Notícias do Agronegócio - boletim Nº 226 - 05/09/2014 Voltar

Parceria entre ABCZ e Famato em genética

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso informou que assinará semana que vem um termo de cooperação técnica na área de genética bovina de corte e leite com a Associação Brasileira dos Cri...(Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 05/09/2014)


A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso informou que assinará semana que vem um termo de cooperação técnica na área de genética bovina de corte e leite com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). O programa Pró-Genética, da ABCZ, visa estimular a produção de carne e leite nas pequenas e médias propriedades e é feito a partir de gado zebu puro de origem.(Jornal Valor Econômico, Valor. Com/SP – 05/09/2014)

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Programa de melhoramento chega a MT

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) irão assinar na próxima terça-feira, dia 9, às 14h, na sede da Famato, um Termo de ...(Porta Diário de Cuiabá/MT – 05/09/2014) (Portal Agro Link/RS – 05/09/2014)


A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) irão assinar na próxima terça-feira, dia 9, às 14h, na sede da Famato, um Termo de Cooperação Técnica para implantar no Estado um programa de melhoramento genético do rebanho bovino de corte e de leite das raças zebuínas, o Pró-Genética. O presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos, o superintendente técnico da associação, Antônio Josahkian, e o diretor do Pró-Genética, Rivaldo Machado Borges Junior, farão a apresentação do programa. Criado em 2006 pela ABCZ, o Pró-Genética tem o objetivo de estimular o aumento da produção de carne e leite nas pequenas e médias propriedades rurais, por meio do uso de touros zebuínos Puros de Origem (PO), proporcionando ao pequeno e médio produtor rural possibilidades de aumento de renda através do aumento da produtividade. Mato Grosso será o quinto estado brasileiro a implantar o programa. O vice-presidente da Região I da Famato Arnaldo Campos ressalta a importância da implantação do programa de melhoramento genético para a pecuária. “Estamos em um momento em que o tripé da pecuária, formado pela genética, nutrição e sanidade, é extremante necessário, pois a cada dia precisamos produzir mais e melhor em uma área cada vez menor”, explica Campos. De acordo com o diretor do Pró-Genética, Rivaldo Machado Junior, desde a criação do programa foram realizadas 170 feiras em diversos municípios brasileiros, o que gerou a comercialização de mais de três mil touros.(Porta Diário de Cuiabá/MT – 05/09/2014) (Portal Agro Link/RS – 05/09/2014)

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43ª Expoinel terá nova infraestrutura para tratadores

Os tratadores de animais que irão trabalhar durante a 43ª Expoinel e 10ª ExpoBrahman, de 18 a 28 de setembro, serão muito bem recepcionados pelas entidades organizadoras das exposições que ocorrem sim...((Portal Beef World/SP – 04/09/2014) (Portal Pork World/SP – 04/09/2014) (Portal Ave World/SP – 04/09/2014))


Os tratadores de animais que irão trabalhar durante a 43ª Expoinel e 10ª ExpoBrahman, de 18 a 28 de setembro, serão muito bem recepcionados pelas entidades organizadoras das exposições que ocorrem simultaneamente - Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB). Em atendimento às orientações do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho, A ACNB e ACBB, com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), organizaram uma estrutura completa, no interior do Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), para acomodar bem estes profissionais durante a exposição. Para a Expoinel 2014, assim como na 80ª ExpoZebu, foram contratados e instalados alojamentos provisórios que terão capacidade para receber até 300 profissionais das raças Nelore e Brahman. Também serão disponibilizados banheiros exclusivos para tratadores com serviço de limpeza contínua. Os dormitórios e banheiros são separados em alas masculinas e femininas. Haverá também uma praça de alimentação para os profissionais. O espaço contará com controle de acesso e segurança 24h por dia. Somente terão acesso ao local os tratadores previamente cadastrados pelas entidades e identificados por crachá. A infraestrutura montada atende a Normativa do Ministério do Trabalho e Emprego, NR 24, que dispõe sobre Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho. Os tratadores e apresentadores deverão levar roupas de cama, toalhas de banho, travesseiros e cobertores para o uso durante a exposição. O fornecimento das refeições será de responsabilidade do expositor para com os seus funcionários. Não será permitida a entrada de camas "tatu", fogões e fogareiros, uma vez que estão vetados os seus usos nos pavilhões. A fim de melhor acomodar todos nos alojamentos disponíveis as entidades têm orientado aos expositores que façam a contratação da hospedagem de seus profissionais com antecedência ao evento. Para os profissionais atuantes no Nelore e Nelore Mocho, o valor cobrado pela estadia durante todo o período da exposição será o mesmo da 80ª ExpoZebu (366,00 por pessoa). Uniforme Oficial Nelore Outra novidade deste ano na 43ª Expoinel, válida para o Nelore e Nelore Mocho, é a obrigatoriedade do uniforme oficial da ACNB (kit tratador) para os apresentadores de animais e assistentes atuantes na pista de julgamento do Parque Fernando Costa. Cada expositor inscrito na 43ª Expoinel receberá gratuitamente uma peça de cada item do uniforme, composto por uma camisa e um boné. A calça não fará parte do uniforme oficial, porém deverá ser de cor escura, sem nenhuma identificação do criatório ou de eventuais patrocinadores. Caso necessário, o expositor deverá adquirir mais uniformes diretamente na ACNB, com a compra antecipada.((Portal Beef World/SP – 04/09/2014) (Portal Pork World/SP – 04/09/2014) (Portal Ave World/SP – 04/09/2014))

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Campanha une entidades contra pirataria de produtos veterinários

Dezesseis entidades do agronegócio se juntaram numa campanha para combater o avanço da comercialização de medicamentos veterinários ilegais. De acordo com a Campanha Antipirataria de Produtos Veteriná...(Jornal Valor Econômico Online/SP – 04/09/2014)


Dezesseis entidades do agronegócio se juntaram numa campanha para combater o avanço da comercialização de medicamentos veterinários ilegais. De acordo com a Campanha Antipirataria de Produtos Veterinários, desenvolvida pelo Sindan (sindicato da indústria veterinária), os produtos comercializados de forma ilegal hoje representam em torno de 15% do segmento de saúde animal, ou cerca de R$ 600 milhões anualmente. A primeira campanha nacional para combater a pirataria de medicamentos de uso veterinário foi lançada na Expointer, conforme comunicado divulgado pelas entidades. O objetivo da campanha é “informar e educar todos os elos da cadeia produtiva de proteína animal sobre os riscos e os malefícios do uso de medicamentos veterinários falsificados, contrabandeados, sem registro e formulações caseiras”, diz o comunicado. Para as entidades que participam da campanha, “os produtos ilegais significam prejuízos para saúde animal, saúde humana, para a sanidade, para o produtor em geral e para a indústria veterinária”. Emilio Salani, vice-presidente Executivo do Sindan, diz no comunicado que “uma das grandes preocupações da cadeia produtiva é a qualidade e segurança dos alimentos”. (...) “Precisamos eliminar os riscos que podem prejudicar a todos, ou seja, criadores, frigoríficos, exportadores e consumidores”. Segundo o Sindan, a pirataria de medicamentos veterinários dobrou em dois anos, principalmente devido “às facilidades de tecnologia encontradas por organizações criminosas”. Os principais canais de venda dos ilegais são, conforme a entidade, o e-commerce e as centrais de telemarketing ativo e passivo. Há ainda “pontos comerciais inidôneos e as vendas na modalidade porta a porta”. Entre as medidas previstas na campanha estão ações junto aos órgãos do governo “no sentido de promover convênios multilaterais, definir atribuições de cada um e apoiar na fiscalização, educação e conscientização do mercado em geral”. A primeira ação da campanha inclui divulgação massiva com a participação de todas as entidades, por meio de banners em seus websites, envio de email marketing, cartazes e cartilhas a seus associados e nos pontos de vendas. Participam da campanha: ABCZ, Abiec, ABMRA, Assocon Asbram CNA, CFMV, CRMV-RS, CNPC, Faesp, Farsul, Fonesa, SBMV, Sindan, Sindirações e SRB.(Jornal Valor Econômico Online/SP – 04/09/2014)

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Famato e ABCZ firmam cooperação técnica na área de genética bovina

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) informou hoje que assinará na semana que vem um termo de cooperação técnica na área de genética bovina de corte e leite com a Associação B...((Jornal Valor Econômico Online/SP – 04/09/2014) (Portal Beef Point/SP – 04/09/2014))


A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) informou hoje que assinará na semana que vem um termo de cooperação técnica na área de genética bovina de corte e leite com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). De acordo com a Famato, o programa Pró-Genética, da ABCZ, tem o objetivo de estimular a produção de carne e leite nas pequenas e médias propriedades. O programa é feito a partir do uso de gado zebu puro de origem (PO). Com o acordo com a Famato, o Pró-Genética chega a cinco Estados do país, de acordo com informações de federação estadual. O Estado de Mato Grosso detém o maior rebanho bovino do país. A ABCZ tem sede em Uberaba (MG).((Jornal Valor Econômico Online/SP – 04/09/2014) (Portal Beef Point/SP – 04/09/2014))

