Notícias do Agronegócio - boletim Nº 162 - 03/06/2014 Voltar

Os concorrentes são nossos Inimigos, não os frigoríficos

Diferentemente da visão de muitos outros produtores que fazem críticas severas à indústria de carne, o presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, aposta na união de forças visando estruturar-se diante...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 64))


Diferentemente da visão de muitos outros produtores que fazem críticas severas à indústria de carne, o presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, aposta na união de forças visando estruturar-se diante das "oportunidades gigantescas para a carne brasileira agora e no futuro". Pecuarista de terceira geração, Paranhos reconhece, porém, que os programas de incentivo da parte dos frigoríficos são ainda tímidos. O dirigente, de 45 anos, acredita que o "boi ideal" é o que apresenta melhor desempenho dentro do sistema de produção proposto. "Não existe uma receita de bolo em pecuária", ou seja, teses variadas acerca do tamanho do animal não são preponderantes. Globo Rural - Tema bastante atual: grandes selecionadores não dão mais tanta atenção aos julgamentos de pista, preferindo concentrar o trabalho em esculpir um animal de alta produção. Isso acontece até na conceituada ExpoZebu, principal feira de pecuária do pais. Como o senhor interpreta isso? Luiz Claudio Paranhos - Interpreto como um processo natural de evolução de posicionamento frente ao mercado. As exposições possuem algumas características específicas que auxiliam os criadores em seus sistemas de produção. Servem para analisar as experiências de seleção, julgando comparativamente os indivíduos, e para promover esses trabalhos. É nas feiras que as raças e as marcas dos criatórios ficam conhecídas e consolidadas. Como você afirma, grandes selecíonadores da atualidade, que estão concentrando seus trabalhos em desenvolver rebanhos de alta produção. não dependem tanto de pistas para promover os plantéis. Sempre foi assim. GR - Eficiência, produtividade do rebanho e gestão da fazenda estão incorporadas no dia a dia da pecuária Conceitos como beleza e tamanho do animal ficaram meio de lado. O foco é a produção de carne, correto? Paranhos - O foco tem de ser sempre o aumento da produtividade nos sistemas de pecuária de corte e pecuária leiteira. Melhoramos a genética com esse objetivo. Mas é preciso preservar os conceitos fundamentais das raças zebuínas e seus padrões raciais, que foi o que nos trouxe a esses altos patamares de produção. Alcançamos o posto de maior exportador de carne do mundo e o de quarto maior produtor de leite. Se temos mais de 80% dos nossos rebanhos formados pelas raças zebuínas é porque elas foram preservadas e desenvolvidas arduamente. As avaliações visuais são parte do trabalho de avaliação genética e o porte do animal deverá ser analisado de acordo com o sistema de produção ao qual será inserido. GR - O produtor reclama muito dos frigoríficos. Com o avanço inexorável da pecuária, estão sendo dados passos para unir a eia produtiva, visto que o futuro é promissores Paranhos - Existem oportunidades gigantescas para a carne brasileira principalmente na área das exportações. Estamos bem resolvidos no mercado interno, com consumo per capita em torno de 40 quilos por habitante ao ano, segundo maior de proteína vermelha do mundo. Consumimos carne de excelente qualidade a um custo razoável. O churrasco é a preferêncianacional. Mas o mundo precisa da nossa carne. Nossos "inimigos" são os concorrentes, e não um dos elos do setor. Indústria e produtor devem dialogar com o mesmo objetivo, que é unir forças e melhor aproveitar as oportunidades. Algumas indústrias começam a propor programas específicos de incentivo ao pecuaristas. São ações ainda tímidas. GR - A Abiec estima faturar US$ 8 bilhões com exportações de carne neste ano, quase US$ 2 bilhões a mais que em 2013, e essa dinâmica deve se manter pelos próximos anos, já que o consumo mundial vai crescer. O pais está preparado para esse cenário? E o abastecimento interno? Paranhos - o grande diferencial da pecuária de corte brasileira é o gigantesco potencial de aumento de produtividade, de forma ambiental, social e economicamente sustentável. Podemos elevar a taxa de lotação das nossas pastagens apenas com as ferramentas disponíveis, sem nenhuma inovação mirabolante, sem nenhum plano revolucionário. Sem derrubar nem uma árvore sequer, em uma ou duas décadas conseguiremos dobrar a produção de carne. Estamos falando em sair de 9,8 milhões de toneladas de equivalente carcaça para algo em torno de 20 milhões de toneladas. Isso geraria um excedente para exportação que poderia nos trazer um superavit comercial da ordem de mais de US$ 30 bilhões, sem prejuízo ao consumo interno. Precisamos, no entanto, equacionar gargalos, como a logística precária. GR - Com toda a moderna tecnologia, o pais conviveu no mês passado com mais um pesadelo, que foi a ameaça da vaca louca. Até quando vamos conviver com doenças medievais? Paranhos - Sua pergunta é boa para que possamos afirmar com todas as letras que no Brasil nunca existiu animal com doença da vaca louca, ou encefalopatia espongiforme bovina (EEB). O caso ocorrido no Estado de Mato Grosso este ano - assim como o outro caso ocorrido no Paraná, em 2010 foi atípico (H-BSE), sem risco algum para o rebanho brasileiro e muito menos para a população, que pode continuar a comer carne sem problema. A carne brasileira, proveniente de animais criados basicamente a pasto, é saudável e é a melhor fonte de proteína vermelha que existe. Esses fatos, na verdade, mostram quanto são agressivos comercialmente nossos concorrentes, que levantam hipóteses antes de diagnósticos conclusivos e, baseados nessas hipóteses, tentam conseguir vantagens comerciais. GR - Dentro dos novos parâmetros da pecuária moderna que o senhor advoga, como produzir o boi ideal? Paranhos - O boi ideal é o de melhor desempenho dentro do sistema de produção proposto. Não existe uma receita de bolo em pecuária. O que existe são fundamentos. Temos genética de excelente qualidade, a um preço bem acessível, e opções de formação e/ou reforma de pastagens com integração com lavoura que viabilizam economicamente a operação e resultam em pastos de alto nível. Temos ainda conhecimento sobre as melhores técnicas de manejo racional e bem-estar animal. Usando tudo isso, ou um pouco de cada, podemos obter sucesso. Obviamente que uma gestão com visão empresarial do negocio "pecuária" ajuda a normatizar os processos e a acompanhar melhor os resultados. Resumindo, o boi ideal tem de ter boa genética, boa nutrição, participar de um controle sanitário preventivo e ser manejado com respeito. GR - Também dentro desse conceito, como o senhor vê o futuro da pecuária brasileira diante do avanço avassalador das lavouras de grãos? Paranhos - Acredito que haverá uma acomodação natural entre regiões apropriadas para pecuária e outras apropriadas para lavoura. Mas, em muitos casos, a integração é uma excelente opção. O bom pecuarista é aquele que começa a evoluir com os seus conhecimentos e as suas práticas para tratar os pastos como lavoura e, dessa forma aumentar a taxa de lotação e produzir mais arrobas, ou quilos de leite, por hectare. Por outro lado, lavouristas buscam na pecuária uma forma de otimizar ainda mais sua atividade e seus rendimentos, colocando boiadas para comer as palhadas das lavouras. GR - Promovida durante a ExpoZebu, a ExpoDinâmica obteve êxito ao apresentar o maquinário agrícola usado exclusivamente na pecuária, comprovando que a tecnologia de ponta está incorporada ao manejo. A Expozebu Dinâmica pode vir a superar a Agrishow? Paranhos Ela não tem a pretensão de superar a Agrishow nem de ser concorrente Pelo contrário, será parceira complementando-a com assuntos específicos de pecuária. E urna ferra em que o pecuarista pode ver as diversas opções q e atendam ao seu sistema de pro cão Ela mostra que a ABCZ evoluiu se renova. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 64) ((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 64))

