Notícias do Agronegócio - boletim Nº 204 - 06/08/2014
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Confira a programação e se inscreva na Expogenética 2014
Estão abertas as inscrições para a Expogenética 2014, que acontece de 16 a 24 de agosto, em Uberaba (MG). Poderão ser inscritos animais portadores de registro genealógico nas categorias PO (Puro de Origem) ou LA (Livro Aberto) e que estiverem em nome do expositor nos arquivos do Serviço de Registro Genealógico das Raças Zebuínas; machos e fêmeas. Clique aqui e confira a programação de palestras técnicas que serão oferecidas durante a ExpoGenética 2014
Responsável por um terço do Produto Interno Bruto do Brasil, o agronegócio tem lugar cativo entre os temas que pautarão a corrida presidencial em 2014. Posicionada entre as maiores atividades rurais, ...(Portal Rural Centro/MS – 06/08/2014)
Responsável por um terço do Produto Interno Bruto do Brasil, o agronegócio tem lugar cativo entre os temas que pautarão a corrida presidencial em 2014. Posicionada entre as maiores atividades rurais, a pecuária de corte debaterá os programas de governo dos três principais candidatos (Dilma Rousseff/PT, Aécio Neves/PSDB e Eduardo Campos.PSB), na Conferência Internacional dos Confinadores (Interconf), no dia 15 de setembro, a partir das 19h, no Oliveiras Place, em Goiânia (GO). Importante dirigente da pecuária nacional, Luiz Claudio Paranhos, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), tem presença confirmada no debate, que contará com mediação de Alexandre Garcia, jornalista da Rede Globo e Globo News. Paranhos, que já teve encontro com os três principais concorrentes à Presidência da República em maio, durante a ExpoZebu, em Uberaba (MG), reafirma que o setor produtivo tem peso considerável para o resultado das eleições. Sobre os assuntos que levará ao painel Agronegócio e política, o que esperar para os próximos anos?, da 7ª Interconf, Paranhos destaca que as reivindicações da pecuária não fogem à pauta comum do agronegócio brasileiro. “Este debate na Interconf é extremamente oportuno. Vamos acompanhar o que há para o setor rural nas plataformas de governo traçadas e temos de pontuar fortemente sobre assuntos como segurança jurídica, riscos sanitários, infraestrutura, crédito acessível, abertura de novos mercados e apoio à pesquisa e desenvolvimento”, lista Luiz Claudio Paranhos. Programação As atividades da Interconf 2014 terão início no dia 15 de setembro, com minicursos técnicos voltados aos peões, capatazes e gestores de fazendas. Sanidade, reprodução, melhoramento genético, nutrição e produção de animais a pasto destacam-se entre os assuntos abordados. “Estas atividades paralelas fazem parte da programação do evento devido ao sucesso das escolas de confinamento da Assocon, promovidas em diversos municípios do País”, destaca o gerente executivo da Assocon, Bruno Andrade. Ainda no dia 15, às 18h haverá a cerimônia de abertura, comandada por Eduardo Moura, presidente da Assocon. Na sequência, será realizado o painel Cenários Políticos para a Agropecuária, com a presença do jornalista da TV Globo e Globo News, Alexandre Garcia, e discussão das plataformas para o agronegócio dos principais candidatos à Presidência e o cenário político para os proximos quatro anos. Ao longo dos dias 16 e 17 de setembro, serão abordados temas econômicos da pecuária, como análise diferenciada do mercado do boi gordo – avaliando seu potencial de crescimento e o perfil do consumidor brasileiro –, construção de confinamentos, obtenção de melhor performance com a nutrição, pré-condicionamento de animais, Integração Lavoura Pecuária, estratégias de uso de forragem na produção animal e estudos de caso sobre sistemas intensivos de produção de bezerros. “A intensificação da produção é o caminho para garantir a rentabilidade e a competitividade da pecuária brasileira”, destaca o presidente da Assocon, Eduardo Moura. No dia 17 de setembro, também serão apresentadas as oportunidades e desafios para o pecuarista, com abordagem de temas como resíduos de insumos na scarnes, cota Hilton, gestão e empreendedorismo. “A proposta é que os participantes entendam o seu papel de destaque na produção de carne e seu comportamento e atitude como integrante da cadeia produtiva de carne bovina”, ressalta Bruno Andrade. A programação da Interconf será encerrada no dia 18 de setembro, com dia de campo no Confinamento São Lucas, em Santa Helena de Goiás (GO), onde serão apresentadas as tecnologias e controles para aumentar a produtividade da propriedade de pecuária intensiva. As inscrições para a Interconf 2014 estão abertas no site www.interconf.org.br ou pelo telefone (62) 3432-0395.(Portal Rural Centro/MS – 06/08/2014)
topoObjetivo da Embrapa Cerrados é se tornar um centro de referência nacional em avaliação de touros jovens e contribuir para a disseminação da genética de qualidade aos pecuaristas A Embrapa Cerrados pre...(Portal Dm.com/GO – 05/08/2014)
Objetivo da Embrapa Cerrados é se tornar um centro de referência nacional em avaliação de touros jovens e contribuir para a disseminação da genética de qualidade aos pecuaristas A Embrapa Cerrados pretende se tornar um centro de referência nacional em avaliação de touros jovens, e dar mais contribuição para a disseminação de genética de qualidade aos pecuaristas brasileiros, por meio de parcerias público-privadas. É com esse objetivo que o centro de pesquisa está promovendo, pela primeira vez, nos campos experimentais de Planaltina o Teste de Desempenho de Touros Jovens (TDTJ) Embrapa/ACZP/AGCZ para o Planalto Central. O pontapé inicial foi dado no dia 29/7, com a pesagem de entrada dos 61 animais participantes. Os bovinos são provenientes de 14 fazendas de Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo, além do rebanho da Embrapa Cerrados. Promovidos desde 1998 pela Embrapa, em parceria com a Associação Goiana de Criadores de Zebu (AGCZ), os TDTJ já são consagrados na Região Centro-Oeste, tendo fornecido 14 touros para centrais de inseminação. Os testes são conduzidos na Embrapa Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás (GO). Em Planaltina, o TDTJ é realizado em cooperação técnica com a Associação dos Criadores de Zebu do Planalto (ACZP), e faz parte do Programa de Integração Lavoura e Pecuária (Pilp) da Embrapa. Além das avaliações tradicionais do teste, realizadas pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), todos os animais serão avaliados geneticamente pelo Programa Nelore Brasil, coordenado pela Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP). Coordenador do TDTJ, o pesquisador Cláudio Magnabosco, da Embrapa Cerrados, considera que a primeira edição em Planaltina superou as expectativas quanto à participação dos pecuaristas. “Queremos fazer do Distrito Federal uma referência, um protagonista no cenário nacional (de avaliação de desempenho de bovinos). Nossa ideia é que daqui saiam touros participantes de programas de melhoramento genético e candidatos a doadores de sêmen em centrais de inseminação. Temos estrutura para avaliar 100 animais e fornecer subsídios para melhorar nossa pecuária, buscando uma atividade de ciclo curto”, afirma. Para Arnaldo Brito Jr., diretor da ACZP, a evolução da pecuária nacional passa pela necessidade da avaliação genética dos rebanhos. “Os criadores estão preocupados em reduzir custos, direcionando os trabalhos para o aumento da eficiência do rebanho. E quem compra também quer eficiência. O TDTJ é uma divulgação para os pecuaristas que ainda não exploram o potencial de informações geradas pela Embrapa”, diz. “Estamos numa região privilegiada, e o teste tem tudo para dar certo”, completa. Os produtores que conferiram a primeira pesagem dos animais revelam entusiasmo com o TDTJ no Distrito Federal. Evandro da Silva Filho, da Fazenda Serra Negra, em Formosa, município goiano vizinho do DF, está participando do teste com oito animais. Para ele, além de conhecer novos criadores, a prova é uma oportunidade para mostrar e conhecer os produtos dos pecuaristas da região, cujo rebanho começa a ser valorizado. Ao observar a pesagem dos animais, Evandro constata uma mudança de perfil da pecuária local: “Estamos deixando de considerar somente a beleza dos animais e partindo para a produtividade”, observa. Demerval David, da Fazenda Cabeceira do Rio Bagagem, em Niquelândia, região do nordeste goiano, cria Nelore P.O. (puro de origem) há 12 anos e já participou de edições do TDTJ em Santo