Notícias do Agronegócio - boletim Nº 55 - 09/12/2013
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Responsável por 23% do Produto Interno Bruto nacional, um terço dos empregos e 37% das exportações, segundo dados oficiais, o agronegócio ensaia, com o apoio da maioria de seus líderes, protagonizar u...((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
Responsável por 23% do Produto Interno Bruto nacional, um terço dos empregos e 37% das exportações, segundo dados oficiais, o agronegócio ensaia, com o apoio da maioria de seus líderes, protagonizar uma campanha contrária à reeleição da presidente Dilma Rousseff no ano que vem. O setor condena a petista por "esvaziar" o Ministério da Agricultura e "abandonar" o programa de etanol. A petista, de seu lado, tenta se apegar ao simbolismo do apoio da senadora Kátia Abreu (TO), presidente da poderosa Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e recém-convertida ao governismo do PMDB. O Estado conversou na semana passada com os principais dirigentes do agronegócio brasileiro a fim de medir o ânimo do setor para a campanha presidencial de 2014. Os principais dirigentes sinalizam que apoiarão um candidato da oposição. Apesar de elogiarem os esforços de aproximação do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), não digerem a aliança dele com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Com isso, o mais provável é que o senador mineiro Aécio Neves, nome do PSDB à Presidência, herde o apoio da maioria dos ruralistas. Nas últimas semanas, os dois prováveis candidatos de oposição protagonizaram uma disputa pelo apoio de líderes do setor. Ouviram muitas queixas. Os produtores de cana reclamam, por exemplo, que o etanol paga mais impostos que a gasolina, que tem seu preço mantido artificialmente muito abaixo do mercado internacional. "Existem duas questões muito sensíveis em relação a Dilma. Uma é o descalabro da política de agroenergia, que é algo incompreensível. Isso gera uma crítica duríssima de um setor importante e que afeta muito o Estado de São Paulo. A outra é o Ministério da Agricultura, que se transformou em uma moeda de troca de caráter político-eleitoral", diz o ex-ministro Roberto Rodrigues, titular da Agricultura no governo Lula. Geografia. Além da resistência a Marina, Aécio leva vantagem nesse movimento por ter governado Minas Gerais, um Estado forte na produção agrícola, e contar com interlocutores influentes no setor. Entre eles estão Alysson Paolineli, ministro da Agricultura no governo Ernesto Geisel, e Pedro Partente, presidente do Conselho Deliberativo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e ex-chefe da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso. O próprio Roberto Rodrigues, que atuou no governo Lula, está hoje inclinado a apoiar publicamente o nome do tucano na campanha do ano que vem. "Já me reuni com o Campos e ouvi que ele seria o interlocutor para quebrar o gelo com a Marina. Mas o setor tem ojeriza por ela. A ex-ministra fez um grande desserviço ao País", afirma Glauber Silveira, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja). Apesar de dizer que ainda "não tomou posição", ele faz duras críticas a gestão Dilma. "O segundo escalão do governo está impregnado com pessoas que têm ideologias que atravancam o processo. Muitas obras não saem do papel porque têm não licença ambiental" , afirma Silveira. "O José Serra ganhou nos principais Estados agrícolas brasileiros em 2010. O apoio a oposição tende a se repetir em 2014. Nosso grande objetivo é provocar o segundo turno", afirma Cesario Ramalho, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), entidade de congrega vários segmentos do agronegócio. Luiz Claudio Paranhos, presidente Associação Brasileira dos Criadores de Boi Zebu, diz que a aproximação com Aécio é "natural". " A influência de Marina em um eventual governo Eduardo Campos preocupa o setor". Joesley Batista, do Grupo JBS, ainda se mostra disposto a abrir as portas para a candidatura de Campos. "O Eduardo (Campos) tem ideias próprias. A gente não vê o posicionamento da Marina sendo transmitidos a ele". Defensora. Kátia Abreu tenta acertar o discurso para adaptar a ideologia do setor, tradicionalmente conservador, à sua candidata. "Não sentimos que a presidente seja aquela petista tradicional. Existe uma independência da Dilma em relação às questões partidárias. Sabemos que o PT não gosta dela", diz. Cotado para ser candidato a vice-governador em São Paulo na chapa do ministro da Saúde petista, Alexandre Padilha, o empresário do setor sucroalcooleiro Maurílio Biagi reconhece que aproximação com Dilma não será fácil. "O descaso com o setor da cana é contundente. Nesse quesito, o governo de São Paulo foi mais parceiro que o governo federal", afirma. "Pergunta para esses que se dizem líderes do agronegócio se eles conhecem o PSI (linha de crédito que financia a compra de peças e equipamentos usados na produção). Nunca se equipou tanto a produção no Brasil", afirma Kátia Abreu. A senadora relativiza a influência de Aécio e Campos. "No caso de Campos, a questão é grave. Marina não se aliou com ele para brincar. Já o Aécio não tem ligação com os produtores rurais. Ele praticamente vive no Rio de Janeiro", afirma. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013)((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
topoOs embarques brasileiros de carnes deverão crescer em volume e receita em 2014, de acordo com as primeiras estimativas do segmento, o que tende a favorecer os resultados operacionais dos frigoríficos ...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
Os embarques brasileiros de carnes deverão crescer em volume e receita em 2014, de acordo com as primeiras estimativas do segmento, o que tende a favorecer os resultados operacionais dos frigoríficos exportadores do país. O cenário mais promissor é o da carne bovina, cujas vendas externas poderão alcançar a marca de US$ 8 bilhões e superar as de carne de frango em receita, como em 2000 e 2006. A previsão, quase unânime, de um dólar mais valorizado em relação ao real no ano que vem já será, por si só, um estímulo às exportações. Mas há notícias favoráveis também do lado da demanda. Tanto para a carne bovina quanto para a de frango, o acordo provisório sobre o programa nuclear do Irã, que deverá afrouxar as sanções ao país e normalizar as relações comerciais, é uma notícia positiva. E existem, ainda, perspectivas de reabertura de mercados para a carne bovina brasileira e de ampliação no caso do frango. É por conta desse horizonte que a Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec) prevê que as exportações de carne bovina poderão alcançar US$ 8 bilhões em 2014, um novo recorde histórico. Entre os meses de janeiro e novembro, o Brasil já exportou US$ 6 bilhões em carne bovina, de acordo com o Ministério da Agricultura. De acordo com o presidente da Abiec, Antônio Camardelli, o dólar mais valorizado deverá permitir uma ampliação da ordem de 20% nos embarques de carne bovina brasileira ao exterior 2014. Neste ano, até novembro, as exportações de carne bovina somaram 1,35 milhão de toneladas. Para chegar a esse crescimento, a Abiec também espera reabrir mercados como Arábia Saudita e China, que proibiram as compras da carne bovina nacional no fim do ano passado devido à notificação de um caso atípico da doença da "vaca louca" no Estado do Paraná. Além de reverter esses embargos, os exportadores também esperam entrar em mercados novos, como Mianmar e Tailândia. "Deveremos abrir algum novo mercado até o fim do primeiro semestre de 2014", afirmou Camardelli em recente entrevista. O mercado dos Estados Unidos, para onde o Brasil deseja, há anos, exportar carne bovina in natura, é outro que poderá render boas notícias. O presidente da Abiec afirmou ter "indicativos" de que as negociações com Washington tendem a avançar. E há, finalmente, a Indonésia. O país vinha resistindo a importar carne brasileira, mas deu sinais nos últimos dias de que pode abrir seu mercado à carne bovina brasileira. A descoberta pela Indonésia de que o serviço secreto da Austrália, um importante fornecedor de carne, espionava o telefone celular do presidente Susilo Bambang Yudhoyono deixou o governo do país asiático indignado. Com isso, o governo da Indonésia decidiu acelerar as condições para que outros países produtores vendam para seu mercado - reduzindo, assim, as importações provenientes da Austrália. As previsões são mais modestas para o segmento de frango, mas também deverá haver crescimento. Com um avanço de 4% na produção previsto para 2014, os embarques deverão crescer entre 2% e 3% em volume e, no mínimo, 3% em receita, estima Francisco Turra, presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef). De janeiro a novembro deste ano, as exportações brasileiras de carne de frango somaram US$ 7,349 bilhões, alta de 5,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em volume, foram 3,567 milhões de toneladas nos 11 primeiros meses do ano, queda de 0,3% ante as vendas registradas em igual intervalo de 2012. A previsão é encerrar o ano com 3,9 milhões de toneladas de carne de frango embarcadas ao exterior. Turra observa que o câmbio deverá beneficiar as vendas externas no próximo ano. Além disso, prevê, a China deve aprovar a importação de carne de frango de mais plantas processadoras do Brasil já no primeiro semestre. Há 24 habilitadas, mas três estão impedidas temporariamente de vender aos chineses. Estas devem ser reabilitadas, segundo Turra. Há, ainda, outras cinco aprovadas, para as quais falta apenas a publicação no diário oficial chinês. E mais oito unidades em fase de análise final para aprovação, segundo Turra. Também há otimismo do segmento com a possibilidade de abertura do mercado paquistanês e com a estabilização das vendas para Venezuela e Irã. Para atender a essa maior demanda prevista, a expectativa é que a produção brasileira de carne de frango cresça 4% no ano que vem. Isso é o que indicam os números de alojamento, de acordo com Turra. Para este ano, a estimativa é que a produção atinja 12,3 milhões de toneladas. Mesmo entre os exportadores de carne suína, que vivem um 2013 difícil, também há expectativas promissoras para o próximo ano. O segmento sofreu este ano com o fechamento do mercado da Ucrânia por três meses no primeiro semestre e também com o aumento das restrições da Rússia, que colocou vários estabelecimentos exportadores sob controle sanitário reforçado. "Tínhamos a expectativa de alcançar 600 mil toneladas inicialmente, mas isso não se confirmou", afirma Rui Vargas, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). De fato, os números até agora indicam que as exportações de carne suína este ano ficarão bem abaixo das 581,5 mil toneladas embarcadas em 2012. Entre os meses de janeiro e outubro deste ano, os embarques diminuíram quase 10% em relação a igual intervalo de 2012, conforme os últimos números da entidade. Foram, no total, 441,3 mil toneladas. Em receita, também houve retração de 7,86% na mesma comparação, para US$ 1,155 bilhão. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que consideram as médias diárias de exportações, mostram que houve mais perdas em novembro. O volume somou 31,7 mil toneladas, com recuo de 28,6% sobre igual mês do ano passado. Em receita, o tombo também foi grande: 24,6%, para US$ 90,3 milhões. Apesar de reconhecer a instabilidade que cerca os dois principais mercados para a carne suína brasileira no exterior - Rússia e Ucrânia -, Vargas está otimista com o próximo ano. "Esperamos conseguir atingir 600 mil toneladas em exportações", prevê. Esse crescimento deverá vir, afirma ele, de uma reação das compras por parte da China, onde a demanda é crescente, e da retomada das vendas para a África do Sul. Há ainda o Japão, mercado aberto em julho deste ano para a carne suína in natura do Brasil. "Esperamos certa regularidade das vendas em 2014", afirma. Mas a meta de 50 mil toneladas em embarques para o Japão ainda não deve ser alcançada no ano que vem, estima. "O crescimento deve acontecer de forma gradativa". (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013)((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
topoCongressistas norte-americanos estão chegando perto de um acordo para a nova Farm Bill, a lei agrícola dos Estados Unidos com vigência de cinco anos, num sinal de que o longo embate entre diferentes i...((Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
Congressistas norte-americanos estão chegando perto de um acordo para a nova Farm Bill, a lei agrícola dos Estados Unidos com vigência de cinco anos, num sinal de que o longo embate entre diferentes interesses está se resolvendo. Além do acordo para programas de apoio à agricultura, legisladores também precisarão chegar a um consenso sobre cortes no programa de assistência alimentar, o food stamp, que tradicionalmente faz parte da lei agrícola. O republicano Collin Peterson, de Minnesota, disse que o congresso está próximo de um acordo sobre a assistência governamental que protege agricultores de algumas perdas em caso de queda acentuada de preços ou receita. Segundo Peterson, legisladores tendem a propor que o cálculo para a assistência seja baseado em uma média histórica de área plantada, projeto apoiado por senadores democratas e também por produtores de soja e milho, ao invés da área plantada em um determinado ano. Mas não há consenso para a aprovação, e mesmo Peterson não é favorável à proposta. "Não me peça para defender isso - foi o que eu disse a eles", reforçou, que prefere uma abordagem defendida por produtores de algodão, arroz e amendoim. O legislativo norte-americano trabalha para cortar bilhões de dólares da nova Farm Bill. Os cortes ocorreriam principalmente em um programa controverso de pagamentos aos produtores, que tanto democratas quanto republicanos preferem substituir por um sistema modernizado de apoio. Na disputa sobre como definir o novo sistema de proteção à produção, alguns legisladores e grupos ligados à indústria mostram preocupação de que basear pagamentos em área plantada pode levar agricultores a plantar mais de uma cultura, pressionando preços e provocando atrito com parceiros comerciais. "Quando você tem um programa que paga cada hectare semeado, você está criando um grande incentivo para que produtores plantem apenas para obter o subsídio", disse David Bond, do grupo internacional de comércio no escritório de advocacia White & Case. Em 2004, a Organização Mundial do Comércio afirmou que os subsídios concedidos pelos Estados Unidos a produtores de algodão estavam distorcendo o mercado internacional e derrubando os preços, dando a produtores norte-americanos uma fatia desproporcional do mercado mundial. O país foi condenado a pagar uma compensação ao Brasil enquanto vigorasse a lei agrícola. Dependendo da cultura à qual se dedicam, produtores têm diferentes visões sobre qual é a melhor forma de apoio, se aquela ligada aos efeitos do clima ou às forças de mercado. (Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013)((Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
topoOs estados decidiram aumentar a pressão sobre o governo federal para pedir a volta do repasse de recursos para a defesa agropecuária. Os repasses, que neste ano somariam R$ 150 milhões, foram suspenso...((Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
Os estados decidiram aumentar a pressão sobre o governo federal para pedir a volta do repasse de recursos para a defesa agropecuária. Os repasses, que neste ano somariam R$ 150 milhões, foram suspensos há três meses. Os secretários de agricultura dos 27 estados do País se reuniram na última sexta-feira, 6, para elaborar uma carta à presidência pedindo uma reunião diretamente com a presidente Dilma Rousseff para discutir a questão. O documento também foi enviado à Câmara dos Deputados, ao Senado e às respectivas comissões de agricultura. A verba é aplicada no custeio de ações de fiscalização, controle e educação sanitária, além de diárias, manutenção de veículos e aquisição de sistemas. "Acreditamos na sensibilidade da presidente e achamos que não está chegando a ela o drama que estamos vivendo no Brasil em relação à defesa agropecuária", afirmou Eduardo Salles, secretário de agricultura da Bahia e ex-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri), em entrevista ao DCI. O convênio plurianual assinado em 2011, com vigência até 2016, garantia os repasses de recursos do governo federal aos estados. Porém, o acordo foi quebrado unilateralmente em uma reunião entre o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, com 24 secretários estaduais. "Fomos comunicados pela Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária e depois em reunião com