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Queda de preço no campo chega ao consumidor

A desaceleração dos preços no campo começa a ser repassada para o bolso dos consumidores. A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulgou nesta quinta (4) que 70% dos 271 produtos do seto...(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 05/09/2014)


A desaceleração dos preços no campo começa a ser repassada para o bolso dos consumidores. A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulgou nesta quinta (4) que 70% dos 271 produtos do setor de alimentos que ela pesquisa semanalmente tiveram queda no mês passado. Com isso, a inflação acumulada dos alimentos recuou 0,43% no período. A inflação média total foi de 0,34%. Mas nem tudo é queda, e algumas altas vão pesar no orçamento dos consumidores nas próximas semanas. Entre elas, as das carnes. O bom momento das exportações brasileiras de proteínas e a elevação dos preços externos esquentaram também o mercado interno. A Fipe registrou alta de 1,4% nos preços da carne suína nos supermercados e nos açougues em agosto, mas a pressão ainda será maior. Com preços médios de R$ 87 por arroba no mercado paulista, a carne suína acumula elevação de 16% nas granjas em quatro semanas. A pressão das carnes bovina e de frango --que sobem no campo-- ainda não chegou ao bolso do consumidor, apontam os dados da Fipe. Mas isso deverá ocorrer. A carne bovina subiu 8% nos últimos 30 dias no campo, enquanto a de frango ficou 11% mais cara. A boa notícia para o consumidor são os óleos comestíveis, principalmente o de soja. A queda contínua nos preços da oleaginosa e do milho provocou uma desaceleração de 4,2% no setor de óleo nos supermercados. Essa queda ocorre devido à redução de 13% nos preços atuais da soja, em relação aos valores de há um ano. O café, após a alta de junho e de julho, reflexo da valorização do produto no mercado externo, começa a cair nos supermercados. O recuo foi de 1,1% em agosto. Outro alívio para o bolso do consumidor são arroz e feijão, cujos preços médios caíram 4,3% nos supermercados no mês passado. O reajuste do leite também perde força nos supermercados, enquanto o açúcar tem uma das maiores quedas entre os alimentos: menos 6,3%. Produção acima da demanda mundial por açúcar provoca queda nos preços dessa commoditiy. (Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 05/09/2014)

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Resíduos

A EcoMetano tem dois projetos em andamento, no Rio Grande do Sul, para a produção de GNR (Gás Natural Renovável) a partir de resíduos do agronegócio --frutas, aves, suínos, bovinos, laranja, leite e c...(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 05/09/2014)


A EcoMetano tem dois projetos em andamento, no Rio Grande do Sul, para a produção de GNR (Gás Natural Renovável) a partir de resíduos do agronegócio --frutas, aves, suínos, bovinos, laranja, leite e cereais.(Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 05/09/2014)

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Marina aproxima-se do agronegócio e é criticada por LGBTs

Na principal referência do agronegócio gaúcho, a presidenciável Marina Silva (PSB) procurou quebrar resistências do empresariado rural a seu nome, mas se deparou com protestos de grupos de defensores ...(Jornal Valor Econômico, Política/SP – 05/09/2014)


Na principal referência do agronegócio gaúcho, a presidenciável Marina Silva (PSB) procurou quebrar resistências do empresariado rural a seu nome, mas se deparou com protestos de grupos de defensores da causa homossexual que a classificaram de homofóbica, pela mudança em seu programa de governo em que foi retirado o apoio ao projeto que criminaliza a homofobia. Marina visitou ontem a feira de agronegócios Expointer, em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. "Não existe essa história de quebrar resistência quando se tem disposição para o diálogo. A gente trabalha com a história de que se possa, progressivamente, construir convergências", afirmou, sobre a reação dos líderes do setor com os quais esteve reunida durante a tarde. Para dar a sua entrevista coletiva, Marina escolheu a casa da Fetag, a federação gaúcha dos trabalhadores da agricultura, dentro do próprio parque onde acontecia a exposição. "Alguém que se dispõe a governar o Brasil não pode achar que vai quebrar resistências", disse. A candidata tem como seu interlocutor e fiador com o setor o candidato a vice, Beto Albuquerque, parlamentar com origem em Passo Fundo (RS). No domingo, Albuquerque havia afirmado que "as questões de sustentabilidade não colidem e não impedem o desenvolvimento" e brincou com a sua associação com o agronegócio. "Sou o primeiro ruralista sem terra, sem boi, sem cavalo", disse. Ao falar sério, confirmou sua posição. "Sempre estive associado a agendas que não inibam negócios, empreendedorismo, seja na indústria ou na agricultura", declarou. A candidata teve uma reunião a portas fechadas em Porto Alegre com cerca de 40 parlamentares e líderes que apoiam sua chapa, além de um encontro com aproximadamente 15 dirigentes do agronegócio na casa da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) em Esteio, também sem a presença da imprensa. Além da Farsul e Fetag, ela também encontrou dirigentes da Fecoagro, que reúne as cooperativas gaúchas. O protesto contra Marina foi liderado pelo Sindicato e Federação dos Bancários do Estado, origem política do candidato ao Senado na chapa local do PT, o ex-governador Olívio Dutra. Marina evitou confrontação: "Eu costumo dizer que eu prefiro sofrer uma injustiça que praticar uma injustiça. Para a face da incompreensão, a compreensão", disse, desviando em seguida o assunto para afirmar que não tem intenção de acabar com o Bolsa Família, principal programa social da era petista. "Para a face da inverdade, a verdade", afirmou. Segundo a candidata, seu programa prevê programas sociais "de terceira geração", que uniriam transferência de renda e condições de progresso individual. Antes do evento, Marina afirmou que não leu as críticas de Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, a seu programa de governo antes que o documento fosse modificado. Malafaia utilizou a rede social Twitter para criticar o capítulo dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) e Marina se considerou vítima de preconceito por ser questionada sobre o tema. A candidata foi entrevistada pelo Painel RBS Eleições 2014, série com os principais candidatos transmitida pela Rádio Gaúcha para o Rio Grande do Sul e pela CBN para Santa Catarina. À pergunta sobre se considerava predestinada, pelo fato de ter superado dificuldades e ter dito que a providência divina a protegeu do desastre com o avião que caiu no dia 13 de agosto, respondeu que esse termo (predestinação) não aparece em seu vocabulário. "Essa pergunta é feita a mim pelo fato de ser evangélica. Nunca vi ninguém fazendo essa pergunta a um líder católico", respondeu. Durante a entrevista à RBS, Marina reiterou que pretende enviar projeto de reforma tributária ao Congresso no primeiro mês de governo, caso eleita, para produzir mudanças de forma escalonada, mas não especificou prazos para esta transição. Também defendeu a descentralização tributária de forma a dar autonomia financeira a Estados e municípios. Marina reiterou compromisso de destinar 10% da receita bruta para a saúde e de aplicar 10% dos recursos do pré-sal para adotar educação em tempo integral, sem citar prazos, e com a adoção do passe livre estudantil. A candidata classificou de "acusação injusta" e "factoide" a ação anunciada pelo PT ante a Procuradora-Geral Eleitoral pedindo investigação sobre seus ganhos com palestras remuneradas. Lembrou que foi contratada para proferir palestras, mas nunca entrou "no circuito comercial" destes eventos, e descreveu que o faturamento de sua empresa com a atividade somou R$ 1,6 milhão no prazo de três anos. Após impostos e encargos, restaram R$ 1,2 milhão que não podem ser considerados como seus vencimentos, esclareceu. "Não tenho medo desse debate", afirmou.(Jornal Valor Econômico, Política/SP – 05/09/2014)

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Agronegócio pede mudança de plano de governo de Marina para confirmar apoio

O esforço que a candidata do PSB à Presidência,Marina Silva, vem fazendo para se aproximar dos ruralistas acaba de bater num obstáculo difícil. Trata-se da promessa de rever os indicadores de produtiv...(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 05/09/2014)