Antônio de Goiás. Ele trouxe seis animais e crê no sucesso da prova em Planaltina. “O Cerrado tem diferentes ambientes e precisamos avaliar os rebanhos. Aqui no DF e mesmo em Goiás, os criadores ainda têm pouca tradição em fazer esse tipo de avaliação. Com a marca Embrapa à frente do teste, acreditamos que a visão dos produtores quanto à importância de avaliar e testar os animais possa mudar”, aposta. O cronograma O TDTJ – composto de provas de ganho em peso exclusivamente a pasto, o teste terá duração de 294 dias, sendo 70 de adaptação (finalizados com a pesagem de entrada) e 224 dias de prova efetiva, com término previsto para 19 de maio de 2015, quando será realizada a sexta e última pesagem. Os touros passarão por uma rigorosa seleção ainda nas propriedades participantes por técnicos credenciados pela ABCZ e/ou Programa Nelore Brasil, que avaliarão estrutura, precocidade, musculosidade, aspectos raciais e sexuais, além de analisarem os dados de desempenho ponderal. Os animais têm idade inicial média de cerca de oito meses e pesam mais de 180 kg. Durante o teste, eles ficarão em pastagens renovadas por sistema de integração Lavoura-Pecuária (iLP) manejadas em sistema rotacionado, e terão acesso liberado a água abundante e mineralização, de acordo com as exigências nutricionais. Nesse período, serão avaliadas a circunferência escrotal (CE), a área de olho de lombo (AOL) e a espessura de gordura (EGS). O técnico da ACZP/ABCZ, Jordan Alves, está acompanhando o teste na Embrapa Cerrados. Ele explica que o TDTJ é uma das provas zootécnicas de programas de melhoramento genético e tem a chancela da ABCZ. “Reunimos animais vindos de ambientes distintos e com diferença de idade de até 90 dias. Eles passam por um período de adaptação e, posteriormente, são pesados. Durante a prova, todos são submetidos a um mesmo ambiente. Fazemos então o ranqueamento, buscando identificar os melhores.” Os animais serão classificados em elite, superior, regular e inferior, sendo agrupados pelo desvio padrão do grupo, com base no Índice de Prova de Ganho de Peso mais completo adotado pela ABCZ ou índice equivalente proposto pela Embrapa. A ideia é selecionar, ao final do TDTJ, os melhores touros da raça nelore para compor a bateria anual da Reprodução Programada 2015/2016 do Programa Nelore Brasil, coordenado pela ANCP, e do programa Paint, coordenado pela CRV Lagoa. Os animais classificados como elite ou superior deverão participar do Leilão de Touros Jovens da Embrapa, ACZP e AGCZ, previsto para outubro de 2015.(Portal Dm.com/GO – 05/08/2014)
topoA arroba de carne suína chegou a ser negociada a R$ 77 no mercado paulista nesta terça (5). Na média, as negociações ocorreram a R$ 75 por arroba, com alta de 0,81% no dia. Os produtores de São Paulo ...(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 06/08/2014)
A arroba de carne suína chegou a ser negociada a R$ 77 no mercado paulista nesta terça (5). Na média, as negociações ocorreram a R$ 75 por arroba, com alta de 0,81% no dia. Os produtores de São Paulo estão segurando as vendas, à espera de novos reajustes de preços.(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 06/08/2014)
topoÀs vésperas de receber os três principais candidatos à Presidência da República segundo pesquisas de intenção de votos, a Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária (CNA) divulgou o conjunto d...(Jornal DCI/SP – 06/08/2014)
Às vésperas de receber os três principais candidatos à Presidência da República segundo pesquisas de intenção de votos, a Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária (CNA) divulgou o conjunto de propostas que fará aos presidenciáveis. Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) receberão o material na próxima quarta-feira, quando serão sabatinados por representantes do agronegócio. As propostas abordam todos os assuntos que podem ter algum impacto na cadeia produtiva da agricultura e da pecuária. Um ponto considerado vital para a competitividade do setor é o de infraestrutura de transportes. Segundo o documento da CNA, descongestionar a produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste - que, juntas, somam a produção de 54,1% dos grãos do País - é a grande prioridade da instituição. As propostas sugerem um descongestionamento dos portos das regiões Sul e Sudeste. Dentre as demandas específicas estão o aproveitamento de hidrovias nas bacias do Amazonas, Madeira, Tapajós e Tocantins; a agilização de concessões e autorizações portuárias; além de aceleração nos investimentos e nas concessões de rodovias e a criação de um novo marco regulatório para o setor ferroviário. Ao abordar o mercado internacional, a CNA elenca uma série de medidas, dentre elas a conclusão do acordo de associação entre Mercosul e União Europeia. O assunto é tema recorrente na agenda de alto nível do governo, mas impasses entre os países membros têm adiado as conversas sobre o tema. A confederação que representa o agronegócio defende ainda pontos que consideram importantes para a manutenção da segurança jurídica no setor.(Jornal DCI/SP – 06/08/2014)
topoOs resultados da última edição da Expointer, realizada em agosto de 2013, elevaram os números do ano anterior em 65%, apenas em comercialização de máquinas agrícolas. O volume de negócios passou de R$...(Jornal do Comercio/RS - 06/08/2014)
Os resultados da última edição da Expointer, realizada em agosto de 2013, elevaram os números do ano anterior em 65%, apenas em comercialização de máquinas agrícolas. O volume de negócios passou de R$ 2 bilhões para R$ 3,3 bilhões, um salto difícil de ser superado recorrentemente. Por isso, a 37ª Expointer inicia no próximo dia 30 com expectativa de, pelo menos, atingir os mesmos números de 2013. A nova edição da feira de agronegócios foi lançada oficialmente ontem, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O secretário da Agricultura do Estado, Claudio Fioreze, citou “o bom momento do campo”, lembrando a elevação da safra de grãos, da produção leiteira e o crescimento nos setores pecuário e florestal. “A safra 2013/2014 superou, pela primeira vez, os 30 milhões de toneladas de grãos”, mencionou. O governador do Estado, Tarso Genro, também evidenciou o período de destaque vivido pelo agronegócio no Estado, lembrando que o segmento tem suplantado resultados econômicos acima de outros setores. Último a discursar, após a fala de representantes das entidades parceiras do evento, Genro lembrou que o crescimento da Expointer no decorrer dos 37 anos em que a feira é realizada foi construída pelos governadores que o antecederam e que contribuíram “em maior e menor grau” para a consolidação do evento. O ano passado, tido como referência em relação ao volume de negócios firmados, também foi lembrado pela inundação na região de exposição de máquinas, em decorrência das chuvas, o que já não deve ocorrer neste ano, segundo o presidente do Sindicato de Indústrias de Máquinas (Simers), Cláudio Bier. De acordo com o dirigente, uma contenção de emergência foi construída. A intervenção foi realizada a partir de parceria entre a Secretaria de Agricultura do Estado e o Simers. O secretário da pasta assegura que não existe a possibilidade de que a situação se repita neste ano. A presença de animais em exposição, outro atrativo do evento, foi reduzida em pelo menos 10% neste ano (o número de participantes ainda está sendo apurado). Em contraposição à quantidade, a qualidade das espécies expostas tende a aumentar. Isso porque a principal razão que leva os produtores a desistirem da inscrição dos animais são os custos com logística e manutenção durante a feira, levando-os a selecionarem os melhores candidatos.(Jornal do Comercio/RS - 06/08/2014)
topoAs técnicas de fertilização in vitro e inseminação artificial, aliadas às pesquisas de melhoramento genético, têm elevado a produção de leite em Minas Gerais. No Estado, a média produtiva saltou de 7 ...(Portal Cenário MT/MT - 05/08/2014)