ministros que o convênio tinha sido cancelado por falta de recursos", contou Salles. Os secretários ainda voltaram a se reunir com o ministro há cerca de dois meses para tentar reverter o corte ou encontrar uma alternativa. Andrade afirmou na ocasião que daria um parecer em uma semana, mas não houve nenhuma resposta do governo federal desde então. Para garantir alguma verba de defesa agropecuária, os estados têm se mobilizado individualmente perante o ministério. Com isso, o governo de Minas Gerais já garantiu R$ 10 milhões de repasse de verbas para a defesa agropecuária do estado, conforme solicitado. A Bahia já pediu R$ 9,8 milhões de recursos para a área, mas Salles afirma que o governo federal prometeu apenas R$ 3 milhões e estabeleceu que os demais estados que receberem a verba adicional terão que renunciar ao convênio plurianual. "Isso não dá para nada, não resolve o problema. Não adianta um Plano Safra com valores maiores e ao mesmo tempo não termos recursos para o dia a dia para defesa. E temos um medo grande, porque só a [lagarta] Helicoverpa já acusou prejuízo bilionários", observou o presidente do conselho de secretários. Apenas na última safra, a praga causou prejuízos de R$ 11 bilhões para a cultura do algodão no País. Procurado, o Ministério da Agricultura não respondeu até o fechamento desta edição. Consequências Segundo o secretário, o corte nas verbas já está afetando algumas regiões agrícolas, como no Vale do São Francisco, no sertão de Pernambuco e Bahia, maior polo nacional de produção e exportação de frutas. O Ministério da Agricultura tinha convênios com o governo baiano e com uma empresa de controle biológico para combater a praga da mosca da fruta com a aplicação de uma mosca estéril. Porém, os convênios foram suspensos e, segundo Salles, os índices de moscas nas armadilhas já aumentou cinco vezes. "Daqui a pouco, o Vale do São Francisco pode ter problemas de exportação de frutas, porque o índice de moscas pode subir a um nível insustentável", atestou o secretário. O norte do Amapá também já está com uma nova praga: a mosca da carambola. O inseto não é endêmico no Brasil, mas sim na Guiana Francesa, e atravessou a fronteira por causa da falta de defesa contra o animal, afirma Salles. A espécie é considerada uma das mais destrutivas dos frutos carnosos e é capaz de atacar mais de 30 espécies de fruteiras. Outro temor é com relação ao fungo monilíase, que pode entrar no Acre pelo Peru. Segundo o secretário, a falta de ações de defesa agrícola pode permitir a entrada de outras pragas quarentenárias, ou seja, que não existem no País alterando o equilíbrio ecológico das regiões. Troca de cargo Salles entregou o cargo de presidente da comissão na última sexta-feira e vai renunciar da secretaria para se candidatar no próximo ano a deputado estadual pelo PT. Nos próximos dois anos, quem presidirá o Conseagri será a secretária de Agricultura de São Paulo, Monica Bergamaschi, eleita pelos demais secretários. A vice-presidência ficará com o secretário de Alagoas, José Marinho Júnior. (Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013)((Jornal DCI, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
topoAssociações e cooperativas de agricultores familiares de seis Estados do país receberão R$ 640 mil para investir em infraestrutura. O montante se refere à primeira parcela dos recursos liberados pelo ...((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
Associações e cooperativas de agricultores familiares de seis Estados do país receberão R$ 640 mil para investir em infraestrutura. O montante se refere à primeira parcela dos recursos liberados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) do primeiro edital de chamada pública do acordo entre a instituição financeira e a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O valor irá contemplar 13 associações e cooperativas de São Paulo, Piauí, Amapá, Goiás, Amazonas e do Paraná. Nos próximos dias, a Conab fará um novo pedido de liberação dos recursos para o BNDES. Serão pelo menos R$ 740 mil para atender outros 15 projetos contemplados. O primeiro edital de chamada pública do acordo recebeu a inscrição de 1.633 projetos de todo o país. Nesta primeira etapa, estão sendo liberados R$ 5 milhões para investimentos em infraestrutura, incluindo a compra de equipamentos, itens de armazenagem, veículos, estruturação, entre outros. (Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013)((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
topoA Argentina ficou fora do top 10 dos exportadores de carne pelo segundo ano seguido. A Argentina atualmente é o 11º país em exportação de carne. Por trás do desaparecimento da Argentina no ranking dos...((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
A Argentina ficou fora do top 10 dos exportadores de carne pelo segundo ano seguido. A Argentina atualmente é o 11º país em exportação de carne. Por trás do desaparecimento da Argentina no ranking dos top ten de exportadores bovinos está a decisão do governo da presidente Cristina Kirchner de restringir desde 2006 as vendas de carne bovina ao exterior, praticamente impedindo as exportações por meio de um sistema de cotas e licenças internacionais. O objetivo era redirecionar a carne ao mercado interno e provocar a queda de preços do produto, o preferido no cotidiano gastronômico dos habitantes do país. Desde o início das restrições, em 2006, 130 frigoríficos tiveram de fechar suas portas, provocando a demissão de 16 mil trabalhadores. (Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013)((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
topoAcompanhamento sorológico e exames físicos são necessários para garantir a saúde dos animais durante a EM (Estação de Monta), segundo recomendações do presidente do Sindivet/MS (Sindicato dos Médicos ...((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
Acompanhamento sorológico e exames físicos são necessários para garantir a saúde dos animais durante a EM (Estação de Monta), segundo recomendações do presidente do Sindivet/MS (Sindicato dos Médicos Veterinários de Mato Grosso do Sul), Eduardo Barbosa Strang. Além da avaliação visual, o médico veterinário acrescenta que é recomendável dar atenção ao aparelho reprodutor. No caso dos machos, o exame andrológico completo e, no caso das fêmeas, uma avaliação ginecológica. A presença de um profissional ajuda o produtor a tomar as melhores decisões, afirma Strang. “Dependendo do caso, é preciso avaliar a prevalência para outras doenças como leptospirose, campilobacteriose, IBR (rinotraqueíte infecciosa bovina) e (BVD (diarréia viral bovina)”, explica. Esses são cuidados adicionais, que contribuem com a saúde do rebanho. Outra indicação é a vermifugação prévia à EM. “Só se exploram essas possibilidades em casos raros, onde já se sabe da não incidência de brucelose e existe histórico de a bezerros que nascem e morrem”. Produtor pode optar por aliar a monta com inseminação artificial De acordo com Eduardo Strang, a presença do veterinário na propriedade garante a escolha das melhores práticas de manejo, para acompanhar principalmente aqueles que optam por aliar a monta natural com a IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo). “O uso destas técnicas sempre foi concomitante, ou seja, somou-se uma técnica nova ao manejo antigo, a IATF é o maior exemplo, o produtor passa a usar da inseminação sem observação de cio e concentra a monta natural nos mesmos lotes, em seguida ou após diagnóstico de gestação nas matrizes inseminadas”, aponta. Todo esse trabalho tem impacto nas escolhas feitas pelo produtor na composição do rebanho quantos aos touros e matrizes. “O principal impacto é que o comprador de touros ficou mais exigente na compra de seus animais de repasse e pode ser que necessite de menos touros num rebanho com o mesmo número de matrizes”, diz o médico veterinário. (Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013)((Jornal O Estado MS, Agronegócio/MS – 09/12/2013))
topoNa quarta-feira, 11, acontece em Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá) o Fórum Agro é o Negócio Tendências e Oportunidades, organizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT), ...((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
