Moderfrota atende a uma reivindicação dos produtores e da Abimaq, entidade que representa fabricantes de máquinas agrícolas. "Veio ao encontro da expectativa do setor", disse Milton Rego, vice-presidente da Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Por muito tempo, o Moderfrota foi a principal forma de financiamento de máquinas agrícolas, mas perdeu força com a entrada do Programa de Sustentação do Investimento (PSI, do BNDES), criado em 2009. Desde então, o Moderfrota vinha recebendo volume muito baixo de recursos para financiar a aquisição de máquinas agrícolas usadas. Entre as vantagens da reativação do Moderfrota, está o fato de a linha seguir o calendário de ano-safra, diferentemente do PSI, que considera o ano civil. Com isso, evita-se a interrupção da formalização de novos contratos a cada virada de ano. E a "revitalização" do Moderfrota ocorre em um momento de indefinição sobre o futuro do PSI. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/05/2014) ((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/05/2014))
topoA raça Guzerá tem nova recordista na categoria Fêmea Jovem. Com produção de 92,52 litros/leite e média de 31,51 litros/leite, a fêmea Delícia FIV da Juzz é a nova recordista da categoria, superando em...((Portal Página Rural/RS – 19/05/2014))
A raça Guzerá tem nova recordista na categoria Fêmea Jovem. Com produção de 92,52 litros/leite e média de 31,51 litros/leite, a fêmea Delícia FIV da Juzz é a nova recordista da categoria, superando em 2,52 litros/leite o recorde anterior, que havia sido estabelecido na ExpoZebu 80 Anos. O novo recorde foi registrado no concurso leiteiro da Expo Curvelo, feira encerrada no último final de semana. A campeã pertence à Juliana Pistore Ragazzi. Já na categoria Vaca Adulta a campeã foi Gota FIV do Cipó, da expositora Ana Vera Marquez Palmério Cunha. A produção total foi de 121,58 litros/leite e média de 40,53 litros/leite. A vaca também sagrou-se como grande campeã da competição, que teve seis fêmeas concorrendo. O concurso leiteiro da Expo Curvelo, encerrado na sexta-feira (16), contou com a coordenação do Pmgz Leite, sob a supervisão do técnico Alexandre Antônio Leite. (Portal Página Rural/RS – 19/05/2014)((Portal Página Rural/RS – 19/05/2014))
topoProjeto resultará na genotipagem do gado Girolando e permitirá aos pecuaristas adotarem métodos que garantem melhores critérios de seleção, acasalamento e descarte. Zoetis, CRV Lagoa e Embrapa Gado de...((Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014))
Projeto resultará na genotipagem do gado Girolando e permitirá aos pecuaristas adotarem métodos que garantem melhores critérios de seleção, acasalamento e descarte. Zoetis, CRV Lagoa e Embrapa Gado de Leite firmaram um consórcio para o desenvolvimento de ferramentas de seleção genômica específicas para a raça de gado leiteiro Girolando – resultado do cruzamento entre as raças Gir Leiteiro e Holandesa. Os marcadores genéticos resultantes desse projeto permitirão aos pecuaristas a adoção de métodos de genotipagem para aprimorar a produção do gado leiteiro. Cerca de 12 mil animais da raça Girolando e 6 mil da raça Holandesa terão seu DNA sequenciado com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, que coletará o DNA dos animais cadastrados. “A participação da Associação como apoiadora do projeto é fundamental, pois terá a oportunidade de prestar assistência técnica e ensinar os produtores a usarem a tecnologia – um momento de profissionalização do setor e, principalmente, da Associação”, afirma Marcos Vinicius Gualberto da Silva, pesquisador da Embrapa Gado de Leite. O projeto, concebido incialmente pela Embrapa Gado de Leite, contemplava a genotipagem, por meio de microarranjos de DNA de cerca de 5,5 mil animais, entre reprodutores e matrizes. Entretanto, com base no interesse das empresas em estabelecer parcerias para acelerar e fortalecer a geração de resultados, tanto tecnológicos quanto na inserção de produtos no mercado lácteo, a Embrapa lançou um Edital