As técnicas de fertilização in vitro e inseminação artificial, aliadas às pesquisas de melhoramento genético, têm elevado a produção de leite em Minas Gerais. No Estado, a média produtiva saltou de 7 litros em 2006, para 14 litros por animal/dia neste ano. No Brasil, o volume diário é de 5 litros por animal. A produtividade do plantel mineiro, atualmente, é comparada à do neozelandês, maior exportador lácteo do mundo. Para chegar a esse patamar, pesquisadores locais vêm trabalhando com a mistura das raças Gir e Holandês, consideradas as melhores da pecuária leiteira. “A maior parte da produção do Estado é sustentada pelo gado mestiço, que representa 80% do rebanho. Trabalhamos com ele, porque nossas fazendas têm um ambiente rústico, então, os novilhos herdam do Gir a resistência e, do Holandês, a capacidade de produzir. O resultado é um animal que produz bem em um ambiente com muitas limitações”, afirma o veterinário e pesquisador especialista em melhoramento da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), Alberto Marcatti. Desafios A profissionalização da produção leiteira no Estado consolida a liderança mineira no ranking nacional. Segundo o diretor da FAEMG e presidente da Comissão de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Rodrigo Alvim, Minas responde por 28,7% do total de leite produzido em todo o país. “Os destaques ficam com as regiões do Triângulo e Alto Paranaíba, que não tinham tradição na pecuária. Quando praticavam alguma atividade, era de corte. Mas, hoje, correspondem à maior bacia leiteira do Estado, com 30% da produção”, diz Alvim. De acordo com ele, a qualidade do leite tem sido uma preocupação constante e a motivação para a criação de vários programas de melhoramento. “Mas, a carência fica sempre na questão da assistência técnica. Precisamos ser mais competitivos, reduzir custos de produção e isso é difícil de fazer sem esse amparo. No caso do leite, então, é mais importante ainda, já que mais de 70% dos produtores brasileiros são de pequeno porte”, diz Alvim. Desequilíbrio Outro desafio, atualmente, é estimular o acesso dos pecuaristas às novas tecnologias empregadas no incremento da produção, porque, na avaliação de especialistas, o futuro da produção de leite, não apenas em Minas, mas em todo o mundo, é, de fato, pelas vias da genética. Segundo um estudo da International Farm Comparison Network, rede global de pesquisadores econômicos, até 2030, a relação entre oferta e demanda do produto tenderá a ser desproporcional. Isso porque o aumento da população e a melhoria da qualidade de vida nos países emergentes levarão ao aumento do consumo em uma velocidade superior à da produção. “A demanda por alimentos é crescente, mas não podemos aumentar o rebanho, é uma questão de espaço, de alimentação. O que temos que fazer é desenvolver tecnologias que façam o animal produzir mais”, diz Mascatti. Sêmen sexado favorece fêmeas Dentre as técnicas que vêm sendo trabalhadas em Minas Gerais para o aumento da produção e da qualidade do leite, o uso de biotecnologia é a mais comum, especificamente transferência de embrião e fertilização in vitro (FIV). As duas práticas permitem que as crias tenham um desempenho igual ou superior ao de seus genitores. Uma das empresas referência no assunto é a Alta Genetics, no Triângulo. Com sede no Canadá, a companhia instalou-se em Uberaba devido à tradição produtiva do Estado. “Minas é e sempre foi o maior produtor de leite do país. As associações das principais raças produtoras Gir, Holandês e Girolando estão sediadas aqui. Isso favorece o jogo de informação para os trabalhos de genética”, afirma o gerente de Produto Leite da Alta Genetics, Guilherme Marquez. O coordenador técnico de Bovinocultura da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais), José Alberto de Ávila Pires, explica que, até alguns anos atrás, predominava o sistema de monta natural, ou seja, a vaca era acasalada por um macho de qualidade não comprovada. “Dávamos um tiro no escuro. Com a FIV, pegamos uma vaca excepcional e introduzimos o sêmen de um touro do mesmo patamar”, afirma. Outro processo que está chegando ao mercado é a implantação de sêmen sexado, que oferece até 90% de garantia de que o filhote será fêmea, aumentando a oferta de vacas leiteiras no rebanho. “Com essa inovação, a tendência é de que o custo para o consumidor final da vaca melhorada caia, já que teremos maior oferta de animais de qualidade”, diz Pires. Repercussão Segundo o coordenador do programa estadual de cadeia produtiva Minas Leite, Rodrigo Venturin, o Estado é, hoje, o maior detentor da genética bovina leiteira do Brasil. Aos poucos e por meio de iniciativas públicas, novas tecnologias vão sendo levadas aos pecuaristas mineiros. “Estamos orientando os produtores a comprar animais de genética superior para produzir leite e bezerros de qualidade”.(Portal Cenário MT/MT - 05/08/2014)
topoLuiz Antônio da Silva monta vitrine com fêmeas e prenhezes, abrindo espaço para a venda de um único macho. Na noite de quinta-feira, 31 de julho, Luiz Antônio da Silva recebeu amigos e convidados no e...(Portal DBO/SP – 05/08/2014)
Luiz Antônio da Silva monta vitrine com fêmeas e prenhezes, abrindo espaço para a venda de um único macho. Na noite de quinta-feira, 31 de julho, Luiz Antônio da Silva recebeu amigos e convidados no espaço Villa Conte, em São José do Rio Preto, SP, para realização do 4º Leilão Nelore Mundial. A vitrine foi montada por 24 lotes de elite, com a genética trabalhada pelo criador há 11 anos no interior de paulista e convidados especiais. A receita do pregão foi de R$ 1.664.000, média geral de R$ 71.662. O principal chamariz do evento foram as fêmeas e prenhezes. Entre bezerras, novilhas e matrizes, 17 animais foram negociados à média de R$ 81.874. Quem se distanciou do grupo foi Graddy FIV Fort VR, levada por Dorival Antônio Bianchi, da Fazenda Porto Seguro. A doadora de 87 meses é filha do Big Ben da Santa Nice em Vena da Zeb. VR. O condomínio formado por Cássio e Eduardo Lucente, Nelore Maramóveis e Luiz Antônio da Silva, arrematou 75% da propriedade do animal por R$ 223.200. No complemento das vendas, os embriões saíram em seis lotes à média de R$ 51.200 e o único macho do pregão foi comercializado por R$ 51.200. O evento contou com organização da Programa Leilões e trabalhos do leiloeiro João Antônio Gabriel. Os pagamentos foram fixados em 24 parcelas e a transmissão foi feita pelo Canal Rural.(Portal DBO/SP – 05/08/2014)
topo50ª Expoagro Cuiabá, MT, foi palco para venda de animais da seleção de Mário Candia e Em 3 de agosto, Mário Candia e Gilson Arruda reuniram convidados no Centro de Eventos Acrimat, em Cuiabá, MT, para...(Portal DBO/SP – 05/08/2014)
50ª Expoagro Cuiabá, MT, foi palco para venda de animais da seleção de Mário Candia e Em 3 de agosto, Mário Candia e Gilson Arruda reuniram convidados no Centro de Eventos Acrimat, em Cuiabá, MT, para realização do Leilão Capão do Angico e Fazenda Santa Helena. O remate reforçou a oferta de touros da 50ª Expoagro MT, despejando no mercado 250 exemplares nelore padrão. O total apurado com a vendas foi de R$ 1.375.000, média geral de R$ 5.500. Na troca por boi gordo, no dia do evento, os touros saíram por 49,5 arrobas para pagamento à vista na praça da capital sul-mato-grossense (R$ 111/@). Os animais foram selecionados nas fazendas Capão do Angico e Santa Helena, ambas sediadas em Poconé, na região central do Mato Grosso As vendas foram fechadas na batida do martelo do leiloeiro Paulo Marcus Brasil, com pagamentos distribuídos em 24 parcelas. A organização ficou a cargo da Estância Bahia e a transmissão do Canal do Boi.(Portal DBO/SP – 05/08/2014)
topoBoletim de Sebrae mostra que 140 cabeças de gado serão exportadas. Animais de alta linhagem da raça Guzerá terão como destino o Senegal. O Rio Grande do Norte fechou a primeira negociação internaciona...(Portal G1/RN – 05/08/2014)