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Pecuária globalizada

Somente no ano passado, Bruno de Castro Assunção trouxe mais de 200 fazendeiros para conhecer a seleção brasileira de zebuínos. As comitivas vieram da Bolívia, Colômbia, Chile, Venezuela, Peru, México...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))


Somente no ano passado, Bruno de Castro Assunção trouxe mais de 200 fazendeiros para conhecer a seleção brasileira de zebuínos. As comitivas vieram da Bolívia, Colômbia, Chile, Venezuela, Peru, México e Guatemala. Em menor número, elas aqui desembarcaram também dos EUA e Austrália. Proprietário da empresa AgroTrip, de Uberaba (MG), Bruno informa que, em 2014, já conduziu mais de 70 criadores. "Seguramente este ano vai superar 2013." Dois pontos levam o empresário a apostar no incremento constante: a alta qualidade dos zebuínos selecionados no Brasil e a conquista de dezenas de novos mercados pela carne nacional. Confirma os argumentos de Bruno o convênio firmado durante a ExpoZebu para disseminação de genética na Bolívia. A marca UberBrahman, empresa associada ao Brazílían Cattle, da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), que é responsável pela exportação de material genético, firmou convênio com a Cooperativa Multiactíva Internacional Neuland para negócios com genética brahman e realização de provas de ganho de peso utilizando a metodologia da ABCZ no Paraguaí, A Multiactiva Neuland é formada por fazendeiros cristãos menonítas (movimento religioso surgido na Europa na época da Reforma). Ela está localizada no Chaco paraguaío e possui 1.067 cooperados, 350.000 hectares e 193 mil cabeças de gado. Em 2013, segundo informa a ABCZ. a cooperativa obteve faturamento de US$ 77 milhões em vendas de carne. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79) ((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))

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Jovem deve ir ao combate

Ele coordenou uma das reuniões mais concorridas da ExpoZebu, no mês passado, em Uberaba. Foi o 42 Encontro Rural Jovem, que não deixou um lugar vago no auditório da ABCZ. Bento Mineiro é diretor do De...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))


Ele coordenou uma das reuniões mais concorridas da ExpoZebu, no mês passado, em Uberaba. Foi o 42 Encontro Rural Jovem, que não deixou um lugar vago no auditório da ABCZ. Bento Mineiro é diretor do Departamento Rural Jovem da Sociedade Rural Brasileira e simboliza as mudanças aceleradas da pecuária de corte, seja nas fazendas ou nas entidades que representam os produtores. "0 objetivo do encontro foi contribuir para a formação de novas lideranças institucionais e empresariais do agro brasileiro", diz. E 99% da plateia era formada por jovens. Bento, que é fi­ lho do selecionador Jovelino Mineiro, dono da marca SantAnna, entende que a juventude agro precisa se organizar e partícípâr da política da classe. Adianta também que uma das funções do Departamento Rural Jovem é levar informações sobre a produção agropecuária para o público urbano, que precisa conhecer melhor o campo e sua importância no contexto econômico e social do Brasil. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79) ((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))

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Recordes caem em torneio

O concurso leiteiro da ExpoZebu 80 Anos registrou vários recordes; a competição, realizada em três dias, teve participação de 32 fêmeas das raças gír, 26 de guzerá e dez de síndí, O grande destaque fo...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))


O concurso leiteiro da ExpoZebu 80 Anos registrou vários recordes; a competição, realizada em três dias, teve participação de 32 fêmeas das raças gír, 26 de guzerá e dez de síndí, O grande destaque foi Artemiza FIV, da raça gír leiteiro, pertencente ao expositor Carlos Eduardo de A. Bezerra. Ela produziu 185,74 litros de leite e obteve média de 61,91 litros de leite, sagrando-se a nova recordista da categor,ia Vaca Adulta. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79) ((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 79))

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Progênies campeãs

A Alta Genetics, de Uberaba (MG), levou o campeonato Progênie de Pai Nelore, na ExpoZebu Anos, com o touro Basco de Naviraí. Basco é um dos touros mais utilizados atualmente. "Ele transmite muita carc...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 78))


A Alta Genetics, de Uberaba (MG), levou o campeonato Progênie de Pai Nelore, na ExpoZebu Anos, com o touro Basco de Naviraí. Basco é um dos touros mais utilizados atualmente. "Ele transmite muita carcaça e beleza racíal., afirma o técnico da empresa, Marcos Gonçalves. A Alta, de origem canadense, contratou dois animais que obtiveram boa performance nas pistas. O campeão touro sênior e reservado grande campeão da raça tabapuã, Sansão, e o grande campeão da raça sindi, Buldogue AJCF, que passam agora a fazer parte da bateria de touros. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 78)((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 78))

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JBS eleva oferta por americana, diz jornal

A Pilgrims Pride, subsidiária da JBS nos EUA, aumentou em mais de US$ 1 bilhão sua oferta para comprar a companhia americana de alimentos processados Hillshire Brands. Segundo informações do "Wall Str...((Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 03/06/2014))


A Pilgrims Pride, subsidiária da JBS nos EUA, aumentou em mais de US$ 1 bilhão sua oferta para comprar a companhia americana de alimentos processados Hillshire Brands. Segundo informações do "Wall Street Journal", a nova proposta seria de cerca de US$ 6,7 bilhões. A oferta inicial da Pilgrims, anunciada no fim de maio, foi de cerca de US$ 5,6 bilhões. Dias depois, a proposta da subsidiária da companhia brasileira foi superada pela americana Tyson, que ofereceu US$ 6,2 bilhões pela Hillshire. A nova oferta, de US$ 55 por ação da Hillshire, representa um aumento de quase 50% em relação ao preço do papel no dia anterior à proposta inicial da Pilgrims Pride. Desde então, os papéis da Hillshire tiveram valorização de 47%. Os da Pilgrims Pride, por sua vez, subiram cerca de 4%. (Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 03/06/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 03/06/2014))

