Notícias do Agronegócio - boletim Nº 647 - 20/06/2016 Voltar

ABCZ disponibiliza diagnóstico gratuito

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) está disponibilizando em seu site o diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pecuária Eficiente, lança...((Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016))


A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) está disponibilizando em seu site o diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pecuária Eficiente, lançado pela associação na abertura oficial da ExpoZebu, em maio deste ano. O projeto está baseado no tripé básico da produção animal: saúde, nutrição e genética e contará com três fases, todas elas gratuitas para os criadores participantes. A primeira fase é um diagnóstico no qual o pecuarista poderá identificar em qual estágio está o seu sistema produtivo e sua produtividade. “O resultado do diagnóstico permitirá ao criador saber se ele é um produtor vermelho, amarelo ou verde. Ou seja, através das respostas do criador no questionário, será possível identificar onde estão seus pontos fortes e fracos no tripé de produção”, explica Juan Lebrón, superintendente de Marketing e Comercial da ABCZ. A segunda fase do projeto é de compreensão desse diagnóstico, cuja análise qualitativa será feita por um corpo técnico, formado por especialistas em cada um dos temas. A terceira fase é a capacitação e educação dirigida a esse pecuarista com especialistas renomados em cada uma das três áreas para suprir as deficiências de conhecimento técnico do negócio. “O projeto traz grandes vantagens aos pecuaristas e à pecuária em geral, e isso não se restringe apenas aos associados da ABCZ. A primeira vantagem é dar a noção de que para termos um sistema produtivo eficiente é necessário ter uma cadeia completa, pois só é possível se tivermos o equilíbrio nos 3 pilares: saúde, nutrição e genética, além, claro, da importância de uma boa gestão”, explica Lebrón. Segundo ele, o projeto também oferece informação dirigida e personalizada ao produtor que tem interesse em melhorar sua atividade. “Além disso, estamos trabalhando para mostrar o valor daquilo que o nosso associado produz, que é a genética zebuína, uma vez que sem investimento em genética não é possível ser produtivo e eficiente”, informou. O diagnóstico, que compõe a primeira fase do projeto está disponível no site da associação para ampliar a participação dos pecuaristas. A terceira fase do projeto inclui vários cursos sobre os temas estratégicos. O primeiro será realizado gratuitamente durante a ExpoGenética 2016, no dia 23 de agosto. O Projeto da Equação da pecuária Eficiente conta com o apoio da APTA - Polo Regional Alta Mogiana e das empresas DSM Tortuga, Phibro e Vale Fertilizantes. (Jornal Diário do Comércio/MG – 19/06/2016) (Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016) ((Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016))

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Pecuária eficiente

A ABCZ – Associação Brasileira dos Criadores de Zebu - acaba de disponibilizar em seu site (www.abcz.org.br) o diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pec...((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))


A ABCZ – Associação Brasileira dos Criadores de Zebu - acaba de disponibilizar em seu site (www.abcz.org.br) o diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pecuária Eficiente, lançado pela associação na abertura oficial da ExpoZebu, em maio deste ano. (Revista DBO Online/SP – 17/06/2016) ((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))

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Tribunal de Justiça de Minas Gerais rejeita tentativa de eleições da ABCZ com chapa única

No último dia 15 de junho, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou a tentativa de afastar das eleições da ABCZ a candidatura "De A a Z, ABCZ Para Todos",presidida por Arnaldo Manuel de Souz...((Jornal da Manhã Online/MG – 19/06/2016))


No último dia 15 de junho, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou a tentativa de afastar das eleições da ABCZ a candidatura "De A a Z, ABCZ Para Todos",presidida por Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges. Apesar de o direito dos associados votarem e serem votados ser fundamental em toda instituição democrática e de a disputa eleitoral ser muito saudável para a ABCZ e benéfica para a soberania dos associados, a atual Presidência da entidade contratou prestigiado escritório de advocacia de Belo Horizonte para recorrer perante o Tribunal mineiro contra a participação de Arnaldo Manuel nas eleições. Fiel à garantia da democracia, que o TJMG sempre assegurou, o respeitado desembargador Álvares Cabral da Silva negou tutela recursal pleiteada pela ABCZ que buscava o seguimento das eleições apenas com uma única chapa. As tentativas de questionamento contra o direito de ser votado de Arnaldo Manuel se iniciaram antes mesmo do pedido de registro da candidatura "De A a Z, ABCZ Para Todos", com interpelações, negativa de pedidos pela diretoria e pareceres, utilizando-se de elevados recursos e profissionais da ABCZ, sempre no intuito de sustentar que associado técnico não poderia candidatar-se a qualquer cargo. O estatuto atual da entidade dispõe a preservação dos direitos dos associados técnicos e os estatutos anteriores asseguravam o direito de votar e ser votado para todos associados, independentemente de categoria. Portanto, é direito posto. Arnaldo tem uma vida de dedicação em prol do Zebu e da ABCZ, reconhecido pelo seu trabalho digno, ético, sério, competente e de resultados. A legitimidade de sua candidatura também é sustentada por sua trajetória de 38 anos de dedicação e pelas diretorias de que já participou e participa. Desde o início da campanha, Arnaldo conquistou o apoio de seis ex-presidentes da associação, reuniu associados de todas as raças e regiões para formação da diretoria e conselhos totalmente renovados, viaja por todo o país para ouvir as reivindicações e necessidades dos associados e está recebendo forte adesão por onde passa. Essa importante decisão judicial robustece a soberania dos associados que, através do voto, poderão decidir o futuro da associação e fortalece ainda mais a união, apoio e trabalho rumo à vitória nas eleições e à mudança na ABCZ. Equipe de A a Z – ABCZ Para Todos (Jornal da Manhã Online/MG – 19/06/2016) ((Jornal da Manhã Online/MG – 19/06/2016))

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O povo

O povo não vota, mas o candidato de oposição na ABCZ, Arnaldo Machado Borges, está prometendo “trazer (ele) de volta ao Parque Fernando Costa durante as exposições”. (Jornal da Manhã Online/MG – 18/06...((Jornal da Manhã Online/MG – 18/06/2016))


O povo não vota, mas o candidato de oposição na ABCZ, Arnaldo Machado Borges, está prometendo “trazer (ele) de volta ao Parque Fernando Costa durante as exposições”. (Jornal da Manhã Online/MG – 18/06/2016) ((Jornal da Manhã Online/MG – 18/06/2016))

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Arroba pode passar de R$ 170 a partir de agosto

Com oferta restrita de animais para o abate, presidente da ABCZ estima que boi gordo alcance patamares recordes na praça de São Paulo A oferta de animais prontos para o abate deve se manter restrita a...((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))


Com oferta restrita de animais para o abate, presidente da ABCZ estima que boi gordo alcance patamares recordes na praça de São Paulo A oferta de animais prontos para o abate deve se manter restrita ao longo de todo o ano e, com isso, a arroba do boi gordo, no referencial de São Paulo, deve passar de R$ 170, a partir de agosto, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Luiz Cláudio Paranhos. “O preço vai ser daí para cima”, afirmou Paranhos na InterCorte 2016, em São Paulo, SP. No entanto, Paranhos avalia que, nem mesmo esta perspectiva de alta, ou sinalização recente de queda do preço do milho, será o suficiente para incentivar o confinamento. “Essa insegurança da política econômica ainda não está resolvida”, disse. Para ele, no entanto, a partir de 2017, a situação deve inverter para os pecuaristas. Um dos indicativos, segundo ele, é a queda do abate de bovinos no primeiro trimestre deste ano e a queda da participação do número de fêmeas nos abates, o que aponta para um aumento da oferta no próximo ano e também indica a virada do ciclo pecuário. "Esse é mais um motivo para o pecuarista investir em tecnologia e aumentar a produtividade do seu negócio, já que as margens devem diminuir no próximo ano. Genética, nutrição e manejo são muito importantes, além da gestão", afirma Preço do milho deve perder força - Depois de alcançar níveis recordes, o preço doméstico do milho começa a perder força e, no próximo ano, deve encontrar estabilidade com uma safra de verão maior, na opinião de José Vicente Ferraz, diretor técnico da Informa Economics FNP. “Devemos ter uma queda mais acentuada agora com o avanço da colheita da safrinha e depois o preço deve encontrar uma estabilidade”, disse. “Depois desta queda de entrada de safra, a cotação pode recuperar um pouco, mas não voltará mais para o nível anterior”, afirmou. Ele ponderou, no entanto, que fatores como clima e oferta mundial podem frustrar esta expectativa. Para o analista, o preço recorde do grão, por si só, é um incentivo para que produtores aumentem a área de plantio e invistam mais em tecnologia, o que pode elevar a produtividade por hectare. Com isto, a primeira safra do grão em 2017 deve ser maior do que a deste ano. Conforme Ferraz, este ganho é “um caminho sem volta” e deverá consolidar o Brasil com um dos grandes players mundiais na produção e exportação de milho, ao lado dos Estados Unidos. (Revista DBO Online/SP – 17/06/2016) ((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))

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Debate reúne candidatos à presidência da ABCZ

O Canal Rural realizou nesta quinta, dia 16, diretamente da BeefExpo, uma edição especial do Jornal da Pecuária. O programa reuniu os candidatos à presidência da Associação Brasileira dos Criadores de...((Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016))


O Canal Rural realizou nesta quinta, dia 16, diretamente da BeefExpo, uma edição especial do Jornal da Pecuária. O programa reuniu os candidatos à presidência da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), para um debate a fim de esclarecer as propostas e perfil de cada concorrente. (Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016) ((Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016))