O esforço que a candidata do PSB à Presidência,Marina Silva, vem fazendo para se aproximar dos ruralistas acaba de bater num obstáculo difícil. Trata-se da promessa de rever os indicadores de produtividade agrícola, para facilitar os processos de desapropriação de terras a serem destinadas para a reforma agrária. Desde a divulgação do programa da ex-ministra, há uma semana, a promessa de mudança, contida na página 58, tem despertado reações negativas em setores do agronegócio. Do lado da candidata, responsáveis pelo programa afirmam que ela se limitou a dizer o que determina a legislação do País. “Essa questão causou espanto em todos que estudaram o programa, porque é ultrapassada”, disse ao Estado o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, Luiz Carlos Correa Carvalho. “De maneira geral, as propostas dela para o agronegócio são de boa qualidade, mas isso é um contrassenso. Alguma pressão surgiu, mas estamos debatendo com os responsáveis pelo programa. Parece a história do bode que colocam na sala, para retirar em seguida, quando a situação fica insuportável.” Para o professor Roberto Rodrigues, que foi ministro da Agricultura no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e hoje coordena o Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, a ex-ministra do Meio Ambiente ressuscitou uma questão enterrada há quase dez anos. “O próprio Lula, ao chegar ao governo com essa bandeira de seu partido, o PT, viu que não tinha o menor sentido”, lembrou. “Ele viu que o produtor rural, quando fica com a produtividade abaixo da média, quebra. É o mercado que desapropria. Não precisa de um índice especial.” O presidente da Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, tem opinião semelhante. Não existe nenhum outro setor da economia no qual você questiona a propriedade baseando-se em índices de produtividade, afirmou. “Isso gera insegurança jurídica, que estamos combatendo há muito tempo e que a ex-senadora havia incorporado ao seu discurso.” Debate. O índice de produtividade, lembrou o ex-ministro Rodrigues, foi criado durante o regime militar, quando a agricultura brasileira era, de fato, pouco produtiva. “Fazia parte de uma estratégia para estimular a ocupação do território nacional com a agricultura”, disse. A questão foi incorporada à Constituição de 1988, que determina a desapropriação de terras improdutivas. A verificação é feita por meio de um índice que deve ser revisto periodicamente. Mas isso não tem acontecido: os números em vigor não são alterados desde 1974. Segundo o biólogo João Paulo Capobianco, da assessoria de campanha de Marina, o programa limitou-se a respeitar a lei. “Existe uma determinação explícita de revisão periódica dos índices, o que não é feito há décadas. Nesse período a agricultura teve ganhos expressivos de produtividade, em torno de 200%”, observou. “É muito importante estimular o produtor a continuar melhorando a produtividade. Sabem os que existe muita dúvida em torno da forma como esse índice deve ser elaborado,mas nós estamos dispostos a uma discussão aberta e racional com o setor.” Logo após ser eleita,em 2010, a presidente Dilma Rousseff também prometeu uma reavaliação da forma como é definido o índice de produtividade e chegou a pedir a assessoria da Embrapa. Assim como Lula,porém, que a antece de uno governo, ela acabou deixando o assunto de lado em todo o seu governo. Capobianco deixou claro em suas declarações que a preocupação de Marina não é apenas desapropriar áreas para a reforma agrária. A revisão do índice de produtividade está encaixada numa das questões centrais de seu programa, que é elevar a produção agrícola do País reduzindo o uso de recursos naturais e sem ampliara área plantada. Não queremos uma agricultura ou pecuária extensiva, com baixa produtividade. Do lado dos agricultores, Rodrigues observa que não existe um prazo determinado para a mudança dos índices, embora seja recomendada a revisão periódica. O maior receio dos produtores é a instabilidade jurídica em relação à propriedade, segundo Riedel. “Não dá para entender porque motivo ela aparece com essa discussão atrasada e extemporânea.”(Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 05/09/2014)

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1º Leilão Touros do Tocantins vai ofertar 100 animais Nelore P.O. neste sábado

Remate ocorre durante a Expocolinas, em Colinas do Tocantins Apostando na pecuária produtiva e no melhoramento genético, a Biogénesis Bagó (Curitiba/PR), empresa de saúde animal, estará representada n...(Portal Feed & Food/SP – 04/09/2014)


Remate ocorre durante a Expocolinas, em Colinas do Tocantins Apostando na pecuária produtiva e no melhoramento genético, a Biogénesis Bagó (Curitiba/PR), empresa de saúde animal, estará representada no 1º Leilão Touros do Tocantins, pelas Fazendas parceiras Dona Nina, São João da Providência e Fazenda Jatobá. No remate serão ofertados 100 Nelores P.O. no sábado, 6, a partir do meio-dia, no Parque de Exposições de Colinas, durante a 17ª edição da Expocolina 2014. De acordo com o pecuarista Virginio Freire Neto, da Fazenda Jatobá, o diferencial dos animais das propriedades do grupo é a precocidade, tanto sexual como de acabamento de carcaça. “Investimos em gado de elite e conseguimos excelentes resultados. Em 2002, fomos a Uberaba (MG), na Mata Velha e, compramos 50 matrizes e foi quando começou nossa seleção de Nelore”, afirma. Os resultados positivos sobressaíram ainda mais depois de um trabalho em parceria feito junto a Biogénesis Bagó, focado principalmente na área de reprodução. “Trabalhamos com protocolo de IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), com todo calendário sanitário voltado para o rendimento reprodutivo. Utilizamos vacinas reprodutivas, com a preocupação de ter mais resultado, aumentar essa genética, que já maravilhosa e, com isso conseguimos ótimos índices nessas propriedades”, explica o supervisor de Contas Especiais nos Estados do Pará, Tocantins e Maranhão da Biogénesis Bagó, Antonio Maranhão. Na Fazenda Dona Nina da Providência, a prioridade é trazer touros que agregam número, raça e genética em todo rebanho. Segundo dados da Fazenda, com 18 meses, os animais têm, em média 500 a 550 kg, de peso vivo. “É um passo adiante que estamos dando. A bezerrada é desmamada com oito meses e nossas novilhas com 18 meses já estão prenhes entrando na estação de monta com IATF”, salienta Boanerges Alves Ferreira, da Fazenda Dona Nina.(Portal Feed & Food/SP – 04/09/2014)

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Presidente Venceslau fecha no azul

Terminou no dia 31 de agosto, a 38ª Feira Agropecuária de Industrial de Presidente Venceslau (Faive), no interior de São Paulo, na divisa com o Estado do Mato Grosso do Sul. O evento foi palco de cinc...(Portal DBO/SP – 04/09/2014)


Terminou no dia 31 de agosto, a 38ª Feira Agropecuária de Industrial de Presidente Venceslau (Faive), no interior de São Paulo, na divisa com o Estado do Mato Grosso do Sul. O evento foi palco de cinco leilões, com oferta de Nelore, Bonsmara e gado de corte. Os quatro remates de genética voltada à produção de carne arrecadaram R$ 3,4 milhões com a venda de 415 animais ao preço médio de R$ 8.294. Por estar localizada em uma região onde a pecuária dá as cartas, os reprodutores lideraram a oferta com 383 animais. As fêmeas saíram em apenas 32 fêmeas. A maior receita foi do 54º Leilão CV Nelore Mocho, com R$ 1,4 milhão. O criador Carlos Viacava negociou 181 touros à média de R$ 7.923. Também foi realizado um leilão de gado de corte que arrecadou R$ 540.000 com a venda de 800 cabeças. A receita total da feira foi de R$ 3,9 milhões. Em comparação à edição anterior, a Faive teve queda de um leilão, mas aumento na oferta, faturamento e preços médios. De acordo com Banco de Dados da DBO, no ano passado, os cinco remates movimentaram R$ 2 milhões com a venda de 349 animais, sendo 339 machos e apenas dez fêmeas.(Portal DBO/SP – 04/09/2014)

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17º Fazenda Dois Irmãos movimenta R$ 1,1 milhão

A produção de Antônio Renato Prata foi à pista na tarde de 30 de agosto, no 17º Leilão da Fazenda Dois Irmãos em Tabarai, no interior de São Paulo. A oferta de 164 lotes de bovinos e equinos rendeu a ...(Portal DBO/SP – 04/09/2014)


A produção de Antônio Renato Prata foi à pista na tarde de 30 de agosto, no 17º Leilão da Fazenda Dois Irmãos em Tabarai, no interior de São Paulo. A oferta de 164 lotes de bovinos e equinos rendeu a fatura de R$ 1,1 milhão, média geral de R$ 7.173. A receita foi puxada pela venda de 103 exemplares Nelore Mocho, raça criada por Prata desde o início da década de 1970. A categoria movimentou R$ 751.440, com preço médio de R$ 7.295. A maior oferta foi de reprodutores, com 89 animais negociados à média de R$ 8.017. Na conversão por boi gordo no dia do pregão, o valor é equivalente a 63,1 arrobas para à vista na praça de Araçatuba (R$ 127/@). As fêmeas saíram em 14 lotes à média de R$ 2.708. O Brahman, raça criada pelo anfitrião desde o ano 2000, foi representado por 53 animais, entre produtos Livro Aberto (LA), Puros de Origem (PO) e de pelagem vermelha. A média geral para os 29 touros foi de R$ 7.398, correspondente a 58,2 arrobas, e das 24 fêmeas foi de R$ 4.230. Também foram à pista oito lotes de equinos Quarto de Milha. A oferta foi igualmente dividade entre machos e fêmeas, com média de R$ 19.140 para elas e R$ 8.100 para eles. Reforçaram a oferta do anfitrião, os convidados Antônio Remualdo, Francisco Ferreira Jacintho, Adauto Peretti Filho e Ruy Moraes Terra. O martelo foi comandado pelo leiloeiro Adriano Barbosa, com pagamentos fixados em 24 parcelas. A organização foi da Leilopec e a transmissão do site Boi Tropical.(Portal DBO/SP – 04/09/2014)