Boletim de Sebrae mostra que 140 cabeças de gado serão exportadas. Animais de alta linhagem da raça Guzerá terão como destino o Senegal. O Rio Grande do Norte fechou a primeira negociação internacional de gado vivo após ser reconhecido internacionalmente como zona livre de aftosa. De acordo com informações do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RN), os criadores potiguares enviarão 140 cabeças de gado de alta linhagem da raça Guzerá para o Senegal, na África. Os animais serão enviados pelo Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. Mesmo o gado não influenciando o resultado do semestre, a balança comercial potiguar fechou os seis primeiros meses do ano com um superávit de US$ 14,2 milhões. Seguindo a tendência nacional, o Rio Grande do Norte encerrou o primeiro semestre de 2014 com uma leve queda nas exportações, de aproximadamente 1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, com um valor acumulado de R$ 106,7 milhões. Em relação aos dados de abril a junho de 2014 e 2013, o estado teve um aumento nos valores exportados da ordem de 9%. O melão continua liderando a pauta de exportação com 14,24%, sendo seguido pela castanha de caju (10,7%) e do sal marinho (6,5%). A maioria dos produtos exportados pelo RN no primeiro semestre de 2014 foram para Estados Unidos (18,3%), Espanha (12,6%) e Holanda (12,5%). As importações do primeiro semestre de 2014 sofreram a maior retração dos últimos cinco anos para o período, representando o acumulado de R$ 92,4 milhões para o estado, valor 29,6% menor do que os seis primeiros meses de 2013 em termos de movimentação monetária. De acordo com o boletim, o motivo da redução foi a ausência de itens como os motores e turbinas voltados a máquinas eólicas, que no primeiro semestre de 2013 representavam mais de R$ 16 milhões dos valores importados pelo RN. Os principais produtos na pauta importadora potiguar no primeiro semestre de 2014 foram os trigos e suas misturas com centeio (16% do total das importações), as bombas volumétricas alternativas (5,8%) e os cimentos não pulverizados ou “clinkers” (3,9%). Como principais parceiros comerciais, os países de onde o RN mais demandou produtos foram os Estados Unidos (36,8%), a China (28%) e a Argentina (25%). Escoamento Apesar da queda tanto nas exportações quanto nas importações do estado, a redução dos importados foi mais expressiva, o que acabou alavancando o saldo da balança comercial. No mesmo período do ano passado, o Rio Grande do Norte havia fechado o semestre com um déficit de US$ 23,7 milhões, um volume bem inferior frente ao US$ 14,2 milhões acumulados nos seis primeiros meses deste ano. De acordo com o boletim, o modal marítimo prevalece como principal forma de escoamento dos produtos potiguares para o comércio internacional, representando 83% das escolhas para as exportações do estado no primeiro semestre do ano, sendo os principais portos demandados o de Natal que respondeu por US$ 33,8 milhões do acumulado até junho de 2014, o de Pecém, no Ceará, por onde circulou US$ 20,6 milhões dos valores exportados pelo RN, e o porto de Recife (Suape), em Pernambuco, tendo passado US$ 10,6 milhões do total das comercializações internacionais do RN. Em seguida, surge o modal aéreo, que representa 12,2% da escolha logística internacional potiguar.(Portal G1/RN – 05/08/2014)
topoA esperada mudança de patamar para os preços da carne, discutida em um congresso em Buenos Aires há quatro anos, chegou mais cedo do que se previa. Em julho, o Brasil exportou carne bovina "in natura"...(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 06/08/2014)
A esperada mudança de patamar para os preços da carne, discutida em um congresso em Buenos Aires há quatro anos, chegou mais cedo do que se previa. Em julho, o Brasil exportou carne bovina "in natura" a US$ 4.870 por tonelada, 125% mais do que em 2005. As demais proteínas, embora em ritmo menor, também seguiram a carne bovina. O Ministério do Desenvolvimento indicou valor médio de US$ 3.573 por tonelada de carne suína "in natura" em julho, 82% mais do que em 2005. A de frango, comercializada a US$ 1.972, teve evolução de 65% no período. E o Brasil foi o país que mais se aproveitou dessa evolução externa dos preços. Assumiu a liderança mundial nas vendas de carnes bovina e de frango e manteve as vendas externas de carne suína. Um dos motivos dessa participação crescente no mercado externo foi que o país teve menos problemas, tanto climáticos como de saúde animal nesse período, do que outros grandes participantes do mercado. O último grande problema nacional foi o caso de febre aftosa, em 2005. Os números de exportações indicam a evolução brasileira. Em 2005, as exportações de carne bovina somaram 1,4 milhão de toneladas, com receitas de US$ 3,1 bilhões. No ano passado, o volume embarcado teve pouca alteração, somando 1,4 milhão de toneladas, mas rendeu US$ 6,7 bilhões. A carne de frango teve salto ainda maior. O volume embarcado saiu de 2,8 milhões de toneladas, em 2005, para 3,9 milhões no ano passado. Nesse mesmo período, as receitas subiram de US$ 3,5 bilhões para US$ 8,0 bilhões. As exportações de carne suína caíram em volume, mas subiram em receitas. O volume atingiu 517 mil toneladas em 2013, com recuo de 17%, mas as receitas aumentaram 16%, para US$ 1,4 bilhão. O cenário deste ano vem sendo ainda melhor do que o dos anos anteriores para os produtores brasileiros de proteínas. O preço externo está em patamares elevados, e o país tem carne para exportar. Ao contrário do Brasil, outros grandes produtores, como Estados Unidos, Argentina e Austrália, têm problemas. No acaso da carne bovina, esses problemas são resultados de seca nos anos anteriores --o que diminuiu o rebanho-- ou até de interferências do governo no mercado, como ocorreu na Argentina. No caso da carne suína, a oferta caiu em vários dos principais fornecedores do mercado, inclusive nos EUA, devido a problemas sanitários. Doenças também tiraram alguns tradicionais exportadores de frango, que buscam o produto no Brasil. Esse quadro favorece o Brasil, que, apesar de problemas pontuais, mantém potencial para as exportações. Além dos problemas sanitários e de seca, o que tem forçado uma redução na oferta, o avanço da produção mundial de carnes requer mais tecnologia e alimentação apropriada, o que tem exigido investimentos e recursos maiores dos produtores. A previsão do então secretário de Agricultura da Argentina, Lorenzo Basso, no congresso da carne em Buenos Aires, em 2010, de que alguns cortes de carne passarão a ser um produto de luxo começa a ficar mais factível.(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 06/08/2014)
topoPara que toda e qualquer carne seja consumida pelos praticantes do islamismo, o animal deve ser abatido conforme rituais estabelecidos pela religião, o que permite a classificação do alimento como Hal...(Jornal Brasil Econômico/SP – 06/08/2014)
Para que toda e qualquer carne seja consumida pelos praticantes do islamismo, o animal deve ser abatido conforme rituais estabelecidos pela religião, o que permite a classificação do alimento como Halal. O controle é feito por empresas certificadoras. “Sema certificação Halal, o Brasil não estaria exportando para os países do Oriente Médio”, afirma Fernando Sampaio, da Abiec. Pelos preceitos islâmicos, o abate deve ser feito o mais rapidamente possível. Coma degola pelo sistema Halal, o animal morre instantaneamente devido à interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro, o que diminuiria a liberação de toxinas na carne. O sangue do animal é drenado completamente. O abate deve ser feito por um muçulmano, que invoca o nome de Alá, ou Deus, agradecendo pelo alimento. O processo precisa ser repetido para cada animal abatido, e tudo deve ser feito na direção de Meca, lugar sagrado do islamismo. Como designa a conformidade com os princípios do Islã, o termo Halal não se aplica apenas a alimentos, podendo ser usado também com relação a roupas, cosméticos e outros artigos e serviços.(Jornal Brasil Econômico/SP – 06/08/2014)
topoA recuperação econômica no Oriente Médio impulsionou as exportações brasileiras de carne bovina para a região a um nível recorde no semestre, com crescimento de 22,6% (em dólares) na comparação com os...(Jornal Brasil Econômico/SP – 06/08/2014)