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Agronegócio defende nova lei de imigração

Proprietários temem escassez de mão de obra para lavouras HURON, Califórnia - Quando Chuck Herrin, que dirige uma grande empreiteira de mão de obra agrícola, olha para as centenas de trabalhadores que...((Jornal Folha de S. Paulo, New York Times/SP – 03/06/2014))


Proprietários temem escassez de mão de obra para lavouras HURON, Califórnia - Quando Chuck Herrin, que dirige uma grande empreiteira de mão de obra agrícola, olha para as centenas de trabalhadores que contrata todos os anos para cuidar de plantações de frutas e legumes, ele ferve de frustração. Não é que tenha problemas com os trabalhadores. Na verdade, como muitos outros aqui, Herrin está cada vez mais cansado das leis de imigração dos Estados Unidos, que, a seu ver, o impedem de contar com uma mão de obra constante e confiável. Mesmo em meio a uma seca recorde que ameaça devastar as colheitas, os empresários rurais daqui falam sobre a imigração como uma de suas principais preocupações. "Precisamos dessas pessoas para colocar nossos alimentos no mercado", disse Herrin, acrescentando que o país deveria considerar maneiras de importar trabalhadores, não mantê-los fora do país. Grupos do setor estão entre as forças mais importantes que pressionam o Congresso dos EUA por uma reforma da imigração. Um relatório divulgado pela Parceria por uma Nova Economia Americana e pela Coalizão Agrícola pela Reforma da Imigração, dois grupos orientados para empresas, disse que os produtos agrícolas estrangeiros consumidos nos EUA aumentaram quase 80% desde o final dos anos 1990. O relatório afirma que a escassez de mão de obra torna impossível para os agricultores americanos competir com importadores estrangeiros. O volume de hortifrútis consumidos nos EUA aumentou nos últimos anos, mas a produção doméstica não acompanhou esse ritmo. O relatório atribui à falta de mão de obra o prejuízo anual de US$ 1,4 bilhão em receitas agrícolas. A Califórnia abriga cerca de 2,5 milhões de imigrantes ilegais, mais do que qualquer outro Estado. Talvez nenhum outro lugar capte as contradições e complexidades da política de imigração melhor que o Vale Central da Califórnia, onde quase todos os trabalhadores são imigrantes e metade deles vive ali ilegalmente. Agricultores e proprietários de empresas relacionadas disseram que mesmo o atual sistema de usar tacitamente mão de obra ilegal não é suficiente. Uma força de trabalho que chegou nos anos 1990 está envelhecendo e não quer mais trabalho pesado, os americanos não querem os empregos e a segurança reforçada na fronteira está desencorajando a vinda de novos imigrantes, dizem eles. Herrin diz que muitas vezes só consegue fornecer equipes com a metade do tamanho que os agricultores solicitam. Como outros entrevistados, ele disse que certamente tem imigrantes ilegais em sua força de trabalho. "Não temos alternativa", disse. "Não estamos atraindo pessoas que deixam as cidades para vir trabalhar nas fazendas." Os potenciais trabalhadores, segundo ele, estão "com medo de vir, com medo da patrulha de fronteiras, das deportações e dos narcotraficantes". A região conta com recém-chegados para trabalhar nas colheitas desde a época das tempestades de areia nos anos 1930. Durante mais de duas décadas após a Segunda Guerra Mundial, os plantadores daqui dependeram de "braceros", mexicanos enviados temporariamente para os EUA para trabalhar na agricultura. Hoje, muitos trabalhadores são indígenas do sul do México que falam mixtec e pouco entendem inglês ou espanhol. Nos últimos anos, os proprietários de terras tornaram-se cada vez mais temerosos da escassez de mão de obra. Em 2013, a falta de trabalhadores levou os salários agrícolas na região a um aumento de aproximadamente US$ 1 por hora, segundo pesquisadores da U.C. Davis. Hoje os proprietários estão pressionando para facilitar que os possíveis imigrantes obtenham vistos agrícolas, que segundo eles criariam uma oferta de mão de obra mais confiável. Os pais de Joel del Bosque, fazendeiro da região de Fresno, vieram para a Califórnia quando crianças durante a revolução mexicana, no século passado. Há uma geração, disse ele, os plantadores muitas vezes fingiam não saber que as pessoas que trabalhavam para eles não tinham autorização para viver nos EUA. Hoje há um reconhecimento quase universal de que o setor conta com imigrantes que cruzam a fronteira ilegalmente."Os empregadores estão mais frustrados que os imigrantes", disse Del Bosque. (Jornal Folha de S. Paulo, New York Times/SP – 03/06/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, New York Times/SP – 03/06/2014))

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Exportac¸o~es de carne de frango crescem 3,4% em abril ante 2013

As exportações de carne de frango do Brasil em abril somaram 318 mil toneladas, com alta de 3,4 por cento sobre as 307,4 mil toneladas embarcadas no mesmo mês do ano passado, informou a Secretaria de ...((Portal Ave World/SP – 02/06/2014))


As exportações de carne de frango do Brasil em abril somaram 318 mil toneladas, com alta de 3,4 por cento sobre as 307,4 mil toneladas embarcadas no mesmo mês do ano passado, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta sexta­feira. O volume também superou as 295 mil toneladas exportadas em março. Já a receita com as vendas externas no período recuou quase 13 por cento, para 590 milhões de dólares. Isso porque o volume maior de embarques não foi suficiente para compensar o recuo no preço médio ante um ano atrás, que caiu para 1,85 mil dólares/tonelada, versus 2,2 mil dólares em abril de 2013. Já os embarques de carne bovina do Brasil recuaram quase 4 por cento em abril, para 91,5 mil toneladas. O número, porém, supera os embarques de 86,6 mil toneladas em março. A receita com as vendas caiu para 422,7 milhões de dólares, versus 436,6 milhões de dólares do mesmo mês do ano passado. Tanto a indústria de carne bovina como a de frango trabalham com um cenário de vendas recordes em 2014, sustentadas por um consumo local sustentado e forte demanda externa. CARNE SUÍNA As vendas de carne suína do Brasil avançaram para 36,7 mil toneladas, superando as 29,4 mil toneladas de abril de 2013 e as 32,3 mil toneladas de março. As exportações de carne suína geraram receita de 108,6 milhões de dólares, com alta de quase 25 por cento sobre igual período do ano passado. O incremento em receita ocorreu, sobretudo, pela venda de volumes maiores, uma vez que o preço médio da tonelada exportada ficou praticamente estável ante um ano atrás. (Portal Ave World/SP – 02/06/2014) ((Portal Ave World/SP – 02/06/2014))

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Exportações de carne de suína em abril avançaram para 36,7 mil ton

