Notícias do Agronegócio - boletim Nº 189 - 16/07/2014
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Entre os dias 21 e 25 de julho a ABCZ promove em Uberaba/MG, a 68ª edição do Curso de Noções em Morfologia e Julgamento de Zebuínos que é aberto para criadores, profissionais de Ciências Agrárias e es...((Portal Página Rural/RS – 15/07/2014))
Entre os dias 21 e 25 de julho a ABCZ promove em Uberaba/MG, a 68ª edição do Curso de Noções em Morfologia e Julgamento de Zebuínos que é aberto para criadores, profissionais de Ciências Agrárias e estudantes do Brasil e de outros países. Durante o curso são realizadas aulas teóricas, que apresentam a estrutura da ABCZ, temas inerentes à seleção visual das raças zebuínas e o trabalho de melhoramento genético, além de aulas práticas sobre padrão racial, anatomia e morfologia de zebuínos. O Curso de Julgamento das Raças Zebuínas, que é coordenado pela Superintendência Técnica Adjunta de Julgamento, estimula o aprimoramento técnico e a ampliação do conhecimento entre os profissionais das áreas das Ciências Agrárias, (Agronomia, Veterinária e Zootecnia), que atuam nos criatórios de raças zebuínas e pretendem trabalhar como jurados das raças zebuínas. (Portal Página Rural/RS – 15/07/2014) ((Portal Página Rural/RS – 15/07/2014))
topoMesmo depois de a Câmara de Arbitragem do Mercado, ligada à BMF&Bovespa, ter barrado a intenção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de vender sua participação de 21,8% no f...((Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 16/07/2014))
Mesmo depois de a Câmara de Arbitragem do Mercado, ligada à BMF&Bovespa, ter barrado a intenção do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de vender sua participação de 21,8% no frigorífico Independência, a instituição continuará tentando, junto à própria bolsa, abrir mão de ser sócio da empresa - que, em meio a dificuldades financeiras, acertou a venda de seus ativos para a JBS no início de 2013. (Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 16/07/2014) ((Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 16/07/2014))
topoA Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul, realizada no dia 14 apontou alta de R$ 0,03 no preço pago pelo quilo do suíno vivo ao produtor independente no Esta...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
A Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul, realizada no dia 14 apontou alta de R$ 0,03 no preço pago pelo quilo do suíno vivo ao produtor independente no Estado gaúcho, em relação a última semana, ficando em R$ 3,64. O valor da saca de 60 quilos do milho ficou em R$ 24,60 (anterior R$ 25,10) e o farelo de soja ficou em R$ 1.046,25 para pagamento à vista (anterior R$ 1.061,25) e em R$ 1.053,75 com 30 dias de prazo (anterior R$ 1.067,50). Agroindústrias e cooperativas O preço médio do suíno agroindustrial (integrado) ficou em R$ 2,92. As agroindústrias e cooperativas apresentaram as seguintes cotações: Cotrel R$ 3,00; Cosuel/Dália Alimentos R$ 2,91; Cotrijuí R$ 2,85; Cooperativa Languiru R$ 2,90; Cooperativa Majestade R$ 2,90; Ouro do Sul R$ 3,10; Alibem R$ 2,90; BRF R$ 2,90; JBS R$ 2,90; e Pamplona R$ 2,90. (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014) ((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
topoSe eu fosse um negociador americano, não faria pouco caso da cúpula, vendo-a como banana antiocidental Meu colega da Folha Clóvis Rossi observou recentemente que meus colegas do Council on Foreign Rel...((Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 16/07/2014))
Se eu fosse um negociador americano, não faria pouco caso da cúpula, vendo-a como banana antiocidental Meu colega da Folha Clóvis Rossi observou recentemente que meus colegas do Council on Foreign Relations ignoraram a cúpula desta semana dos Brics quando montaram o "Calendário de Eventos Mundiais" de julho. Quer tenha sido descuido editorial ou omissão consciente, é verdade que as cúpulas dos Brics e Brics-Unasul mal são registradas pelo radar de Washington. Compartilho a previsão dos céticos de que é bem provável que as reuniões produzam mais simbolismo que substância. O ditado segundo o qual o simples comparecimento de um chefe de Estado de peso já é por si só o propósito realizável não chega a demonstrar o peso político/diplomático dos Brics (nem de qualquer outra cúpula regional, na realidade). E quem pode discordar das observações de cautela em relação ao banco e fundo de estabilização dos Brics? O banco vai levar tempo para tornar-se operacional, e ainda há muitas perguntas sem resposta sobre seus critérios de concessão de crédito e pagamento, transparência e elegibilidade. O financiamento dos Brics (leia-se: principalmente da China) à infraestrutura no mundo em desenvolvimento vai exigir condições ambientais de obras potenciais? Nenhum grau de irritação com o sistema de cotas do FMI ou a condicionalidade do Banco Mundial deve justificar a concessão de empréstimos que desrespeitem o ambiente em nome do desenvolvimento. O olhar atento que as ONGs ambientais impuseram aos empréstimos concedidos por bancos multilaterais tradicionais vai agora, certamente e justificavelmente, estender-se para o banco dos Brics. Outro argumento comum contra a relevância dos Brics é que Washington, Bruxelas, Paris, Londres e Berlim sempre estarão preocupadas com outras questões de segurança global para as quais necessitam da cooperação das potências emergentes, mas duvidam que a consigam. Além disso, argumentam os céticos, as relações bilaterais entre cada membro dos Brics e Washington ou a Europa vão dominar em termos econômicos, políticos e geopolíticos no curto e médio prazo. Mesmo assim, os pensadores estratégicos da comunidade do Atlântico Norte hoje preocupados com o Irã, a Ucrânia, Israel, a faixa de Gaza e o mar do sul da China podem prestar atenção por um instante. Eles deveriam se perguntar o que significa o fato de que Xi Jinping e Vladimir Putin hoje se sentem confiantes o suficiente não apenas para prometer benesses financeiras --isso nós já ouvimos antes--, mas também para dar a entender que existem laços "políticos" mais profundos com os sul-americanos que participam da cúpula desta quarta-feira (16) em Brasília. Washington, especialmente, deveria tomar nota: não são apenas Cuba, Venezuela e os outros países da Alba que estão diversificando seus portfólios comerciais, de investimentos e "políticos". A tendência de longo prazo de autonomia na política externa latino-americana e de hibridez nos modelos econômicos latino-americanos (nem ortodoxia do livre mercado nem capitalismo de Estado ou socialismo de Estado) desafia os Estados Unidos em termos não apenas históricos. Laços econômicos, geográficos e humanos interligam estreitamente a região e os EUA, é certo. Mas, se eu fosse um dos americanos que precisam reunir votos no Conselho de Segurança da ONU, no FMI ou no Banco Mundial ou tivesse que montar uma coalizão para negociações climáticas exitosas, por exemplo, eu não me apressaria a fazer pouco caso das cúpulas dos Brics desta semana, enxergando-as como simples "banana" antiocidental simbólica. (Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 16/07/2014) ((Jornal Folha de S. Paulo, Mundo/SP – 16/07/2014))