Na quarta-feira, 11, acontece em Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá) o Fórum Agro é o Negócio Tendências e Oportunidades, organizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT), com o objetivo de discutir a questão empresarial sobre gestão de negócio e a importância da profissionalização do homem no campo. De acordo com Elson Tenório Cardoso, gerente da unidade do Sebrae em Rondonópolis, o produtor rural também é um empresário e tem que ser considerado como tal, por isso tem que estar atento às novas tendências e inovações da área. Constam da programação duas palestras: “Inovando no Campo para Crescer”, com o engenheiro agrônomo Marcelo Prado, professor da USP, FGV e do IBMEC (MBA); e “O Novo Perfil do Empresário Rural”, com o doutor em Engenharia de Produção, Eugênio Stefanello, que é ex-secretário de Agricultura do Paraná e atual diretor da Conab. As palestras acontecem no Centro de Eventos Ipê, localizado na avenida Governador Júlio José de Campo. O público alvo são produtores rurais, pesquisadores, técnicos e extensionistas, fornecedores e distribuidores das cadeias produtivas do agronegócio, lideranças de entidades governamentais e não governamentais, entre outros. Elson Tenório explica que se trata de uma oportunidade das pessoas ligadas à produção no campo encararem o agronegócio como uma empresa. Segundo ele, em 2014 o Sebrae lança um programa voltado para os pequenos, médios e grande produtores nas áreas dapiscicultura e produção leiteira, já aproveitando a vocação natural da região Sul do Estado. O gerente explica que o Balde Cheio já está sendo trabalhado em Rondonópolis, mas o que se espera é implementá-lo ainda mais e expandir para outros municípios da região Sul. O Programa Balde Cheio é uma metodologia inédita de transferência de tecnologia que contribui para o desenvolvimento da pecuária leiteira em propriedades familiares. Seu objetivo é capacitar profissionais de extensão rural e produtores, promover a troca de informações sobre as tecnologias aplicadas regionalmente e monitorar os impactos ambientais, econômicos e sociais, nos sistemas de produção que adotam as tecnologias propostas. A capacitação e a troca de informações acontecem na propriedade rural, que se torna uma sala de aula, chamada de unidade demonstrativa (UD). Além disso, a programação inclui aulas teóricas, tanto a extensionistas como a produtores, na Embrapa Pecuária Sudeste e nas propriedades selecionadas. A partir da estruturação da propriedade com base nas orientações do projeto, a unidade demonstrativa passa a ser uma referência na região. (Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013)((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
topoO tratamento vip que os animais recebem em eventos como a Fenagro é um investimento até pequeno para o retorno financeiro e simbólico que dão aos seus donos. Em alguns casos, os bichos que passam por ...((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
O tratamento vip que os animais recebem em eventos como a Fenagro é um investimento até pequeno para o retorno financeiro e simbólico que dão aos seus donos. Em alguns casos, os bichos que passam por exposições e competições têm um custo de manutenção dez vezes maior, mas chegam a valer trinta vezes mais que um animal de corte no mercado comum. Mas o investimento não compensa somente pelas vendas durante o evento. Essas ocasiões são importantes para os criadores aumentarem a rede de contatos. “Às vezes vende-se uma ou duas ovelhas aqui, mas alguém se interessa pelos animais e resolve visitar a fazenda do criador, depois”, diz o diretor da Accoba, Anderson Pedreira. (Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013)((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
topoA economia da região Norte vem progredindo a passos largos. Entre 2002 e 2011, o PIB da região foi o que mais cresceu no País, registrando um avanço de 22%. Esse novo cenário de progresso vem sendo po...((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
A economia da região Norte vem progredindo a passos largos. Entre 2002 e 2011, o PIB da região foi o que mais cresceu no País, registrando um avanço de 22%. Esse novo cenário de progresso vem sendo possibilitado por uma série de projetos de desenvolvimento que faz do Norte o caminho natural da ocupação territorial da nova fronteira agroindustrial brasileira. "O que seduz o investimento em projetos agropecuários de grande porte é a terra barata, as boas condições climáticas, a infraestrutura e a existência de variedades adaptáveis de cultivo", afirma Mauro Lopes, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ). Para ele, três rodovias detêm um papel fundamental na aceleração deste processo: a BR-163, que vai de Cuiabá (MT) a Santarém (PA) e tem um trecho em obras de pavimentação; a BR-364, que escoa a soja a partir de Cuiabá (MT) até o porto fluvial de Porto Velho (RO); e a BR-317, que cruza o Acre passando pela capital Rio Branco até Assis Brasil, na fronteira com o Peru. "Não existe nada tão promissor como a abertura da BR-317. Ela desempenhará o mesmo papel das BRs 163 e 364 e será uma via de grande ocupação territorial do Brasil através da soja e do milho", afirma. A melhoria nas condições logísticas do Norte acarreta um desenvolvimento inédito para os Estados da região. Como grande exportador do minério de ferro, o Pará terá uma chance de alavancar sua agricultura, tal qual já ocorre com Rondônia, Estado que recebeu o avanço da fronteira agrícola e é produtor expressivo da pecuária bovina, além de estar plantando soja e milho e experimentando a integração lavoura-pecuária-silvicultura. Assim como esses Estados, o Amazonas vem se destacando na região e se beneficia de sua indústria de transformação. Acre, Amapá e Roraima têm os menores PIBs, mas os dois últimos Estados têm as maiores taxas de crescimento populacional do País. Tocantins tem um setor industrial ligado fortemente à produção agrícola e está em processo de expansão das lavouras de soja. Esforços. Se por um lado há melhorias, é preciso reconhecer que uma mudança efetiva ainda demanda mais esforços. "A concentração brasileira é histórica e a desconcentração é lenta e gradual", diz Frederico Cunha, gerente de contas regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), observando que cinco Estados brasileiros ainda detêm quase dois terços da economia. "Será bom para o País que os outros 22 Estados continuem conquistando mais espaço na economia brasileira. Isso se dá em uma parte da indústria por conta de incentivos fiscais e uma boa parte desses estados já usufruem de programas sociais que vem se desenvolvendo no Brasil", afirma Cunha. Mesmo com sinais de uma expansão em progresso, o Norte carece de uma atenção para que seu ímpeto inicial de ascensão não seja arrefecido. No atual ritmo de crescimento médio de 3,5% ao ano, o PIB per capita da Região Norte, hoje de R$ 13.888, levaria mais de 14 anos para alcançar uma proporção de 75% do PIB per capita nacional, de R$ 21.535. É o que calcula o coordenador de estudos regionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Guilherme Mendes Resende. "É necessário atuar em várias frentes para o aumento da produtividade do Norte, qualificando a mão de obra, melhorando a infraestrutura física e social, e tendo uma legislação que destrave os investimos na região", afirma. Segundo o pesquisador, o desenvolvimento das atividades produtivas na região é impactado negativamente por vários fatores, como questões ambientais restritivas, deficiência logística, atraso tecnológico, falta de crédito e falta de assistência técnica. "No geral, constata-se a baixa produtividade atual da maioria das cadeias produtivas da região." (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013)((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
topoApós gastar R$ 2,060 bilhões em aquisições e leilões de escoamento de produtos agrícolas na temporada 2012/13 para elevar preços e repor estoques, o governo já prevê que esse tipo de despesa será mais...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