A recuperação econômica no Oriente Médio impulsionou as exportações brasileiras de carne bovina para a região a um nível recorde no semestre, com crescimento de 22,6% (em dólares) na comparação com os seis primeiros meses de 2013.De janeiro a junho deste ano, os 22 países que integram a Câmara de Comércio Árabe Brasileira compraram US$ 474,03 milhões de carne brasileira, em valor FOB — sem frete incluso. Com a expansão das vendas, a região aumentou seu peso nas vendas externas dos frigoríficos brasileiros, tendo absorvido 13,57% das exportações no primeiro semestre contra 12,40% no mesmo período de 2013, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O Egito encabeça o ranking dos países árabes que mais consomem carne brasileira, com compras totais de US$ 246,05 milhões entre janeiro a junho de 2014 — um aumento de quase 35%(em valores) ante igual período do ano passado. No Oriente Médio, o país concentrou 52% das compras de carne vinda do Brasil. Em segundo lugar, aparece a Argélia (11,23% de participação), seguida pelos Emirados Árabes Unidos (9,78%) e pelo Líbano (9,21%). “Houve um melhor desempenho da economia depois das turbulências políticas ocorridas em alguns países”, diz Rafael Abdulmassih, gerente de Negócios e Mercados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Depois de uma retração econômicade0,1% no ano passado, a região formada pelo Oriente Médio e Norte da África deve crescer 1,9% em 2014, segundo projeção do Banco Mundial. Mas países como Egito (+2,4%), Argélia (+3,3%) e Arábia Saudita (+4,1%), entre outros, tendem a superar a média regional, conforme indica mas estimativas do Bird. “As exportações de carne do Brasil para o Oriente Médio apresentaram uma recuperação.O Brasil recuperou competitividade muito em função do câmbio”, avalia Fernando Sampaio, diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). No Irã, por exemplo, as vendas brasileiras (em toneladas) subiramcercade200%no semestre, na comparação anual, segundo a Abiec. “O Irã já chegou a ser nosso terceiro maior comprador na região. Mas, por causa de sanções econômicas, passou por uma situação difícil de 2010 para cá”, lembra Sampaio. De maneira geral, as exportações brasileiras de carne bovina tiveram excelente desempenho no primeiro semestre, atingindo o patamar recorde de US$ 3,4 bilhões, um incremento de 13,3% no faturamento ante os seis primeiros meses de 2013.A expansão mais vigorosa no Oriente Médio se deve, também, a fatores como maior oferta do produto na região e melhor qualidade na comparação com concorrentes diretos, comoa carne indiana de búfalo, argumenta Abdulmassih, da Câmara Árabe.“ Em países comoo Egito, a carne brasileira não é um produto de preço proibitivo e tem qualidade muito superior à indiana”, afirma o gerente de Negócios e Mercados. Sampaio, da Abiec, explica que a carne de búfalo exportada pela Índia vem principalmente de pequenas propriedades espalhadas pelo país, pertencentes a muçulmanos. “São geralmente animais de descarte, muito velhos”, explica. Liderada por Hong Kong, a lista dos dez maiores mercados da carne brasileira no mundo contém três países árabes. Com 12 unidades de abate e desossa, uma de processamento e 12 centros de distribuição, a brasileira Minerva Foods destinou — nos últimos 12 meses encerrados em30 de junho —20% das suas exportações para o Oriente Médio. A companhia não possui e nem tem planos de instalar unidades de processamento na região, mas mantém equipes locais de vendas e representantes que atuam a partir de escritórios próprios no Líbano, na Argélia e no Irã, considerados destinos estratégicos pela Minerva. A empresa é parceira de instituições islâmicas credenciadas para emissão de certificados Halal, que atestam o abate dos animais em linha com os fundamentos da religião islâmica. Os cortes bovinos mais demandados pelos compradores da região variam de país para país. “Os cortes dianteiros estão entre os principais produtos exportados para o Egito e o Irã. Já os Emirados Árabes Unidos, onde há uma demanda maior por parte do setor de hotelaria, consomem mais filé e contrafilé”, compara Fernando Sampaio. Ao longo dos anos, as vendas externas de carne bovina brasileira foram ficando menos concentradas na União Europeia,mercado que em 2000 absorvia 60% das exportações nacionais. Em 2003, esse percentual havia baixado para 30% e hoje está em 8,5%. A migração se deu principalmente para mercados emergentes, como China e Rússia, o que diminuiu o impacto da desaceleração econômica no Primeiro Mundo. “A Ásia é um dos mercados mais promissores. Tem um consumo per capita de carne relativamente baixo ao mesmo tempo em que apresenta crescimento de população e renda”, diz o diretor executivo da Abiec. No primeiro semestre, Hong Kong importou US$ 794,52 milhões em carne brasileira.(Jornal Brasil Econômico/SP – 06/08/2014)
topoApós suspender, em fevereiro, as operações de um frigorífico na Província de Córdoba, na Argentina, a Marfrig decidiu encerrar de vez as operações da unidade. Conforme informações publicadas no jornal...(Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 06/08/2014)
Após suspender, em fevereiro, as operações de um frigorífico na Província de Córdoba, na Argentina, a Marfrig decidiu encerrar de vez as operações da unidade. Conforme informações publicadas no jornal "El Cronista", cerca de 350 trabalhadores da planta, localizada no município de Unquillo, foram demitidos. Procurada pelo Valor, a Marfrig não comentou a informação. A empresa brasileira está em período de silêncio devido à divulgação do balanço referente ao segundo trimestre, que será no dia 13 de agosto. A decisão de demitir os funcionários, que estavam em licença remunerada desde fevereiro, ocorre menos de uma semana após a Argentina entrar em "default". A instabilidade econômica argentina vem provocando idas e vindas na atuação dos frigoríficos brasileiros no país, tradicional exportador de carne bovina que viu sua fatia no mercado internacional diminuir em razão das restrições impostas pelo governo. O caso da Marfrig é mais um capítulo dessas idas e vindas. Em fevereiro, quando suspendeu as operações da planta de Unquillo, a empresa também fechou outros dois frigoríficos na Argentina. O pano de fundo para o fechamento das unidades eram as chamadas "retenciones" - retenção do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) -, que, na prática, funcionam como um imposto sobre as exportações. Com o fechamento das três plantas, a Marfrig manteve apenas um frigorífico em operação na Argentina, localizado em Villa Mercedez, na Província de San Luis. Em maio, durante a apresentação dos resultados da empresa no primeiro trimestre, o CEO da Marfrig, Sergio Rial, informou que reabriria um dos frigoríficos que havia fechado no início do ano. De fato, a empresa retomou as operações do frigorífico na Província de Santa Fé no fim daquele mês, confirmou Rial ao Valor em 27 de maio. Na ocasião, a unidade de Santa Fé abatia 500 bovinos por dia, conforme o executivo. Ao explicar a retomada dos abates em Santa Fé, Rial afirmou que as condições para exportar carne bovina a partir da Argentina haviam melhorado. "Aconteceram muitas modificações macroeconômicas na Argentina, inclusive com o câmbio, o que fez com que voltássemos. Saímos de uma posição muito ruim para uma posição aceitável", afirmou o CEO da Marfrig, na entrevista concedida ao Valor. Agora, com o "default" da Argentina, os frigoríficos brasileiros passaram a encarar outro fator de incerteza no país. Apesar disso, os impactos deverão ser limitados, uma vez que as operações na Argentina são pouco representativas dos negócios da Marfrig como um todo. Também presente na Argentina, a JBS é outra que não deverá sofrer com os impactos do "default", afirmou uma fonte do segmento. Atualmente, a empresa conta com apenas um frigorífico em funcionamento no país, voltado para abastecer o mercado interno. Devido às "retenciones", as outras unidades da JBS no país já estavam fechadas.(Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 06/08/2014)
topoA semana começou com preços mais altos em diversas regiões, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em São Paulo, embora o escoamento da carne esteja aquém do esperado, apareceram ofertas de compra ...(Jornal DCI/SP – 06/08/2014)
A semana começou com preços mais altos em diversas regiões, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em São Paulo, embora o escoamento da carne esteja aquém do esperado, apareceram ofertas de compra em valores maiores, o que ajustou a referência para R$ 119,50 a arroba, à vista. Segundo a consultoria, as escalas no Estado atendem entre quatro e cinco dias de abate, mais curtas que as observadas nas últimas semanas. No Triângulo Mineiro os negócios ocorrem ao redor de R$ 114 a arroba, a prazo, mas existe pressão de alta, devido às programações de abate curtas dos frigoríficos na região.(Jornal DCI/SP – 06/08/2014)
topoAdapar diz que opção é estratégica e estuda adotar corredores sanitários, aos moldes de Santa Catarina, para controlar trânsito animal Lucas de Vitta, especial para a Gazeta do?Povo Dezesseis dos 33 p...(Portal AgroLink/RS – 06/08/2014)