topoO PIB (soma de toda a renda gerada no País) do primeiro trimestre de 2014 foi assunto de muita discussão. Cresceu apenas 0,2% ante o trimestre anterior, trazendo preocupações, devido, principalmente, ...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
O PIB (soma de toda a renda gerada no País) do primeiro trimestre de 2014 foi assunto de muita discussão. Cresceu apenas 0,2% ante o trimestre anterior, trazendo preocupações, devido, principalmente, as quedas no consumo das famílias, da indústria e dos investimentos. As previsões de crescimento em 2014 estão sendo revistas para baixo, variando entre 0,8% e 1,90%, com mediana de 1,30%. Trata-se de crescimento muito inferior ao desejado e abaixo do previsto para outros países, tanto desenvolvidos como emergentes. Mais uma vez, o agro impediu que o crescimento do PIB brasileiro fosse ainda mais desastroso. No primeiro trimestre, a agro cresceu 3,6% em relação ao trimestre anterior, graças, dentre outras, às safras de soja, arroz, feijão e algodão. Outros setores positivos foram produção de eletricidade, gás e água (1,4%), intermediação financeira, previdência complementar (1,2%), atividades imobiliárias e aluguel (0,9%), transporte, armazenagem e correio (0,8%) e indústria extrativa mineral (0,5%). Os serviços, setor de maior peso na economia, cresceram apenas 0,4%. A construção civil apresentou queda de 2,3%, a taxa de investimento foi de -2,1%, a indústria de transformação -0,8%, e o consumo das famílias -0,1%. Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, o agro cresceu 4,8%, enquanto o PIB total foi de 2,5%. O bom desempenho do agro não está sendo suficiente para evitar o pífio crescimento do PIB do Brasil. Considerando a variação no primeiro trimestre de 2014 em relação ao primeiro trimestre de 2013, o PIB brasileiro cresceu 1,9%, abaixo da China (7,4%), Peru (4,8%), Coreia do Sul (4,0%), Grã-Bretanha (3,1%), Japão (3,0%), Chile (2,6%), Estados Unidos (2,3%) e Alemanha (2,3%). O Brasil só superou o México (1,8%), África do Sul (1,6%), Portugal (1,2%), Rússia ( 0,9%), França (0,8%), Espanha (0,6%) e Itália (-0,5%). As perspectivas não são animadoras para 2014. Certamente não será repetido o resultado de crescimento observado em 2013, de 2,5%, com o agro crescendo 7,3%. Mesmo com a estimativa do agro apresentar bom desempenho em 2014, não será suficiente para evitar que a economia brasileira cresça menos que seus principais competidores. O Brasil continuará a apresentar baixa eficiência e capacidade produtiva. O agro deve continuar sendo o setor mais competitivo da economia brasileira, representando mais de 20% do PIB (cerca de 1 trilhão de reais) e com 41% das exportações e 25 a 30 milhões de pessoas trabalhando (cerca de 30% da população economicamente ativa). A produção de grãos deve atingir 191 milhões de toneladas em 2014, mantendo taxa de crescimento de 4% ao ano. A expectativa é de que, no próximo trimestre, o agro mantenha a tendência crescente devido ao término da colheita da safra de verão e início da colheita da segunda safra e de algodão. (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014) ((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
topoO montante, distribuído entre cerca de 1,9 milhão de contratos feitos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), superou em 6,1% o total disponibilizado inicialmente pe...((Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2014))
O montante, distribuído entre cerca de 1,9 milhão de contratos feitos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), superou em 6,1% o total disponibilizado inicialmente pelo governo. Conforme o MDA, R$ 3,3 bilhões do total liberado foram financiados por mulheres, que representaram mais de 500 mil contratos. (Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2014) ((Portal do Agronegócio/MG – 15/07/2014))
topoSoldado Sampaio (PCdoB) diz ter havido quebra de acordo entre bancadas. Governador deve discutir pontos prejudiciais com produtores. A aprovação da Lei de Terras pela Assembleia Legislativa de Roraima...((Portal G1/RJ – 15/07/2014))
Soldado Sampaio (PCdoB) diz ter havido quebra de acordo entre bancadas. Governador deve discutir pontos prejudiciais com produtores. A aprovação da Lei de Terras pela Assembleia Legislativa de Roraima, no último final de semana, rendeu discussão entre deputados da oposição e governistas na sessão ordinária desta terça-feira (15). A lei trata da regularização fundiária no estado. Para o deputado Soldado Sampaio (PC do B), a matéria foi aprovada às escuras após quebra de acordo entre as duas bancadas. O texto foi acatado por unanimidade na última sexta-feira (11) em sessão extraordinária e a lei foi sancionada pelo governo estadual nesta segunda-feira (14). O líder do governo na Assembleia, Zé Reinaldo (PSBD), disse que a proposta estava pronta para ser submetida à votação no plenário nesta terça, o que não ocorreu. Sampaio disse que foi testemunha de um acordo entre a oposição e a situação na reunião da Comissão Especial da Lei de Terras na quinta-feira (10), em que foi aprovado o parecer do relator. "Mas, como ainda tinha mudanças a acrescentar e alterações no texto da redação, tudo seria recepcionado em plenário hoje (terça). Fomos surpreendidos com uma sessão extraordinária que aprovou subitamente a lei", assegurou. De acordo com ele, o pacto foi feito entre o líder do governo [Zé Reinaldo] com a bancada de oposição