As exportações de carne de suína do Brasil em abril avançaram para 36,7 mil toneladas, superando as 29,4 mil toneladas de abril de 2013 e as 32,3 mil toneladas de março. As exportações de carne suína ...((Portal Pork World/SP – 02/06/2014))


As exportações de carne de suína do Brasil em abril avançaram para 36,7 mil toneladas, superando as 29,4 mil toneladas de abril de 2013 e as 32,3 mil toneladas de março. As exportações de carne suína geraram receita de 108,6 milhões de dólares, com alta de quase 25 por cento sobre igual período do ano passado. O incremento em receita ocorreu, sobretudo, pela venda de volumes maiores, uma vez que o preço médio da tonelada exportada ficou praticamente estável ante um ano atrás. (Portal Pork World/SP – 02/06/2014) ((Portal Pork World/SP – 02/06/2014))

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Órgãos de controle combatem terceirização de serviços a índios

O modelo de serviço terceirizado da saúde indígena é combatido por órgãos públicos de controle e pode gerar ao governo federal o pagamento de multa de R$ 326,9 milhões por não realizar concurso para a...((Jornal Valor Econômico, Especial/SP – 03/06/2014))


O modelo de serviço terceirizado da saúde indígena é combatido por órgãos públicos de controle e pode gerar ao governo federal o pagamento de multa de R$ 326,9 milhões por não realizar concurso para a substituição dos 12,2 mil empregados das ONGs conveniadas, responsáveis por 80% da mão de obra que atua na área. Tramita desde fevereiro na 18ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em Brasília pedido de execução judicial de um termo de ajustamento de conduta (TAC), assinado por seis procuradores do Trabalho, do Ministério Público da União e do Ministério Público Federal. A ação estabelece a multa e determina a contratação temporária imediata de todos os funcionários das entidades beneficentes. Os procuradores alegam que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) terceiriza uma atividade fim e afirmam na petição que o governo, "com desfaçatez, confessa que não tem pretensão de realizar o concurso e quer elaborar um arranjo institucional jurídico, que, segundo informações extraoficiais, consistiria no repasse da prestação para uma organização social". "Eles haviam pedido em dezembro prorrogação dos prazos para cumprir o TAC. Marcamos uma reunião em fevereiro e então surgiu o comentário de que será proposta uma emenda constitucional para estabelecer a OS", comentou o procurador José Godoy, coordenador do Grupo de Trabalho Indígena do Ministério Público e um dos signatários do documento. O ministério da Saúde não comenta as especulações. Segundo os órgãos de controle, as terceirizações na saúde indígena são pouco transparentes, já que dependem de auditorias permanentes para a medição dos serviços. Sua eficácia seria duvidosa, uma vez que o atendimento pode oscilar a cada renovação de convênio. E os valores envolvidos são expressivos: apenas para a Missão Caiuá está previsto o pagamento de R$ 421,8 milhões. "A concentração de convênios na Missão nos deixa perplexos", resumiu Godoy. As três ONGs foram selecionadas em um "chamamento público" realizado em agosto de 2011. O procedimento é uma modalidade específica para parcerias, prevista na lei de licitações. Inicialmente a Missão Caiuá ficou com o fornecimento de mão de obra para 17 dos 34 distritos sanitários. A Sociedade Paulista de Desenvolvimento da Medicina (SPDM) assumiu 14 distritos e o Instituto de Medicina Integral de Pernambuco (Imip), três distritos. Em 2013, ao renovar os convênios, a Missão Caiuá aumentou a concentração, passando para 19 distritos. O Imip passou de 3 para 6 áreas e a SPDM reduziu sua participação de 14 para 9 territórios. Desde 2004 as ONGs que atuam na saúde indígena são responsáveis apenas pela mão de obra. A compra de suprimentos e a contratação de transporte é feita diretamente pelo governo. Os chamamentos públicos aconteceram quando o governo já estava sendo pressionado pelos órgãos de controle para assumir a administração direta do serviço e fazer concurso público. O TAC foi assinado em 2007 pela Funasa, à época responsável pela saúde indígena, já que a Sesai só seria criada em 2011. O acordo previa sucessivos concursos para substituir as ONGs, recebeu dois aditivos e expiraria em 2015. Os concursos não foram realizados. Procurado pelo Valor, o Ministério da Saúde não atendeu aos pedidos de entrevista e se manifestou por nota. Segundo a pasta, as três ONGs escolhidas "atendem aos critérios técnicos definidos no chamamento público: experiência devidamente comprovada de serviços ou ações de saúde indígena, de saúde pública nos diversos níveis do Sistema Único de Saúde, quadro gerencial com qualificação compatível com o objeto do convênio, composto no mínimo por um profissional de nível superior habilitado para cada função de administração, contabilidade e coordenação técnica". "A contratação por meio de chamamento público tem se mostrado a forma mais eficaz até que seja realizado concurso, tendo em vista as especificidades dos povos indígenas", segue a nota. No relatório de gestão de 2013 da Sesai, disponível na internet, entretanto, o órgão foi mais incisivo: relatou que o ministério do Planejamento negou por duas vezes no ano passado a autorização para concurso. (Jornal Valor Econômico, Especial/SP – 03/06/2014) ((Jornal Valor Econômico, Especial/SP – 03/06/2014))

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Agricultor familiar questiona Proagro

Anunciado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff, parte do Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 gera questionamento entre agricultores familiares gaúchos. A tomada de verba para cus...((Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014))


Anunciado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff, parte do Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 gera questionamento entre agricultores familiares gaúchos. A tomada de verba para custeio e investimento para o plantio da safra começa em 1° de julho, mas eles reclamam que não poderão usufruir da remodelação do Proagro, que passará a valer somente a partir de 1° janeiro de 2015. O governo alega que, com o aperfeiçoamento do seguro, será necessário reformular o sistema operacional junto ao Banco Central. A Contag acredita que falta empenho para agilizar o processo. O Proagro cobre o crédito e a renda de contratos de Pronaf, em caso de perdas causadas por adversidades climáticas. O vice-presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, argumenta que o maior volume de contratação de financiamentos no Estado concentra-se entre agosto e outubro. “Na prática, só poderemos melhorar a proteção da produção na safra 2015/2016”, critica. A expectativa da federação era de melhoria no seguro na ponta, já neste ciclo. “Querem vender uma ilusão para o agricultor. É um engodo o que o governo fez, criticou um dos assessores de Política Agrícola da Federação. (Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014) ((Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014))

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Produção leiteira da raça Sindi é destaque na Estação da Emepa de Alagoinha

A Estação Experimental de Alagoinha, da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), é um centro de excelência na área de estudos das raças zebuínas leiteiras Guzerá e Sindi, esta últ...((Portal Arauna/PB – 02/06/2014))