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Candidatos a presidente da ABCZ apresentam planos

Nessa quinta, dia 16, o Canal Rural realizou uma edição especial do Jornal da Pecuária. O programa reuniu os candidatos à presidência da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), para um deb...((Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016))


Nessa quinta, dia 16, o Canal Rural realizou uma edição especial do Jornal da Pecuária. O programa reuniu os candidatos à presidência da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), para um debate a fim de esclarecer as propostas e perfil de cada concorrente. (Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016) ((Portal Canal Rural/SP – 17/06/2016))

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Diagnóstico de projeto da ABCZ está disponível on-line gratuitamente

A base é o no tripé da produção animal: saúde, nutrição e genética O diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pecuária Eficiente está disponível no site da...((Revista Feed & Food Online/SP – 17/06/2016))


A base é o no tripé da produção animal: saúde, nutrição e genética O diagnóstico gratuito para os pecuaristas que desejam participar do Projeto Equação da Pecuária Eficiente está disponível no site da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ, Uberaba/MG). O projeto está baseado no tripé básico da produção animal: saúde, nutrição e genética e contará com três fases, todas elas gratuitas para os criadores participantes. A primeira fase é um diagnóstico para que o pecuarista identifique em qual estágio está o seu sistema produtivo e sua produtividade. Segundo explica o superintendente de Marketing e Comercial da ABCZ, Juan Lebrón, o resultado do diagnóstico permitirá ao criador saber se ele é um produtor vermelho, amarelo ou verde. “Através das respostas do criador no questionário, será possível identificar onde estão seus pontos fortes e fracos no tripé de produção, fazendo de sua atividade produtiva ou não tão produtiva como deveria ser”, explica. A segunda fase do projeto é de compreensão desse diagnóstico, cuja análise qualitativa será feita por um corpo técnico, formado por especialistas em cada um dos temas. A terceira fase é a capacitação e educação dirigida desse pecuarista com especialistas renomados em cada uma das três áreas para suprir as deficiências de conhecimento técnico do negócio. Lebrón ressalta que o projeto traz grandes vantagens aos pecuaristas e à pecuária em geral, e isso não se restringe apenas aos associados da ABCZ. “A primeira vantagem é dar a noção de que para termos um sistema produtivo eficiente é necessário ter uma cadeia completa, pois só é possível se tivermos o equilíbrio nos 3 pilares: saúde, nutrição e genética, além, claro, da importância de uma boa gestão. Também entrega informação dirigida e personalizada ao produtor que tem interesse em melhorar sua atividade. Além disso, estamos trabalhando para mostrar o valor daquilo que o nosso associado produz, que é a genética zebuína, uma vez que sem investimento em genética não é possível ser produtivo e eficiente”, conclui. O diagnóstico agora está disponível no site da associação como forma de ampliar a participação dos pecuaristas. Acesse clicando aqui. A 3ª fase do projeto engloba a realização de vários cursos sobre os temas estratégicos. O primeiro curso será realizado gratuitamente durante a ExpoGenética 2016, no dia 23 de agosto. (Revista Feed & Food Online/SP – 17/06/2016) ((Revista Feed & Food Online/SP – 17/06/2016))

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ABCZ: arroba do boi deve passar de R$ 170 depois de agosto

O motivo, segundo a entidade, é piora na oferta que já está restrita e deve manter esse cenário até o fim do ano A oferta de animais prontos para o abate deve se manter restrita ao longo de todo o ano...((Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016))


O motivo, segundo a entidade, é piora na oferta que já está restrita e deve manter esse cenário até o fim do ano A oferta de animais prontos para o abate deve se manter restrita ao longo de todo o ano e, com isso, a arroba do boi gordo, no referencial de São Paulo, deve passar de R$ 170 a partir de agosto, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Luiz Cláudio Paranhos. "O preço vai ser daí para cima", afirmou Paranhos nos bastidores no InterCorte 2016 que é realizado na Bienal do Ibirapuera em São Paulo. No entanto, Paranhos avalia que, nem mesmo esta perspectiva de alta, ou sinalização recente de queda do preço do milho, será o suficiente para incentivar o confinamento. "Essa insegurança da política econômica ainda não está resolvida", disse. Para ele, no entanto, a partir de 2017, a situação deve inverter para os pecuaristas. Um dos indicativos, segundo ele, é a queda do abate de bovinos no primeiro trimestre deste ano e a queda da participação do número de fêmeas nos abates, o que aponta para um aumento da oferta no próximo ano e também indica a virada do ciclo pecuário. "Esse é mais um motivo para o pecuarista investir em tecnologia e aumentar a produtividade do seu negócio, já que as margens devem diminuir no próximo ano. Genética, nutrição e manejo são muito importantes, além da gestão", afirmou. (Portal Beef Point/SP – 20/06/2016) (Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016) ((Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016))

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Governo de MT diz que greve no Indea acabou, mas sindicato nega

O governo de Mato Grosso declarou nesta sexta-feira, 17, em seu site, o fim da greve dos servidores do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea). O retorno dos servidores ao trabalho, entreta...((Portal Beef Point/SP – 20/06/2016))


O governo de Mato Grosso declarou nesta sexta-feira, 17, em seu site, o fim da greve dos servidores do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea). O retorno dos servidores ao trabalho, entretanto, pode ser parcial, já que um dos sindicatos representantes dos funcionários – Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal (Sintap-MT)- decidiu prosseguir com o movimento. Os servidores da defesa agropecuária do Estado iniciaram o movimento em 6 de junho, reivindicando principalmente reajuste salarial de 11,28%. Já em 9 de junho, a desembargadora Serly Marcondes Alves, do Tribunal de Justiça de MT, concedeu liminar considerando a paralisação ilegal, conforme nota do governo de MT. O Sintap, por sua vez, disse que não foi notificado, e por isso continuará com a greve, mantendo em atividade apenas 30% dos servidores. (Portal Beef Point/SP – 20/06/2016) ((Portal Beef Point/SP – 20/06/2016))

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TJ suspende recuperação de gigante do agronegócio

A desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, suspendeu a recuperação judicial do Grupo Bom Jesus, no que tange aos sócios do conglomerado,...((Portal Folha Max/MT - 18/06/2016))


A desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, suspendeu a recuperação judicial do Grupo Bom Jesus, no que tange aos sócios do conglomerado, um dos maiores do setor do agronegócio no Estado. A decisão, em caráter liminar (provisória), é da última quarta-feira (15). O grupo atua na área de produção de grãos (especialmente soja), fibras e revenda de insumos. Com dívidas de R$ 2,6 bilhões, o grupo, formado por 14 empresas e quatro sócios, obteve a recuperação por decisão do juiz Renan Nascimento, da 4ª Vara Cível de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), no último dia 6. Com a decisão anterior, tanto as empresas quanto os produtores Nelson José Vigolo, Edilene Pereira Morais Vigolo, Geraldo Vigolo e Rosemari Konageski Vigolo haviam conseguido a suspensão de todas as execuções de dívidas, além da devolução de bens e valores penhorados. Porém, o Banco Safra – que possui créditos de R$ 18,8 milhões a receber do grupo - interpôs um recurso, sob o argumento de que os benefícios da recuperação não poderiam ter sido estendidos aos sócios. Segundo a instituição bancária, representada pelo escritório Tavares Varão Advogados Associados, para que os produtores tivessem o direito de serem incluídos como parte na recuperação, seria necessário que eles comprovassem o exercício da atividade empresarial por mais de dois anos. A comprovação deveria ser feita por meio de certidão de inscrição na Junta Comercial. Contudo, de acordo com a defesa, os produtores têm registro na Junta Comercial há apenas dois meses. O argumento foi acatado pela desembargadora Nilza Maria Carvalho. Com base em decisões anteriores do TJ-MT e em ensinamentos de juristas, ela entendeu que o registro dos produtores há mais de dois anos na Jucemat é requisito indispensável para que eles possam ser parte do processo de recuperação judicial “Assim, considerando que Nelson José Vigolo, Edilene Pereira Morais Vigolo, Geraldo Vigolo e Rosemari Konageski Vigolo somente fizeram suas inscrições na Junta Comercial em 10/03/2016, inviável, a princípio, o deferimento do pedido de recuperação judicial, ante o não preenchimento do prazo bienal previsto expressamente no art. 48, caput, c/c art. 51, inc. V, da Lei n. 11.101/2005”, disse. “Portanto, presentes os requisitos autorizadores, defiro o efeito pretendido, para suspender o processamento da recuperação judicial em relação às pessoas físicas que com ela ingressaram, a saber, Nelson José Vigolo, Edilene Pereira Morais Vigolo, Geraldo Vigolo e Rosemari Konageski Vigolo”, decidiu. Apesar do revés, a suspensão da recuperação judicial em relação aos produtores ainda deverá ser julgada, no mérito, pela 1ª Câmara Cível. A crise do grupo No pedido de recuperação judicial, o conglomerado afirmou que iniciou as atividades nos anos 60, quando o patriarca Luiz Vigolo começou a empreender nas terras que recebeu do pai, na cidade de Medianeira (PR). Em 1976, Luiz Vigolo comprou 483 hectares de terras em Mato Grosso e, em 1978, começou com o plantio de arroz na região da Serra da Petrovina, município de Pedra Preta (238 km ao Sul da Capital). Conforme o grupo, as atividades foram crescendo e, em 1987, foi fundada a a sociedade Sementes Bom Jesus, uma parceria entre os filhos de Luiz Vigolo, os irmãos Geraldo Vigolo e Nelson Vigolo. A partir dos anos 90, Luiz Vigolo transferiu o comando das empresas para os filhos, que expandiram os negócios, “produzindo em terras próprias e arrendadas, com a aquisição de novas áreas e constituição de mais empresas, inclusive em Londres”. Na ação, o grupo afirmou que atualmente são cultivados mais de 240 mil hectares de terras, com potencial de produção superior a 900 mil toneladas por safra, “permitindo- se um faturamento bruto anual de cerca de 2,5 bilhões de reais e a oferta de 4.000 mil empregos diretos e 15.000 indiretos”. Contudo, o conglomerado relatou que enfrenta uma situação de crise econômica, em razão do desaquecimento global da economia, “à supervalorização da moeda estrangeira, ao aumento da taxa de inadimplência, à perda da produção da safra 2016 (ocasionada por eventos climáticos), à alteração na legislação dos motoristas (com a Lei nº 12.619/2012, que provocou um reajuste médio de 20% no frete), à crise mundial do milho e à escassez do crédito”. O Grupo Bom Jesus disse que a crise é transitória, mas que precisa da intervenção da recuperação judicial parra preservar as atividades, reestruturar os negócios e equilibrar as contas. Outro lado A assessoria do advogado Joel Luis Thomaz Bastos, que representa o produtor Nelson Vigolo (presidente do Grupo Bom Jesus), informou que ele vai falar sobre caso na segunda-feira (20). A redação não conseguiu entrar em contato com os advogados dos outros sócios do grupo. (Portal Folha Max/MT - 18/06/2016) ((Portal Folha Max/MT - 18/06/2016))