e líderes de movimentos sociais que teriam sido ouvidos apenas pelo governo estadual. "O acordo foi quebrado a partir do momento em que não se discutiu a lei como deveria, e não foram incluídas pautas dos movimento sociais. Nos sentimos traídos", ressaltou Sampaio. Situação rebate A deputada governista Aurelina Medeiros (PSDB) afirmou em plenário haver deputados querendo desacreditar o parlamento após a aprovação da Lei de Terras. Ela considerou ainda que a matéria foi um das propostas mais discutidas na Assembleia. "Ele foi retirada [de pauta] quatro vezes para se discutir com os movimentos sociais. Abrimos discussão com a classe produtiva, e não foi apenas uma vez. Todas as emendas possíveis foram incluídas. O projeto tramitou na Casa Legislativa por quase um ano. A lei tem de existir para a coletividade", esclareceu. Segundo Aurelina, alguns parlamentares achavam que, durante a análise do projeto, se estava fazendo uma lei para tirar a culpa de alguém e possíveis erros de regularização fundiária. A deputada declarou que essa situação é improcedente, e não será a lei da Assembleia que corrigirá o fato jurídico imperfeito. "Quem errou, que pague pelos seus erros. O outro é achar que a Lei de Terras está destinando áreas a alguém. Mas não é. O projeto normatiza e regulariza a posse. A oposição afirma que houve acordo para abrir novas discussões, mas não é verdade. Sempre há um movimento da oposição no sentido de depreciar a imagem de demais deputados", concluiu. MST afirma que foi prejudicado A representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Carla Cristina Rocha, disse nesta segunda-feira que a Lei teve correções que vão prejudicar o processo de agricultura familiar e a reforma agrária de produtores do estado. "Esperávamos que a aprovação ocorresse nesta terça, mas eles se acovardaram e fizeram na sexta. O que precisamos é alinhar o processo, afinal teve muitas famílias que perderam suas terras e a Lei não comporta essas mudanças", analisou. Para tentar uma discussão com o MST, o governador Chico Rodrigues (PSB) se comprometeu a receber uma comissão para discutir os possíveis pontos que prejudicam os produtores. (Portal G1/RJ – 15/07/2014) ((Portal G1/RJ – 15/07/2014))
topoCeará, Santa Catarina e Pará tiveram áreas declaradas como terras de quilombos. Confira a lista. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) publicou portaria no Diário Oficial da Un...((Portal Brasil/DF – 15/07/2014))
Ceará, Santa Catarina e Pará tiveram áreas declaradas como terras de quilombos. Confira a lista. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) publicou portaria no Diário Oficial da União desta terça-feira (15), reconhecendo como terras das comunidades remanescentes de quilombos áreas de três estados brasileiros. No Ceará, na cidade de Croatá e Ipueiras, o Instituto reconheceu uma área de mais de 2.9 mil hectares como terra da comunidade Três Irmãos. Já em Treze de Maio (SC) uma área de 30 ha passou a ser da comunidade Família Thomaz. Capitão Poço, cidade do estado do Pará, também teve uma área de 618 ha declarada como terra da comunidade remanescente de quilombos Narcisa. O processo de reconhecimento de uma terra para os quilombos é considerado por representantes do governo e de movimentos sociais uma das principais medidas de resgate cultural e de autossuficiência dessas famílias que dependem, basicamente, de atividades econômicas agrícolas e de pesca e artesanato. Como funciona Para que seja feito o reconhecimento e titulação da terra, a própria comunidade abre o processo em uma superintendência do Incra em qualquer unidade federativa. A partir desse pedido, técnicos do órgão começam um estudo da área e divulgam um relatório que pode ser questionado por outras partes interessadas. O processo não tem prazo de conclusão, mas técnicos do instituto reconhecem que é um processo moroso e complexo. De acordo com estimativas do órgão, existem entre 2,5 mil e 3 mil comunidades quilombolas no País. (Portal Brasil/DF – 15/07/2014) ((Portal Brasil/DF – 15/07/2014))
topoA Katayama Pecuária programou um evento especial para comemorar os seus 15 anos de melhoramento genético, trabalho desenvolvido através do Programa Katayama de Genética Avaliada (PKGA), sob a chancela...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
A Katayama Pecuária programou um evento especial para comemorar os seus 15 anos de melhoramento genético, trabalho desenvolvido através do Programa Katayama de Genética Avaliada (PKGA), sob a chancela do Programa de Melhoramento Genético da Raça Nelore (PMGRN) da ANCP e DeltaGen. Neste respaldo de profissionalismo, a Katayama Pecuária programou um leilão especial com 400 touros Nelore KA hoje (quinta-feira), na Estância Cachoeirinha (Guararapes, SP) e inclui lotes de reprodutores jovens com 20 a 24 meses, avaliados em condições de pasto, oriundos do programa de melhoramento genético da Katayama (PKGA). A Katayama utiliza a ferramenta do ultrassom de carcaça para identificar touros superiores em musculatura e acabamento e que irão disseminar essa genética dentro do rebanho. Desta forma, no PKGA é possível trabalhar com a certificação de que cada safra é superior à anterior no ponto de vista genético e produtivo. “Selecionamos touros realmente diferenciados para o nosso 15º leilão. São machos que representam o nosso vitorioso programa de melhoramento genético, cujo sucesso é comprovado pelo resultado excepcional dos nossos reprodutores em propriedades de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Rondônia e Pará. A cada ano, nossa genética expande suas fronteiras e comprova ganhos econômicos na pecuária brasileira”, ressalta Gilson Katayama, titular da marca KA. Qualidade genética - A programação do 15º Leilão Katayama começará no dia 15 de agosto, quando na véspera do evento, os lotes de touros já estarão à disposição para anotações. Na manhã do dia 16 de agosto, este trabalho terá continuidade com a apresentação das informações necessárias sobre as características de qualidade genética dos animais colocados à venda. O leilão também destacará touros PINT-KA, que são excelentes animais com méritos genéticos para de destacarem como futuros touros de central, além de destaque em raça, aprumos e todas as demais características que conferem funcionalidade em curto prazo (qualidade