A Estação Experimental de Alagoinha, da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), é um centro de excelência na área de estudos das raças zebuínas leiteiras Guzerá e Sindi, esta última, originária do Paquistão, que chegou ao Brasil na década de 1930 e na Paraíba no ano de 1980. Na Estação da Emepa de Alagoinha, o pesquisador Rômulo Pontes de Freitas Albuquerque, responsável pelos estudos com o rebanho Sind, destacou os objetivos do sistema de produção de leite da raça na Estação Experimental de Alagoinha: verificar, através do desempenho do sistema, a eficiência da tecnologia utilizada; servir como instrumento de difusão de tecnologia de produção de leite; avaliar, adaptar e testar tecnologias geradas pela pesquisa de modo que possam ser utilizadas pelos produtores; e gerar e sugerir informações para novos trabalhos de pesquisa, visando a otimização da produção de leite com zebu. O especialista no melhoramento genético da raça Sindi acrescenta que as pesquisas consistem ainda em coletar informações para o conhecimento de famílias e linhagens que se destaquem por produção de leite acima da média do rebanho; formar tourinhos a serem provados como melhoradores; capacitar técnicos e produtores envolvidos com a produção de leite; e realizar estágios supervisionados para alunos de escolas técnicas e universidades ligadas ao setor. A estação em Alagoinha tem hoje 173 animais da raça Sindi. Origem da raça Sindi - A raça Sindi (ou Red Sindhi) tem origem na província de “Sind”, território de Kokistan, no atual Paquistão, o qual compreende 18% da área do país, equivalente ao tamanho do Estado do Amapá. Apresenta clima semi-árido, com precipitação entre 250-300 mm, distribuída geralmente em três meses, com temperatura média oscilando entre 17-20ºC no inverno e 31-33ºC no verão, tendo já sido registradas temperaturas mínimas de 1,6ºC e máxima de 48ºC. Devido à sua aptidão leiteira, alta resistência ao calor e carrapatos (Boophilus microplus), o Sindi espalhou-se por varias regiões da Índia, Paquistão e mais de 33 países da Ásia, África, Oceania e Américas. Sindi no Brasil – O Sindi foi introduzido no Brasil nos anos 30 do século XX, mas foi o cientista Felisberto Camargo que, em 1952, introduziu um número significativo. Em 1980, por meio de permuta entre os governos de São Paulo e Paraíba, foram introduzidos 14 animais Sindi (12 fêmeas e dois machos) – originários do rebanho do Instituto de Zootecnia de Colina (SP) na Estação Experimental de Riacho dos Cavalos, da Emepa PB, no sertão paraibano. Em 1988, a Embrapa-Cpatu, do Pará, cedeu em comodato à Emepa, quatro reprodutores, 30 matrizes e quatro crias, todos descendentes da importação de 1952. Em 1993, o rebanho Sindi da Emepa foi transferido para a Estação Experimental de Alagoinha, onde em 1996 começou a ser avaliado em produção de leite, ao lado das raças Gir (em Umbuzeiro) e Guzerá (em Alagoinha). A viabilidade do Sindi na exploração leiteira no semiárido brasileiro Produção de leite e duração do período de lactação das dez melhores matrizes recordistas do rebanho da Emepa-PB constam no quadro abaixo, cujos dados revelam a potencialidade dessa raça como alternativa promissora para melhorar a produção de leite dos rebanhos no semi-árido brasileiro. “Os índices de produção de leite estão sendo apurados segundo os mesmos procedimentos adotados para o rebanho Guzerá Leiteiro de Alagoinha e o Gir de Umbuzeiro, na Estação Experimental João Pessoa, cujos dados são oficializados e aceitos pela ABCZ e Embrapa Gado de Leite”, ressalta Rômulo Pontes. Tais índices vêm revelando a aptidão leiteira dos animais do rebanho da Emepa. Ao passarem por uma avaliação criteriosa de seu potencial leiteiro e, provavelmente, em razão de suas ascendências leiteiras, várias matrizes começaram a se destacar nos controles realizados. O maior destaque foi a vaca “Jarana Emepa”, que ao encerrar a 3ª lactação, atingiu a produção total de 7.062,80 kg de leite em 358 dias de produção, em regime de duas ordenhas diárias, com média de 19,72 kg/dia. Também outras matrizes já começaram a se destacar no rebanho. (Portal Arauna/PB – 02/06/2014) ((Portal Arauna/PB – 02/06/2014))

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Torneio leiteiro, leilão e show gospel movimentam 42ª ExpoGurupi nesta terça

O Torneio Leiteiro vai contar com a participação de sete animais que devem chegar ao Parque de Exposição Antonio Lisboa da Cruz a partir das 16 horas e das 17 às 18 horas acontece a esgota. A programa...((Portal Surgiu/RS – 02/06/2014))


O Torneio Leiteiro vai contar com a participação de sete animais que devem chegar ao Parque de Exposição Antonio Lisboa da Cruz a partir das 16 horas e das 17 às 18 horas acontece a esgota. A programação da 42ª Exposição Agropecuária de Gurupi continua nesta terça-feira (03/06) com muitas atrações para os pecuaristas e visitantes. A partir das 16 horas tem a chegada dos animais que irão competir no Torneio Leiteiro e à noite tem 13º Leilão Nelore 5 Estrelas e o show com o cantor gospel Jonas Vilar. O Torneio Leiteiro vai contar com a participação de sete animais que devem chegar ao Parque de Exposição Antonio Lisboa da Cruz a partir das 16 horas e das 17 às 18 horas acontece a esgota, que é a retirada do leite das vacas para poder iniciar a competição. O veterinário Juscelino Brasil Guadalupe, organizador do torneio, explica que nos dias 04, 05 e 06 a pesagem do leite acontecerá às 07 horas da manhã e às 17 horas. “Nós vamos fazer a divulgação do resultado e a premiação durante o Leilão Top do Leite de Gurupi, no dia 07, a partir do meio-dia”, afirmou Juscelino. Leilão Nelore Ainda na terça-feira, já a partir das 19 horas, será realizado 13º Leilão Nelore 5 Estrelas, no Tattersal do Parque de Exposições, quando serão ofertados 50 touros nelore P.O. “Vamos oferecer os melhores touros dos melhores criatórios do Tocantins, Goiás e Distrito Federal. Touros provados, touros de pista e agora o Grande Campeão da raça Nelore EXPO Gurupi 2013 que também serão oferecidos durante o Leilão”, destacou Jurgen Wolfgang Fleischer, um dos organizadores do evento. Show Jonas Vilar E fechando a programação de terça tem o show com o cantor sertanejo universitário gospel Jonas Vilar, a partir das 22 horas. Jonas Vilar nasceu no sertão da Paraíba e na adolescência, já em São Paulo, aceitou Jesus em sua vida na Assembleia de Deus, onde aprendeu a tocar alguns instrumentos. Com uma mistura equilibrada de sertanejo universitário, pop, moda de viola e adoração, Jonas Vilar se consagrou na música gospel como “Pioneiro do Sertanejo Universitário Gospel” e uma das grandes atrações da 42ª ExpoGurupi. (Portal Surgiu/RS – 02/06/2014) ((Portal Surgiu/RS – 02/06/2014))