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Agronegócio: protagonismo persistente

Competitividade, ascensão, fôlego contra a crise e, mais do que tudo isso, uma espécie de fiador da economia. Esse é o currículo do agronegócio nos últimos tempos. Em 2016, mais uma vez seu desempenho...((Portal Capital News/MS – 17/06/2016))


Competitividade, ascensão, fôlego contra a crise e, mais do que tudo isso, uma espécie de fiador da economia. Esse é o currículo do agronegócio nos últimos tempos. Em 2016, mais uma vez seu desempenho positivo deve se repetir, embora com menor força e, provavelmente, margens mais justas. É o que se consegue ver a partir da segunda estimativa do IBGE para a safra de grãos de 2016 -- e da projeção reavaliada do Valor Bruto da Produção (VBP) pelo MAPA. Pelos últimos números, o VBP consolidado da pecuária e agricultura vai crescer 0,7% sobre 2015, atingindo R$ 515,2 bilhões em 2016. Um recorde, se for confirmado, decorrente das 20 principais lavouras (elevação de 2,8% em relação a 2015, alcançando R$ 338,6 bilhões), pois o composto das proteínas animais deve cair 3%, com um VBP de R$ 176,6 bilhões. E aqui já vemos o efeito da crise brasileira, que afetou o poder de compra da população e reduziu o consumo das famílias. De acordo com o IBGE, a produção de grãos será de 211,3 milhões de t, 0,9% a mais que 2015. E mais uma vez a soja será o grande destaque em VBP (R$ 123 bilhões no total), com crescimento de 12,3% graças à desvalorização cambial e, também, a novos ganhos de produtividade: a previsão é de aumento de 4,9% na colheita da oleaginosa, para uma área plantada que avançou bem menos -- 2,7%. No milho a história é parecida, com um crescimento de 3,7% no VBP, principalmente por obra do câmbio, que estimulou exportações e puxou o mercado interno para o mesmo alinhamento de preços, levando inclusive algum stress ao perfil de custos do setor animal, na produção de frangos, suínos, leite e confinamento bovino. Apesar desse quadro positivo em meio à crise, os produtores precisam ficar ligados na rentabilidade. O boi, por exemplo, fornece um bom indício: em fevereiro passado o preço da arroba girava em torno de R$ 155,00 (ESALQ/BMF), que é um patamar historicamente elevado, mas em termos reais representava um valor 4% inferior ao preço de um ano atrás, por conta da inflação de 10,6% (IPCA). Se bem que a pecuária brasileira passa por um momento virtuoso de modernização, com maior produtividade da terra (mais carne por ha) e maior produtividade do rebanho (mais qualidade e rendimento de carcaça). Tanto que as projeções indicam para os próximos 10 anos um crescimento do rebanho bovino de 0,25% ao ano em média, queda da área de pastagem à base de 1,20% ao ano e aumento da produção de carne em 1,52% ao ano – até 2025, segundo o Outlook Fiesp. Fica também um sinal de atenção para os preços das commodities, que recuaram no mercado internacional, após longo período de bonança entre 2005 e 2014. O câmbio compensou essa queda dos preços em dólar e, mesmo com o aumento no custo dos insumos importados (fertilizantes e agroquímicos em particular), há um horizonte positivo para a agropecuária, no médio prazo. As margens podem até ficar apertadas; mas como diz um reputado economista, Ivan Wedekin, “lucro menor ainda é lucro”. Ainda bem. (Portal Capital News/MS – 17/06/2016) ((Portal Capital News/MS – 17/06/2016))

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Lei verde cai de madura

O presidente interino Michel Temer (PMDB) fez o que o pessoal do boi na bancada BBB do Congresso –onde cabem ainda a turma da bala e a da Bíblia– queria: prorrogou de novo o prazo do cadastro ambienta...((Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 20/06/2016))


O presidente interino Michel Temer (PMDB) fez o que o pessoal do boi na bancada BBB do Congresso –onde cabem ainda a turma da bala e a da Bíblia– queria: prorrogou de novo o prazo do cadastro ambiental rural (CAR). Na prática, isso significa que fazendeiros com desmatamentos ilegais em suas propriedades poderão continuar escondendo isso do governo até dezembro de 2017. Como a decisão presidencial prevê a possibilidade de outro adiamento, alguém duvida de que o prazo de verdade vai ser dezembro de 2018? Temer garante assim imunidade aos devastadores até o final de seu mandato, como seria de esperar de um governo sustentado apenas por um Congresso retrógrado. O CAR foi a principal concessão ruralista no Código Florestal aprovado em 2012. Autodeclaratório, o cadastramento exige que cada proprietário rural registre num mapa o que em seus domínios constitui terra aproveitada, reserva legal (RL) e área de preservação permanente (APP). Vegetação de APP não pode ser derrubada; se for, o dono tem de recuperar. Por RL se entende qualquer parte florestada da fazenda ou sítio que corresponda ao percentual mínimo para cada região -por exemplo, 80% na floresta amazônica e 20% na mata atlântica. Se o fazendeiro não estiver em dia com essas normas, ao fazer o cadastro ele estará firmando uma declaração de culpa. Ou, como se diz no jargão, confessando um passivo ambiental. A partir daí, ele terá de enquadrar-se num programa de recuperação ambiental (PRA). Um termo de ajuste de conduta especificará então como e quando ele liquidará sua dívida com o ambiente. Qualquer pessoa com dois neurônios pode perceber que não há interesse do proprietário em fazer o cadastro. Acontece que, sem CRA e sem PRA, o fazendeiro ficaria também sem acesso a crédito agrícola subsidiado, que no caso representa a cenoura a fazer os jumentos andarem. Sem cenoura, eles adiam o quanto podem o cabresto do CAR. Para isso contam com a tropa BBB no Congresso, com Michel Temer na Presidência interina, com Blairo Maggi (PP) no Ministério da Agricultura e com José Sarney Filho (PV) no do Meio Ambiente. Agora têm até 2018 para esquivar-se da lei, como tantos representantes seus enrolados na Lava Jato As regiões Nordeste e Sul, de onde saem alguns dos parlamentares mais atrasados, ostentam os índices mais baixos de adesão ao CAR, respectivamente 59,4% e 64,7% da área cadastrável já inscrita. Os dados do Serviço Florestal Brasileiro são de maio. Onde o agronegócio se mostra menos medieval, por força de sua dependência dos mercados externos, a coisa muda de figura: o Sudeste tem 80,9% de adesão ao CAR, e o Centro-Oeste, 78,8%. O Norte constitui um caso peculiar: mais de 100% da área que poderia ser cadastrada já o foi. Provavelmente não se trata de excesso de zelo, mas de grilagem, gente tentando regularizar terra que não lhe pertence. O último boletim do Imazon indica que o desmatamento nos primeiros cinco meses do ano teve 22% de acréscimo em relação ao mesmo período de 2015. A taxa de degradação –quando não há corte raso, mas um desmate a conta-gotas– ficou em 5.785%. Você leu certo: um salto de 5.785% naquilo que é em geral o primeiro passo para a devastação completa. Péssimo começo para um país que assumiu o compromisso de zerar o desmatamento ilegal como contribuição ao Acordo de Paris. O que farão Temer e Sarneyzinho para reverter esse outro desastre? (Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 20/06/2016) ((Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 20/06/2016))

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Governo entrega ações na área da agricultura familiar no Vale do Jiquiriça

Ele também autorizou a construção de uma rede de extensão de água, de uma cozinha comunitária e assinou dois convênios do Bahia Produtiva, destinados à implantação de unidades agroflorestais. Os produ...((Jornal Tribuna da Bahia Online/BA – 18/06/2016))