seminal) e longo prazo (adaptabilidade). O Índice KA é composto ainda por ponderações das características mais importantes do ponto de vista econômico, sendo: perímetro escrotal, probabilidade de prenhez precoce, longevidade reprodutiva (stayability), peso a desmama, ganho de peso pós desmama, área de olho de lombo (musculosidade) e acabamento mensurados por ultrassonografia. Desta vez o leilão acontecerá em apenas um dia e não em duas etapas, como anteriormente. O leilão virtual foi incorporado ao presencial, conferindo maior e melhor oferta dos lotes selecionados em um único evento de peso e credibilidade. Mais informações sobre o 15º Leilão Katayama podem ser obtidas no site www.katayama.com.br, e-mail: katayama@katayama.com.br ou pelo telefone (18) 3606-9000. A partir do dia 5 de agosto, o catálogo completo e a filmagem dos lotes à venda estarão disponíveis e poderão ser acessados pelo site da Katayama e da Central Leilões. (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014) ((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
topoHélio Cunha Peixoto forra pista com animais Nelore, Guzerá e bezerros de corte Durante a 45ª Exposição Agropecuária de Almenara, MG, o criador Hélio da Cunha Peixoto, da Fazenda Ondina Rancho Alegre, ...((Portal DBO/SP – 15/07/2014))
Hélio Cunha Peixoto forra pista com animais Nelore, Guzerá e bezerros de corte Durante a 45ª Exposição Agropecuária de Almenara, MG, o criador Hélio da Cunha Peixoto, da Fazenda Ondina Rancho Alegre, promoveu o Leilão Virtual Seleção das Raças, no dia 10 de junho, colocando a venda reprodutores Nelore e Guzerá, aspirações e gado geral por R$ 253.740. O Nelore dominou as vendas, com 11 touros por R$ 65.340, média de R$ 5.940, e uma aspiração de matriz por R$ 7.560. No Guzerá, quatro machos saíram por R$ 19.220, média R$ 4.805. Também foram comercializados 168 bezerros de corte por R$ 161.620, média de R$ 962. A condução dos trabalhos foi feita pelo leiloeiro Éder Benite, Catatau, com captação em 20 parcelas para animais PO e à vista para gado de corte. A organização foi da Terra Leilões e a transmissão do Agrocanal (Portal DBO/SP – 15/07/2014) ((Portal DBO/SP – 15/07/2014))
topoNa noite de ontem, 14 de julho, a Asa Agropecuária, de Haroldo Amorim, promoveu o seu 10º Leilão de Nelore, no tatersal do Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá, MA. A oferta fez p...((Portal DBO/SP – 15/07/2014))
Na noite de ontem, 14 de julho, a Asa Agropecuária, de Haroldo Amorim, promoveu o seu 10º Leilão de Nelore, no tatersal do Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá, MA. A oferta fez parte da programação da 28ª Expoama e comercializou reprodutores PO e gado de corte por R$ 541.600. Os touros Nelore saíram em 60 lotes por R$ 450.000, média de R$ 7.500, valor equivalente a 70,7 arrobas de boi gordo para pagamento à vista na praça de Marabá (R$ 106/@). O maior lance foi dado por Miguel Correia, da Fazenda Escorpião, que arrematou um dos reprodutores por R$ 16.800. As 64 cabeças de gado geral movimentaram R$ 91.600, média de R$ 1.431. O evento foi conduzido pelo leiloeiro Eduardo Gomes e teve organização da JC Leilões. Os pagamentos foram distribuídos em 24 parcelas. (Portal DBO/SP – 15/07/2014) ((Portal DBO/SP – 15/07/2014))
topoAs novidades do setor lácteo e os avanços genéticos do rebanho bovino leiteiro nacional serão apresentados até o dia 20 de julho, na Megaleite 2014. A feira começou domingo (dia 13), no Parque Fernand...((Portal Jornal de Uberava/MG – 15/07/2014))
As novidades do setor lácteo e os avanços genéticos do rebanho bovino leiteiro nacional serão apresentados até o dia 20 de julho, na Megaleite 2014. A feira começou domingo (dia 13), no Parque Fernando Costa, em Uberaba, e será aberta oficialmente hoje, a partir das 8h, com a presença do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, do prefeito de Uberaba, Paulo Piau, e diversas outras autoridades e representantes do setor pecuário. A solenidade será no Palanque Oficial do Parque Fernando Costa. Haverá a entrega do Mérito Girolando a oito personalidades do setor, dentre elas o ministro Neri Geller e a senadora Kátia Abreu, e da homenagem dos 25 anos da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando a mais de 50 entidades, criadores e empresas que contribuíram para o avanço da pecuária leiteira. Logo após a abertura oficial lideranças do setor e representantes do Mapa e da Organização das Cooperativas do Brasil participarão do Fórum de Debates sobre o tema: “Perspectivas da Cadeia Produtiva do Leite”. A mesa de debates será presidida pelo deputado federal Junji Abe, que é presidente da Subcomissão do Leite da Câmara dos Deputados. Os demais debatedores serão: Cenyldes Moura Vieira (presidente da Calu), Vicente Nogueira (presidente da Comissão de Leite da OCB), Rodrigo Sant Anna Alvin (presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados do Mapa), Paulo do Carmo Martins (chefe Geral da Embrapa Gado de Leite), Marcel Scalon Cerchi (Laticínios Scala) e Ronan Salgueiro (diretor da Girolando). Novo recorde - A programação do evento foi aberta no domingo, com a disputa do 25º Torneio Leiteiro da raça Girolando, que está sendo disputado por 20 fêmeas. Logo nas três primeiras ordenhas já foi registrada uma produção de 115 quilos de leite, considerado um recorde para a raça. A recordista é a fêmea ¾ sangue, Indiana Canvas 2R, do criador Delcio Vieira Tannus Filho. As raças gir leiteiro, guzerá, sindi e indubrasil iniciaram seus torneios leiteiros ontem. Mostras Feiras. A Megaleite 2014 sedia a 25ª Exposição Nacional de Girolando ”Jubileu de Prata”, a 16ª Exposição Nacional do Gir Leiteiro, a 4ª Exposição Interestadual de Gado Holandês, a Exposição Ranqueada e Torneio Leiteiro da Raça Guzerá, a Mostra Especial e Torneio Leiteiro da Raça Sindi e a Mostra Especial e Torneio Leiteiro da Raça Indubrasil. (Portal Jornal de Uberava/MG – 15/07/2014) ((Portal Jornal de Uberava/MG – 15/07/2014))
topoO grande esforço da Merck & Co. para relançar um suplemento para gado retirado do mercado americano no ano passado está encontrando resistência nos principais processadores de carne bovina do país. Du...((Jornal Valor Econômico, The Wall/SP – 16/07/2014))