Após gastar R$ 2,060 bilhões em aquisições e leilões de escoamento de produtos agrícolas na temporada 2012/13 para elevar preços e repor estoques, o governo já prevê que esse tipo de despesa será mais baixo em 2014. A expectativa do governo federal é gastar menos de um quarto do total empenhado neste ano. A equipe econômica do governo tem acompanhado de perto previsões que indicam que os preços de algumas commodities poderão subir em 2014, sobretudo os do milho. Em 2013, a colheita recorde de 22,5 milhões de toneladas em Mato Grosso e uma boa produção mundial derrubaram as cotações domésticas. Para auxiliar os produtores a reduzir o prejuízo, a Conab gastou R$ 970 milhões em 2013 para ajudar a sustentar o preço do milho no país. Para auxiliar os cafeicultores, foram gastos R$ 1 bilhão. Na semana que vem haverá mais gastos, já que o governo fará um leilão de escoamento para 11 milhões de quilos de uva. Neste ano, até agora, a cultura custou R$ 9,8 milhões aos cofres da Conab. Para a safra atual (2013/14), o governo avalia que preços mais elevados em algumas cadeias demandarão menos recursos e que as altas não serão suficientes para atrapalhar o controle da inflação. No caso do milho em particular, a própria queda da produção brasileira tende a colaborar para isso. Segundo a Conab, a colheita deverá cair de 81 milhões de toneladas em 2012/13 para 78 milhões. Agentes de mercado avaliam que essa redução, corroborada por estimativas estaduais para a produção, ajudará a elevar os preços no mercado interno, mas nada perto do que ocorreu em 2012, quando os Estados Unidos, maiores produtores e exportadores do mundo, sofreram com uma das piores secas de sua história. Segundo o sócio da PHderivativos, Pedro Dejneka, os preços do milho tendem a subir caso se confirmem as expectativas de menor produção mundial em 2014 devido aos baixos valores atuais. "É possível que haja um rebote nos preços de milho na bolsa de Chicago, mas não acredito em preços sustentados acima de US$ 5 por bushel a não ser que existam problemas climáticos em grandes áreas produtoras no mundo. Hoje, o mercado está em um momento delicado de transição de preços para valores mais baixos". Na sexta-feira, os contratos do milho para entrega em março fecharam a US$ 4,3425 por bushel, em alta de 0,75 centavo de dólar. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013)((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 09/12/2013))
topoO Ministério do Desenvolvimento Agrário já definiu as mudanças que pretende implantar na política de crédito para assentados. A garantia é do secretário de Agricultura Familiar, Laudemir Müller. Sem r...((Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013))
O Ministério do Desenvolvimento Agrário já definiu as mudanças que pretende implantar na política de crédito para assentados. A garantia é do secretário de Agricultura Familiar, Laudemir Müller. Sem revelar detalhes, assegura que o anúncio está apenas na dependência de ok da presidente Dilma Rousseff. A ideia é lançar ainda este ano. (Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013)((Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013))
topoPela primeira vez em quase 20 anos, a Organização Mundial do Comércio (OMC) chega a um acordo e evita um colapso do sistema multilateral. O entendimento abre caminho para a injeção de US$1 trilhão na ...((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
Pela primeira vez em quase 20 anos, a Organização Mundial do Comércio (OMC) chega a um acordo e evita um colapso do sistema multilateral. O entendimento abre caminho para a injeção de US$1 trilhão na economia mundial ao desbloquear processos aduaneiros e, segundo economistas, criar 21 milhões de postos de trabalho. Mas, acima de tudo, salva a credibilidade da OMC e evita que governos se lancem apenas em negociações regionais. O Itamaraty sai de Bali com o que considera ser uma vitória que vai bem além dos números do comércio. O governo não disfarçava o medo de que, com um colapso, a OMC fosse abandonada pelas grandes potências que passariam a fechar acordos comerciais entre elas. O temor era de que essas iniciativas reformulassem as regras do comércio mundial, desta vez sem a influência ou participação do Brasil ou de outros emergentes. Apesar de ser apenas a “ponta do iceberg” nas discussões da OMC, o tom ontem era de comemoração pelo significado político do tratado. Em Bali, todos sabiam que um fracasso significaria o enterro da entidade e a opção de líderes como Barack Obama de abandonar a OMC e partir para acordos regionais. “Pela primeira vez em nossa história, chegamos a um acordo”, comemorou o diretor da entidade, o brasileiro Roberto Azevêdo. “A OMC entrou em uma nova era. Pela primeira vez em quase 20 anos, temos um acordo. As luzes estão acesas 11a OMC”, disse Michael Froman, o representante da Casa Branca para o comércio. Impasse - O processo quase naufragou após Cuba se recusar a assinar o acordo, arrastando o processo até as primeiras horas de sábado. Os cubanos sofreram inclusive pressão do Brasil para mudar de posição. Houve ainda outro revés nas negociações, que poderiam ter sido fechadas 24horas antes. O governo da índia se recusava a abrir mão de seus subsídios aos pequenos agricultores, insistindo que a medida teria um impacto social desastroso para o país. O entendimento fechado acabou cedendo às pressões da India e estipulou que emergentes poderiam manter seus subsídios agrícolas, sem que o assunto fosse questionado nos tribunais da OMC até que uma solução definitiva seja encontrada. ” Os indianos se comprometeram a não aplicar esses subsídios a novos programas e emergentes ainda aceitaram em notificar a OMC caso o teto estabelecido seja ultrapassado. Pelas regras, os países emergentes poderiam subsidiar sua Agricultura em até 10% do seu valor total. Com o acordo, o pacote que estava sobre a mesa foi destrava-do. Isso permitiu que os governos aprovassem um texto em que se comprometem a desburocratizar aduanas, reduzir os trâmites para as importações e acelerar a liberação de produtos, Cálculos apresentados por economistas americanos aponta que essas medidas, se implementadas, economizariam US$ 1 trilhão em custos anuais e gerariam 21 milhões de postos de trabalho. Segundo a OMC, isso aumentaria o comércio mundial chegaria a US$ 23 trilhões. A implementação dessas medidas, porém, continua sem uma definição clara e também terá de ser negociada em 2014, enquanto especialistas contestam os números apresentados pela entidade. Froman saiu em defesa dos números. “Isso não é um pacote pequeno”, insistiu. “A redução de custo dessas medidas está estimada em 10% para países desenvolvidos e 15% para os emergentes.” A acordo era visto como sendo de interesse acima de tudo de americanos e europeus, 11ª busca por reduzir custos para exportar seus produtos a países emergentes. Por anos, o Brasil havia dito que esse ponto não era de seu interesse. Visão da igreja - O papa Francisco, em um raro comentário sobre temas comerciais, alertou para o risco do colapso da OMC e a proliferação de acordos regionais. Para Itamaraty e CNI, acordo é positivo para o País - O Ministério das Relações Exteriores afirmou que os resultados do acordo de Bali são “amplamente positivos” para o Brasil e ressaltou o fato de sua assinatura ter posto fim à paralisia da Rodada Doha. Segundo nota divulgada ontem, o acerto vai impulsionar as exportações brasileiras. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que o acordo forçará os países a desburocratizarem o desembaraço de mercadorias. “Os empresários terão mais acesso a informações sobre os procedimentos de trânsito, taxas e encargos, classificação de mercadorias e restrições de importação”, disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaode, que acompanhou as conversas em Bali. Mais produtividade - US$ 1 trilhão seria o ganho em cortes de custos anuais com a definição das novas regras, que têm o objetivo de facilitar o trânsito de mercadorias nas adunas de todo o mundo. (Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013)((Jornal O Estado de S. Paulo/SP – 08/12/2013))