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Nelore Aymoré se apresenta no interior de SP

Em 26 de agosto, Mencius Mendes Abrahão levou a produção da Fazenda Aymoré à pista do Parque de Exposições de Presidente Venceslau, durante a 38ª Feira Agropecuária e Industrial do Município (Faive), ...(Portal DBO/SP – 04/09/2014)


Em 26 de agosto, Mencius Mendes Abrahão levou a produção da Fazenda Aymoré à pista do Parque de Exposições de Presidente Venceslau, durante a 38ª Feira Agropecuária e Industrial do Município (Faive), com o 6º Leilão Nelore Aymoré. O evento movimentou R$ 588.000 com a venda de 70 reprodutores avaliados pelo Geneplus, da Embrapa, à média de R$ 8.400. Na cotação do dia, o valor dos animais é equivalente a 66,9 arrobas de boi gordo para pagamento à vista na praça de Araçatuba, SP (R$ 125,5/@). A organização do pregão foi da Leilosul, com captação de lances conduzida pelo leiloeiro Éder Benite, o “Catatau”, com pagamentos fixados em 24 parcelas.(Portal DBO/SP – 04/09/2014)

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Dupla de criadores de MG promovem leilão virtual

Em 25 de agosto, Paulo Roberto Andrade Cunha e João Machado Prata Júnior promoveram o Leilão Virtual Terra do Gir Leiteiro, reunindo a produção da Fazenda Genipapo e da Fazenda Aprazível, respectivame...(Portal DBO/SP – 04/09/2014)


Em 25 de agosto, Paulo Roberto Andrade Cunha e João Machado Prata Júnior promoveram o Leilão Virtual Terra do Gir Leiteiro, reunindo a produção da Fazenda Genipapo e da Fazenda Aprazível, respectivamente, em Uberlândia e Água Cumprida, ambos municípios de Minas Gerais. O Agro Canal transmitiu ao vivo a venda de 36 fêmeas Gir Leiteiro por R$ 172.800, média de R$ 4.800. O leiloeiro Agnaldo Agostinho esteve à frente da captação de lances, com pagamentos fixados em 30 parcelas. A organização foi da WV Mais Leilões.(Portal DBO/SP – 04/09/2014)

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Caroatá faz pista variada com 60 animais

O Rebanho Caroatá levou exibiu um mix de oferta na Fazenda Lagoa do Cavalo, Gravatá, no Agreste Pernambucano, em um leilão no dia 30 de agosto. Entre ovinos, caprinos e bovinos, foram comercializados ...(Portal DBO/SP – 04/09/2014)


O Rebanho Caroatá levou exibiu um mix de oferta na Fazenda Lagoa do Cavalo, Gravatá, no Agreste Pernambucano, em um leilão no dia 30 de agosto. Entre ovinos, caprinos e bovinos, foram comercializados 59 animais por R$ 452.880, média geral de R$ 7.675. A maior oferta foi de bovinos Sindi, com 19 animais por R$ 155.760. Do grupo saíram quatro machos à média de R$ 7.020 e 15 fêmeas a R$ 8.512, entre elas estava Haia RV Rainha, arrematada por R$ 26.400 pelo criador Rodrigo Otávio Vieira Vasconcelos. Nos ovinos, 14 animais Santa Inês movimentaram R$ 86.160. A média para as 13 fêmeas foi de R$ 6.036 e o único macho saiu por R$ 7.680. A raça Dorper esteve em 12 lotes por R$ 65.520. Na divisão por categorias, dez fêmeas foram comercializadas à média de R$ 5.712 e dois machos por R$ 4.200 cada. Os caprinos também saíram em duas raças. Os 12 animais Boer arrecadaram R$ 136.320, média de R$ 10.512 para as dez fêmeas e R$ 15.200 para dois machos, destaque para a venda de 25% de Alto do Cruzeiro Lord 675 TE, fechada em R$ 19.200 com o criador Carlos Eugênio de Almeida Brennand, valorizando o animal em R$ 76.800. A oferta foi complementada com a venda de duas fêmeas Savana por R$ 4.560, cada. O evento foi promovido por Cornelio Brennand, Carlos Eugênio Brennand, Francisco Oliveira e Marcelo Tavares de Mel. A organização foi da Agreste Leilões, com captação de lances para pagamentos em 20 parcelas.(Portal DBO/SP – 04/09/2014)

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Expoinel

Com o objetivo de valorizar o trabalho dos expositores da raça nelore, a Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) premiará também, durante a 43a Expoinel, que acontece de 18 a 28 deste mês,...(Revista Globo Rural/SP – Setembro. 14)


Com o objetivo de valorizar o trabalho dos expositores da raça nelore, a Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) premiará também, durante a 43a Expoinel, que acontece de 18 a 28 deste mês, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), os melhores expositores participantes por região de origem. Além do tradicional prêmio de melhor expositor, os participantes concorrerão também ao troféu de Melhor Expositor Regional. Todo expositor inscrito na 43a Expoinel disputará a premiação pela região na qual sua propriedade está localizada.(Revista Globo Rural/SP – Setembro. 14)

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Novo sopro da índia

Grupo JOP apresenta primeira safra de animais provenientes de projeto de importação de embriões, promessa de "refresco" no sangue Nelore . O Grupo Nelore JOP, cujo nome é composto pelas iniciais dos c...(Revista DBO/SP – Agosto. 14)