O grande esforço da Merck & Co. para relançar um suplemento para gado retirado do mercado americano no ano passado está encontrando resistência nos principais processadores de carne bovina do país. Durante meses, a Merck, que fora dos Estados Unidos é conhecida como Merck, Sharp & Dohme (MSD), vem se preparando para conduzir um estudo em larga escala nos próximos meses para demonstrar a segurança do medicamento Zilmax. O aditivo alimentar era usado amplamente para aumentar o peso do gado americano antes de a MSD suspender suas vendas em agosto de 2013 em função de suspeitas na indústria da carne de que a droga provoca problemas motores nos animais. A empresa farmacêutica informou que quer testar o Zilmax em cerca de 250.000 animais, no que, segundo a MSD, seria o maior estudo controlado extensivo e aleatório já feito em qualquer suplemento nutricional para gado. Os animais envolvidos representariam menos de 1% do gado abatido nos EUA, mas estão avaliados em cerca de US$ 500 milhões pelos preços atuais, produzindo cerca de 100 milhões de quilos de carne bovina. A MSD, no entanto, adiou os planos para iniciar a avaliação de campo em função da preocupação da Cargill Inc., JBS SA e outras processadoras de carne em relação ao bem-estar dos animais, assim como a relutância de alguns processadores em comercializar a carne bovina que seria produzida durante o estudo, segundo pessoas a par do assunto. A MSD confirmou que o estudo encontrou obstáculos. "Está demorando mais do que previmos", diz David Yates, gerente da MSD que ajudou a projetar o estudo. Ele não quis discutir detalhes das negociações com os processadores, mas assegurou: "Continuamos a trabalhar no processo para ter certeza de que nos alinhamos com todos os interessados." A pesquisa requer o apoio dos operadores de confinamentos, que engordam o gado para o abate, e das processadoras, que compram e processam a carne em bifes e carne moída. Os três principais processadores nos EUA - Tyson Foods Inc., a brasileira JBS e a Cargill - são responsáveis por cerca de 60% da produção total, de acordo com estimativas da indústria. A JBS também opera um dos maiores confinamentos do mundo nos EUA. Yates não disse para quando o teste do Zilmax será remarcado. O remédio foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), a agência americana responsável pela fiscalização de alimentos e medicamentos, em 2006, e cerca de 25 milhões de animais usaram a droga antes da MSD suspender as vendas nos EUA e Canadá. Nos EUA, a decisão foi tomada depois de a Tyson, a maior processadora de carne do país em vendas, ter informado aos fornecedores de bois que iria suspender suas compras de animais alimentados com a droga porque havia observado problemas ambulatoriais no gado. Especialistas em saúde animal na indústria da carne relataram, em meados do ano passado, que alguns animais chegavam para o abate mostrando sinais incomuns de perturbação, com alguns andando rigidamente e outros sem conseguir se mover. A FDA considera a carne de animais alimentados com Zilmax segura para consumo humano. A Tyson não quis comentar sobre o novo teste proposto pela MSD. Mas um porta-voz disse que a posição da empresa em não comprar animais alimentados com Zilmax "não mudou". Zilmax, ou zilpaterol, é um beta-gonista, uma classe de drogas originalmente criadas para tratar de asma em humanos. O concorrente Optaflexx, produzido pela Eli Lilly & Co., é feito a partir de um beta-agonista diferente, a ractopamina, considerada menos potente. No Brasil, a comercialização do Zilmax teve vida curta. Ele foi liberado para comercialização pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em junho de 2012. Ele começou a ser produzido pela MSD Saúde Animal, braço brasileiro da Merck. Mas, em novembro de 2012, a venda do Zilmax e de outros beta-agonistas foi suspensa pelo próprio Ministério, e o produto retirado das prateleiras, de acordo com a assessoria de imprensa da MSD. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que não é contrária a novas tecnologias que tragam eficiência à produção, mas hoje 60% das exportações brasileiras de carne bovina vão para mercados que não aceitam o uso de beta-agonistas na produção de carne. Segundo dados da Abiec, em 2013, o Brasil exportou 1,5 milhão de toneladas de carne bovina, gerando receitas de US$ 6,6 bilhões. O Brasil tem hoje 208 milhões de cabeças de gado, dos quais apenas 9%, ou 4 milhões, são criados em confinamentos. Os confinamentos misturam o aditivo na ração animal durante as últimas semanas antes do abate para promover o desenvolvimento da massa muscular ao invés de gordura. O Zilmax pode adicionar cerca de 2% - ou de 10 a 15 kg - ao peso final do animal. Os confinadores adotaram amplamente o uso de suplementos nos últimos dez anos à medida que os preços do milho, o principal ingrediente da ração animal, atingiram recordes de alta. Mas nos últimos 12 meses, os preços dos grãos caíram fortemente graças à safras volumosas. Cerca de 70% do gado americano vendido para abatedouros eram alimentados com Zilmax ou com Optaflexx quando a MSD cancelou seu produto, segundo a farmacêutica. As vendas do Zilmax nos EUA e Canadá alcançaram US$ 159 milhões em 2012. Pessoas próximas aos processadores dizem que as empresas estão preocupadas com a exposição do gado a danos durante o teste. Uma porta-voz da Burger King Worldwide Inc. disse que a rede de lanchonetes "irá avaliar cuidadosamente esse produto antes de tomar qualquer decisão sobre seu uso futuro". As processadoras poderiam vender a carne dos animais usados no teste no exterior mas são poucas as opções. Muitos mercados, como China, Rússia e União Europeia, também proibiram o Zilmax. Alguns pecuaristas desistiram de usar essas drogas. "Existe uma vantagem definitiva no uso dos beta-agonistas nos confinamentos", diz John Nalivka, presidente da Sterling Marketing, uma consultoria agrícola. "Mas você tem que refletir: O benefício [no volume maior de carne] supera o custo da opinião pública? Acho que a equação esta aí." (Jornal Valor Econômico, The Wall/SP – 16/07/2014) ((Jornal Valor Econômico, The Wall/SP – 16/07/2014))
topoRelatório de duas organizações internacionais mostra que a produção de gado e de biocombustível vai aumentar, relativamente à produção de cereais, na próxima década em todo o mundo. No documento Persp...((Jornal DCI/SP – 16/07/2014))