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Candeia Wildman F. Congonhas conquista recorde mundial em produção de leite

Candeia, novilha que completará 3 anos de idade, é filha de Ladys-Manor Wildman-ET x Aeda FIV 16 (Eda FIV F. Mutum x C.A. Sansão). A Fazenda Córrego Branco, “O Rio do Leite”, de propriedade de Paulo R...((Portal Noticia da Pecuária/SP – 02/06/2014))


Candeia, novilha que completará 3 anos de idade, é filha de Ladys-Manor Wildman-ET x Aeda FIV 16 (Eda FIV F. Mutum x C.A. Sansão). A Fazenda Córrego Branco, “O Rio do Leite”, de propriedade de Paulo Ricardo Maximiano, coloca em seu currículo mais um importante recorde mundial de produção: Candeia Wildman F. Congonhas bateu o recorde mundial de produção, categoria Vaca Jovem Girolando 1/2 sangue, com produção média de 81.210 kg/leite/dia, durante o Torneio Leiteiro da ExpoAgro, em Franca (SP). De acordo com Paulo Ricardo Maximiano, o resultado é a certeza de que o trabalho de seleção da fazenda está no caminho certo. “Para nós é um orgulho colher os frutos de um trabalho sério. É uma prova de que o melhoramento genético da fazenda está evoluindo, com isso, temos que investir em genética, em pessoas, em produtos e ferramentas que possibilitam produzir animais geneticamente superiores”, comenta o criador. Leilão Acontece no dia 7 de junho, a partir das 13h, na sede da Fazenda Córrego Branco, em Capetinha (MG), o 5º Leilão Anual Rio do Leite e Convidados Especiais, com transmissão exclusiva do Canal Terraviva e organização da Embral Leilões. Serão ofertados 180 fêmeas, sendo: 160 Girolando e 20 Gir Leiteiro. (Portal Noticia da Pecuária/SP – 02/06/2014) ((Portal Noticia da Pecuária/SP – 02/06/2014))

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Nelore tem novidades

Pedro Gustavo Novis foi reeleito para presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Nelore. A diretoria da entidade tem três vice-presidentes e oito diretores. Entre os novos membros estão Andr...((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 66))


Pedro Gustavo Novis foi reeleito para presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Nelore. A diretoria da entidade tem três vice-presidentes e oito diretores. Entre os novos membros estão André Bartocci, Bento de Abreu Sodré de Carvalho Mineiro e Bruno Vicintin. (Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 66) ((Revista Globo Rural/SP – Maio. 14 – pg 66))

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Brasil buscará novos mercados importadores para a agropecuária

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, fez uma avaliação positiva da viagem à França durante a 82ª Seção Geral da Assembleia Mundial da Organização Mundial de Saúde Animal (...((Jornal DCI/SP – 03/06/2014))


O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, fez uma avaliação positiva da viagem à França durante a 82ª Seção Geral da Assembleia Mundial da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Segundo ele, após as reuniões bilateraise os reconhecimentos obtidos pelo Brasil, o país se prepara para um novo patamar nas negociações internacionais. “Já estamos entre os maiores exportadores de proteína animal do mundo e queremos ir adiante. Com o reconhecimento de mais oito estados brasileiros como livres de aftosa, além da manutenção do risco insignificante para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), podemos planejar junto como setor privado a ampliação do acesso dos produtos brasileiros no exterior”, afirmou Geller. O ministro ressaltou o rígido controle sanitário brasileiro como um dos principais motivos para que a carne brasileira bovina, suína ou de aves seja vendida em novos mercados.Ainda Segundo ele, o Brasil tem potencial para ampliar a produção de proteína animal no país, além de diversificar a pauta de exportações com produtos com maior valor agregado. Uma das reuniões bilaterais que o titular da Agricultura no Brasil participou foi com o ministro da Agricultura da França, Stephane Le Foll, para discutir temas que visam às relações comerciais entre o Brasil e o governo francês. O encontro contou também com a participação do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Marcelo Junqueira, e do diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Marques. Geller ressaltou a importância da liderança da França no bloco europeu e na defesa dos interesses mútuos do país. O ministro brasileiro solicitou o apoio do governo francês na candidatura do atual adido agrícola do Brasil em Genebra,Guilherme Costa, ao posto de vice-presidente do Codex Alimentarius. (Jornal DCI/SP – 03/06/2014) ((Jornal DCI/SP – 03/06/2014))

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Embarque de carne bovina brasileira tem forte alta em maio

Apesar do embargo de Irã, Egito, Peru e Argélia à carne bovina de Mato Grosso, as exportações brasileiras de carne bovina tiveram forte aumento em maio. As vendas de carne bovina in natura para o exte...((Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 03/06/2014))


Apesar do embargo de Irã, Egito, Peru e Argélia à carne bovina de Mato Grosso, as exportações brasileiras de carne bovina tiveram forte aumento em maio. As vendas de carne bovina in natura para o exterior renderam US$ 489,3 milhões no mês passado, aumento de 20,8% ante o mesmo mês de 2013, conforme a Secex. (Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 03/06/2014) ((Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 03/06/2014))

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Programa mobiliza pecuaristas

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) superou a meta traçada e mobilizou 4,534 mil pecuaristas durante os 3 meses em que percorreu 30 municípios com o programa Acrimat em Ação 2014. Os n...((Jornal A Gazeta/MT – 03/06/2 14))


A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) superou a meta traçada e mobilizou 4,534 mil pecuaristas durante os 3 meses em que percorreu 30 municípios com o programa Acrimat em Ação 2014. Os números deste ano consagram o projeto como o maior programa itinerante da pecuária de corte, contabilizando mais de 12 mil produtores de carnes participantes das 4 edições. Referência nacional dentro da cadeia produtiva, o Acrimat em Ação busca democratizar a informação, levando conhecimento técnico aos principais pólos da produção de carne. O presidente da Acrimat, José João Bernardes explica queeste é o principal projeto da associação, justamente porque consegue disseminar a informação. “Ano após ano o programa ganha legitimidade. A seriedade do projeto, a credibilidade que a entidade possui e a qualidade das informações fazem com que o número de participantes aumente cada vez mais, promovendo o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva, ao tempo em que também coletamos mais demandas do interior e da Capital”. Entre as proposta do Acrimat em Ação está a coleta de dados sobre as demandas do setor produtivo com relação à infraestrutura, sanidade animal, mercado e outros itens que compõem as condições necessárias para produção. O superintendente da associação, Luciano Vacari, destaca que todos os anos, após a finalização dos eventos, um relatório é elaborado com todas as demandas descritas, com imagens sobre a situação de infraestrutura logística e com uma avaliação técnica. (Jornal A Gazeta/MT – 03/06/2 14) ((Jornal A Gazeta/MT – 03/06/2 14))