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A menos de um ano das eleições, os governos federal e de Minas Gerais estão intensificando os agrados a prefeituras do Estado com entrega de máquinas e caminhões.A justificativa é a mesma: desenvolvimento e melhoria das condições municipais. As ações da gestão Dilma Rousseff (PT) e do governo Antonio Anastasia (PSDB) miram sobretudo cidades menores, nas quais os equipamentos ganham relevância pelo alto custo de aquisição. Uma retroescavadeira e uma motoniveladora custam até R$ 450 mil. Com receita mensal de R$ 600 mil, Alto Jequitibá, no leste mineiro, é um exemplo de município que não teria como comprar uma dessas máquinas. Com recursos federais, a cidade conseguiu uma motoniveladora em 2011 e uma retroescavadeira do PAC Equipamentos em 2013. Do governo estadual, o prefeito Daniel Sathler (PMDB) recebeu dois caminhões. Tanto as máquinas do PAC como as do ProMunicípio são entregues em cerimônias com prefeitos, ampla divulgação e poses para fotos. Esses atos têm sido um dos principais motes da agenda de Dilma pelo país. Em Minas, quando a presidente não pode fazer as entregas, vai o ministro e pré-candidato ao governo Fernando Pimentel (Desenvolvimento) --embora a ação seja da pasta do Desenvolvimento Agrário. Pelo lado do PSDB, os equipamentos são entregues desde o fim de outubro por Anastasia e o vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP), apoiadores da candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) ao Planalto. Com benesses chegando dos dois lados, prefeitos preferem esperar 2014 para anunciar apoios. "Vamos ver quem será candidato. Por ora, ninguém é ainda", disse Sathler. Em Pratápolis, no sul do Estado, a prefeitura assinou com o ProMunicípio para receber um caminhão de R$ 160 mil. Do governo federal, ganhou uma retroescavadeira e espera mais duas máquinas, disse o prefeito José Eneido Modesto (PMDB). "Esses bens são muito bem-vindos, independentemente da disputa eleitoral", afirmou o prefeito, que diz ainda analisar quem irá apoiar em 2014. O discurso dá o tom da dúvida dos prefeitos. "O governo do Estado, da época do Aécio ao governador Anastasia, trata o município muito bem. O governo federal está mais distante, mas a gente nunca tinha sido agraciado com um programa desse", afirmou.(Jornal Folha de S. Paulo, Poder/SP – 09/12/2013)((Jornal Folha de S. Paulo, Poder/SP – 09/12/2013))
topoConvênio firmado entre a Associação dos Criadores de Gir Leiteiro do Estado de Mato Grosso (ACGIL/MT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) visa o melhoramento genético do gado leiteiro e o c...((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
Convênio firmado entre a Associação dos Criadores de Gir Leiteiro do Estado de Mato Grosso (ACGIL/MT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) visa o melhoramento genético do gado leiteiro e o conseqüente aumento de produtividade. De acordo com o pecuarista Getúlio Vilela, presidente da Associação, a parceria é pioneira em Mato Grosso. A iniciativa tem o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL) em Uberaba (MG), onde o programa de melhoramento genético existe há 25 anos. “Com esta parceria queremos criar um rebanho mais produtivo, de alta lactação, como nos outros Estados produtores. Existe uma demanda grande e nosso objetivo é fazer de Mato Grosso o maior produtor de leite do país”, afirma Getúlio Vilela. No caso da raça Gir, a superioridade genética de touros para a produção de leite não pode ser medida diretamente nos animais. Desta maneira, o valor genético é medido pelo desempenho de produção de leite de suas crias por meio do teste de progênie. “É feita a distribuição do sêmen em vários rebanhos. A matriz pare uma geração que vai para a idade adulta, gesta e então pare as produtoras de leite. A partir dessa produção é que será feita a avaliação do touro”, explica Cláudio Vieira de Araújo, professor da UFMT e responsável pelo projeto de progênie na raça. Segundo ele, este é um trabalho que leva de 5 a 7 anos, mas a intenção é que a distribuição do sêmem para pecuaristas interessados em participar do teste comece já no início de 2014. “Hoje a média de produtividade da vaca leiteira em Mato Grosso é de 3 kg/dia. Com este projeto de melhoramento genético nossa meta é chegar a uma média de 15 a 30 kg/dia”, salienta o presidente da ACGIL/MT. Na opinião do pecuarista Otarci Nunes da Rosa, vice-presidente da ACGIL-MT e presidente da associação que congrega os criadores da raça Girolando, a parceria com a UFMT procura dar uma visão científica para a criação e melhoramento genético do gado leiteiro. “Estamos trazendo à tona a excelência de duas raças (gir e holandesa). É uma busca para que nossos rebanhos estejam competindo no mesmo nível de outros Estados”, salientou. (Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013)((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
topoO tratamento dado às vacas leiteiras da raça Girolando é um espetáculo à parte na 26ª edição da Feira Nacional de Agropecuária (Fenagro), no Parquede Exposições,em Salvador. Descendentes das holandesa...((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
O tratamento dado às vacas leiteiras da raça Girolando é um espetáculo à parte na 26ª edição da Feira Nacional de Agropecuária (Fenagro), no Parquede Exposições,em Salvador. Descendentes das holandesas, também famosas pela farta produção, elas recebem mordomias dignas de celebridades ou representantes da monarquia britânica. Para as vaquinhas, há banhos imediatos toda vez que elas se sujam ao urinar ou defecar. Os tratadores a postos são plena atenção; afinal não se sabe a que exato segundo uma das glutonas vai urinar ou defecar. “Tudo tem que ser limpo imediatamente. E se elas se sujarem, é logo providenciado um banho”, disse o criador Claudio Vaz, de Amargosa. A preocupação é manter as tetas limpas, longe do risco de contrair uma mastite, infecção na glândula produtora do leite. Como devem mostrar capacidade de produção, as vacas comem bastante, e isto acelera o metabolismo delas. Mas nada que ventiladores que sopram água sobre as ruminantes não possam aliviar. Bois e cavalos Mas não são somente as vacas as estrelas da Feira, nem as destinatárias exclusivas de mimos e mordomias. Há sessões de escovação, tosqueamento, casqueamento e, no caso dos cavalos, até trancinhas nas crinas. O preparador de gado Nelore, José Carlos Sobral (Zezinho), que não recusa ser chamado de consultor de beleza, diz que cuidar dos bichos é como cuidar de filho de rico. “Tem que mimar 24 horas por dia. Tem que limpar a orelha, fazer o pé do chifre, e escovar e fazer massagem porque eles se estressam com a quantidade de gente que aparece nas feiras”, diz Zezinho, que cuidados animais há 42 anos, desde os 14. Com ares principescos, desfilam pelo parque os cavalos da raça Mangalarga. Na hora de exposições e leilões,muita maquiagem, inclusive óleos para realçar o brilho do pêlo e das crinas. Realeza Mas como em outros ambientes de realeza, vacas,bois, touros, cavalos e ovelhas também não se dão uns aos outros por amor ou por simples atração. Os mangalargas,por exemplo, dão altos relinchos quando veem uma égua toda ajeitada passar. “Mas aqui ao invés de importar o dote, o que importa é a genética”, diz a médica veterinária Andréa Seabra. Todos os acasalamentos são programados. E os bichos já parecem resignados. Ossos da realeza! Leite e carne E toda esta preparação, com exceção dos equinos, tem um motivo: que o leite das vacas e a carne de bois, caprinos e ovinos reine nos pratos dos clientes. Onde eram expostos os melhores exemplares dos cordeiros da raça Santa Inês, eram servidos cortes de costela carré. “Os cordeiros são abatidos com até 15 meses. E os cortes são super valorizados pelo sabor”, diz o chef Theo Tapioca. Um prato de carne do cordeiro, que derrete na boca, pode custar até R$ 100. Não é realmente para a Mimosaum negócio desses. (Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013)((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
topoLady Sand Storm, Mega Show e Little Crystal, apesar dos nomes, não são astros da música pop, mas alguns dos cavalos mais valiosos exibidos durante a 26ª Fenagro, que terminou ontem. Eles integram um g...((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