Ele também autorizou a construção de uma rede de extensão de água, de uma cozinha comunitária e assinou dois convênios do Bahia Produtiva, destinados à implantação de unidades agroflorestais. Os produtores rurais da região do Vale do Jiquiriçá, no centro sul, receberam diversas ações do Governo do Estado, entre ordens de serviço e assinatura de convênios, para melhorar as condições de trabalho. O governador Rui Costa esteve, na manhã desse sábado (18/6), no município de Mutuípe, onde entregou 19 motocicletas, um caminhão baú e 35 barracas para feirantes e autorizou a construção de um centro de beneficiamento de frutas e outro de cacau. Ele também autorizou a construção de uma rede de extensão de água, de uma cozinha comunitária e assinou dois convênios do Bahia Produtiva, destinados à implantação de unidades agroflorestais. Ele também visitou uma creche e o Colégio Estadual Rui Barbosa e inaugurou uma policlínica municipal. A cooperada Maria Damiana de Souza, 51 anos, disse que a associação com a qual trabalha produz doces e foi criada com muita luta e esforço. “Muita gente não acreditava, achava que não ia dar certo. Conseguimos uma sede, mas precisava reformar, era uma casa de farinha abandonada. A gente se uniu, está reformando, produzindo, mas tínhamos o problema de conseguir vender nossos produtos. Agora, recebemos essas barracas para colocar nas feiras. Isso é ótimo. Vai trazer benefícios não só para mim, mas para todas as famílias. Somos 31 sócios e, 15 de nós, são mulheres e essa barraca veio para nos ajudar”. Rui ressaltou que a Bahia é o estado brasileiro com maior número de agricultores familiares. São 700 mil famílias, quase três milhões de baianos. “Por isso, estamos ajudando a agricultura familiar, para incentivar o agricultor a se juntar em associações e mecanizar a produção, e ajudando no beneficiamento e na comercialização dos produtos. Tudo isso para melhorar a renda do trabalhador rural. O produtor vai gastar esse dinheiro que ganhar a mais nas cidades, o comércio vai melhorar, a economia também, e as pessoas vão ter renda melhor”. Segundo o secretário do Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, as 19 motos farão a cobertura de todos os municípios da região. “Elas vão atender à agricultura familiar, para que os produtores melhorem sua produtividade e possam levar a frutas para as agroindústrias, como pretende o Governo ao assinar a ordem de serviço”. O secretário ainda falou sobre os convênios para a produção de quintais agroflorestais. “Na mesma área em que se produz comercialmente, há a preservação. É uma agricultura que inclui também mudas típicas da Mata Atlântica”. (Jornal Tribuna da Bahia Online/BA – 18/06/2016) ((Jornal Tribuna da Bahia Online/BA – 18/06/2016))

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Sistema ILPF chega à agricultura familiar no Pará

O primeiro sistema de Integração Lavoura-pecuária-floresta (ILPF) concebido especialmente para agricultura familiar no Pará foi apresentado ao público nesta quinta-feira (16), em Santarém, no dia de c...((Portal Cenário MT/MT – 18/06/2016))


O primeiro sistema de Integração Lavoura-pecuária-floresta (ILPF) concebido especialmente para agricultura familiar no Pará foi apresentado ao público nesta quinta-feira (16), em Santarém, no dia de campo promovido pela Embrapa Amazônia Oriental, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em área de produtor parceiro da instituição. O projeto piloto, implantado este ano, inclui componentes de lavoura, pastagem, pecuária e floresta dispostos na mesma área, em cultivo consorciado. "São todas opções tecnológicas disponíveis para adoção imediata, reforçando a ideia de que, na Amazônia, é possível fazer agricultura familiar com tecnologia, de forma competitiva. O desafio é possibilitar o acesso do agricultor familiar à tecnologia", afirma o pesquisador Eduardo Maklouf, responsável pelo experimento. Entre as tecnologias empregadas nesse sistema integrado ILPF proposto para agricultura familiar, estão quatro que fazem parte das opções tecnológicas do Plano ABC - Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, do governo federal. Além do ILPF, há também recuperação de áreas degradadas, Sistema Plantio Direto e florestas plantadas, todas com possibilidade de financiamento aos produtores Área degradada O ILPF aumenta a produtividade das culturas e permite a recuperação de áreas degradadas, como era o caso de parte da propriedade do agricultor Nelson Ferreira do Nascimento, da comunidade Boa Esperança, nos arredores de Santarém, onde a Embrapa instalou o experimento pioneiro em área considerada totalmente improdutiva. Segundo o agricultor, a família já estava enfrentando dificuldade com a produção, especialmente a do milho, a ponto de ele e seus filhos quase desistirem de continuar na lida com a terra. "A nossa parceria com a Embrapa surgiu bem nesse momento, de desesperança, mas decidimos apostar na tecnologia e está sendo muito produtivo, até árvores resolvemos plantar pensando no futuro. Onde não dava mais nada agora temos abundância", avalia o produtor. O sistema ILPF desenvolve cadeias produtivas para produção de alimentos como carne e grãos e madeira para energia, construção civil e movelaria, em áreas antropizadas (já alteradas pelo homem) consolidadas. Nos três primeiros anos deste modelo desenhado em conjunto com a família do agricultor, planta-se milho entre as faixas de árvores (mogno africano, cumaru e andiroba), seguido de capim para pasto (Brachiaria ruzizienses). A mandioca também faz parte do sistema, implantada nos dois primeiros anos nas entrelinhas das espécies arbóreas. Os animais entram a partir do segundo ano para serem manejados em pastejo rotacionado intensivo. O experimento contém ainda feijão-caupi, arroz e tomate. Grãos em Belterra na sexta-feira (17) Outro evento da Embrapa envolvendo sistema Integração Lavoura-pecuária-floresta no Oeste do Pará ocorre nesta sexta-feira (17), desta vez em Belterra, no campo experimental da instituição. Nesse dia de campo vão ser apresentados os avanços das pesquisas para melhoria de qualidade do solo e produção de grãos (milho, soja e arroz) nas condições do Oeste paraense, cultivados em ILPF e Sistema Plantio Direto. Os estudos com grãos permitem identificar o potencial de materiais genéticos adaptados às condições locais e em diferentes arranjos, capazes inclusive de possibilitar duas culturas no mesmo ano agrícola em sistema de safra e safrinha. Os pesquisadores buscam também definir espaçamento e densidade de semeadura, controle de plantas invasoras, de insetos e doenças, bem como definição de doses econômicas de adubação. "A intensificação no uso da terra sem práticas sustentáveis propicia o desequilíbrio e a degradação do solo. Nestas condições, o solo requer sistemas que o conservem e mitiguem impactos, como o Sistema Plantio Direto, possibilitando a formação de palhada", destaca o pesquisador Carlos Veloso, coordenador técnico do evento em Belterra. O dia de campo é aberto ao público interessado, a exemplo de produtores rurais, engenheiros agrônomos e florestais, técnicos, extensionistas, professores e estudantes, além de agentes financeiros. (Portal Cenário MT/MT – 18/06/2016) ((Portal Cenário MT/MT – 18/06/2016))

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Busca pelo ‘Nelore Macio’

Não muito comum entre os que não estão habituados à linguagem da cadeia da bovinocultura, o “marmoreio” é o nome dado ao aspecto de carne bovina com gordura intramuscular. São traços brancos (gordura)...((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))