Relatório de duas organizações internacionais mostra que a produção de gado e de biocombustível vai aumentar, relativamente à produção de cereais, na próxima década em todo o mundo. No documento Perspectivas Agrícolas 2014-2023, da Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OCDE) e do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a alteração do padrão na alimentação humana e a procura crescente de biocombustível vão levar à menor produção de cereais primários, como o trigo e o arroz. A atividade agrícola deverá voltar-se para a produção de cereais secundários, como aveia, milho, cevada e sorgo, e plantas oleaginosas, como soja e colza, para responder ao aumento da procura para alimentação e combustível. Apesar de os cereais continuarem a ser dominantes na dieta humana, o aumento do rendimento per capita, a urbanização e a alteração dos hábitos alimentares contribuem para uma mudança para dietas mais ricas em proteínas, gorduras e açúcares. Assim, "os preços dos cereais deverão baixar durante um ou dois anos, e depois se estabilizar em níveis superiores ao do período anterior a 2008". Em contrapartida, os preços da carne, dos laticínios e do peixe vão aumentar, mas em termos reais e em médio prazo, os preços dos cereais e produtos animais vão sofrer uma desaceleração, indica o relatório. A produção mundial de peixe vai beneficiar os países em desenvolvimento. Os elevados custos, em um contexto de procura estável, vão manter o preço do peixe acima da média histórica, impedindo um aumento do consumo do produto na próxima década. O aumento da produção vai ser garantido, sobretudo, pelos países em desenvolvimento na Ásia e América Latina. O continente americano "vai reforçar a posição como região exportadora, tanto em valor quanto em volume, enquanto a África e a Ásia deverão aumentar as importações para responder à procura". A aplicação de reformas - como a da Política Agrícola Comum (PAC) da União Europeia (UE) em 2013 e a Lei Agrícola nos Estados Unidos - permitiram melhor adaptação dos mercados às exigências da procura e da oferta, de acordo com o relatório. No levantamento, a FAO e a OCDE centraram a atenção na Índia, "o segundo país mais povoado do mundo, com o maior número de agricultores e de pessoas sem segurança alimentar". A nova Lei de Segurança Alimentar indiana é a iniciativa mais importante para o direito à alimentação aprovada até o momento no país. A legislação beneficia mais de 800 milhões de pessoas com cotas subsidiadas de cereais. (Jornal DCI/SP – 16/07/2014) ((Jornal DCI/SP – 16/07/2014))
topoEm meio ao clima de festa com a Copa do Mundo, o Brasil tem outro motivo para celebrar também fora dos gramados: o país se manteve na liderança do mercado de carne bovina mundial, ao bater novo record...((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
Em meio ao clima de festa com a Copa do Mundo, o Brasil tem outro motivo para celebrar também fora dos gramados: o país se manteve na liderança do mercado de carne bovina mundial, ao bater novo recorde de exportações para o primeiro semestre, atingindo um faturamento de US$ 3,404 bilhões e volume negociado de 762 mil toneladas. É o maior faturamento da história já registrado em um primeiro semestre. Os números são 13,3% (faturamento) e 12,7% (volume) superiores aos registrados no mesmo período do ano passado - faturamento de US$ 3,004 bilhões e volume exportado de 675,7 mil toneladas. O crescimento se deve especialmente pela demanda de Hong Kong e Rússia, que continuam liderando o ranking de mercados importadores de carne brasileira. "O Brasil também consolida sua posição como maior fornecedor no Norte da África, com crescimento expressivo nos mercados do Egito, Líbia e Argélia", explica o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne - ABIEC, Antônio Jorge Camardelli. "Nós também registramos resultados interessantes em mercados como Angola - que quase dobrou suas importações no período",complementa. Em relação ao mercado dos Estados Unidos, a queda de 15,38% no volume exportado em relação ao mesmo período do ano passado é um alerta para as indústrias indicando que as restrições devidas aos resíduos de ivermectinas no produto industrializado brasileiro continuam. No período, a carne in natura registrou um crescimento, tanto em volume quanto em faturamento, superior a 15%. Com as restrições no mercado americano, as exportações de industrializados tiveram queda de 2,51% no semestre. Se considerado apenas o mês de junho, destaque para os bons resultados do Líbano (128,8 % de aumento em faturamento e 126,9% de incremento em volume) e Líbia (faturamento 313% superior a junho de 2013 e aumento de 272% de aumento em volume). (Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014) ((Portal Rural Centro/MS – 16/07/2014))
topoOs interessados devem cadastrar currículo até o dia 21 deste mês, acessando o site www.veracel.com.br. Basta localizar a opção Trabalhe Conosco – Clique aqui e cadastre o seu currículo – Acesse Conheç...((Portal do Agronegócio/MG – 16/07/2014))
Os interessados devem cadastrar currículo até o dia 21 deste mês, acessando o site www.veracel.com.br. Basta localizar a opção Trabalhe Conosco – Clique aqui e cadastre o seu currículo – Acesse Conheça as nossas vagas – Clique no título e terá o acesso para candidatar-se. A candidatura à vaga só é possível após o cadastro das informações no site. (Portal do Agronegócio/MG – 16/07/2014) ((Portal do Agronegócio/MG – 16/07/2014))
topoA imunização dos cerca de 87 mil bovinos dos municípios de Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Orocó, Dormentes, Afrânio e Lagoa Grande, no Sertão pernambucano, superou a meta estabelecida pelo Minis...((Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014))