Lady Sand Storm, Mega Show e Little Crystal, apesar dos nomes, não são astros da música pop, mas alguns dos cavalos mais valiosos exibidos durante a 26ª Fenagro, que terminou ontem. Eles integram um grupo mais restrito ainda, de animais selecionados, dentre os expostos, para os 18 leilões do evento.Exemplares em genética e desempenho, vindos de criatórios de todo o País movimentam R$ 20 milhões, dos R$ 100 milhões previstos para todo o evento. Essa edição trouxe 800 expositores e seis mil animais, 2,5 mil caprinos (anglonubianos) e ovinos (santa inês e dorper); 1,5mil equinos(quarto de milha, campolina, mangalarga e mangalarga machador); emilbovinos(nelore, gir e girolando). Esse número é 10% maior que o de 2012. Esse ano, os leilões de bovinos nelore foramos de melhor resultado. Nos seis realizados, foram ofertados cerca de 350 animais, de todo o País, com um faturamento de R$ 10 milhões. O diretor técnico da Associação Baiana de Criadores de Nelore (ABCN), Anderson Leal, afirma que as vendas de nelore cresceram 30% em relação a 2012. “A raça está em uma evolução genética muito grande. Até como investimento é interessante comprar nelore, diz Leal. Santa Inês Outro destaque da Fenagro foramos ovinos. Salvador recebeu, pela segunda vez consecutiva, a Exposição Nacional da Raça Santa Inês. Tipicamente nordestina, araçateve dois leilões, que geraram R$ 800 mil em negócios. A Bahia tem o segundo rebanho ovino do País. O diretor de eventos da Associação Brasileira de Santa Inês (ABSI) e da Associação de Caprinos e Ovinos da Bahia (Accoba), Anderson Pedreira, afirma que essa raça tem se destacado nos últimos dez anos. A razão, segundo ele, é o alto poder de adaptação dos animais. Além de populares no Brasil, são criados em oito países da América Latina. “É a genética brasileira indo para o mundo”, afirma Pedreira. “Hoje, temos ovelhas que chegam a custar R$ 400 mil e já houve o caso de um carneiro que foi vendido por R$ 2 milhões”, diz ele. A carne ovina também tem sido valorizada no mercado gourmet, custando, em média, 70% mais que a bovina. Com pouca gordura, saborosa e de fácil digestão, caiu no gosto dos chefs de cozinha. De olho nisso, a ABSI promoveu, durante a Fenagro, a “Cozinha Interativa Santa Inês”, uma degustação de cortes e pratos para clientes, produtores e convidados. (Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013)((Jornal A Tarde/BA – 09/12/2013))
topoA agenda para o mês de dezembro está com 68 leilões programados de raças bovinas de corte e leite, equinos, mais ovinos e caprinos. O levantamento faz parte de uma pesquisa exclusiva de DBO junto às l...((Portal DBO – 06/12/2013))
A agenda para o mês de dezembro está com 68 leilões programados de raças bovinas de corte e leite, equinos, mais ovinos e caprinos. O levantamento faz parte de uma pesquisa exclusiva de DBO junto às leiloeiras de todo o País, que, nos últimos cinco anos, tem variado entre 60 e 80 leilões, com oferta na casa dos 7.000-8.000 animais. Estão previstos leilões em Alagoas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo, mais os remates virtuais, que ao lado dos pregões baianos e gaúchos, respondem pela maior agenda do mês. Serão cerca de 20 remates nos três grupos. Os virtuais apresentam uma cartela diferenciada de produtos, com destaque para 17 leilões de raças bovinas de corte. Na Bahia, a grande concentração de remates se dá por conta da Fenagro, feira em andamento desde 30 de novembro, na capital baiana Salvador. Dos 20 leilões agendados, 18 fazem estão na grade de programação da feira, que será encerrada neste domingo, dia 8. O Rio Grande do Sul encerra a conta, tendo como sustentáculo do comércio as feiras de verão, centradas na venda de ovinos e caprinos. A categoria responde por 93% do total de 19 remates, que incluem também um remate de Brangus e cinco de equinos Crioulo. O último leilão de 2013 está marcado para o dia 22 e ocorrerá pelo Canal Rural. O virtual venderá animais Gir Leiteiro tirados da Agropecuária Santa Bárbara, de Xinguara, PA, sob organização da Programa Leilões. (Portal DBO – 06/12/2013)((Portal DBO – 06/12/2013))
topoNa terça-feira, 3 de dezembro, o Leilão Especial Genética 3W vendeu 600 animais em Campo Grande, MS. O faturamento ficou em R$ 562.490. A maior parte da oferta foi de cabeças de corte. Com 585 animais...((Portal DBO – 06/12/2013))
Na terça-feira, 3 de dezembro, o Leilão Especial Genética 3W vendeu 600 animais em Campo Grande, MS. O faturamento ficou em R$ 562.490. A maior parte da oferta foi de cabeças de corte. Com 585 animais vendidos, o grupo computou fatura de R$ 520.290, à média de R$ 889. Apenas 15 tourinhos Nelore foram comercializados. Eles renderam R$ 42.200, para a média geral de R$ 2.813. Os trabalhos foram conduzidos pela Correa da Costa, com trabalhos de Luciano Pires. Pagamentos em três parcelas. (Portal DBO – 06/12/2013)((Portal DBO – 06/12/2013))
topoEm menos de três anos, 60 mil bovinos e equinos morreram de raiva no Estado em aproximadamente 60 municípios das regiões Centro-Sul e Metropolitana de Porto Alegre. A captura de 16 mil morcegos hemató...((Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013))
Em menos de três anos, 60 mil bovinos e equinos morreram de raiva no Estado em aproximadamente 60 municípios das regiões Centro-Sul e Metropolitana de Porto Alegre. A captura de 16 mil morcegos hematófagos em refúgios cadastrados pela Secretaria da Agricultura (Seapa) em 200 cidades evitou que os surtos regionais evoluíssem para o nível estadual como na década de 80. A estimativa do governo estadual considera dados desde a implementação do Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros em maio de 2011. Mesmo assim, neste ano, já são 169 focos descobertos no Estado, o maior número no período. Em 2012, foram 134. Segundo Nilton Rossato, coordenadordo programa no Estado, a progressão de focos foi em refúgios desconhecidos do Núcleo de Controle da Raiva, da Seapa. O especialista insiste que os pecuaristas precisam fazer a sua parte, comunicar as cavernas nas propriedade, notificar animais atacados e vacinar e revacinar o gado. Apesar de ser barata, R$ 0,60 a dose, a vacina contra raiva tem baixa procura. Rossato reforça que a doença é letal, mata o animal em até cinco dias. Portanto, a melhor estratégia é a prevenção. “Como a vacina é opcional, o criador não faz. Vai fazer quando começam a morrer os animais do vizinho, mas aí pode ser tarde já que o período de incubação vai de 60 a 90 dias.” Apesar de uma campanha educacional e de divulgação que absorveu R$ 300 mil nos últimos anos, a informação ainda custa a ser absorvida no campo. O pecuarista Flávio Koch, dono de 40 hectares em Sertão Santana, vacinou seus animais contra a raiva pela primeira vez somente em 2012. Confessa: sabia que a doença existia, mas só se deu conta do prejuízo que poderia causar quando o gado da vizinhança começou a adoecer e morrer. “Para que correr o risco, se o valor é tão baixo, hoje meus animais estão seguros”, diz ele. O susto de agricultores como Koch e o prejuízo dos que perderam dinheiro com a morte dos animais ajudou a elevar a aplicação da vacina nos últimos dois anos. Por isso, Rossato acredita que, em 2014, haverá uma maior imunidade do rebanho. Ainda assim, como há atividade viral, o Estado mantém a indicação de vacinação e revacinação no caso dos primo vascinados, que devem receber a segunda dose 20 dias após a primeira. “A despeito de todas as dificuldades de vigilância a campo, a raiva está sob controle no Estado. Temos apenas três focos ativos em Candiota, Mariana Pimentel e na divisa de Caçapava e São Sepé.” (Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013)((Jornal Correio do Povo/RS – 09/12/2013))
topoO Leilão Multiraças integrou a agenda da Exposição de Dois Vizinhos, PR, vendendo 18 reprodutores por R$ 88.660. Os criadores locais apresentaram lotes de Angus, Brangus, Hereford, Nelore e Tabapuã. N...((Portal DBO – 06/12/2013))
O Leilão Multiraças integrou a agenda da Exposição de Dois Vizinhos, PR, vendendo 18 reprodutores por R$ 88.660. Os criadores locais apresentaram lotes de Angus, Brangus, Hereford, Nelore e Tabapuã. No geral, a média ficou em R$ 4.925, com preços que variaram de R$ 4.550 a R$ 7.700, lance mais alto do remate. Os exemplares tinham na casa dos três anos e foram selecionados na região Oeste do Estado. As comercialização ocorreram no dia 30 de novembro, com organização da Pampa Remates e apresentações de Cândido Scholl. Pagamentos em 14 parcelas. (Portal DBO – 06/12/2013)((Portal DBO – 06/12/2013))
topoO presidente do Certified Angus Beef - American Angus Association, John Stika, virá ao Brasil esta semana para palestrar no BeefSummit Brasil, evento que ocorre nos dias 10 e 11 de dezembro, em Ribeir...((Página Rural/RS – 06/12/2013))