Não muito comum entre os que não estão habituados à linguagem da cadeia da bovinocultura, o “marmoreio” é o nome dado ao aspecto de carne bovina com gordura intramuscular. São traços brancos (gordura) em meio ao vermelho das fibras musculares. Mas qual a importância do marmoreio? Para aqueles que pretendem produzir uma carne de qualidade, bem como os que querem consumir, faz toda a diferença. Há uma crença de que aumenta a maciez da carne, porém isto não é totalmente comprovado. O que acontece, porém, é que se uma carne tem marmoreio, é de boa procedência e tem muita chance de ser macia antes mesmo de ocorrer este acúmulo de gordura. Animais que expressam seu potencial genético para marmoreio foram criados para isto, sob ótimo sistema produtivo, e por isso sua carne é macia, o marmoreio é como uma consequência. Com aproximadamente 209 milhões de bovinos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo. Cerca de 80% do rebanho é composto por animais de raças zebuínas (Bos indicus), que são animais de comprovada rusticidade e adaptação ao ambiente predominante no Brasil. Dentre estas raças, podemos destacar o Nelore, com 90% desta parcela. Mas é possível produzir gado “Nelore Macio” com marmoreio? Alguns criadores, inclusive de Mato Grosso, em uma iniciativa pioneira, estão trabalhando com raçadores com potencial para produzir qualidade de carne, característica que pode elevar o zebuíno a um novo patamar. Muitas pessoas ainda acreditam que a raça predominante nas pastagens brasileiras é desprovida de tal capacidade. Entretanto, provas de ultrassonografia de carcaça comprovam a existência de linhagens com percentuais de marmoreio surpreendentes. Um dos projetos mais conhecidos no meio, talvez seja o Nelore do Golias, desenvolvido pelo criador Fábio Souza de Almeida Filho, em Birigui (SP). Através de cruzamentos endogâmicos, ele resgatou a linhagem que dá nome ao projeto e fora importada da Índia, em 1962, por Torres Homem Rodrigues da Cunha. Golias, principal referência em qualidade de carne na zebuinocultura nacional, viveu por 22 anos, sem deixar material genético à posteridade, sendo que pouquíssimos filhos seus chegaram a se tornar touros de central. Pela dificuldade em adquirir essa genética, o criador fez uma incansável busca pelos rebanhos brasileiros. Os primeiros nascimentos ocorreram em 2004 ao reunir, dois anos antes, um volume considerável de descendentes do touro. Assim, se obteve indivíduos com o Golias usado 20 vezes no seu pedigree, uma linhagem pioneira e recordista em marmoreio dentro do Nelore. Uma defesa de mestrado na USP/ Pirassununga (SP) endossou seu trabalho, quatro anos mais tarde, em 2008. O grupo responsável analisou os treze principais genearcas que compõem a base da raça Nelore no Brasil para qualidade de carne e o grupo de contemporâneos de Golias consagrou-se campeão absoluto, com médias extraordinárias para Área de Olho de Lombo e Marmoreio. Naquele mesmo ano, o projeto ganhou novos horizontes com a formação do Condomínio Teles de Menezes, que compreende o nascimento de 700 prenhezes/ano e gerou mais de 16 touros de central. Em Mato Grosso, Shiro Nishimura, da fazenda Araponga, em Jaciara (144 Km ao Sul de Cuiabá), está animado com o trabalho para selecionar matrizes e reprodutores aptos ao marmoreio e assim ter o Nelore Macio. “Agora que descobrimos essa virtude preservada em determinadas linhagens, precisamos fazer um amplo trabalho de capilarização dessa genética através do touro”, avalia Nishimura, que pretende começar um trabalho semelhante com o touro Ubinag Prudeindia (linhagem Nagpur), adquirido de Hiroshi Yoshio. Ao participar do Geneplus/Embrapa, que considera a ultrassonografia de carcaça ao sobreano, Nishimura descobriu uma concentração interessante de animais com percentual de marmoreio entre 4% e 6%. Ao investigar a genealogia dos exemplares com assessoria da DGT Brasil, empresa de capital norte-americano especializada no desenvolvimento e comercialização de softwares para interpretação de imagens de ultrassonografia de carcaça, o pecuarista acabou se deparando com Ubinag, amplamente utilizado no repasse de sua vacada. “Inicialmente, escolhi este animal pela alta herdabilidade em ganho de peso e não marmoreio. Por recomendação da doutora Liliane Suguisawa, diretora técnica da DGT Brasil, vamos ampliar e direcionar melhor esse trabalho”, prevê Nishimura, que possui uma reserva de 600 doses de sêmen de Ubinag, além de filhos e netos do touro. A diretora técnica do DGT Brasil explica que esses resultados representam uma quebra de paradigma, agregando características que a raça Nelore não tem, colocando a carne brasileira em outro patamar. Um grande diferencial para a qualidade da carne brasileira. Segundo ela, os EUA utilizam esta ferramenta para seleção em todo o rebanho Angus desde 1995, no Brasil o trabalho está sendo realizado há cerca de 10 anos. Com estas informações, eles conseguiram ganhos expressivos na Área de Olhode-Lombo (AOL) e marmoreio, já que a remuneração americana é muito afetada por estas características. O nível de marmoreio do nelore brasileiro é de 1,5% a 2%, o que impõe ao Brasil o mercado de “carne commodity” e preços baixos. Segundo Liliane Suguisawa, uma taxa de marmoreio significativa na carne, capaz de tirar o nelore brasileiro deste cenário, deve estar acima de 3%. O que já está sendo alcançado por alguns produtores e até ultrapassado. “Temos que colocar na cabeça dos pecuaristas que além de quantidade, eles tem que produzir genética de qualidade com o Nelore, é o que se faz ao trabalharmos para alcançarmos o marmoreio”, ressalta. Outro empreendimento que mira a seleção para marmoreio é a AC Proteína, empresa agropecuária com mais de 50 anos de atuação, especializada na terminação de gado em confinamento e comercialização de touros da raça Nelore. O trabalho de seleção genética é conduzido na Fazenda Catarina, em Barra do Gar- ças (509 Km a Leste de Cuiabá), a partir de um plantel de 1.500 matrizes. Todos os anos, mais de 1.000 animais são submetidos ao teste de carcaça por ultrassonografia, quando são identificados os melhores para marmoreio e qualidade de carne. É um criatório relativamente novo, mas desse trabalho já nasceram dois importantes reprodutores de central. “Em parceria com a DGT Brasil, que está conosco desde o começo da seleção, identificamos e multiplicamos essa genética através de nosso programa de melhoramento genético ”, detalha o gerente Rodrigo Delgado. No ano passado, a empresa abateu 230 mil bois confinados, com foco na melhoria contínua do padrão de carcaça e qualidade de carne. (Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016) ((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))

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Megaleite começa amanhã

A maior feira da pecuária leiteira do brasileira começa amanhã e vai reunir até 26 de junho as principais raças leiteiras no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). Trata-se da Exposição Brasilei...((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))


A maior feira da pecuária leiteira do brasileira começa amanhã e vai reunir até 26 de junho as principais raças leiteiras no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). Trata-se da Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite), organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. A feira acontece pela primeira vez na Capital mineira e tem como objetivo reunir toda a cadeia produtiva do leite em torno de um único evento, mostrando a potencialidade do setor. De acordo com os organizadores, a expectativa é de que estejam expostos 1.600 animais, onde a programação contará com julgamentos, torneios leiteiros, leilões, feira de negócios, debates e palestras, entre outros. O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Jônadan Ma, diz que a realização da Megaleite em Belo Horizonte, já que antes acontecia em Uberaba, faz parte das comemorações dos 20 anos de homologação da raça Girolando, por isso é um grande evento a ser comemorado. A raça Girolando participará com 767 animais inscritos, superando o ano de 2012, quando concorreram 751 exemplares. As inscrições para as competições da raça na feira foram encerradas no dia 07 de junho, permanecendo aberta apenas a inscrição de animais para os leilões. Com entrada gratuita, o evento terá em sua programação as principais exposições das raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Jersey, Pardo-Suíço, Guzerá Leiteiro e Guzolando. Sendo que a primeira disputa será o Concurso Leiteiro da raça Gir Leiteiro, antes da abertura oficial do evento. Já o julgamento na pista do Parque da Gameleira começa no dia 22 com a raça Girolando. A Megaleite também terá em sua programação oito leilões, agendados para o período de 20 a 25 de junho. Já para o público infantil, a feira será uma oportunidade para conhecer as principais características do gado leiteiro. Cerca de 3 mil alunos de escolas públicas e particulares, com idade entre 06 e 14 anos, deverão passar pela minifazenda da Megaleite nas visitas monitoradas e organizadas pela AgroTour. Ainda terá o “Clubinho Girolando”, entre os dias 23 a 26, cujo objetivo é promover o conhecimento e incentivar crianças e adolescentes na criação e lida de animais Girolando. Serão ministradas palestras sobre a raça e sobre a pecuária leiteira. Também haverá uma parte prática sobre manejo e preparação de animais para exposições. A premiação dos participantes será no dia 26 de junho, no período da tarde. A programação completa está disponível no site www.megaleite.com.br (Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016) ((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))

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Pecuária leiteira estará em BH

A feira, que acontece entre 21 e 26 de junho, na Gameleira, deve reunir 1.600 animais Serão 8 raças: Gir, Girolando, Holandês, Jersey, Guzerá, Sindi, Indubrasil e Pardo-Suiço/ Maior feira da pecuária ...((Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016))


A feira, que acontece entre 21 e 26 de junho, na Gameleira, deve reunir 1.600 animais Serão 8 raças: Gir, Girolando, Holandês, Jersey, Guzerá, Sindi, Indubrasil e Pardo-Suiço/ Maior feira da pecuária leiteira do Brasil, a Megaleite reunirá, de 21 a 26 de junho de 2016, as principais raças leiteiras, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). O evento contará em sua programação com as principais exposições das raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Jersey, Pardo-Suíço, Indubrasil, Guzerá Leiteiro e Sindi. A expectativa é de que 1.600 animais participem das competições da 13ª Megaleite, que tem como tema “Um novo horizonte para uma pecuária leiteira forte, presente e participativa”. A abertura oficial do evento será no dia 21 de junho, a partir das 8h, quando a entidade fará entrega do Mérito Girolando e da Homenagem aos 20 anos de Oficialização do Girolando como raça leiteira pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Serão homenageados criadores e profissionais do setor. Na sequência, a Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia de Minas Gerais fará uma audiência pública sobre a pecuária leiteira. A Megaleite também terá em sua programação oito leilões, agendados para o período de 20 a 25 de junho. Já as competições de animais serão a partir do dia 20 de junho, com as fêmeas disputando o torneio leiteiro. Na pista, os julgamentos ocorrem de 22 a 26 de junho. Entre os criadores, um dos eventos mais aguardados da Megaleite é o lançamento dos Sumários de Touros e de Vacas do Programa de Melhoramento Genético da Raça Girolando (PMGG) e a divulgação do resultado da 4ª Pré-Seleção de Touros. Esse evento acontece no dia 21 de junho, a partir das 14h30. De olho na genética leiteira selecionada no Brasil, criadores de vários países devem participar da Megaleite. As delegações estrangeiras terão uma reunião com a diretoria da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando no dia 24 de junho, na Casa do Criador, para definir ações conjuntas para consolidação da raça na América Latina e em outros países. A Girolando já firmou termo de cooperação técnica com associações de criadores de diversos países na área de melhoramento genético e registro e outros acordos devem ser definidos ainda este ano. Para as crianças, haverá um espaço especial com passeios e mostra de animais. Também será realizado o Clubinho Girolando, um curso que tem como objetivo despertar o interesse das novas gerações pela pecuária leiteira e contará com palestras sobre a raça Girolando, a importância do leite como alimento e manejo e preparação de animais para exposições. A programação da feira está disponível no site da Megaleite. Epamig - A miniusina Via Láctea, coordenada pela Epamig Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), vai participar pela primeira vez da Megaleite 2016. Além do público interessado na pecuária leiteira, está programada a visita de cerca de 3 mil crianças de escolas municipais ao estande, que poderão ver de perto o funcionamento de uma indústria de lácteos e participar de palestras sobre a importância do leite para a nutrição. Durante o evento a previsão é processar, diariamente, cerca de 500 litros de leite por dia para a fabricação de iogurte e bebidas lácteas de pêssego e de ameixa, além de queijo Minas frescal tradicional e condimentado com ervas, com milho e salaminho. Todos os produtos poderão ser degustados pelos visitantes. (Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016) ((Jornal Diário do Comércio Online/MG – 19/06/2016))