Adapar diz que opção é estratégica e estuda adotar corredores sanitários, aos moldes de Santa Catarina, para controlar trânsito animal Lucas de Vitta, especial para a Gazeta do?Povo Dezesseis dos 33 postos de fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), instalados nas divisas do estado, estão desativados temporariamente por falta de servidores. A informação é da própria Adapar, que trabalha para reestruturar essas barreiras e não perder a chance de tornar o estado área livre de peste suína clássica reconhecida ante a Organização?Mundial de Saúde Animal (OIE). Outra medida para facilitar a obtenção do reconhecimento e reforçar o sistema de defesa foi anunciada na Agroleite, ontem, pelo secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. Os 200 primeiros colocados em concurso para preencher vagas no Instituto Paranaense de Assistência Técnica (Emater) foram chamados para exames médicos e devem começar a trabalhar até setembro. Faltarão ainda 400 vagas a serem preenchidas — metade na Adapar e o restante no Emater. O impacto na folha salarial é de R$ 695 mil por mês, apenas na Adapar. Em 2010, um ano antes de o órgão ser criado, 31 das 33 barreiras sanitárias de trânsito animal estavam ativas. A reportagem entrou em contato com alguns dos municípios que sediam as estruturas e verificou que não há técnicos nos locais. Nem mesmo policiais tem feito a fiscalização. O diretor da Adapar, Inácio Kroetz, diz que os pontos fora de funcionamento foram determinados estrategicamente e que não são considerados como de ingresso de animais. “A fiscalização do trânsito existe, é efetiva, mas cabe melhorias. Vamos apresentar nosso relatório [à OIE] e acredito que ele será convincente”, defende. As barreiras sanitárias são importantes para mostrar a capacidade do estado em evitar a entrada de animais contaminados em caso de surtos de doenças, não só da peste suína. Na semana passada, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) cogitou deixar o Paraná de fora do pleito na OIE, levando em consideração apenas os pedidos do?Rio Grande do?Sul e de Santa Catarina. O estado tem até 19 de setembro para enviar seu relatório ao órgão internacional, mas há chance de o prazo ser estendido. O gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, minimiza o problema. “Não há necessidade [de todos estarem funcionando] porque não há nenhuma doença de risco atualmente. Se precisar amanhã temos como colocar esses fiscais nos postos”, afirma. Das 17 barreiras ativas, dez funcionam 24 horas por dia, três 12 horas e outros quatro em horário comercial. Dias ressalta que há outras ferramentas para controlar o trânsito. “Temos fiscalização volante e também nos locais de risco. São várias linhas de ação além do posto fixo”, destaca. Adapar aposta em corredores sanitários Através da análise estratégica, a Adapar quer transformar os postos inativos em pontos de rechaço (bloqueio de cargas consideradas de risco). Serão determinados pontos específicos de ingresso de animais, formando corredores sanitários ao longo do estado. O sistema é inspirado no modelo de Santa Catarina, usado desde a década passada. Serão 16 postos de entrada, já definidos (veja o mapa), mas que dependem de decreto do governador para entrarem em vigor. Onze serão instalados na divisa com São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com Santa Catarina, as estruturas serão compartilhadas com agentes do estado vizinho. Segundo a Adapar, a proposta está em análise na Casa Civil. “Vamos determinar os pontos de ingresso e horário de funcionamento com base no risco. Não adianta ter 30 estruturas em locais errados, que não passa um veículo à noite”, explica o diretor da agência, Inácio Kroetz. A fiscalização será complementada com o monitoramento por câmeras. Serão instalados 470 equipamentos de vigilância nas rodovias estaduais.(Portal AgroLink/RS – 06/08/2014)
topoTufubarina Embryo Shopping 2014, “a genética mais avaliada da raça a um parto de você!”. Esse slogan define com precisão os embriões e prenhezes que serão ofertados durante a feira de agronegócios de ...(Portal FeedAndFood/SP – 05/06/2014)
Tufubarina Embryo Shopping 2014, “a genética mais avaliada da raça a um parto de você!”. Esse slogan define com precisão os embriões e prenhezes que serão ofertados durante a feira de agronegócios de Uberlândia (MG), o Camaru 2014. Os pecuaristas criadores Senepol vão encontrar oportunidades imperdíveis no local, assim como aqueles que têm o anseio de iniciar com a raça. O estande da Tufubarina acontece do dia 29 de agosto a 7 de setembro, das 8h às 21h – aberto ao público durante todos os dias do Camaru. Haverá condições especiais de pacotes e formas de pagamento para os pecuaristas que visitarem o espaço, de modo que os criadores possam adquirir embriões e prenhezes de doadoras que estão na base da genética selecionada do plantel Tufubarina. O Tufubarina Embryo Shopping 2014 abre com os aliados Alta Genetics, Produquímica, Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Aval, Qualitas, Berrante Comunicação e RS Consultoria. “Reunimos em um único estande todas as empresas envolvidas numa das maiores provas de desempenho de animais jovens da raça Senepol no Brasil, a Alta Performance Tufubarina”, afirma Gustavo Vieira, da Tufubarina Senepol. O pecuarista ainda encontrará muitas informações a respeito da raça e possibilidades de ampliar os negócios. A organização, é claro, prima pelo bom atendimento e comodidade aos criadores durante os dez dias do Camaru 2014, que recebe, também, o 1º Congresso Internacional da Raça Senepol.(Portal FeedAndFood/SP – 05/06/2014)
topoVisita ao Brasil do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, rendeu à relação bilateral nove acordos de alto nível. Os atos passam por temas como ciência e tecnologia e chegam a investimentos na indústr...(Portal Beef World/SP – 05/08/2014)
Visita ao Brasil do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, rendeu à relação bilateral nove acordos de alto nível. Os atos passam por temas como ciência e tecnologia e chegam a investimentos na indústria naval. Em conversa com o premiê do Japão, Dilma demonstrou expectativa com o fim do embargo à carne bovina brasileira. "Agradeci à abertura do mercado japonês para a exportação de carne suína", declarou a presidente a jornalistas. "Falei da expectativa de que o Japão suspenda o embargo da carne bovina termoprocessada", acrescentou. Dilma se emociona ao falar de tortura em cerimônia em Brasília O Japão é o mais tradicional parceiro do Brasil na Ásia e o sexto sócio comercial do País no mundo, com fluxo de comércio registrado no ano passado de US$ 15 bilhões. O estoque de investimentos japonês no Brasil é de US$ 32 bilhões e a tendência, segundo a presidente, é de crescimento, diante do interesse da indústria automobilística japonesa no mercado brasileiro por meio do programa Inovar Auto. Além dos temas bilaterais, Dilma e Abe trataram de economia e política internacional. "Renovamos a expectativa de que a próxima cúpula do G20 na Austrália fortaleça o papel desse grupo na retomada do crescimento mundial", disse a presidente. Uma pauta importante na agenda dos dois países é a reforma das Nações Unidas com expansão do Conselho de Segurança da ONU. Brasil, Japão, Alemanha e Índia compõem o grupo de aspirantes (G4) a uma cadeira permanente no conselho.(Portal Beef World/SP – 05/08/2014)
topoA Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) ajusta os últimos detalhes para a edição 2014 da Expointer, que acontece entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis ...(Portal Página Rural/RS – 05/08/2014)
A Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) ajusta os últimos detalhes para a edição 2014 da Expointer, que acontece entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Em 2014, a ABCD levará para a exposição 76 animais de argola de 34 expositores diferentes. Em comparação ao ano passado, o aumento no número de animais inscritos foi de 10%. O número de expositores também aumentou, chegando a 34 participantes, vinculados a 18 cabanhas. "Os dados comprovam a presença cada vez maior do Devon na principal feira de agronegócio da América Latina. Isso é fruto do trabalho diário da Associação e dos criadores da raça", afirma Gilson Hoffmann, presidente da ABCD. Um dos principais objetivos da Associação é valorizar a integração das famílias em torno do Devon na Expointer, através de diferentes ações. A ABCD mantém a fórmula de sucesso com a realização dos prêmios Chiripá, que busca reconhecer a participação direta das mulheres na criação do Devon no Brasil, e do Jovem Expositor, que chega a sua quarta edição neste ano. "Um dos principais pilares da Associação sempre foi a forte presença das famílias na criação da raça. Com estas premiações, revitalizamos nosso trabalho através da participação de filhos, netos e sobrinhos e valorizamos a presença sempre marcante das mulheres na criação da raça", diz Elizabeth Cirne