O presidente do Certified Angus Beef - American Angus Association, John Stika, virá ao Brasil esta semana para palestrar no BeefSummit Brasil, evento que ocorre nos dias 10 e 11 de dezembro, em Ribeirão Preto (SP), e que irá reunir grandes nomes do agronegócio para o futuro da pecuária de corte brasileira. Em sua apresentação, Stika irá contar um pouco sobre a história do programa americano de certificação de animais Angus e discorrer sobre como a iniciativa ajudou, ao longo dos anos, a agregar valor ao produtor de carne com a promoção da marca Angus nos Estados Unidos. "É um caso de absoluto sucesso, que inspirou a criação do nosso programa de certificação de carcaças, 10 anos atrás. Programa esse que se consolidou com o o maior do Gênero no País", diz o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Reynaldo Salvador. "Como apoiadores do evento pensamos ser de grande importância a disseminação dessa experiência", completa Salvador. A Associação Brasileira de Angus estará presente com um estande no BeefSummit. Na ocasião, a entidade estará divulgando o início de seu projeto de cooperação técnica com a Associação Brasileira de Brangus, parceria que foi anunciada em maio deste ano, durante a ExpoLondrina, em Londrina (PR). (Página Rural/RS – 06/12/2013)((Página Rural/RS – 06/12/2013))
topoNa quarta-feira, 11, acontece em Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá) o Fórum Agro é o Negócio Tendências e Oportunidades, organizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT), ...((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
Na quarta-feira, 11, acontece em Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá) o Fórum Agro é o Negócio Tendências e Oportunidades, organizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT), com o objetivo de discutir a questão empresarial sobre gestão de negócio e a importância da profissionalização do homem no campo. De acordo com Elson Tenório Cardoso, gerente da unidade do Sebrae em Rondonópolis, o produtor rural também é um empresário e tem que ser considerado como tal, por isso tem que estar atento às novas tendências e inovações da área. Constam da programação duas palestras: “Inovando no Campo para Crescer”, com o engenheiro agrônomo Marcelo Prado, professor da USP, FGV e do IBMEC (MBA); e “O Novo Perfil do Empresário Rural”, com o doutor em Engenharia de Produção, Eugênio Stefanello, que é ex-secretário de Agricultura do Paraná e atual diretor da Conab. As palestras acontecem no Centro de Eventos Ipê, localizado na avenida Governador Júlio José de Campo. O público alvo são produtores rurais, pesquisadores, técnicos e extensionistas, fornecedores e distribuidores das cadeias produtivas do agronegócio, lideranças de entidades governamentais e não governamentais, entre outros. Elson Tenório explica que se trata de uma oportunidade das pessoas ligadas à produção no campo encararem o agronegócio como uma empresa. Segundo ele, em 2014 o Sebrae lança um programa voltado para os pequenos, médios e grande produtores nas áreas dapiscicultura e produção leiteira, já aproveitando a vocação natural da região Sul do Estado. O gerente explica que o Balde Cheio já está sendo trabalhado em Rondonópolis, mas o que se espera é implementá-lo ainda mais e expandir para outros municípios da região Sul. O Programa Balde Cheio é uma metodologia inédita de transferência de tecnologia que contribui para o desenvolvimento da pecuária leiteira em propriedades familiares. Seu objetivo é capacitar profissionais de extensão rural e produtores, promover a troca de informações sobre as tecnologias aplicadas regionalmente e monitorar os impactos ambientais, econômicos e sociais, nos sistemas de produção que adotam as tecnologias propostas. A capacitação e a troca de informações acontecem na propriedade rural, que se torna uma sala de aula, chamada de unidade demonstrativa (UD). Além disso, a programação inclui aulas teóricas, tanto a extensionistas como a produtores, na Embrapa Pecuária Sudeste e nas propriedades selecionadas. A partir da estruturação da propriedade com base nas orientações do projeto, a unidade demonstrativa passa a ser uma referência na região. (Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013)((Jornal A Gazeta/MT – 09/12/2013))
topoDe acordo com os dados levantados pela Scot Consultoria em novembro foi registrado o segundo mês de queda do preço de leite pago ao produtor. O recuo considerando a média nacional, que no caso engloba...((Portal Feed & Food/SP – 06/12/2013))
De acordo com os dados levantados pela Scot Consultoria em novembro foi registrado o segundo mês de queda do preço de leite pago ao produtor. O recuo considerando a média nacional, que no caso engloba 14 Estados brasileiros, foi de 0,8 % em relação ao pagamento anterior. Segundo as pesquisas, o produtor recebeu em média R$1,00 o litro de leite, na comparação com o ano passado. Esse número representa 22,7%, que apesar das quedas, o valor está 18 centavos acima do patamar registrado no mesmo período de 2012. A pressão de baixa é maior no Brasil central e na região sudeste, pouco menos na região sul, onde a capacitação é crescente. O volume captado aumentou 2,1% em outubro e a previsão é que a captação siga aumentando pelo menos até janeiro. E com relação ao pagamento, a expectativa é de queda pelo menos até o pagamento de janeiro e fevereiro. No atacado e varejo também foi verificado recuo de preços.(Portal Feed & Food/SP – 06/12/2013)((Portal Feed & Food/SP – 06/12/2013))
topo“Os primeiros resultados são animadores, os produtores treinados na primeira etapa do programa apresentam indicadores altamente positivos no que diz respeito à qualidade do leite entregue às agroindús...((Página Rural/RS – 06/12/2013))
“Os primeiros resultados são animadores, os produtores treinados na primeira etapa do programa apresentam indicadores altamente positivos no que diz respeito à qualidade do leite entregue às agroindústrias e cooperativas”, comemora o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), Gilmar Antônio Zanluchi, sobre a avaliação do programa “Leite Legal – Produção de Qualidade”. A iniciativa está sendo executada em todo o Brasil pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em convênio com o Senar e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O programa tem como objetivo capacitar os produtores rurais para atingir os parâmetros mínimos de qualidade de leite exigidos pela Instrução Normativa 62 (IN-62), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece os critérios do produto para ser recebido e aproveitado pelas agroindústrias. De acordo com o coordenador de pecuária do Senar/SC, Olices Osmar Santini, a IN-62 trata da qualidade do produto que deverá ser apresentado para o aproveitamento pelas agroindústrias, quanto a sua composição, níveis máximos de contaminação bacteriana após a ordenha, controle de mastite e normas para o resfriamento e seu transporte. O programa aborda o diagnóstico, controle e prevenção da mastite bovina, técnica de ordenha higiênica, higienização e sanitização de equipamentos, instalação e utensílios de ordenha. Além disso, os participantes do treinamento aprendem sobre a importância da qualidade da água utilizada na atividade leiteira e do resfriamento do leite na manutenção da qualidade do produto. “Essas medidas são importantes na redução dos casos de mastite no rebanho leiteiro do Estado e na redução da contaminação bacteriana do leite após a ordenha”, realça Santini. Em Santa Catarina o programa teve início em julho deste ano na região do meio oeste e até a segunda semana de dezembro totalizarão 125 treinamentos concluídos, beneficiando 1.125 produtores ligados as principais indústrias e cooperativas de laticínios do Estado. Para a execução do programa, o Senar/SC conta com 22 instrutores que prestam serviços a instituições e que foram especialmente treinados para ministrar o conteúdo. A meta para Santa Catarina estabelece a realização de 400 treinamentos, beneficiando 6.000 produtores, em dois anos. De acordo com Santini, dois pontos têm sido primordiais para consolidar a ação no Estado. A primeira refere-se a cooperação e parceria das principais agroindústrias e das cooperativas que tem sido fundamental para atingir a melhoria da qualidade do leite produzida em Santa Catarina. A segunda remete a aceitação dos produtores, uma vez que a primeira etapa é teórica e, a outra, é aplicada nas propriedades com orientação individual. “A atenção diferenciada é um dos grandes atrativos do programa, já que são visitadas as propriedades de todos os participantes”, complementa. (Página Rural/RS – 06/12/2013)((Página Rural/RS – 06/12/2013))
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