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Pesquisa pode aumentar produtividade de Nelore

Análise do genoma de gados da raça apontam fatores que podem contribuir para doenças genéticas e prejudicar a qualidade da carne Pesquisadores brasileiros geraram informações genômicas que podem aumen...((Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016))


Análise do genoma de gados da raça apontam fatores que podem contribuir para doenças genéticas e prejudicar a qualidade da carne Pesquisadores brasileiros geraram informações genômicas que podem aumentar a acurácia das avaliações de bovinos. O trabalho se baseou em um amplo mapeamento de regiões de duplicação genômica, conhecidas como CNVs (Copy Number Variations), em animais da raça Nelore. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), esses trechos apresentam possíveis relações com doenças genéticas e características de importância econômica como a qualidade da carne. O estudo foi publicado na edição do dia 13 de junho da revista BMC Genomics. "Trata¬se do mapa de CNVs mais extenso do mundo com bovinos dessa raça", disse o coordenador do trabalho, Alexandre Caetano, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia do Distrito Federal. O estudo foi totalmente desenvolvido por instituições públicas de pesquisa brasileiras e utilizou duas tecnologias de ponta da área de genômica para comprovar a alta incidência de duplicações e deleções no genoma de bovinos da raça Nelore, em regiões que afetam características de produção. De acordo com Caetano, o avanço das pesquisas na área de genômica e marcadores moleculares nas últimas décadas levou à observação de que muitas regiões do genoma de organismos complexos, como os humanos e animais de produção, apresentam duplicações e deleções de genes. A alta incidência dessas regiões em todo o genoma estimulou cientistas de vários países a desenvolver pesquisas para caracterizar as chamadas CNVs (Copy Number Variations) e, mais recentemente, detectar seu efeito sobre doenças genéticas e características fenotípicas, como altura, peso, produção de leite, entre outras. Diante da importância da pecuária de corte para a economia brasileira e da raça Nelore, que representa mais de 80% do rebanho de gado de corte Nacional, os pesquisadores da Embrapa e das universidades decidiram se unir para estudar a fundo as CNVs nessa raça. O País tem hoje o maior rebanho comercial de bovinos do mundo (mais de 200 milhões de animais) e ocupa o segundo lugar como maior produtor de carne bovina, atrás apenas dos Estados Unidos. Vanguarda Estudos realizados por outros grupos demonstraram que as CNVs podem afetar características de produção e qualidade do leite na raça Holandesa. "Esses estudos mostraram que a inclusão de dados de CNVs nos modelos de análise genética pode trazer ganhos de acurácia nas avaliações genômicas e, portanto, impactar as taxas de ganho no melhoramento genético", afirma Alexandre. A equipe brasileira comparou os resultados obtidos no gado Holandês com as CNVs observadas no Nelore, com um método inovador e inédito na literatura científica mundial até o momento. "Os resultados obtidos identificaram regiões com CNVs que podem estar sob forte seleção nas duas raças e que possuem regiões do DNA que afetam características de produção e qualidade do leite e carne, conhecidos como QTL (Quantitative Trait Locus)". Um total de 47 CNVs foram observados em frequências altas, baixas ou divergentes entre as duas raças, representando assinaturas de seleção que serão avaliadas em estudos futuros, podendo levar à identificação de regiões do genoma que controlam características de importância econômica para a bovinocultura. As conclusões do estudo mostram que, a partir das análises realizadas, é possível afirmar que as CNVs têm impacto nas características de produção dos bovinos da raça Nelore. E comprovam definitivamente que a inclusão de informações de CNVs nas avaliações genômicas trarão avanços para o melhoramento genético do Nelore. Segundo Alexandre, essas informações poderão ajudar os melhoristas na seleção de material genético. Além disso, futuramente, poderão contribuir em novas pesquisas científicas para identificar genes causadores de doenças genéticas ou com impacto na produtividade de carne do Nelore, em prol da pecuária de corte no Brasil. (Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016) ((Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016))

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Papel do Zebu na pecuária de corte brasileira

A pecuária de corte brasileira, mesmo enfrentando grandes desafios devido a problemas internos de ordem técnica, político-econômica, sanitária e cambial, ou por causa de políticas externas protecionis...((Jornal Folha de Londrina/PR – 18/06/2016))


A pecuária de corte brasileira, mesmo enfrentando grandes desafios devido a problemas internos de ordem técnica, político-econômica, sanitária e cambial, ou por causa de políticas externas protecionistas e de crises econômicas globais, vem apresentando resultados que têm surpreendido o mundo moderno. Saindo de uma condição de carência de alimento e dependência externa, na década de 1970, o País vem mantendo, desde 2004, a posição de maior exportador mundial de carne bovina, mesmo tendo que alocar 80% de sua produção para o abastecimento do respeitável mercado interno de cerca de 200 milhões de habitantes. Com um efetivo total de 208 milhões de cabeças e com abate de 42 milhões de animais, foram produzidas, em 2014, 10,07 milhões de toneladas, com exportação de 2,09 milhões de toneladas pelo valor de 7,1 bilhões de dólares, enquanto o consumo médio anual per capita foi de 39 kg. Chegar a este ponto, em espaço de tempo relativamente curto para a história de um país, não foi tão simples. De colonização portuguesa e mesmo com a maior parte do território situada numa região tropical, a indústria pecuária brasileira foi iniciada com animais da espécie Bos taurus taurus, provenientes da península ibérica, trazidos pelos colonizadores no início do século 16. Após adaptação ao novo ambiente, estes animais vieram a formar os biótipos regionais denominados "crioulos", dentre os quais Caracu, no Sudeste; Curraleiro, no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste; Lageano, nos planaltos do Centro-Sul brasileiro e Pantaneiro, no Pantanal dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Somente depois de cerca de 300 anos, com uma pecuária até então calcada exclusivamente neste gado de origem europeia, é que foram introduzidos no País os primeiros animais zebuínos da espécie Bos taurus indicus provenientes, em sua maioria, da Índia, representados principalmente pelas raças básicas Gir (Gyr), Guzerá (Kankrej) e Nelore (Ongole). Além de encontrar aqui boas condições de criação, em termos de pastagens e manejo, o zebu foi, aos poucos, absorvendo a população crioula original. Hoje, de um rebanho de corte de 166,4 milhões de cabeças, 80% do efetivo total de 208 milhões, mesmo excluindo-se todo o rebanho da região Sul, onde predomina o gado europeu, estima-se que 148 milhões de animais sejam de origem zebuína. Destes, 133 milhões, 64% do rebanho nacional e 80% do rebanho destinado à produção de carne, são da raça Nelore. Mesmo predominando no País a reprodução natural, com uso de touros em monta a campo, com demanda anual de cerca de 340 mil touros Nelore, esta raça ocupa a primeira posição no mercado de sêmen no Brasil, tendo sido produzidas, em 2014, 3,4 milhões de doses, 58% de um total de 5,9 milhões de doses para as raças de corte. Merecem destaque ainda as raças zebuínas Brahman, Guzerá e Tabapuã com produção conjunta de meio milhão de doses de sêmen, representando 7,5% do mercado nacional para as raças de corte. Estes valores indicam que cerca de dois terços de todo sêmen bovino para corte produzido no Brasil são de origem zebuína. (Jornal Folha de Londrina/PR – 18/06/2016) ((Jornal Folha de Londrina/PR – 18/06/2016))

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Alta anuncia contratação do touro Mistério

Novo Nelore tem o maior índice genético de todas as centrais A Alta anunciou a contratação do touro 992 Mistério da Terra Brava, raça Nelore, da Fazenda Terra Brava, parceira de longa data e de muito ...((Portal Segs/SP – 17/06/2016))


Novo Nelore tem o maior índice genético de todas as centrais A Alta anunciou a contratação do touro 992 Mistério da Terra Brava, raça Nelore, da Fazenda Terra Brava, parceira de longa data e de muito sucesso da companhia. O animal de dois anos e meio, tem o maior índice genético de todas as centrais, com muita musculatura e um excelente fenótipo. “Estamos otimistas e confiantes com essa contratação, pois todos os anos a Alta avalia a safra de touros da Fazenda e escolhemos o destaque. O Mistério da Terra Brava é um touro jovem e de genealogia muito consistente, tanto o pai como o avô materno são touros provados”, explica Fernanda Borges, Técnica de Corte da Alta. A contratação do Mistério deve-se ao fato dele ter sido o melhor touro da raça avaliado pelo programa PMGZ (Programa de Melhoramento Genético das Raças Zebuínas) da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) que analisa o animal ponderando o pai, a mãe e seu próprio desempenho. “Temos certeza que irá transmitir coisas boas para a progênie dele, com ênfase para ganho de peso e precocidade sexual”, afirma Fernanda. Sobre a Alta Genetics A Alta Genetics é líder no mercado de melhoramento genético bovino do mundo. Com matriz localizada em Calgary, no Canadá, atua em mais de 90 países com nove centrais de coleta: Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Holanda e China. Com 20 anos de história no Brasil, a empresa está sediada na cidade de Uberaba/MG, e tem como missão orientar pecuaristas sobre a melhor maneira de usar a genética aliada ao manejo, nutrição, ambiente, gestão e todos os processos para garantir um animal com todo o seu potencial genético. O compromisso da Alta é criar valor, entregar o melhor resultado e construir confiança com seus clientes e parceiros, em busca do desenvolvimento da pecuária. Mais informações no website: http://www.altagenetics.com.br. (Portal Segs/SP – 17/06/2016) ((Portal Segs/SP – 17/06/2016))