Grupo JOP apresenta primeira safra de animais provenientes de projeto de importação de embriões, promessa de "refresco" no sangue Nelore . O Grupo Nelore JOP, cujo nome é composto pelas iniciais dos criadores José Carlos Prata Cunha, Orestes Prata Tibery Júnior (in memorian) e Pedro Augusto Ribeiro Novis, donos das marcas VR, OT e Guadalupe, respectivamente, está levando muito a sério o ditado popular: "Uma andorinha só não faz verão". Nos últimos dez anos, eles vêm conduzindo um trabalho consistente de seleção com base em embriões importados da Índia. Os primeiros resultados foram apresentados no dia 20 de julho, na Fazenda Cachoeirinha, em Guararapes, SP. "Temos um trabalho fantástico de melhoramento genético no Brasil e não queremos concorrer com o que foi feito nas últimas décadas. Vivemos, porém, um afunilamento preocupante de linhagens que tem dificultado novos acasalamentos", diz Ângelo Mário Prata Tibery, que assumiu os negócios da OT após a morte do pai, Orestinho, em 2012. "Vivemos a necessidade de diversificação genética, sob pena de perdermos características essenciais à raça", acrescenta Pedro Novis. NOVO FÔLEGO - O projeto Nelore JOP teve início em 2004, quando seus fundadores decidiram trazer sangue novo para o Nelore, e aumentar o "clube" dos importadores de embriões da Índia, que na época já contava com nomes do calibre de Jonas Barcellos (Fazenda Mata Velha), Abelardo Lupion (Nelore Beka) e Carlos Rodemburg (Agropecuária Santa Bárbara). "Estávamos na exposição de Araçatuba, no interior paulista, discutindo o futuro da raça no Brasil quando tive a ideia. Fiz o convite inicialmente ao Pedro Novis, que aceitou de pronto, depois o estendemos ao O restinho. Mais tarde, convidamos outros três parceiros para participar do projeto: Gilson Katayama, Carlos Mestriner, e José Roberto Colli, que ajudaram a alinhavar objetivos e deram enormes contribuições", lembra José Carlos Prata Cunha. A busca por linhagens 100% indianas foi o foco do grupo na última década, como tentativa de quebrar a cosanguinidade que assombra o Nelore, após mais de 50 anos da chamada "última grande importação", responsável pela difusão da raça no País. Em 1962, foram trazidos da Índia animais excepcionais em características raciais, padrão preconizado pelos criadores da época. Grandes raçadores como Ta) Mahal, Godhavari, Kurupathy, Golias, Karvadi, Rastã, Bima, Akasamu, Padhu e Checurupadu se tornaram conhecidos e granjearam fama como melhoradores de plantéis, nos diferentes centros de criação de Nelore do País. Somente Karvadi está presente em 80% do gado Nelore existente no Brasil, motivo de orgulho para os importadores de 1962 e de preocupação para os geneticistas. Isso porque as importações de animais foram proibidas por questões sanitárias em 1964 e reabertas apenas em 1997, sob a condição exclusiva de fluxo de embriões. Os projetos iniciados neste período foram concluídos em 2010, totalizando 48 anos de reclusão genética. RISCO CRESCENTE - Conforme estudo da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, coordenado por Cláudio Magnabosco, o rebanho brasileiro está fechado em seis linhagens. "O uso frequente das mesmas famílias pode, a longo prazo, trazer prejuízos econômicos, como a perda de características produtivas ligadas à fertilidade, habilidade materna e ganho de peso", explica Luiz Fernando Canellas, médico veterinário da VR. Acredita-se que para cada aumento de I % no coeficiente de endogamia (acasalamento entre indivíduos aparentados) ocorram mudanças no desempenho de fertilidade e produção, medidos por meio da circunferência escrotal, motilidade espermática, conversão alimentar, taxa de natalidade e ganho de peso. Responsável pela coordenação técnica das importações da Índia, Carlos Aberto Zanenga, diretor da Embriza Biotecnologia, diz que os animais nascidos a partir do Projeto JOP não so­ mente estabelecem uma distância de parentesco com os indivíduos das famílias aqui existentes como representam um respiro genético para a raça. "São uma riqueza incrível. As fêmeas têm uma seleção natural para leite, e os touros concorrem nas corridas de puxadores de pedra, prática comum na Índia. Consequentemente, são animais de boa ossatura e musculatura", diz. "O choque de sangue entre as duas levas de importações (1962 e 2010) promoverá um salto de produtividade no Nelore", diz o técnico. LONGO PROCESSO - Zanenga foi responsável pela coleta e congelamento de todo o material genético trazido pata o Brasil a partir de 35 doadoras e 7 touros. "O primeiro passo foi montar uma central de inseminação na Índia e estabelecer um protocolo sanitário exequível para os dois países", diz o veterinário, relatando as dificuldades do projeto, que, após 52 anos da última grande importação, continua sendo um processo lento e burocrático. "Os primeiros embriões chegaram ao Brasil em 2010 e foram transferidos para as receptoras em 2011. Os nascimentos ocorreram entre fevereiro e abril de 2012. Mas nem todos os embriões foram trazidos para o Brasil e ainda existem descongelamentos sendo feitos." A terceira e última remessa está em processo e deverá totalizar 500 animais. APRESENTAÇÃO - No primeiro dia de campo do Nelore JOP, foram apresentados 53 dos 250 animais já nascidos. Todos os tourinhos começaram a produzir sêmen aos 18 meses e parte das fêmeas já está prenhe. Também foram mostradas novilhotas que entrarão em monta nos próximos meses e lotes de receptoras com bezerros ao pé. Pre­sença ilustre do evento, Adir do Carmo Leonel, conhecido pelo olho clínico de criador, gostou do que viu. "Cosanguinidade você dribla com bons acasalamentos. O problema é a matéria-prima", avalia Adir. "Vi três, quatro garrotes que certamente serão grandes raçadores. Têm o porte adequado e vão contribuir para melhorar nosso acabamento de carcaça, que é o que precisamos hoje." Foram reunidas cem pessoas, entre criadores, técnicos e invernistas. Lourenço Campo, dono da Central Leilões, na vizinha Araçatuba, notou o interesse de grandes investidores. "Tem muita gente querendo beber desta fonte." Apesar de satisfeito com os resultados, Pedro ovis opta pela precaução. "São animais de grande pureza racial, é fato. Mas a qualidade individual dos produtos ainda precisa ser avalia­ da." Atualmente, os indivíduos são selecionados por meio do controle ponderal (ganho de peso), circunferência escrotal e morfologia, sob acompanhamento da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebuínos) e ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores). A expectativa é a de que as avaliações genéticas estejam completas daqui a três anos, quando nascerem as progênies e as DEPs (diferença esperada da progênie) começarem a ser geradas. A ideia é colocar no mercado um animal à altura do Nelore Brasileiro, que chegou a um ponto de seleção muito alto, atesta Ângelo Tibery. "Para isso, precisamos de dados quantitativos." Desde que o Projeto JOP "desembarcou" no Brasil, os sócios optaram pela criação de um núcleo de seleção separado dos rebanhos dos proprietários. O grupo arrendou uma propriedade em Castilho, na região de Araçatuba, SP, para concentrar as progênies e promover futuros acasalamentos entre as linhagens 100% indianas. Segundo Thiago Trevisi, da Top Consultoria e coordenador do projeto, o objetivo é trabalhar inicialmente o rebanho fechado para depois testar tourinhos na vacada PO (pura de origem). "É um gado novo, sem literatura. Primeiro precisamos descobrir o que temos em casa para depois democratizarmos essa genética", séntencia. Parte da avaliação tem sido feita por meio de testes de progênie nos seis rebanhos proprietários. Foram distribuídas entre eles 1.600 doses de sêmen de sete reprodutores do projeto para utilização em animais de categorias PO, LA e cara limpa. "Não adianta avaliar isoladamente o grupo, em acasalamentos internos, sem saber o impacto desses indivíduos nos diferentes sistemas de produção do País. Como são seis fazendas participantes, é possível fazer esse teste com certa facilidade". O grupo pretende identificar os melhores indivíduos e colocá-Ios pouco a pouco no mercado. No leilão de celebração do centenário da seleção VR, realizado em 19 de julho por José Carlos Prata Cunha, foram vendidos 50% do touro Admatan POI da NJOP, uma "cereja do enorme bolo" guardado em Castilhos. Filho de vaca AkoIa em touro Yellamaru, o animal teve lance fechado em R$ 150.000 pela dupla Abelardo Lupion e Fidélis Barreto, parceiros de um projeto paralelo de importação de embriões. Condição imposta pelos vendedores? Direcionar o reprodutor para uma central de inseminação, com participação do comprador apenas na venda de sêmen. "O Lupion é nosso parceiro de longa data. Fizemos um acordo entre cavalheiros", brinca Ângelo Tibery. Ele garante que o próximo passo será a definição de uma estratégia comercial para a venda de material genético, voltada, sobretudo, a criadores que desejam participar dos testes de progênie num primeiro momento. Novis explica: "Não queremos que esta genética permaneça fechada entre nós, mas estamos ainda em fase de teste. Preferimos pecar pelo excesso de zelo do que pela falta", declara o criador, mostrando que cautela, de fato, não faz mal a ninguém.(Revista DBO/SP – Agosto. 14)

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Venda de novilhas cresce

A 10ª Feira de Novilhas e Ventres Selecionados registrou, ontem, faturamento de R$ 889,5 mil, com a comercialização de 665 animais entre novilhas, terneiros e novilhas prenhes. Em 2013, o valor arreca...(Jornal Correio do Povo/RS - 05/09/2014)


A 10ª Feira de Novilhas e Ventres Selecionados registrou, ontem, faturamento de R$ 889,5 mil, com a comercialização de 665 animais entre novilhas, terneiros e novilhas prenhes. Em 2013, o valor arrecadado foi de R$ 605 mil. Para o criador Mário da Silva Ferreira, da fazenda Solidão, de Alvorada, a Expointer é uma grande fonte de negócios e vitrine para pecuaristas. “Vivo do gado há 60 anos e aproveito a Expointer para fazer negócios”,diz Silva. Já Domingos Lopes, da Agropecuária Figueirinhas, ofertou cinco lotes. “São animais de boa qualidade e o momento da pecuária é bom. Foi uma boa oportunidade para apresentar o nosso trabalho”, diz. O presidente da Comissão de Feiras e Remates da Farsul, Francisco Schardong, disse que a prioridade não foi apenas a quantidade, mas a qualidade.(Jornal Correio do Povo/RS - 05/09/2014)

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Abiec promove missão no Irã e Egito em 2014

Visando estreitar as relações com importadores estrangeiros de carne bovina brasileira do Irã – 6º maior destino do produto nacional em 2014, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Car...(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)


Visando estreitar as relações com importadores estrangeiros de carne bovina brasileira do Irã – 6º maior destino do produto nacional em 2014, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) promoveu um churrasco na residência oficial do embaixador do Brasil naquele País. O evento contou com apoio da embaixada brasileira no Irã, da Apex-Brasil e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e reuniu importantes players do setor, além de importadores de carne bovina e autoridades locais. Depois do Irã, a ABIEC, representada pelo seu presidente, Antônio Jorge Camardelli, seguiu para o Egito, onde participou de reuniões com importantes autoridades do País. As iniciativas no Irã e no Egito integraram uma missão do MAPA, com apoio de empresas exportadoras e entidades setoriais, entre elas a ABIEC. Um dos objetivos foi negociar o fim do embargo às importações de carne bovina do Mato Grosso. Os dois países suspenderam as compras após a identificação este ano do agente causador da encefalopatia espongiforme bovina – o mal da vaca louca – num animal do rebanho do Estado. A finalidade foi mostrar aos governos dos dois países que “o status sanitário do Brasil é compatível com os melhores do mundo” e que a maioria dos mercados que suspenderam as importações após o anúncio do caso já voltaram a comprar. “A missão brasileira no Irã e no Egito obteve pleno sucesso, já que os dois países retiraram os embargos à carne brasileira do Mato Grosso, resultado dos esforços feitos pela ABIEC, pelas Embaixadas Brasileiras nos países e pelo Ministério da Agricultura, em especial Ministro Neri Geller, empenhado na defesa dos interesses do setor e do país”, comemora Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC. O Egito e o Irã são dois importantes importadores de carne bovina brasileira, ocupando a 5ª e a 6ª posições, respectivamente, no acumulado do ano, apesar do embargo ao Mato Grosso. De janeiro a julho de 2014 foram exportadas 82,3 mil toneladas de carne para o Egito (20% a mais que 2013), representando um faturamento de US$ 284,2 milhões (aumento de 24%). Para o Irã foram exportadas 53,2 mil toneladas, com um expressivo aumento de 149% em relação ao mesmo período do ano passado, e um faturamento de US$ 240,4 milhões, um crescimento de 147% ante 2013.(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)