A imunização dos cerca de 87 mil bovinos dos municípios de Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Orocó, Dormentes, Afrânio e Lagoa Grande, no Sertão pernambucano, superou a meta estabelecida pelo Ministério da Agricultura que é de 90%. Na região quase 95% do rebanho recebeu a vacina contra a febre aftosa. De acordo com a chefe da unidade regional da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) em Petrolina, Maria do Carmo Freitas, este é um número positivo que ajuda na permanência de Pernambuco como zona livre da doença. O próximo passo é buscar os criadores que não realizaram a vacinação. "A gente está indo nas propriedades para saber o que houve com os animais não vacinados, se morreram ou se realmente não receberam a vacina", afirmou Maria do Carmo. A chefe da Adagro ressalta que alguns produtores podem ter perdido parte do rebanho, o que seria uma justificativa para ausências nesta campanha de vacinação contra a febre aftosa. Os criadores que não realizaram a imunização contra a doença deverão pagar multa que varia de R$ 60 a R$ 1,5 mil a depender a reincidência. "Além da multa, quem deixou de vacinar deverá ter a autorização da Adagro para comprar a vacina, já que o período da campanha já foi encerrado e comunicar o dia da vacinação para que os técnicos da agência possam assistir ao procedimento", explicou Maria do Carmo Freitas. Segundo a Adagro, a região faz a cada campanha este percentual de 95% de rebanho imunizado. Em 2013, este índice superou e chegou a 97% de imunização. A próxima etapa de imunização acontecerá em novembro. (Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014) ((Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014))
topoO curso de habilitação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (Pncebt) recebe inscrições até 31 de julho, pela internet. Iniciativa do Ministério da Agricu...((Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014))
O curso de habilitação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (Pncebt) recebe inscrições até 31 de julho, pela internet. Iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o programa visa à formação de profissionais capazes de contribuir para baixar a perseverança e a incidência de novos casos de brucelose e de tuberculose, além de criar número significativo de propriedades certificadas, ou seja, aquelas que seguem critérios internacionais de produção, com respeito às normas ambientais e trabalhistas, que oferecem ao consumidor produtos de baixo risco sanitário. Contando com 40 horas teóricas e práticas, o curso será realizado de 8 a 12 de setembro, das 8h às 18h, no Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Escola de Veterinária da Ufmg. Mais informações no Centro de Extensão da unidade, pelos telefones (31) 3409-2052 e 3409-2049 ou pelo e-mail cenexev@gmail.com . PROGRAMAÇÃO Segunda-feira, 8 de setembro 8h às 9h - Noções sobre Pncebt 9h às 12h - Métodos e Diagnósticos 14h às 17h - Epidemiologia, Diagnóstico e Controle da Tuberculose Animal Terça-feira, 9 de setembro 8h às 12h - Epidemiologia, Diagnóstico e Controle da Brucelose Animal 13h às 17h30 - Aula Prática de Tuberculose Quarta-feira, 10 de setembro 8h às 12h - Aula Prática de Brucelose 13h30 às 18h - Aula Teórica e Prática de Encefalite Espongiforme Bovina Quinta-feira, 11 de setembto 8h às 12h - Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Controle Animal 14h às 18h - Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Controle Animal Sexta-feira, 12 de setembro 7h às 12h - Aula Prática de Tuberculose Animal e Discussão de Resultados 12h às 16h - Avaliação Prática e Teórica. (Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014) ((Portal Boi Pesado/SC – 15/07/2014))
topoConforme a entidade, o crescimento se deve especialmente pela demanda de Hong Kong e Rússia O Brasil exportou 762 mil toneladas de carne bovina no primeiro semestre de 2014, volume 12,7% maior na comp...((Portal Beef World/SP – 15/07/2014))
Conforme a entidade, o crescimento se deve especialmente pela demanda de Hong Kong e Rússia O Brasil exportou 762 mil toneladas de carne bovina no primeiro semestre de 2014, volume 12,7% maior na comparação com as 675,7 mil toneladas observadas em igual período do ano passado. Em receita, o incremento foi de 13,3%, com um recorde de US$ 3,404 bilhões, ante US$ 3,004 bilhões há um ano. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14), pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Conforme a entidade, o crescimento se deve especialmente pela demanda de Hong Kong e Rússia, que continuam liderando o ranking de mercados importadores de carne brasileira. "O Brasil também consolida sua posição como maior fornecedor no Norte da África, com crescimento expressivo nos mercados do Egito, Líbia e Argélia", explica o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, em nota. "Nós também registramos resultados interessantes em mercados como Angola - que quase dobrou suas importações no período." Em relação ao mercado dos Estados Unidos, a queda de 15,38% no volume exportado em relação ao mesmo período do ano passado é um alerta para as indústrias, indicando que as restrições devidas aos resíduos de ivermectinas no produto industrializado brasileiro continuam, destaca a Abiec. No período, a carne in natura registrou um crescimento, tanto em volume quanto em faturamento, superior a 15%. Já as exportações de industrializados tiveram queda de 2,51% no semestre por conta das restrições no mercado americano. Considerando-se apenas o mês de junho, houve incremento expressivo de exportação para Líbano (128,8 % de aumento em faturamento e 126,9% de incremento em volume) e Líbia (faturamento 313% superior a junho de 2013 e aumento de 272% de aumento em volume). (Portal Beef World/SP – 15/07/2014) ((Portal Beef World/SP – 15/07/2014))
topoA LBR Lácteos Brasil poderá obter cerca de R$ 740 milhões com a alienação de ativos prevista em seu plano de recuperação judicial. A informação foi antecipada ontem pelo Valor PRO, serviço em tempo re...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 16/07/2014))