Lima, vice-presidente da ABCD. Os julgamentos de machos e fêmeas de argola ocorrem em 3 de setembro, mesma data de realização do Troféu Chiripá e do Prêmio Jovem Expositor. Já o julgamento dos rústicos acontece no dia 4 de setembro. As avaliações novamente ficarão a cargo do jurado Luiz Fernando Cirne Lima, ex-ministro da Agricultura e grande criador e entusiasta da raça Devon. A ABCD também está pronta para participar da Vitrine da Carne Gaúcha, ação promovida pela Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), em parceria com os programas de carne de qualidade do RS. A Associação participa desde a primeira edição do evento, que tem como principal objetivo mostrar aos visitantes da feira as qualidades das raças em termos de acabamento de carcaça, sabor, maciez e marmorização. Os novilhos que serão enviados para terminação pertencem à Fazenda Palmeira, propriedade de Cláudio Ribeiro. Uma novidade para este ano será o lançamento do 1º Anuário da Associação Brasileira de Criadores de Devon, reunindo fotos e informações de diversas cabanhas criadoras e de seus animais. O material foi elaborado pela agência Publicittà, de Santa Maria (RS). O evento de lançamento acontecerá na própria Expointer, no estande da Associação. Leilão Top Devon Após os resultados positivos do ano passado, quando obteve um faturamento total de R$ 108,86 mil com a venda de 21 animais, a Associação está bastante otimista com o leilão Top Devon, que ocorre no dia 4 de setembro, às 14h, ofertando animais rústicos e de galpão. O leilão será realizado pela empresa Rédea Remates, com transmissão ao vivo pelo site www.C2Rural.com.br. Na edição deste ano, serão ofertados 85 animais selecionados por 10 diferentes expositores. "Conforme o planejado, nosso leilão cresceu em participação e manteve a qualidade da oferta", afirma Henrique Ribas, vice-presidente Comercial da ABCD.(Portal Página Rural/RS – 05/08/2014)
topoSete empresas apresentaram ontem suas propostas para a compra de ativos da LBR - Lácteos Brasil, que está em recuperação judicial, durante assembleia geral de credores da companhia. Outras cinco compa...(Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 06/08/2014)
Sete empresas apresentaram ontem suas propostas para a compra de ativos da LBR - Lácteos Brasil, que está em recuperação judicial, durante assembleia geral de credores da companhia. Outras cinco companhias devem fazer suas ofertas nesta quarta-feira: Montes Belos, Itambé, Tangará, Marcelinense e Deale. Depois de segunda-feira - quando a francesa Lactalis e a venezuelana Unaquita melhoraram ou ampliaram suas propostas -, ontem a Vigor, controlada pela J&F, confirmou as duas ofertas que apresentou em julho ao juiz da recuperação judicial. Na primeira, oferece R$ 30 milhões pela unidade produtiva isolada (UPI) Garanhuns. A segunda prevê a compra da UPI Poços de Caldas (Requeijão), por R$ 10 milhões. Já a catarinense Laticínios Tirol, que não havia feito proposta em julho, apresentou oferta para a aquisição da UPI Tapejara, por R$ 68,9 milhões. Pela proposta, R$ 14 milhões seriam pagos 30 dias após a data de fechamento do negócio, e haveria mais 84 parcelas de R$ 654 mil, acrescidas de IPCA. Outra que também não havia feito proposta antes, a Laticínios Jussara fez oferta de R$ 4 milhoes pela UPI São Gabriel (MS). Um montante de R$ 500 mil seria pago cinco dias após transferência de unidade, e o restante em sete parcelas mensais de 500 mil, com correção pelo IGPM, conforme a oferta. Ontem também houve propostas que foram ampliadas em relação às ofertas originais. A ARC Medical Logística, de Itu, havia feito, em julho, cinco propostas separadas. As ofertas contemplavam as UPIs São Gabriel (MS), Garanhuns, Líder, Tapejara e Poços de Caldas. Ontem, a ARC fez uma oferta única por um grupo de ativos e três propostas individuais. A proposta pelo conjunto, no valor de R$ 203 milhões, compreende as UPIs São Gabriel, Líder, Boa Nata, Poços de Caldas, Bom Gosto, Fazenda Vila Nova e Barra Mansa. Conforme a oferta da ARC, o valor de R$ 203 milhões seria pago da seguinte forma: haveria dedução de R$ 94 milhões (referente a arrendamento de ativos da LBR para a ARC) e de R$ 29 milhões destinados à alienação fiduciária que incide nas UPIs. Os R$ 80 milhoes restantes seriam pagos em 48 parcelas mensais. Há dedução no valor porque, para obter recursos, a LBR arrendou três dos seus negócios: Líder, Poços de Caldas e Boa Nata, para a ARC, que aceitou pagar R$ 94 milhões antes da transferência da posse das unidades, prevista para meados deste mês. As propostas individuais da ARC são pela UPI Gaurama, pela qual pagaria R$ 6 milhões, em 40 parcelas mensais corrigidas pela TR. A empresa também fez ofertas pela UPI Tapejara, propondo-se a pagar o equivalente a 100% do valor de retrovenda, de R$ 67,3 milhões em 30 de junho deste ano. A outra oferta individual foi pela UPI Garanhuns, pelo equivalente a 100% do valor do contrato de retrovenda, de R$ 65,1 milhões em 30 de junho. As unidades são objetos da retrovenda porque foram vendidas à empreendedora MS pela LBR. Na retrovenda, a LBR recompra as UPIs e as revende. A Colorado Imóveis e Participações, com sede em Jundiaí, ampliou a oferta que havia feito em julho. A proposta original era de R$ 68 milhões por três UPIs (São Luiz dos Belos Montes, Leitbom, e Cedrense), mais a unidade de Uruaçu (Goiás), que não está na lista dos ativos colocados à venda dentro do processo de recuperação judicial da LBR. Pela proposta ampliada, a Colorado oferece R$ 130 milhões pelos mesmos ativos que já havia indicado, além das UPIs São Gabriel e Poços de Caldas. A Colorado condiciona a compra das unidades à possibilidade de adquirir também Uruaçu. A proposta prevê que os R$ 130 milhões seriam pagos da seguinte forma: R$ 35 milhões em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 17 milhões dez dias úteis após a posse dos ativos e a segunda, após 90 dias do vencimento da primeira. Os R$ 95 milhões restantes seriam pagos em 60 parcelas de R$ 1,583 milhão, mais IPCA. A goiana Laticínios Bela Vista, dona da marca Piracanjuba, melhorou sua oferta pela UPI Leitbom, que compreende a marca Leitbom. A proposta original era de R$ 7,5 milhões pelo ativo, mas a Bela Vista dobrou a oferta para R$ 15 milhões, que seriam pagos em 36 meses, corrigidos pela Selic. Pouco antes de a assembleia ser suspensa, Nelson Bastos, diretor presidente estatutário da LBR, disse esperar que as propostas finais de todos os proponentes sejam entregues hoje. Depois disso, as melhores serão escolhidas para avaliação da assembleia de credores.(Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 06/08/2014)
topoAs divergências nos resultados obtidos poderiam ser justificadas pelos diferentes métodos de análises adotados. A identificação de álcool etílico no leite recebido pelas cooperativas lácteas gaúchas P...(Jornal do Comercio/RS – 06/08/2014)
As divergências nos resultados obtidos poderiam ser justificadas pelos diferentes métodos de análises adotados. A identificação de álcool etílico no leite recebido pelas cooperativas lácteas gaúchas Piá e Santa Clara foi contestada pelas duas empresas, que alegam divergências em relação aos testes feitos durante o processo de produção. As inconformidades foram divulgadas no início desta semana pela superintendência regional do Ministério da Agricultura, expondo novas lacunas nas recorrentes falhas encontradas em várias etapas produtivas da cadeia. Em maio de 2013, quando foi deflagrada a primeira operação Leite Compensado, a adição de água, ureia e formol em amostras de leite cru entregues às indústrias era uma prática realizada por transportadores que coletavam o produto junto aos produtores e revendiam um volume maior do que o captado graças à adulteração. De lá para cá, outros elementos foram identificados em novas fraudes, como água oxigenada e álcool etílico. Além disso, outros elos da cadeia despontaram como frágeis. Inicialmente, a indústria, e agora, as cooperativas – até então tidas como a área menos suscetível aos desvios. Na segunda-feira, a Cooperativa Piá divulgou nota à imprensa justificando que os controles de qualidade internos não apontaram problemas com as amostras. Ontem, foi a vez de a Cooperativa Santa Clara prestar esclarecimentos. Segundo nota emitida pela Santa Clara, no posto de resfriamento de leite de Veranópolis (RS), onde teria sido receptado o leite irregular, foram feitos todos os testes necessários (inclusive o de identificação