de Chamamento Público, permitindo que a Zoetis e CRV Lagoa – após atenderem todos os requisitos necessários para o consórcio -, fizessem parte da parceria público-privada. “Com a participação da Zoetis e da CRV Lagoa, aumentamos em 50% o número de animais avaliados no projeto, adquirimos e implementamos um novo software, além de reforçarmos a nossa capacidade científica com o envolvimento das equipes técnicas das empresas. Com isso, o índice de confiança nos resultados aumentará significativamente”, explica Silva. Com essa parceria, a Zoetis reafirma o seu compromisso com a genômica ao trazer para o pecuarista informações antecipadas sobre o potencial genético bovino das principais raças brasileiras da pecuária de corte e leite. “O produtor pode contar com as ferramentas de seleção genéticas CLARIFIDE 2.0, CLARIFIDE Gado de Leite (Holandês, Jersey e Pardo-Suíço) e o CLARIFIDE Angus, da Zoetis. Por meio desse projeto, seremos capazes de desenvolver marcadores genéticos para gado leiteiro Girolando, permitindo que os criadores possam tomar as melhores decisões de seleção, acasalamento e descarte, agregando valor aos animais”, afirma Priscila Barros Lorenzo, gerente de Marketing e Vendas da Zoetis. Para a CRV Lagoa, empresa do grupo CRV – cooperativa belgo-holandesa com 140 anos de história, que possui programas de melhoramento genético em rebanhos de corte e leite em países da Oceania, Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, com investimentos na área genômica desde 1994 -, a parceria representa uma extensão e, principalmente, o aprimoramento de sua oferta de produtos de altíssimo valor agregado ao mercado. “A CRV Lagoa acredita no crescimento da pecuária leiteira nacional, especialmente proveniente do Girolando. A participação no projeto demonstra o nosso comprometimento com a evolução genética da raça, gerando maior precisão, velocidade de seleção e resultados sustentáveis ao produtor. Esses benefícios irão ampliar e potencializar a oferta de genética com qualidade superior aos produtores do Brasil e da América Latina.”, destaca Wiliam Tabchoury, Gerente do Departamento de leite da CRV Lagoa. A iniciativa da formação desse consórcio entre a CRV Lagoa, Zoetis, EMBRAPA e a Associação Girolando, ocorreu pelo completo alinhamento das missões e dos negócios de cada um dos envolvidos. “Acreditamos que a seleção genômica na raça Girolando contribuirá com o desenvolvimento de toda a cadeia láctea, oferecendo recursos para a seleção de animais mais produtivos e longevos, agregando eficiência para a pecuária leiteira nacional. Em breve a tecnologia estará disponível ao mercado e estamos orgulhosos com a nossa contribuição para o crescimento da raça Girolando e da produção de leite no Brasil”, salienta Tabchoury. Todo produtor que mantiver um programa de melhoramento genético em sua propriedade – seja ele pequeno, médio ou grande – poderá se beneficiar dessa tecnologia de marcador genético específico para gado Girolando. Por meio dessa tecnologia, os produtores poderão, por exemplo, ranquear os animais e selecionar aqueles com melhor desempenho genético; aplicando diferentes técnicas de gestão com os demais. Os marcadores genéticos estarão disponíveis ao mercado em, aproximadamente, 18 meses. Girolando: destaque na produção leiteira do País – de acordo com dados da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, o Brasil é o 6º produtor mundial de leite, com aproximadamente 25 bilhões de litros. O País é o responsável por 70% do volume total de leite produzido no Mercosul e possui o terceiro rebanho de vacas leiteiras do mundo, cerca de 15 milhões de cabeças – sendo, em sua maioria, da raça Girolando. Sobre a Embrapa Gado de Leite A Embrapa Gado de Leite é uma das unidades descentralizadas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Foi criada em 1976 e está sediada em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais. Conduz suas atividades também em outras bases físicas como o Campo Experimental de Coronel Pacheco (Coronel Pacheco – MG) e o Campo Experimental Santa Mônica (Valença – RJ) ou em parceria com as organizações estaduais de pesquisa, universidades e empresas privadas. Para atender com mais eficiência todo o território nacional, a Embrapa Gado de Leite expandiu a sua área de atuação com a criação de Núcleos Regionais de Pesquisa e Transferência de Tecnologia para o Setor Leiteiro. Os Núcleos estão instalados em algumas das principais bacias leiteiras do País. No início de 2000 entrou em funcionamento o Núcleo Centro-Oeste, em Goiânia – GO. Em 2001, foram instalados os Núcleos Nordeste (Aracaju-SE) e Sul (com polos em Londrina – PR e Pelotas – RS). Dessa forma, a empresa leva sua pesquisa, tecnologias e conhecimentos para as regiões estratégicas de produção de leite no País. A Embrapa Gado de Leite tem como missão viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do agronegócio do leite, com ênfase no segmento da produção, por meio de geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício da sociedade. (Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014) ((Portal Boi A Pasto/SP – 19/05/2014))
topoO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) negou nesta segunda-feira (19), que mais países tenham embargado a importação de carne bovina do Brasil, especialmente a de Mato Grosso, em...((Jornal A Gazeta/MT – 20/05/2014))
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) negou nesta segunda-feira (19), que mais países tenham embargado a importação de carne bovina do Brasil, especialmente a de Mato Grosso, em decorrência do caso de vaca louca registrado na cidade de Porto Esperidião. Segundo informações da pasta, repassadas via assessoria de imprensa, foram suspensas, oficialmente, as relações comerciais com Peru e Egito, no início deste mês. Não há documento oficializando a suspensão das vendas ao Irã e Argélia. Já no caso da ArábiaSaudita, o Mapa diz que as vendas não ocorrem desde 2012. (Jornal A Gazeta/MT – 20/05/2014) ((Jornal A Gazeta/MT – 20/05/2014))
topoO Ministério da Agricultura enviará até amanhã ao Peru e ao Irã comitivas de técnicos da área sanitária para esclarecer sobre o recente caso atípico de mal da vaca louca identificado em Mato Grosso. O...((Jornal DCI/SP – 20/05/2014))
O Ministério da Agricultura enviará até amanhã ao Peru e ao Irã comitivas de técnicos da área sanitária para esclarecer sobre o recente caso atípico de mal da vaca louca identificado em Mato Grosso. O Peru embargou a importação da carne produzida em todo o Brasil. Já no Irã, a equipe tentará esclarecer a situação após frigoríficos brasileiros terem reclamado sobre eventuais problemas para ingressar com o produto no país. O Egito também alegou a ocorrência do caso atípico de vaca louca para embargar a importação, mas nesse caso apenas de Mato Grosso. A Agricultura tenta agendar reunião com as autoridades sanitárias no Cairo. Segundo o ministério, Egito e Peru foram os únicos países a adotarem restrição oficial à carne brasileira em razão da vaca louca do Mato Grosso. O Irã é o sexto maior parceiro comercial, com volume de US$ 266,3 milhões em carne in natura no ano passado. Já o Egito importou cerca de US$ 463,7 milhões o que lhe rendeu o posto de quarto maior importador. (Jornal DCI/SP – 20/05/2014) ((Jornal DCI/SP – 20/05/2014))
topoO mercado do boi gordo pressionado, devido à melhora da oferta observada na maioria das praças pesquisadas. Houve queda dos preços em cinco praças para o boi gordo e em quatro para a vaca gorda. Em Sã...((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