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Produtores do MS participam de capacitação da Beckhauser no Centro de Manejo Racional (CEM)

Com o objetivo promover o debate sobre a importância do bem-estar animal no processo de manejo e oferecer a oportunidade de conhecer o que há de mais moderno em equipamentos e técnicas de manuseio de ...(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)


Com o objetivo promover o debate sobre a importância do bem-estar animal no processo de manejo e oferecer a oportunidade de conhecer o que há de mais moderno em equipamentos e técnicas de manuseio de animais em curral, entre os dias 25 e 27 de agosto, um grupo de produtores associados à Associação Sul-Matogrossense de Produtores de Novilho Precoce, participou, junto com seus gerentes e capatazes, do Curso de Manejo Racional de Bovinos no Centro de Manejo Racional (CEM) em Guairaçá(PR). O curso foi ministrado pelo médico veterinário e consultor da Beckhauser, Renato dos Santos, e destinado a pecuaristas, seus gerentes e capatazesde fazendas que participam do Programa de Boas Práticas Agropecuárias da Embrapa Gado de Corte (BPA), apoiadas pelo Grupo de Trabalho em Pecuária Sustentável (GTPS), em parceria com a Beckhauser. Alexandre ScaffRaffi, proprietário da fazenda Boa Esperança, no município de Anastácio (MS) classificou o curso como o mais importante promovidos pela BPA até agora. “Esse foi o curso mais importante de todos que já foram feitos pelo BPA, pois vai impactar dentro do manejo produtivo da fazenda. Foi uma experiência fantástica”, enfatiza. Em três dias de curso foram abordados, em sala de aula, os conceitos sobre bem-estar animal, o impacto nos resultados da produção, além de uma introdução sobre as características dos bovinos, como ele reage, seus sentidos, temperamento, o efeito das novidades, zona de fuga, ponto de balanço, entre outros assuntos que não estãodiretamenteligados ao manejo, mas, que são de extrema importância para o resultado proposto, como trabalho em equipe, comunicação e relações interpessoais. De acordo com Ezequiel Rodrigues do Valle, diretor de Sustentabilidade da Associação Sul-Matogrossense dos Produtores de Novilho Precoce e coordenador do Programa de Boas Práticas Agropecuárias da Embrapa Gado de Corte, o curso foi muito além do manejo racional. “Recomendo a todos os produtores que deveriam participar ou trazer seus capatazes ou peões para participarem, pois o manejo racional é um dos pontos críticos dentro de um sistema de produção”, aponta. “Temos que ter consciência dos problemas que podem ser evitados, onde os dois lados saem ganhando, o produtor e a indústria, pois minimizando essas contusões, é possível melhorar o rendimento de carcaça dos animais”, ressalta Valle. Além dos conceitos apresentados em sala, no último dia do curso, foi feita uma aula prática com atividades como identificação dos pontos críticos do curral, sugestões para melhorias de instalações, exercícios de trabalho em equipe e comunicação, o próprio manejo em si, transferindo lotes de animais de uma manga para outra com o uso da bandeirola.Os participantes puderam conhecer o curral antiestresse, o e uma linha de equipamentos composta por cinco troncos de contenção, quando foram apresentadas as suas principais funções direcionadas para cada manejo, especificamente. Para o capataz, Marcio Theodoro, as informações que ele recebeu na capacitação vão melhorar as condições de trabalho. “Vai ajudar em confinamento, chegada com o boi, trabalhos no mangueiro, estruturas de mangueiro, tudo isto que foi visto aqui, e principalmente respeitar o animal de forma geral”, acrescenta. Ao final do curso, o grupo fez uma visita à fábrica da Beckhauser, em Paranavaí (PR), onde foram apresentados setores como o de Projetos e Desenvolvimento, que busca inovações e lançamentos de novos produtos baseados em estudos de demanda de mercado e a linha de montagem que usa o conceito da manufatura enxuta. Para a vice-presidente da Beckhauser, Mariana Beckheuser, o curso em conjunto com uma associação, como a Novilho Precoce MS, na realidade, é uma troca de experiências. “Otrabalho que a Associação faze a troca de experiências que promovem e a busca de melhorias constantes é um belo exemplo para a pecuária, que merece ser divulgado e seguido. Nós da Beckhauser ficamos muito satisfeitos em podermos contribuir com iniciativas como essa e ajudar a levar um pouco de conhecimento sobre o manejo racional e produtivo para quem está na prática da atividade”, enfatiza. Participaram do curso: KlaussMachareth, Almir Barbosa T. Sobrinho, Alexandre Scaff Raffi, Marcio Theodoro, Ezequiel Rodrigues do Valle, Flavio Nery Silveira Maia, Reinaldo De Lima Chaves, Ralphe da Cunha Nogueira, Vando Benites da Costa, Carlos Humberto Fialho Canale, Edson Nogueira Abadia, João Borges dos Santos Junior, Geraldo Ferreira Milan, Marcio Wasilewski de Castro, Moiseniel Alves, Moacir Donizete Borges, Getulio Marques, Marcelo Caleffi de Souza, JosileneCaleffi.(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)

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Abate não fiscalizado de bovinos é estimado em menos de 10%

O número de bovinos abatidos sem nenhum registro de fiscalização sanitária – municipal, estadual ou federal – é menor do que muitos poderiam estimar. Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Ec...(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)


O número de bovinos abatidos sem nenhum registro de fiscalização sanitária – municipal, estadual ou federal – é menor do que muitos poderiam estimar. Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, indicam que menos de 10% dos abates estiveram nesta condição em 2012. Segundo os autores da pesquisa, os resultados obtidos, bem menores que os encontrados na literatura referentes a décadas passadas, evidenciam as mudanças positivas que a pecuária nacional, como um todo, vem implementando. Segundo os pesquisadores, podem ser citados o fortalecimento do aparato legal sanitário, com foco em qualidade de processo, o salto tecnológico e gerencial das indústrias e a internacionalização do setor de carne brasileiro. Além de analisar o abate que não teve acompanhamento do serviço de inspeção federal, nem do estadual nem do municipal pela via da oferta (de animais para abate), os pesquisadores o estimaram, de forma inédita, também pela perspectiva da demanda (por carne). A aplicação dessas duas metodologias funciona como uma contrachecagem dos resultados que, ao final da pesquisa, mostraram-se bastante semelhantes. Do lado da oferta, o volume não fiscalizado correspondeu de 7,4% a 8,9% do total abatido em 2012 nos estados da pesquisa. O resultado na forma de intervalo decorre de problemas no ajustamento dos valores oficiais de abate, já que alguns estados forneceram dados incompletos. Pela abordagem da demanda – é menor o grau de detalhamento dos dados –, o abate não fiscalizado foi estimado em 7,6% do total de animais abatidos para atender à demanda por carne no País. Em linhas gerais, para chegar aos resultados, a equipe do Cepea estimou a oferta de animais para abate e também a quantidade de animais necessária para atender a demanda nacional por carne bovina, tudo referente ao ano 2012. Esses volumes foram, então, comparados ao abate oficial (com fiscalização sanitária). A diferença é o “não fiscalizado”, expressão adotada pelos autores em detrimento de “abate clandestino”, que pode render interpretações não cobertas por esta pesquisa – como a fiscalização tributária/fiscal dos abates. Pelo lado da oferta, o estudo abrangeu os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Pará, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e também o Distrito Federal. Para alguns estados, porém, as estimativas são parciais e devem ser aprimoradas conforme se obtenham dados mais detalhados. Para outros, não foram obtidas informações consistentes. Por essas dificuldades, os autores da pesquisa ressaltam que os resultados da estimativa do abate não fiscalizado pela via da oferta de animais dizem respeito a 84% do rebanho e a 85% do total abatido em 2012, segundo estimativas do IBGE.(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)

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Sêmen de touro passa a ser rastreado por código de barra

ABS Global é a primeira empresa no mundo a informatizar e unificar todos os procedimentos desde a coleta até o controle de pedidos de venda, revolucionando o mercado, com mais segurança e agilidade. O...(Portal Fator Brasil/RJ – 05/09/2014)