A LBR Lácteos Brasil poderá obter cerca de R$ 740 milhões com a alienação de ativos prevista em seu plano de recuperação judicial. A informação foi antecipada ontem pelo Valor PRO, serviço em tempo real do Valor . Na última segunda-feira, o juiz responsável pelo processo de recuperação judicial da companhia de lácteos recebeu propostas de 16 empresas interessadas em adquirir os ativos sujeitos à alienação. Segundo fontes próximas à LBR, considerando as melhores ofertas recebidas para cada uma das chamadas unidades produtivas isoladas (UPIs) ou para um conjunto de UPIs - sem duplicação -, o valor total chega a R$ 740 milhões. Em recuperação judicial desde 2013, a LBR pôs 14 UPIs à venda numa tentativa de voltar a ser viável e de obter recursos para pagar seus credores, com os quais tem dívidas estimadas em R$ 1 bilhão. Entre as empresas que fizeram propostas estão a francesa Lactalis e a venezuelana Unaquita, além de Vigor, Itambé, Italac, Laticínios Bela Vista, Laticínios Montes Belos, Laticínios Deale, Lactojara, Tangará, Marcelinense, Value Bridge, Agricoop, ARC Logística, Colorado (CBA) e Cooperativa Vale do Rio Doce. Houve propostas de interessados para todas as UPIs colocadas à venda. Entre as 14 UPIs há dez unidades fabris e quatro marcas com as quais a LBR atua no mercado, como Poços de Caldas e DaMatta. Segundo pessoas próximas à LBR, alguns desses interessados fizeram proposta para a aquisição de diferentes UPIs, enquanto outros apresentaram diferentes propostas para a compra de diferentes UPIs. As condições ofertadas pelos interessados nos ativos também são variadas. Há propostas que preveem pagamento à vista, outras a prazo e também as que consideram a assunção parcial de dívidas, conforme as fontes. Agora, a LBR vai "harmonizar" as propostas recebidas - conforme ouviu o Valor das mesmas fontes - e as melhores serão avaliadas pela assembleia de credores, no dia 28 de julho. Para que as vendas de ativos sejam concretizadas é preciso a aprovação de credores e também dos acionistas da LBR. A expectativa na LBR é que o valor de R$ 740 milhões, se arrecadado, seja suficiente para atingir os objetivos do plano de recuperação judicial. Em recente comunicado, a empresa informou que a intenção com a venda dos ativos "é adequar a estrutura de capital da LBR ao tamanho de suas operações, preservando empregos e a relação com os produtores de leite". A companhia também conta com a recuperação de créditos de PIS/Cofins da ordem de R$ 500 milhões no decorrer dos próximos anos para voltar a ser viável, apurou a reportagem. As unidades de produção isoladas (UPIs) colocadas à venda pela LBR são: São Gabriel, Garanhuns, São Luís dos Montes Belos, Leitbom, Líder, Tapejara, Fazenda Vila Nova, Barra Mansa, Ibituruna, Cedrense, Boa Nata, Poços de Caldas, Bom Gosto e Gaurama. A LBR, resultado da união entre a Leitbom, controlada pela Monticiano Participações e a Laticínios Bom Gosto, entrou em dificuldades financeiras no fim de 2011, após um crescimento acelerado que gerou um complexo processo de integração. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 16/07/2014) ((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 16/07/2014))
topoEl Niño provocou o esgotamento de pastagens recém-plantadas. As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul no início deste mês causaram um prejuízo aos produtores de bovinos que deve impactar, pr...((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2014))
El Niño provocou o esgotamento de pastagens recém-plantadas. As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul no início deste mês causaram um prejuízo aos produtores de bovinos que deve impactar, principalmente, a produção de leite pelos próximos dois meses. Concentradas em grande volume em um curto período de tempo, as precipitações comprometeram áreas de pastagens recém-plantadas, situação difícil de ser recuperada nas próximas semanas. Os prejuízos ainda estão sendo calculados, e números consolidados devem ser apresentados entre esta semana e o início da próxima. Enquanto isso, isoladamente, produtores contabilizam suas próprias perdas. É o caso do criador e ex-presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês (Gadolando), José Ernesto Ferreira, que calcula perdas de 30%. “As pastagens estão arrasadas, e muitas não podem ser restabelecidas agora”, diz. A maior dificuldade está imposta aos criadores que trabalham com o gado livre no pasto. Segundo o supervisor regional da Emater-RS, Flávio Fagonde, essa é a condição da maioria dos produtores, estimada entre 80% a 90% do total. “As chuvas em si causaram perdas, porque uma grande quantidade de pastagens recém-plantadas foram alagadas e isso resultou em muito barro. E como foram muitos dias nublados, os pastos quase não se desenvolveram e foram ainda mais prejudicados pelos cascos dos animais”, relata. Os criadores que atuam no regime de confinamento também podem ter sido prejudicados com perdas de cereais armazenados em silos eventualmente atingidos pelas cheias. Estabelecido em Rio Pardo, Ferreira reporta que na região há criadores que tiveram a produção leiteira comprometida em 50%. “Aqui, a enchente atingiu propriedades mais próximas do rio Jacuí, o que levou a um prejuízo ainda maior, com perdas até de silagem.” De acordo com o assessor de Política Agrícola da Federação de Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), Airton Hochscheid, foram oito dias de chuvas ininterruptas que impactaram a captação de leite não só naquela semana, como nos próximos dois meses – justamente o período de entressafra e que já leva a um aumento no custo da produção. “Por si só, já há aumento nesses meses, que têm alta demanda. Agora, o efeito da chuva deve elevar esse custo, aumentando o preço do leite na ponta da cadeia, para o cliente.”As precipitações elevaram as necessidades de compra de ração por parte dos produtores, o que aumenta ainda mais os custos. “A quantidade de leite captada também diminuiu, porque os animais perderam peso, sem contar que a chuva e o frio criam situações incômodas que interferem na produção.” Com previsão de mais chuva para os próximos dias, as pastagens, que começavam a secar, ficam condicionadas a uma condição climática inconstante provocada pelo fenômeno El Niño. O supervisor regional da Emater-RS explica que, até outubro, a condição climática deve alternar entre dias de chuva, frio e calor, voltando ao mesmo padrão, semana após semana, caso as previsões apontadas para este semestre se concretizem. (Jornal do Comercio/RS – 16/07/2014) ((Jornal do Comercio/RS – 16/07/2014))
topoAs importações brasileiras de leite em pó e longa vida, em 2014, são as menores registradas nos últimos oito anos. De janeiro a maio, as compras do País somaram apenas US$ 81 milhões, queda de 22% na ...((Revista Dinheiro Rural/SP – Julho. 14 – pg 85))
As importações brasileiras de leite em pó e longa vida, em 2014, são as menores registradas nos últimos oito anos. De janeiro a maio, as compras do País somaram apenas US$ 81 milhões, queda de 22% na comparação com 2013. (Revista Dinheiro Rural/SP – Julho. 14 – pg 85) ((Revista Dinheiro Rural/SP – Julho. 14 – pg 85))
topoCENTRO DE REFERÊNCIA DA PECUÁRIA BRASILEIRA - ZEBU