O mercado do boi gordo pressionado, devido à melhora da oferta observada na maioria das praças pesquisadas. Houve queda dos preços em cinco praças para o boi gordo e em quatro para a vaca gorda. Em São Paulo a pressão não foi efetiva e negócios ocorrem em R$122,00/@, à vista. As programações de abate são de cinco dias úteis, em média. Algumas indústrias conseguiram alongar as escalas e estão fora das compras, mostrando a melhora da oferta. Com o clima frio, as pastagens perdem qualidade, o que diminui a capacidade de suporte, fazendo com que o pecuarista opte por vender o animal. A venda de carne está difícil devido à queda do consumo observada, com a entrada da segunda quinzena do mês. No mercado atacadista de carne com osso houve queda e o boi casado de animais castrados está cotado em R$7,51/kg. (Portal Beef World/SP – 19/05/2014) ((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
topoEstes produtos tiveram alta de 1,5% na semana. A carne de traseiro, por outro lado, na média de todos os cortes pesquisados, teve queda de 0,5% nas cotações. A dificuldade em precificar a carne, mesmo...((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
Estes produtos tiveram alta de 1,5% na semana. A carne de traseiro, por outro lado, na média de todos os cortes pesquisados, teve queda de 0,5% nas cotações. A dificuldade em precificar a carne, mesmo nos períodos de população capitalizada, dá força ao argumento de que os preços de venda estão próximos do teto. Certamente, grande parte dos preços têm sido impostos para acompanhar o custo de matéria prima, mesmo com o consumo não respondendo. A receita dos frigoríficos está 24,5% maior, em relação ao mesmo período de 2013, enquanto a arroba está 26,2% mais cara. A indústria não tem conseguido manter os preços praticados no último mês. A alcatra completa está cotada 11,7% abaixo do valor apurado na mesma semana de abril. O coxão duro tem sido vendido por 4,6% menos. Anos de oferta restrita de boiadas são marcados por redução da margem do frigorífico. Para combater isso, as altas têm sido impostas. (Portal Beef World/SP – 19/05/2014) ((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
topoO Peru está avaliando reduzir o período de restrição da compra de carne bovina do Brasil. A informação é do representante do Ministério Comércio Exterior do Peru, Victor Hugo Rondon, que fez parte da ...((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
O Peru está avaliando reduzir o período de restrição da compra de carne bovina do Brasil. A informação é do representante do Ministério Comércio Exterior do Peru, Victor Hugo Rondon, que fez parte da delegação do governo peruano em visita a Mato Grosso na última semana. O país suspendeu por 180 dias as negociações após ocorrência de um caso de vaca louca em bovino, identificado em animal de Porto Esperidião, sudoeste do Estado. Com a decisão, as permissões sanitárias para importação de produtos como carnes, miúdos e vísceras de bovinos, foram canceladas, com exceção daquelas mercadorias que já passaram por inspeção sanitária anteriormente à restrição. De acordo com Rondon, a interrupção no comércio afetou os empresários peruanos. “Os empresários que trabalham comercializando miúdos de carnes se sentiram prejudicados”, conta. Para isso, técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já agendaram visita para o Peru e o Irã, na próxima semana, com finalidade de prestar esclarecimentos sobre a qualidade da produção de carne bovina e da condição fitossanitária do país. A missão técnica brasileira viajará para o Peru na segunda-feira (19) para tentar reverter o embargo da importações de carne. O país foi o primeiro a impor restrição do produto brasileiro. Além dele, o Egito também embargou as importações. No entanto, ainda não há visita programada para o Egito. (Portal Beef World/SP – 19/05/2014)((Portal Beef World/SP – 19/05/2014))
topoA qualidade e a segurança do leite serão tema de apresentação do engenheiro de alimentos Marcelo Bonnet, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, amanhã no Seminário Sisbi Leite, realizado pelo Sindilat....((Jornal Correio do Povo/RS – 20/05/2014))