ABS Global é a primeira empresa no mundo a informatizar e unificar todos os procedimentos desde a coleta até o controle de pedidos de venda, revolucionando o mercado, com mais segurança e agilidade. Os touros de todas as unidades da ABS Global do mundo ganharam chips. E os coletores de sêmen receberam um novo equipamento para o trabalho no campo: uma espécie de pistola, que funciona como leitor digital. Assim que termina a coleta, o funcionário direciona o aparelho para o dispositivo microeletrônico (brinco) do boi e leva a informação digital para o laboratório, junto com o material genético. “Depois, quando apontamos o equipamento para o computador, ele envia os dados do animal e, automaticamente, é impressa uma etiqueta com o código de barra daquele animal, que é colada no tubo do sêmen”, conta Fernando Vilela Viera, gerente de produção da central de Uberaba (MG). Antes, a marcação do nome do doador nos frascos era feita manualmente, à caneta, pelo colaborador. Com a informatização, a segurança da identidade das amostras e da integridade das informações chega a 100%. Isso porque, a partir de agora, é esse código – único de cada animal – composto de 15 dígitos, que guia o trabalho nas centrais. Todas as etapas, desde a pesagem do material até a colocação de antibiótico, precisam ser validadas digitalmente. “Cada processo no laboratório ganhou um leitor de código de barra. É só apertar uma tecla e o sistema insere a informação, sem necessidade de qualquer digitação, qualquer inserção manual de dados, o que acaba com uma grande preocupação nossa e do mercado de que poderia haver algum erro, já que são muitos números, além disso, muitos touros possuem nomes muito parecidos. Hoje, não há dúvidas. É totalmente seguro”, explica Vilela. Para isso, a ABS Global trocou todos os equipamentos periféricos, como as balanças, que agora enviam diretamente o peso do sêmen para o banco de dados, permitindo também ganho de agilidade e eficiência do procedimento. As informações de cada coleta, como a quantidade e a concentração de sêmen, são armazenadas instantaneamente no histórico digital do touro. E, pelo novo sistema, os registros de todas as centrais dos oito países onde a ABS Global atua (Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Rússia, China, Índia, Brasil, Itália e Austrália) foram unificados no banco de dados. Com isso, é possível ainda monitorar – em tempo real – a produção, o estoque e os pedidos recebidos pelos clientes de qualquer parte do mundo. Segundo Vieira, assim que um pedido é recebido, ele é cadastrado por país e por categoria (se é destinado para comercialização nacional, exportação ou interesse do proprietário). Assim, é possível direcionar as demandas. “Se um touro está produzindo mil doses e 500 vão para Colômbia, o software já encaminha a produção desse material para que atenda as exigências sanitárias do comprador externo”, exemplifica o gerente. O novo sistema adotado pela empresa é conhecido como GPS – Global Production System (Sistema Global de Produção). Ele foi desenvolvido durante cinco anos pela equipe da ABS nos Estados Unidos em parceria com uma empresa inglesa contratada, a Nash Tech. No projeto do software e na aquisição de novos equipamentos, foram investidos US$500 mil. “É um investimento em tecnologia para o cliente ABS, que demonstra o comprometimento da empresa em oferecer um produto de qualidade.”, ressalta Leo Brito, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do software.(Portal Fator Brasil/RJ – 05/09/2014)

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Tristeza Parasitária Bovina pode ser prevenida

A Tristeza Parasitária Bovina (TPB) é uma doença infecciosa e parasitáriados bovinos causada por uma riquétsia do gênero Anaplasma (Anaplasmose) e um protozoário do gêneroBabesia (Babesiose), transmit...(Portal Feed & Food/SP – 04/09/2014)


A Tristeza Parasitária Bovina (TPB) é uma doença infecciosa e parasitáriados bovinos causada por uma riquétsia do gênero Anaplasma (Anaplasmose) e um protozoário do gêneroBabesia (Babesiose), transmitida aos animais pelo carrapato dos bovinos (Rhipicephalus (Boophilus) microplus) e mosca hematófaga. Está distribuída por todo o Brasil, sendo a sua maior ocorrência na região Centro-sul e com maior frequência no Estado do Rio Grande do Sul. Na TPB ocorre rompimento das hemácias dos animais, fazendo com que entrem em anemia. Os sintomas são: febre, icterícia ou mucosas pálidas e prostração, daí o nome popular de “tristeza”. “A doença é mais encontrada nos rebanhos com sangue de raças europeias de corte e leite onde o carrapato aparece em infestações irregulares, variando de baixa a alta, causando grandes perdas econômicas pela influência que exerce no crescimento e desenvolvimento desses animais, pelas altas perdas de produção de carne e leite e pelos distúrbios reprodutivos, com interferência direta na produtividade do rebanho e consequentemente a perdas econômicas (podendo, sem tratamento adequado, levar o animal a morte). Por este motivo é importante realizar a quimioprofilaxia”, explica o gerente de Produto MSD Saúde Animal, Emerson Botelho. Em pecuária leiteira, a tristeza parasitária bovina é um problema constante em bezerras (terneiras) devido ao manejo. “Em rebanhos leiteiros de alta produção as bezerras são separadas das vacas logo após o nascimento e criadas de forma separada em “casinhas”.. Com isto, as bezerras não tem contato com o carrapato e ao serem conduzidas aos piquetes na segunda fase de criação com contato com carrapato elas são acometidas pela TPB.”, diz Botelho. Existem também os casos de vacas em lactação criadas em free stal e quando secadas são colocadas em piquetes, onde podem ter contato com carrapato e contágio pela TPB. Em rebanhos de corte é crescente os casos de TPB nos confinamentos e áreas de integração lavoura pecuária. No caso de confinamento temos o transporte animal, organização em novos lotes e vários outros fatores que reduzem a imunidade do animal pelo stress e permite o retorno da TPB, principalmente casos de anaplasmose transmitida por moscas. Para prevenir e combater esta doença a MSD Saúde Animal possui um protocolo de sanidade completo com o uso estratégico do Imizol®. Para mais informações consulte a bula do medicamento, os colaboradores da MSD ou contate um médico veterinário.(Portal Feed & Food/SP – 04/09/2014)

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Pecado da Jaguaretê conquista título de melhor carcaça tipo frogorífico

O Pecado, bezerro de apenas dez meses e 504 quilos da Fazenda Jaguaretê, de Eldorado do Sul (RS), é destaque na 37ª edição da Feira de Esteio. Reconhecido com o título “Melhor Carcaça Tipo Frigorífico...(Portal Beef World/SP – 04/09/2014)


O Pecado, bezerro de apenas dez meses e 504 quilos da Fazenda Jaguaretê, de Eldorado do Sul (RS), é destaque na 37ª edição da Feira de Esteio. Reconhecido com o título “Melhor Carcaça Tipo Frigorífico”. Também ganhou o prêmio de Melhor Touro da Expointer 2014. “Para nós, essa categoria conquistada é a mais importante, pois mostra que temos o melhor biótipo para o mercado”, afirma João Queiroz, filho de Rosalu e Luiz Antonio Queiroz, proprietários da Fazenda Jaguaretê. Com um ganho de peso diário de 1,5 quilo no pasto, esse bezerro, que é 100% de origem Jaguaretê, ou seja, filho de touro e vaca Jaguaretê, marca uma nova geração do Simental. “Nosso time, este ano, representa basicamente as novas gerações que estamos a cada ano aprimorando mais, sempre em busca das principais características da raça”, destaca Rafael Lessa, sócio da Fazenda Jaguaretê. Saiba mais Estabelecida em Eldorado do Sul (RS), a Fazenda Jaguaretê possui o maior rebanho do mundo de Simental, com mais de mil cabeças de gado puros de origem e, desde a Expointer de 2010, busca parceiros para doar sêmen de Simental aos criadores gaúchos que têm interesse em vender o terneiro desmamado. O produtor parceiro recebe um valor diferenciado, o que faz com que o processo de produção em cadeia remunere melhor todos os elos, criando assim um sistema sustentável aonde todos ganham mais. As raças preferenciais para o cruzamento são as britânicas Angus, Braford, Brangus e Hereford. Um dos motivos para a escolha do Rio Grande do Sul para a instalação da Jaguaretê foi a reconhecida qualidade da pastagem no Estado. O objetivo é expandir uma raça europeia – gado base no RS – que tem reconhecidamente carne de melhor qualidade, garantindo que o produto seja incomparavelmente superior, além de ter custo baixo e compatível com o mercado. A explicação é de Luiz Antonio Queiroz, proprietário da fazenda e idealizador do projeto. A vantagem da parceria com a Jaguaretê é o pagamento de um prêmio sobre o valor de mercado para o bezerro com mais de 200 quilos, fruto da genética Simental da Jaguaretê.(Portal Beef World/SP – 04/09/2014)

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Oferta de boi gordo dá sinais de melhora, mas ainda é limitada