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SINDAN divulga nota de esclarecimento sobre proibição de avermectinas

Referente à Instrução Normativa No. 13 de 29/05/2014, publicada em 30/05 no Diário Oficial da União, que proíbe “a fabricação, manipulação, fracionamento, comercialização, importação e uso de produtos...((Portal Feed & Food/SP – 03/06/2014) (Portal Beef World/SP – 02/06/2014))


Referente à Instrução Normativa No. 13 de 29/05/2014, publicada em 30/05 no Diário Oficial da União, que proíbe “a fabricação, manipulação, fracionamento, comercialização, importação e uso de produtos antiparasitários de longa ação que contenham como princípios ativos as lactonas macrocíclicas (avermectinas) para uso veterinário e suscetíveis de emprego na alimentação de todos os animais e insetos”, o SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal esclarece o seguinte: - O SINDAN foi surpreendido pela publicação desta Instrução Normativa e está buscando acesso ao processo administrativo que teria subsidiado a Instrução Normativa, bem como analisando as medidas cabíveis para que, de maneira proativa, possa resguardar os interesses de toda a indústria de saúde animal que venha a ser afetada diretamente pela norma; - Os produtos de uso veterinário a base de lactonas macrocíclicas (ivermectina, abamectina, doramectina, moxidectina e eprinomectina) previnem e combatem parasitos internos e externos possibilitando o incremento na produtividade da bovinocultura, sendo utilizadas tanto no Brasil quanto no mundo há mais de 20 anos; - Os produtos de uso veterinário a base de lactonas macrocíclicas são devidamente registrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e, portanto, comprovadamente seguros e eficazes segundo critérios técnicos e científicos estabelecidos pelo próprio MAPA; - Os produtos de uso veterinário a base de lactonas macrocíclicas são utilizados em todo o mundo, dentro das recomendações da indústria de saúde animal, reconhecida pelos representantes da cadeia produtiva de proteína de origem animal como uma ferramenta indispensável para o controle de ectoparasitos que causam bilhões de reais de prejuízos à pecuária nacional. - Nas condições tropicais de alta pressão parasitária e do manejo extensivo utilizado no Brasil as lactonas macrocíclicas de longa ação são essenciais à produtividade e competitividade brasileira no mercado local e global de carnes; - O SINDAN tomou todas as iniciativas e seguiu todas as determinações governamentais no sentido de orientar os produtores e profissionais da área veterinária sobre a aplicação correta dos produtos de uso veterinário a base de lactonas macrocíclicas, seguindo as recomendações de rótulo e bula devidamente aprovadas pelo MAPA; - Portanto, o SINDAN repudia o teor da Instrução Normativa nº 13 de 2014, reafirmando que adotará as medidas cabíveis para anulação desta Instrução Normativa. (Portal Feed & Food/SP – 03/06/2014) (Portal Beef World/SP – 02/06/2014) ((Portal Feed & Food/SP – 03/06/2014) (Portal Beef World/SP – 02/06/2014))

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Pobre Juan repete semana da carne Devon

A carne Devon chega à rede de restaurantes Pobre Juan, um dos mais reconhecidos pelos cortes nobres de carne de seu cardápio em todo o País. Os cortes são de novilhos da raça enviados para terminação ...((Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014))


A carne Devon chega à rede de restaurantes Pobre Juan, um dos mais reconhecidos pelos cortes nobres de carne de seu cardápio em todo o País. Os cortes são de novilhos da raça enviados para terminação no confinamento mantido pela JBS em São Paulo, dedicado aos animais que participam do programa Swift Black. Entre os dias 31 de maio (sábado) e 8 de junho, os 10 restaurantes da rede, situados em São Paulo, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Salvador, oferecerão cortes exclusivos, como Master Rib (conhecido como ojo del bife ancho com osso), Strip Steak (bife de chorizo com osso) e a especialidade argentina Entraña Fina. A parceria entre a Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) e a rede de restaurantes foi realizada pela primeira vez em 2013. O sucesso da ação foi tão grande que, menos de um ano depois, ela volta ao cardápio do Pobre Juan. “Nosso foco com estes cortes especiais é manter o posicionamento do Pobre Juan como Parrilla Premium. Além disso, a novidade foi muito bem aceita pelos nossos clientes no ano passado”, explica Rafael Valdívia, sócio do Pobre Juan. Os cortes são de novilhos da raça provenientes da Cabanha Palmeira, de Camaquã (RS), propriedade do tradicional criador Cláudio Ribeiro. “Para o Devon, essa é mais uma oportunidade de mostrarmos a qualidade da carne para um público exigente, que está sempre em busca de carne de excelência”, afirma Gilson Hoffmann, presidente da ABCD. Na noite de sábado (31/05), a diretoria da Associação estará reunida no Pobre Juan da Vila Olímpia, em São Paulo, para celebrar a segunda edição da semana da carne Devon. (Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014) ((Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014))

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Cotação do boi gordo mantém-se estável

A oferta de boi gordo permaneceu em bom nível na região Centro-Sul durante todo o mês de maio. Essa situação fez com que os frigoríficos permanecessem em uma posição confortável, com escalas de abate ...((Portal Beef World/SP – 02/06/2014))


A oferta de boi gordo permaneceu em bom nível na região Centro-Sul durante todo o mês de maio. Essa situação fez com que os frigoríficos permanecessem em uma posição confortável, com escalas de abate posicionadas entre quatro e cinco dias úteis. Devido a esse conforto e também pela reposição lenta entre atacado e varejo, houve margem para redução do preço de balcão. Os pecuaristas ainda relutam em negociar nos níveis vigentes, e apostam no próximo período de virada de mês como catalisador de mudanças de perfil no mercado físico. A expectativa de temperaturas mais baixas durante este mês pode ser um fator baixista, ressaltando que a qualidade das pastagens pode cair sensivelmente, prejudicando o potencial de retenção, forçando os pecuaristas a negociarem mesmo a preços mais baixos. Portanto o acompanhamento dos modelos climáticos é essencial para traçar uma estratégia sensata durante o inverno. Por outro lado, há grande expectativa em torno do potencial de demanda ao longo da Copa do Mundo. Esse atípico repique de consumo pode alterar o nível de preços tanto no atacado quanto no varejo, o que acabaria afetando a formação de preços do boi gordo no mercado físico. As exportações de carne bovina do Brasil renderam US$ 375,1 milhões até a quarta semana de maio (16 dias úteis), com média diária de US$ 23,4 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 78,8 mil toneladas, com média diária de 4,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.762,70. Entre abril e maio, houve alta de 10,9% no valor médio exportado, avanço de 7,6% na quantidade e uma alta de 3,1% no preço médio. Na relação entre maio de 2014 e o mesmo mês de 2013, houve avanço de 21,5% no valor total exportado, alta de 12,9% na quantidade total e valorização de 7,6% no preço médio. A média mensal de preços em maio foi de R$ 123,32 em São Paulo. Em Mato Grosso do Sul, o preço ficou a R$ 117,09. Em Minas Gerais, a arroba ficou em R$ 113,11. Em Goiás, a arroba foi cotada em R$ 115,63. Em Mato Grosso, o preço ficou a R$ 112,68 a arroba. No atacado, a média mensal de preços foi de R$ 6,17 nos cortes de dianteiro e de R$ 9,15 nos cortes de traseiro. (Portal Beef World/SP – 02/06/2014) ((Portal Beef World/SP – 02/06/2014))