A qualidade e a segurança do leite serão tema de apresentação do engenheiro de alimentos Marcelo Bonnet, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, amanhã no Seminário Sisbi Leite, realizado pelo Sindilat. “Vamos discutir argumentos para dar uma solução para as fraudes no RS”, disse Bonnet. Responsável técnico pelo laboratório de análise do leite, ele pretende comparar as instruções normativas 51 e 62. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, recorda que a adesão, embora não seja obrigatória no RS, é exigida para obter a equivalência ao Sistema Brasileiro de Inspeção (Sisbi). O público-alvo das palestras, que se iniciam às 9h, no hotel Ritter, em Porto Alegre, são os veterinários responsáveis por laticínios com inspeção estadual. (Jornal Correio do Povo/RS – 20/05/2014) ((Jornal Correio do Povo/RS – 20/05/2014))
topoNa tentativa de reduzir os riscos de adulteração no leite, denunciados pela Operação Leite Compensado do Ministério Público do Rio Grande do Sul, técnicos do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro...((Portal G1/RS – 19/05/2014))
Na tentativa de reduzir os riscos de adulteração no leite, denunciados pela Operação Leite Compensado do Ministério Público do Rio Grande do Sul, técnicos do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) em Porto Alegre realizam testes em pelo menos 500 amostras por mês. No laboratório, foi desenvolvido um método que revela em até 24 horas se o leite contém formol, substância prejudicial à saúde, como mostra reportagem do RBS Notícias (confira no vídeo). O formol foi detectado no leite nas primeiras etapas da Operação Leite Compensado. A substância é encontrada na ureia, comprada por transportadores para adicionar ao leite que era vendido a indústrias. O leite, coletado nas indústrias pelos fiscais federais, é examinado rigorosamente no Lanagro. As amostras são preparadas para análise em um laboratório de resíduos veterinários. Ao todo, são feitos 15 testes diferentes, desde os mais simples, como gordura e acidez, até os mais complexos, capazes de descobrir mínimas partículas de impurezas na bebida. "O papel da fiscalização é publicizar as informações para os consumidores e fazer o produtor se conscientizar pela melhora do seu produto", afirma o agrônomo João Becker. Na hora das compras, muitos consumidores têm dúvidas sobre a qualidade do leite que levam pra casa. "O principal cuidado que deve ser tomado é a verificação à data de validade, aspecto, odor do produto e se existem grânulos", afirma a chefe técnica do Lanagro, Priscila Moser. Os resultados ficam prontos entre dois dias e uma semana, mas podem levar menos tempo. Entenda A Operação Leite Compensado, do Ministério Público, teve sua primeira fase desencadeada em 8 de maio do ano passado. As investigações apontaram para um esquema que adulterou cerca de 100 milhões de litros do produto no estado. Na ocasião, o MP revelou que transportadores estavam adicionando água e ureia (que contém formol) ao leite crú para aumentar o volume e disfarçar a perda nutricional no caminho entre a propriedade rural e a indústria. O esquema era realizado em postos de resfriamento. Na primeira fase, foram identificadas fraudes nos municípios de Guaporé, Horizontina e Ibirubá. Quinze pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público e oito foram presas. Destas, quatro estão em liberdade. Seis pessoas foram condenadas pela Comarca de Ibirubá. A sentença foi proferida pelo juiz Ralph Moraes Langanke em dezembro de 2013. A segunda fase da Operação Leite Compensado foi deflagrada em 22 de maio do ano passado nos municípios de Ronda Alta e Boa Vista do Buricá. Quatro pessoas foram presas e seis foram denunciadas pelo MP. Dessas, três estão em liberdade. O processo ainda está em andamento e ninguém foi condenado. Já a terceira etapa foi realizada em 7 de novembro de 2013 no município de Três de Maio. Quatro pessoas foram denunciadas. Ninguém foi preso. A quarta fase foi desencadeada 14 de março deste ano nas cidades de Condor, Panambi, Tupanciretã, Bossoroca, Capão do Cipó, Vitória das Missões, Ijuí e Santo Augusto. Até agora, uma pessoa foi denunciada. O processo ainda está em andamento. Para marcar um ano da primeira fase da operação, o MP deflagrou em 8 de maio deste ano a quinta fase da Operação Leite Compensado. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão em dez cidades do Vale do Taquari e Vale do Sinos. (Portal G1/RS – 19/05/2014) ((Portal G1/RS – 19/05/2014))