de álcool etílico) sem que fossem apontadas inconformidades. Após o processamento, os testes foram refeitos, mantendo a qualidade padrão. Diante da situação, a Santa Clara afirma que está formalmente questionando o Ministério da Agricultura por meio de processo administrativo. A cooperativa incita que “os testes realizados pelo laboratório oficial levaram 15 dias para serem finalizados, sabendo-se que o leite in natura passa a sofrer alterações em sua composição em curto espaço de tempo, podendo comprometer os resultados”. De acordo com Daniel Lehn, coordenador do Curso de Engenharia de Alimentos da Univates – onde funciona um dos laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura –, as chances de erro na análise são ínfimas. “Os laboratórios que fazem análises são credenciados pelo Ministério da Agricultura e precisam seguir normas rígidas. Seria muito amadorismo dizer que um laboratório credenciado erra no teste.” O coordenador explica que o leite cru só se converte em álcool etílico em situações muito específicas. “Os laboratórios seguem um padrão para garantir a credibilidade do resultado”, explica. Lehn esclarece que a adição de álcool no leite é uma fraude que, em geral, procura mascarar a qualidade do leite, evitando o aparecimento de micro-organismos no processo de deterioração do produto. Uma das possíveis razões para justificar a divergência entre resultados obtidos pelas empresas e pelos laboratórios credenciados é o próprio método de análise, argumenta o engenheiro de alimentos. “Os métodos de análise para o leite precisam ser rápidos, é impraticável para a indústria aguardar 24 horas para poder processar. Só que o método mais breve nem sempre é tão sensível, tem seu limite.” Por essa razão, Lehn destaca que os problemas da cadeia dificilmente acabarão se não houver um trabalho forte de conscientização, isso porque a prática tem demonstrado que fraudadores buscam adicionar produtos em limites difíceis de identificar ou diluindo o produto. “Mais importante do que a avaliação da indústria é a questão da sensibilização da cadeia produtiva de que esse produto tem que ser isento de adulteração ou de reaproveitamento.” O engenheiro de alimentos reforça que o leite com presença de álcool etílico não representa risco à saúde, embora possa causar desconforto a algumas pessoas. A Santa Clara reforça que não houve lotes comprometidos e que todos os produtos disponíveis atualmente nos mercados estão aptos para consumo. A cooperativa esclarece que “dependendo da forma e tempo de armazenamento, o leite pode sofrer alterações, gerando impacto nos resultados das análises” e diz que está investigando e contestando os testes do laboratório credenciado por divergência entre as análises feitas. Já a Piá, embora discordando dos resultados apontados pelo laboratório credenciado, está retirando do mercado produtos dos lotes de leite UHT integral L02/2 e L2-3 embalados em 26 de junho, com prazo de validade até 26 de outubro, e de requeijão light L2 fabricado em 30 de junho com validade até 30 de setembro. A cooperativa reforça que as amostras dos lotes foram encaminhadas para dois laboratórios diferentes, ambos credenciados pelo Ministério da Agricultura, sem que os laudos indicassem alguma irregularidade.(Jornal do Comercio/RS – 06/08/2014)
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Empresas do setor estão mudando estratégias de negócios, seja para ampliar ou reestruturar a gestão Na edição n°88, da revista feed&food, a reportagem “Mar calmo, muito calmo, na indústria de leite” aborda os últimos acontecimentos do setor. Confira abaixo algumas empresas que aderiram à mudança dos seus eixos para ampliar a marca ou organizar a gestão. Em 2013 a Vigor alimentos (São Paulo/SP) adquiriu 50% de participação do capital social da Itambé Alimentos por R$ 410 milhões. Nesse período, a Itambé passava por dificuldades financeiras e estava à venda pelo Bradesco BBI. Rio de janeiro, Minas Gerais e região Nordeste foram localidades apontadas como atrativas para o negócio. De acordo com a nota assinada pelo diretor de Relações com investidores da Vigor, Maurício Hasson, a Itambé contribuirá para uma melhor complementariedade aos produtos da Vigor e acentuará sua trajetória de crescimento no mercado nacional com a parceria. Outra movimentação no setor foi por parte da Nestlé S.A (São Paulo/SP) e Fonterra (São Paulo/SP) que anunciaram em maio de 2014 o realinhamento de sua joint venture DPA (Dairy Partners Americas) situadas na América Latina. Diante do novo acordo, todas as fábricas de leite em pó da DPA Manufatura sob visão da joint venture no Brasil, Argentina, Equador e Colômbia voltaram à propriedade e operação da Nestlé. A revisão de parceria, conforme o CEO da Fonterra, Theo Spierings, está concisa com o foco estratégico da empresa na nutrição diária e em mercados emergentes de forte crescimento. A BRF (São Paulo/SP), dona das marcas Batavo e Elegê, também se mostrou interessada em movimentar seu braço lácteo. Foi revisto no processo do reestruturação, a possibilidade de venda parcial ou total do negócio.(Portal FeedAndFood/SP – 05/06/2014)
topoApós identificar a presença de álcool etílico em amostras de leite cru refrigerado usado por uma empresa gaúcha na produção de leite longa vida (UHT) e de requeijão, fiscais da superintendência do Min...(Portal Globo Rural/SP – 05/08/2014)
Após identificar a presença de álcool etílico em amostras de leite cru refrigerado usado por uma empresa gaúcha na produção de leite longa vida (UHT) e de requeijão, fiscais da superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Rio Grande do Sul recomendaram que os lotes irregulares dos produtos sejam recolhidos das prateleiras dos supermercados, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor. Segundo o ministério, a presença de álcool etílico no leite cru refrigerado pode mascarar a adição irregular de água no produto. Embora o problema tenha sido constatado na primeira quinzena de julho, a recomendação de recall feita pelo Ministério da Agricultura ainda não foi julgada pelo Ministério da Justiça, a quem compete julgar o processo e determinar que a Cooperativa Agropecuária Petrópolis, fabricante dos produtos Piá, recolha a mercadoria. Além disso, o fato só se tornou público nesta segunda-feira (4/8), quando o Ministério da Agricultura divulgou uma nota em seu site. “A divulgação disso após tantos dias nos causou muita surpresa, pois já adotamos todos os procedimentos recomendados, tendo inclusive recolhido quase todo o lote dos produtos”, declarou à Agência Brasil o gerente de Marketing da cooperativa, Tiago Haugg. Segundo o executivo, análises feitas por laboratórios credenciados no Ministério da Agricultura em amostras dos produtos que estariam irregulares não apontaram quaisquer problemas, mas, mesmo assim, a cooperativa optou por recolher os lotes de leite e requeijão sob suspeita. “Tratamos do assunto tão logo fomos notificados, no dia 18 de julho. Como sempre, atuamos em conjunto com o ministério. Daí termos estranhado a divulgação tardia desse fato, que, a meu ver, não serviu para alertar os consumidores – já que a maior parte dos produtos já foi recolhida – e não contribuiu em nada”, acrescentou Haugg. Segundo o Ministério da Agricultura, com a aprovação do recall pelo Ministério da Justiça, a cooperativa teria que recolher, cautelarmente, os lotes de leite integral Piá fabricados em 26/06/2014 e com data de validade até 26/10/2014 (lotes L02/2 e L2-3) e do lote de requeijão light (200g) fabricado em 30/06/2014 e com data de validade até 30/09/2014 (lote L2). O Ministério da Agricultura chegou a fechar o posto de refrigeração da cooperativa que fica em Vila Flores (RS) entre os dias 15 e 21 de julho. Segundo o ministério, o local só foi liberado após a empresa implementar ações corretivas que restabeleceram as condições de controle. Além das medidas administrativas já adotadas, na última sexta-feira (1/8) o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa-RS) encaminhou ao Ministério Público (MP) Estadual documentos que confirmam a necessidade de investigar as irregularidades com o apoio de outros órgãos. Procurado, o MP informou, por meio de sua assessoria, que a Promotoria do Consumidor vai solicitar à cooperativa e ao Ministério da Agricultura mais informações sobre o caso a fim de verificar se houve ou não fraude.(Portal Globo Rural/SP – 05/08/2014)
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