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ABS reforça bateria de touros Nelore

Central contratou quatro garrotes da sagra 2014 do Rancho da Matinha A ABS Pecplan acaba de contratar quatro garrotes Nelore da safra 2014 do Rancho da Matinha. Dos animais selecionados, dois são filh...((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))


Central contratou quatro garrotes da sagra 2014 do Rancho da Matinha A ABS Pecplan acaba de contratar quatro garrotes Nelore da safra 2014 do Rancho da Matinha. Dos animais selecionados, dois são filhos de Mandarim da Matinha, um de Backup e outro do 9707. Todos foram líderes para eficiência alimentar e tiveram desempenho superior nas demais características avaliadas. O Rancho da Matinha é um criatório pioneiro na seleção de animais com índice próprio para eficiência alimentar. Entre as novas contratações, destaque para o touro Velero pela qualidade de carcaça e crescimento. “Um animal muito diferenciado. Até agora, não tínhamos colhido um garrote com um desempenho tão bom para todas as características ao mesmo tempo”, comenta Luciano Borges, titular da Matinha. Os touros contratados já estão no quarentenário da Central da ABS Pecplan em Uberaba, MG. Assim que passar o tempo exigido pelas regras internas de biossegurança e realizados testes necessários, os animais começarão a produzir. A expectativa é disponibilizar o material genético para utilização na próxima estação de monta (Revista DBO Online/SP – 17/06/2016) ((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))

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Nelore Best Beef reúne grifes com seleção por marmoreio

Remate durante a BeefExpo contou com oferta de 60 animais de Nelore do Golias, AC Proteína, Shiro Nishimura e Fazenda Santa Nice. Touros lideraram as vendas saindo à média de 71,1@. Em 14 de junho, a ...((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))


Remate durante a BeefExpo contou com oferta de 60 animais de Nelore do Golias, AC Proteína, Shiro Nishimura e Fazenda Santa Nice. Touros lideraram as vendas saindo à média de 71,1@. Em 14 de junho, a cidade de São Paulo, SP, foi palco do 1º Leilão Nelore Best Beef Marmoreio, que reuniu a seleção de quatro criatórios com trabalhos focados na característica de marmoreio: Nelore do Golias, AC Proteína, Shiro Nishimura e Fazenda Santa Nice. O remate aconteceu durante a BeefExpo e movimentou R$ 851.760 com a venda de 60 animais. Os reprodutores lideraram a oferta, com 49 exemplares comercializados ao preço médio de R$ 11.203. Na cotação do dia, os animais saíram a 71,1 @ de boi gordo para pagamento à vista na praça de Araçatuba (R$ 157,5/@). Também foram vendidas 11 fêmeas à média de R$ 28.036. A maior disputa foi para o reprodutor Espelho do Golias, vendido em 50% para Claudio Affonso por R$ 55.200, valorizando-o em R$ 110.400. O animal de 22 meses é filho de Grado SC em Alteza do Golias e registrou marmoreio de 5,01%. Todos os animais saíram com avaliação genética do Geneplus, da Embrapa Gado de Corte, e ultrassonografia de carcaças da DGT Brasil. O evento contou com organização da Programa Leilões e transmissão do Canal Rural. A captação de lances foi coordenada pelo leiloeiro Adriano Barbosa, com pagamentos fixados em 24 parcelas. (Revista DBO Online/SP – 17/06/2016) ((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))

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Tabapuã

Bastante frequentado está o estande da Associação Brasileira dos Criadores de Tabapuã. A raça zebuína tem mais de meio milhão de cabeças registradas e espalhadas pelo país. Além disso, a Tabapuã é uma...((Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016))


Bastante frequentado está o estande da Associação Brasileira dos Criadores de Tabapuã. A raça zebuína tem mais de meio milhão de cabeças registradas e espalhadas pelo país. Além disso, a Tabapuã é uma das raças mais testadas em provas de ganho de peso oficializadas pela ABCZ. É conhecida pela habilidade materna e carcaça bem acabada. (Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016) ((Revista Globo Rural Online/SP – 17/06/2016))

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Mapa busca mercado para gado vivo

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem buscando diversificar mercados para exportação de gado vivo para abate e engorda. Sendo que até 2014 a Venezuela era um principal impor...((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem buscando diversificar mercados para exportação de gado vivo para abate e engorda. Sendo que até 2014 a Venezuela era um principal importador, porém atualmente este país passa por dificuldades financeiras. Diante disso, conforme o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, desde o ano passado o país tem intensificado comércio com os países do Oriente Médio. Sendo que também foi retomado os negócios para a Jordânia e o Egito e houve uma abertura do mercado da Turquia Este ano. De acordo com Marques, estão previstas negociações internacionais com países asiáticos, como o Vietnã, Malásia, China, Indonésia e Tailândia. Em 2015, o Brasil exportou US$ 210,6 milhões de dólares em bovinos vivos. O diretor diz ainda que o acesso e a manutenção de mercados importadores de bovinos é estratégico para o país. Isso porque esse tipo de comércio se torna viável em razão do reconhecimento da excelência condição sanitária do rebanho brasileiro e dos esforços dos atores públicos e privados do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). Esta conjuntura, acrescenta Guilherme, permite também a exportação de outros produtos, como material genético de bovinos (sêmen e embriões), carne e seus derivados, produtos para fins laboratoriais. Mais recentemente os governos brasileiro e boliviano assinaram um novo Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) para exportação de bovinos para reprodução do Brasil para a Bolívia. Com a validação dessa normativa, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) orienta os produtores do Estado quanto aos procedimentos necessários para a aprovação de propriedades rurais para a exportação e a emissão do CZI. Nesse sentido a Famato, por meio do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), realizou um estudo que aponta os custos e os benefícios das exigências para a exportação de gado bovino vivo do Brasil à Bolívia, elencando as principais vantagens dessa atividade. De acordo com o estudo, a exportação de animais pode ser uma nova forma de comercialização que, de modo geral, pode contribuir para a diversificação da fonte de receita do pecuarista. O médico veterinário e analista de pecuária da Famato, Marcos Carvalho apresenta como bom exemplo disso o que aconteceu no Pará, onde em pouco mais de 10 anos a exportação de gado em pé se tornou a terceira principal atividade econômica daquele Estado. Historicamente, Mato Grosso, apesar de possuir o maior rebanho bovino comercial brasileiro, não tem registros de grande quantidade de bovinos comercializados para o exterior. De acordo com Fábio da Silva, gerente de Projetos da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), há dados do Imea que apontam uma pequena quantidade de touros e tourinhos em 2016, cerca de 140 animais, que provavelmente serão utilizados para cruzamento. “Pelo potencial do Estado e pelo fato de termos o maior rebanho comercial do país, este número é pequeno. Contudo, temos que considerar que a pecuária de Mato Grosso se caracteriza pela comercialização de carne bovina industrializada. Dessa forma, a implementação da venda de animais vivos para outros países representa exportar a genética de qualidade que os pecuaristas mato-grossenses desenvolveram ao longo dos últimos anos, o que é um ponto positivo”. (Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016) ((Jornal A Gazeta/MT – 20/06/2016))

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Recuperação de pastagens degradadas aumenta produtividade

A recuperação de pastagens degradadas garante o aumento da atividade pecuária em até quatro vezes, segundo resultados obtidos durante consultoria prestada pelo diretor-executivo da Fundação MS, Alex M...((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))


A recuperação de pastagens degradadas garante o aumento da atividade pecuária em até quatro vezes, segundo resultados obtidos durante consultoria prestada pelo diretor-executivo da Fundação MS, Alex Melotto. O trabalho integra o projeto ABC Cerrado, formulado com o objetivo de estimular a sustentabilidade aliada à rentabilidade na atividade rural. “Uma área bem manejada pode aumentar a produtividade de 5 arrobas de carne por hectare ao ano para 20 [arrobas]. Além do iminente benefício econômico, serão evitadas erosões e perdas por escorrimento superficial”, aponta. A iniciativa idealizada pelo Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Ministério da Agricultura e Banco Mundial oferecerá capacitação profissional e assistência técnica a 400 produtores rurais participantes em Mato Grosso do Sul. Melotto detalha as características do pasto degradado e os motivos que aceleram o processo. “A degradação é um processo contínuo que precisa ser impedido pelo produtor rural, e isso requer atenção a detalhes que se destacam no cenário, como redução na capacidade de suporte dos animais e a baixa qualidade da forragem. Visualmente podemos notar áreas de solo exposto onde a planta de capim morreu, presença de ervas daninhas invasoras e pragas como cupinzeiros”. Implementado em 2015, projeto se foca em 8 Estados do cerrado O projeto foi implantado em 2015 com a finalidade de atender inicialmente oito Estados do bioma Cerrado, promovendo quatro processos tecnológicos: ILPF (Integração Lavoura, Pecuária e Floresta), sistema de plantio direto, florestas plantadas e recuperação de pastagens degradadas. Nos meses de maio e junho, a equipe de técnicos de campo responsável pela etapa de orientação nas propriedades recebeu capacitação específica sobre cada um dos temas que serão abordados nos produtos sul- -mato-grossense. (Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016) ((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))