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Exportações de carne bovina crescem em maio, apesar de embargos

As exportações brasileiras de carne bovina ultrapassaram 102,8 mil toneladas e US$ 489,3 milhões de receita em maio, aumentos de 12,3% e 20,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, apesar de embarg...((Portal Beef World/SP – 02/06/2014))


As exportações brasileiras de carne bovina ultrapassaram 102,8 mil toneladas e US$ 489,3 milhões de receita em maio, aumentos de 12,3% e 20,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, apesar de embargos temporários criados durante o mês por Irã, Egito, Peru e Argélia para todo ou parte do Brasil após um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados nesta segunda-feira (2). O preço médio por tonelada de carne bovina exportada em maio também subiu 7,5% ano a ano, para US$ 4.759. (Portal Beef World/SP – 02/06/2014) ((Portal Beef World/SP – 02/06/2014))

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Setor de lácteos espera queda de preço este mês

O preço bruto do leite pago ao produtor (inclui frete e impostos) teve alta de 1,92% em maio, passando para R$ 1,1046/litro na “média Brasil”(que pondera o volume captado nos estados de BA, GO, MG, PR...((Jornal DCI/SP – 03/06/2014))


O preço bruto do leite pago ao produtor (inclui frete e impostos) teve alta de 1,92% em maio, passando para R$ 1,1046/litro na “média Brasil”(que pondera o volume captado nos estados de BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), segundo pesquisas do Centro de Estudos Avançadosem Economia Aplicada (Cepea). A média de maio superou em 5,9% à do mesmo mês de 2013, em temos reais (valores deflacionados IPCA de abril/14). O preço líquido médio (sem frete em impostos) foi de R$ 1,0203/litro em maio, alta de 2,08% frente a abril/14. O aumento no preço médio nacional em maio foi influenciado pela valorização no Sul do País, principalmente no Paraná, e em São Paulo. Essa alta no preço, que é típica da entressafra, por conta da menor produção de leite,não deve se sustentar nos próximos meses, segundo expectativas de agentes do mercado consultados pelo Cepea. Segundo indústrias e cooperativas, em muitos estados, a demanda pela matéria-prima se desaqueceu, devido às elevadas cotações dos derivados no atacado e no varejo. De fato, em maio, o Cepea observou queda nos preços dos derivados, o que pode estreitar a margem da indústria, que tem registrado aumento nos preços da matéria-prima desde março/14 –nesses três últimos meses, o preço bruto do leite acumula aumento de 11,1%. De acordo com levantamento do Cepea, 49,6% dos agentes entrevistados (que representam 50,8% do volume amostrado) acreditam em queda nas cotações em junho. Outros 31,2% (que respondem por 30,6% do leite amostrado) esperam estabilidade, enquanto apenas 19,2% (que representam 18,7% do leite) têm expectativa de alta para o próximo mês. (Jornal DCI/SP – 03/06/2014) ((Jornal DCI/SP – 03/06/2014))

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Suplementação garante produção de leite no período da seca

Neste período de seca, que se estende de maio a outubro, o rebanho bovino sofre com a escassez do capim nas pastagens. E para manter a produção leiteira, o produtor deve adotar a prática do planejamen...((Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014))


Neste período de seca, que se estende de maio a outubro, o rebanho bovino sofre com a escassez do capim nas pastagens. E para manter a produção leiteira, o produtor deve adotar a prática do planejamento estratégico na complementação alimentar dos animais. Neste contexto, o zootecnista da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Sílvio Reynaldo de Oliveira, indica algumas práticas viáveis para reforçar a alimentação do gado leiteiro. De acordo com Oliveira, a pastagem é a forma econômica mais viável para a exploração alimentar do rebanho leiteiro no período das chuvas, onde as gramíneas dos gêneros Brachiaria e Panicum são as mais indicadas para o clima tocantinense. Os dois gêneros em condições de bom desenvolvimento oferecem praticamente todos os nutrientes necessários à produção de leite. Já no período de seca, onde as gramíneas perdem muito o seu valor nutritivo, as práticas de complementação e suplementação animal seguem um padrão adequado e adaptado ao clima regional. “Neste sistema, a alimentação é reforçada com proteínas, sais minerais e substratos proteicos, garantindo uma produção leiteira continuada do rebanho bovino. Neste período, é necessário que o produtor tenha estratégia de suplementação para evitar perdas na produção e ainda buscar rentabilidade na entressafra”, argumentou o zootecnista. Segundo Oliveira, os produtos mais adequados para o uso na alimentação do rebanho leiteiro é a cana-de-açúcar com a ureia. “A relação entre estes dois produtos resulta numa relação custo benefício mais atraente, pois é alto o aproveitamento para o rebanho, garantindo mais lucro na produção leiteira”, disse. A Seagro lembra ainda que o capim deve ser explorado racionalmente no período de chuva, fornecendo todos os nutrientes necessários a uma boa produção de leite. “Mas é necessário que se faça um manejo adequado do capim de tal forma que possibilite um “stand” (matéria seca) para ser usado no período da seca”, reforçou, acrescentando que a utilização do “feno em pé”, associado à ureia permite a manutenção do plantel leiteiro no período de entressafra. (Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014) ((Portal do Agronegócio/MG – 03/06/2014))

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Transportadores terão cursos

Uma das primeiras ações do Instituto Gaúcho do Leite (IGL) poderá ser o treinamento anual dos transportadores e a criação de uma carteira comprovando a habilitação para a função, que seria obrigatória...((Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014))


Uma das primeiras ações do Instituto Gaúcho do Leite (IGL) poderá ser o treinamento anual dos transportadores e a criação de uma carteira comprovando a habilitação para a função, que seria obrigatória. O objetivo, explica o presidente Gilberto Piccinini, é eliminar a figura do atravessador que compra leite, vinculando o transportador ao laticínio. Ontem, a Casa Civil aprovou convênio do IGL com a Secretaria da Agricultura, que autoriza a arrecadação de fundos para a entidade. A formalização deverá ocorrer nos próximos dias. (Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014) ((Jornal Correio do Povo/RS – 03/06/2014))

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