No entanto, a oferta não está abundante, o que impede que volumes de negócios mais significativos ocorram nestas condições. Veja as cotações do boi gordo no link https://www.scotconsultoria.com.br/cot...(Portal Beef World/SP – 04/09/2014)


No entanto, a oferta não está abundante, o que impede que volumes de negócios mais significativos ocorram nestas condições. Veja as cotações do boi gordo no link https://www.scotconsultoria.com.br/cotacoes/boi-gordo/ No estado, segundo levantamento da Scot Consultoria, a referência para o macho terminado ficou em R$128,00/@, à vista (4/9). Houve compras em até R$130,00/@, nas mesmas condições. Nas demais regiões produtoras o cenário é de baixa oferta e dificuldade de compra, o que fez a cotação da arroba subir em sete praças. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de bovinos castrados ficou cotado em R$8,10/kg. A expectativa é de melhora nas vendas, no entanto, os estoques estão grandes, o que tende a ser um fator de resistência a aumentos nos preços.(Portal Beef World/SP – 04/09/2014)

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Congresso do leite em maio

Câmara Técnica do IGL e Embrapa definiram ontem detalhes do 13° Congresso Internacional do Leite, nos dias 12 e 13 de maio de 2015. O evento contará com palestras, exposições, estandes com venda de pr...(Jornal Correio do Povo/RS - 05/09/2014)


Câmara Técnica do IGL e Embrapa definiram ontem detalhes do 13° Congresso Internacional do Leite, nos dias 12 e 13 de maio de 2015. O evento contará com palestras, exposições, estandes com venda de produtos e workshop sobre políticas públicas e deve reunir 1,3 mil pessoas na Fiergs, na Capital. O tema é voltado ao mercado e à competitividade e sustentabilidade. “O congresso é um divisor de águas sobre a atividade leiteira. O workshop de políticas públicas irá otimizar a interação do público-privado na cadeia do leite”, afirmou o diretor executivo do IGL, Oreno Ardêmio Heineck.(Jornal Correio do Povo/RS - 05/09/2014)

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Cooperativa oferece FIV a 1.350 pecuaristas do Vale do Rio Doce

O Estado de Minas Gerais tem a principal bacia leiteira do país e responde por 27,5% do total de leite produzido no Brasil segundo dados o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A reg...(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)


O Estado de Minas Gerais tem a principal bacia leiteira do país e responde por 27,5% do total de leite produzido no Brasil segundo dados o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A região do Vale do Rio Doce tem grande importância na produção do estado e é nela que está a Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce, fundada há 55 anos e com um histórico importante de desenvolvimento e inovação na produção de leite. O presidente da Cooperativa, Guilherme Olinto Resende, conhece os problemas enfrentados pelo produtor de leite e acredita que facilitar o acesso à tecnologia é fundamental para fortalecer a produtor. “O Vale do Rio Doce tem uma produção de leite expressiva e tem capacidade de produzir ainda mais, mas o produtor de leite ainda encontra muitas dificuldades para evoluir. Muitos desconhecem as técnicas mais avançadas e o pequeno produtor, que aqui é maioria, dificilmente tem acesso ao que existe de mais moderno. Com muito trabalho estamos conseguindo mudar essa realidade, a Cooperativa está democratizando a tecnologia e dando condições de crescimento para todos os cooperados,” comemora Resende. A Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce tem como missão institucional em seu planejamento estratégico promover o desenvolvimento tecnológico dos cooperados, oferecendo produtos e serviços inovadores que aprimorem a sua produção e contribuam para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do leite. Assim, a Cooperativa trabalha constantemente em busca de novas tecnologias para aumentar a produção e garantir maior rentabilidade de cada cooperado. Projeto Crê$er Genética Com um investimento inicial de mais de meio milhão de reais, utilizando recursos da própria Cooperativa e subsídios de parceiros, a Cooperativa implantou em 2009 o Projeto Crê$er Genética, que é o incentivo à realização de Inseminação Artificial em Tempo Fixo, a IATF. O corpo técnico da cooperativa atende o cooperado, seleciona as vacas com capacidade de prenhez, faz a orientação quanto à aplicação de hormônios para o sucesso do procedimento e finaliza com a realização da IATF, sempre com sêmen de touros geneticamente superiores e com alto potencial em produção de leite. Desde a implantação do projeto Crê$er Genética já foram feitas mais de doze mil inseminações. Este foi um importante passo da Cooperativa para garantir mais lucro a médio e longo prazo aos cooperados. O projeto possibilita que o produtor planeje a melhor época de parição das vacas, se organize para produzir alimentação para o rebanho lactante e se prepare para receber as bezerras geneticamente melhoradas, inclusive fazendo treinamento de mão de obra e melhorando a estrutura para receber as bezerras. A IATF permite diminuir o intervalo entre partos e ainda produz bezerras leiteiras de qualidade melhorando as características do rebanho e, consequentemente a produtividade leiteira. Também foi implantado o projeto de Cria e Recria de bezerras, para que os animais fruto da inseminação tivessem manejo e alimentação adequados e chegassem a produzir com todo o potencial. Fertilização In Vitro Com a consolidação da IATF, difusão da tecnologia bem aplicada e mais receptividade dos produtores para novas tecnologias a Cooperativa sentiu que era hora de dar mais um passo e implantar a Fertilização In Vitro. O objetivo da Cooperativa é trazer sempre o que existe de mais avançado no seguimento para todos os cooperados. Democratizar o acesso ao que existe de mais moderno e permitir que todos os 1.350 cooperados possam ter nas suas propriedades a melhor genética do Brasil. Para isso o presidente da Cooperativa, Guilherme Olinto, se reuniu em 2013 na fazenda São Francisco em Mogi Mirim - SP com o presidente da In Vitro, José Henrique Fortes Pontes, e começaram a traçar planos para implantar na Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce um projeto que levasse embriões de genética elevada e com pagamento facilitado desde pequeno ao grande produtor de leite associado à Cooperativa. Em março de 2014 uma comitiva formada por diretoria, conselheiros, cooperados e corpo técnico da Cooperativa visitou a fazenda São Francisco e fechou parceria e o formato de trabalho. A In Vitro Brasil, que é a maior empresa de produção de embriões FIV do mundo, presente em 11 países e que domina 45% do mercado mundial, se tornou a mais nova parceira da Cooperativa e a responsável por coordenador em conjunto com o Departamento de Campo da Cooperativa a implantação do projeto. O vice-presidente da Cooperativa, João Marques, acredita a FIV será um salto muito grande na pecuária leiteira de toda a região “Além de diminuir o intervalo entre partos, que por si só já torna a atividade mais produtiva, temos um ganho genético enorme e muito importante. As bezerras fruto da FIV serão animais de alta produção e com uma genética altíssima. Pequenos produtores terão em suas fazendas animais a nível das grandes fazendas do Brasil e isso vai naturalmente se refletir na produção,” explica Marques. Em abril os cinco veterinários credenciados para atender os cooperados e o gerente do departamento de Campo, Pedro Francisco Repossi Júnior, foram treinados pelo técnico da In Vitro, Douglas Gaitkoski. O treinamento contou com uma parte teórica em que Gaitkoski explicou como é o procedimento da FIV desde o laboratório até a fazenda e também uma parte prática em que ele orientou os veterinários a como deve ser feita a seleção de vacas aptas a receberem os embriões, já que este é fator fundamental para o sucesso da FIV. Depois de todo o planejamento e treinamento o projeto começou a ser executado em maio. Foram criados grupos de cooperados com propriedades organizadas geograficamente de forma planejada, já que hoje a Cooperativa está presente em 62 municípios do Vale do Rio Doce e capta leite diariamente num raio de até 270 kms. O cooperado Renato Medina de Tarumirim – MG está hoje com produção de 50 litros por dia. Na propriedade dele três vacas foram receberam embriões e as três emprenharam de fêmea, 100% de sucesso. “Soube do projeto de FIV em uma reunião de comunidade e solicitei participar, este projeto da Cooperativa é fantástico, sou pequeno produtor e não teria como arcar com os custos de uma tecnologia dessas, mas com o apoio da Cooperativa isso se tornou possível, já estou me preparando para receber as bezerras e certamente quero participar das próximas rodadas,” comenta Medina satisfeito com o resultado. Já foram iniciadas três rodadas de trabalho, a primeira que iniciou em maio teve 251 transferências de embriões e um resultado de 40% de aproveitamento, assim, entre dezembro e janeiro a expectativa é que nasçam 100 bezerras. A segunda e a terceira rodada já foram iniciadas em junho e julho, respectivamente, e os diagnósticos delas ainda serão feitos. Nesses três grupos já participaram 42 cooperados, sendo que 10 participam de mais um grupo. Os cooperados que desejam participar devem procurar o Departamento de Campo pelo telefone (33) 3202-8300.(Portal Rural Centro/MS – 05/09/2014)

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