topoBacia leiteira do Estado é a maior do país e sua produção aumenta 3,9% ao ano. O Valor Bruto da Produção (VBP) de leite, em Minas Gerais, deve alcançar a cifra de R$ 6,7 bilhões em 2014, portanto um a...((Portal Diário de Araxá/MG – 19/05/2014))
Bacia leiteira do Estado é a maior do país e sua produção aumenta 3,9% ao ano. O Valor Bruto da Produção (VBP) de leite, em Minas Gerais, deve alcançar a cifra de R$ 6,7 bilhões em 2014, portanto um aumento de 4,8% em relação à soma registrada em 2013, de acordo com dados do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O VBP é o resultado da multiplicação do volume produzido pelo preço médio do produto. De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Minas Gerais é a principal bacia leiteira do país, respondendo por 27,5% do total produzido no Brasil. O secretário André Merlo explica que “esse cenário é garantido pelos números crescentes do setor, sendo mais expressivos os dados dos últimos dez anos, quando a produção apresentou uma taxa de crescimento anual de 3,9%”. Ele observa que, apesar de períodos de oscilação na remuneração dos produtores, os comparativos de preços do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo mostram acréscimos nas cotações do litro no primeiro quadrimestre de 2014 em relação a idêntico período de 2013. “As cotações alcançadas neste ano evoluíram de R$ 1,00 para R$ 1,12 o litro, expansão de 12%. Historicamente, a cotação do mercado de leite é maior no segundo semestre e com isso a atividade pode possibilitar maior rentabilidade nesse período”, ressalta o secretário. Minas Leite e Pró-Genética “O governo do Estado, por meio da Seapa, desenvolve ações com o objetivo de fortalecer a pecuária leiteira no Estado, como o Programa Estadual da Cadeia Produtiva do Leite (Minas Leite), que atende atualmente a 1.301 propriedades no Estado”, informa o secretário. “O público prioritário do programa são os agricultores familiares com produção média de até 200 litros de leite, tendo na atividade leiteira a sua principal base econômico-financeira”, explica. Os produtores cujas propriedades recebem assistência do Minas Leite, por intermédio da Emater-MG, são orientados para buscar a melhoria da produtividade com a utilização de tecnologias simples e de baixo custo. De acordo com o secretário, “as boas práticas contribuem para o aumento da qualidade do produto de maneira sustentável e, como consequência, podem gerar elevação da receita. Cada propriedade assistida se transforma numa unidade demonstrativa para outros produtores vizinhos.” Há também o Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino do Estado de Minas Gerais (Pró-Genética), criado pela Seapa com o objetivo de desenvolver ações para fortalecer as cadeias produtivas da carne e do leite por meio da introdução de touros melhoradores nas propriedades. Segundo dados da secretaria, em todo o Estado o Pró-Genética realizou 43 feiras e leilões em 2013, possibilitando a comercialização de mais de mil touros de genética comprovada. Para 2014, a meta é a realização de 45 feiras e leilões no Estado por meio do programa. Os touros melhoradores, com qualidade garantida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), são adquiridos nas feiras pelos pecuaristas com orientação dos técnicos da Emater-MG, e existem linhas de crédito oferecidas pelas instituições bancárias parceiras do Pró-Genética. Atualmente, encontra-se em desenvolvimento a ampliação do Pró-Genética Leite, com a participação da Associação do Girolando, visando à reposição de matrizes leiteiras, conforme anúncio feito pelo governador Alberto Pinto Coelho na 80ª Expozebu, realizada em Uberaba (Triângulo Mineiro) no período de 3 a 10 de maio. (Portal Diário de Araxá/MG – 19/05/2014) ((Portal Diário de Araxá/MG – 19/05/2014))
topoCENTRO DE REFERÊNCIA DA PECUÁRIA BRASILEIRA - ZEBU