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Parciais apontam vacinação de quase 100% do rebanho estadual

Autoridades sanitárias de Mato Grosso do Sul comemoram os resultados parciais da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Em algumas regiões, a imunização atingiu mais de 99% do rebanho. De acordo...((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))


Autoridades sanitárias de Mato Grosso do Sul comemoram os resultados parciais da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Em algumas regiões, a imunização atingiu mais de 99% do rebanho. De acordo os números da Secretaria Estadual de Produção e Agricultura Familiar, o Estado segue na terceira colocação do ranking nacional com maior eficiência na imunização. Conforme a Iagro, dos 16,6 milhões de animais localizados na região do planalto, 16,5 milhões tiveram sua vacinação registrada –ou seja, 99,5%, superando os do 99,44% obtidos no mesmo período no ano anterior. Na região de fronteira, dos 575.292 animais, 573.669 foram vacinados e registrados, totalizando 99,72%, percentual também superior aos 97,66% do mesmo período do ano anterior. Já no Pantanal, onde já terminou o prazo para vacinação, mas não o de registro que vai até 1º de julho a Iagro contabiliza 75,3%. A secretaria espera superar o percentual do mesmo período do ano anterior, que chegou aos 98,30%. Durante as ações, principalmente no Pantanal, a Iagro faz um alerta ao produtor sobre a obrigatoriedade do registro. O não cumprimento da determinação pode gerar multa de uma Uferms por animal o que equivale a R$ 23,63. (Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016) ((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))

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Exportações à UE projetam 20 mil empregos

O anúncio de que a União Europeia ampliou para todo o Mato Grosso do Sul, a partir de 1º de julho, a área autorizada para exportar carne bovina in natura ao bloco econômico trouxe a expectativa de ger...((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))


O anúncio de que a União Europeia ampliou para todo o Mato Grosso do Sul, a partir de 1º de julho, a área autorizada para exportar carne bovina in natura ao bloco econômico trouxe a expectativa de geração de empregos nos frigoríficos do Estado. Entre as exigências do Ministério da Agricultura para encaminhar o pleito estavam a conclusão e manutenção do trabalho de identificação individual de animais nos 13 municípios da região de fronteira, a continuidade das atividades de vigilância e a intensificação dos trabalhos nos postos de identificação fixos e móveis. De acordo com o StiaaCG (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região), a abertura de vagas depende da reabertura ou aumento da produção em 10 plantas do Estado, que seriam capazes de gerar até 20 mil novos empregos. “Não temos dúvida de que essa nova condição comercial vai permitir o retorno de centenas de profissionais da indústria frigorífica ao mercado de trabalho. Calculamos que o número pode girar em torno de 20 mil”, afirma o presidente do sindicato, Rinaldo Salomão. “Com esses profissionais, Mato Grosso do Sul pode voltar a se destacar na exportação de carne in natura ou semi-industrializada para o mercado europeu”, avalia. Crise no setor levou ao fechamento de 15 indústrias no Estado Até julho de 2015, a crise no setor frigorífico gerada, entre outros fatores, pela baixa quantidade de bois prontos para o abate, levou ao fechamento de 15 frigoríficos no Estado. “Hoje temos frigoríficos fechados ou com produção de carne reduzidíssima em cidades como Dourados, Ponta Porã, Corumbá, Caarapó, Amambai, Iguatemi, Nioaque e Porto Murtinho”, disse Salomão. No caso de Porto Murtinho, por exemplo, os técnicos do Ministério da Agricultura e Pecuária trabalham para fazer adequações exigidas pela UE. A área autorizada para o bloco econômico compreende os municípios de Corumbá e Ladário e a região a 15 quilômetros das fronteiras com Paraguai e Bolívia nos municí- pios de Porto Murtinho, Caracol, Bela Vista, Antônio João, Ponta Porã, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas, Japorã e Mundo Novo. (Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016) ((Jornal O Estado MS/MS – 20/06/2016))

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Mercado de reposição tem ritmo mais lento

No mercado de reposição os negócios acontecem em ritmo lento. Dentre as categorias, há maior demanda por aquelas mais eradas, para rápida terminação e aproveitamento dos preços do boi gordo. Entretant...((Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016))


No mercado de reposição os negócios acontecem em ritmo lento. Dentre as categorias, há maior demanda por aquelas mais eradas, para rápida terminação e aproveitamento dos preços do boi gordo. Entretanto, os compradores continuam a resistir aos preços vigentes, diante das relações de troca desfavoráveis, o que colabora para a lentidão do mercado. Na média de todos os estados e categorias de machos anelorados pesquisados pela Scot Consultoria, nos últimos sete dias o recuo nos preços foi de 0,4%. Em curto prazo, a expectativa é de baixa movimentação no mercado. Mesmo com o período do confinamento, a procura deve continuar lenta devido à relação de troca historicamente desfavorável e os elevados preços da dieta. (Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016) ((Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016))

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Mercado do boi gordo com baixa movimentação

O mercado do boi gordo apresentou baixa movimentação na última sexta-feira (17/6), o que colaborou com poucas alterações de preços. A oferta de animais terminados apresentou melhora em algumas regiões...((Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016))


O mercado do boi gordo apresentou baixa movimentação na última sexta-feira (17/6), o que colaborou com poucas alterações de preços. A oferta de animais terminados apresentou melhora em algumas regiões pesquisadas pela Scot Consultoria, o que resultou em pagamentos menores. Entretanto, este cenário não acontece na maioria das praças, onde persiste a dificuldade em adquirir boiadas. No mercado atacadista de carne com osso, os preços estão estáveis. Para os próximos dias, não são esperadas melhoras no escoamento. A margem de comercialização (diferença entre receita e o preço pago pelo boi gordo) das indústrias que vendem carne com osso (Equivalente Scot Carcaça) está em 0,8%, 15,6 pontos percentuais abaixo do que o registrado no início deste ano. (Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016) ((Revista Beef World Online/SP – 20/06/2016))

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Queda do milho demorou demais para impulsionar confinamento

Como a atividade requer um certo grau de planejamento, a queda no preço do grão pode ter ocorrido tarde demais e criadores não terão como modificar os planos A recente sinalização de recuo do preço do...((Portal Canal Rural/SP – 18/06/2016))


Como a atividade requer um certo grau de planejamento, a queda no preço do grão pode ter ocorrido tarde demais e criadores não terão como modificar os planos A recente sinalização de recuo do preço do milho, com a entrada da safrinha, pode ter acontecido tarde demais para influenciar no segundo giro do confinamento de boi gordo, na opinião do presidente do Instituto Mato¬Grossense da Carne (Imac), Luciano Vacari. "Isso pode ser tarde demais para o confinamento, que é uma atividade que requer planejamento", afirmou durante a InterCorte 2016. Para ele, por mais que o preço da saca de 60 quilos do insumo, usado como ração no cocho, comece a recuar, não há tempo hábil para o pecuarista aumentar sua programação de número de cabeças a serem terminadas no sistema intensivo. "O tamanho do confinamento (primeiro e segundo giro) é a grande incerteza do mercado e com certeza vai ter impacto nos preços da arroba a partir de outubro", afirmou. "Daqui para a frente, a oferta de animais terminados a pasto é cada vez mais restrita e vamos ficar dependentes do confinamento e semiconfinamento e a base disso é o milho." Já para o curtíssimo prazo, Vacari acredita que a arroba deve permanecer estável em boa parte do País. Para ele, com o fim da greve dos funcionários do Instituto Mato¬Grossense de Defesa Agropecuária (Indea), seu efeito para a formação de preço no mercado ainda é incerto. Isso porque, apesar de a paralisação ter acumulado parte da oferta de boi terminado do Estado, esta oferta é pequena, por causa da época de entressafra. "Mas ainda não sabemos. O certo é que qualquer impacto no gado mato¬grossense tem o potencial de influenciar o resto do País." Vacari comentou ainda que o frio intenso que atingiu o Sul e o Sudeste do País prejudicou as pastagens e ocasionou um leve aumento da disponibilidade da matéria¬prima, mas não chegou a pressionar os preços em São Paulo por causa da baixa disponibilidade de animais. (Portal Canal Rural/SP – 18/06/2016) ((Portal Canal Rural/SP – 18/06/2016))

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Confinamento cresce na Argentina

Com o avanço do cultivo de grãos, 60% da carne consumida internamente provém de gado terminado no cocho Um movimento comum no Brasil e que vem se consolidando na Argentina é o avanço da agricultura so...((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))


Com o avanço do cultivo de grãos, 60% da carne consumida internamente provém de gado terminado no cocho Um movimento comum no Brasil e que vem se consolidando na Argentina é o avanço da agricultura sobre áreas antes ocupadas pela pecuária. Mas se aqui a maior parte do rebanho ainda é terminado a pasto, no país vizinho o reflexo desse processo tem sido a ampliação do confinamento. “O que vemos hoje na Argentina é a pecuária se deslocando para zonas marginais em termos de qualidade do solo e condições do clima, e as terras férteis sendo destinadas a produzir grãos e cereais. Isso contribuiu para o crescimento do confinamento”, disse Antonio Lopez da Silva, diretor da Câmara Argentina de Feedlot, durante a Beef Expo. Segundo ele, o sistema encontrou equilíbrio com a atividade de cria sendo direcionada para áreas ‘menos nobres’ e carne de qualidade sendo produzida no confinamento a partir da produção de grãos. “Hoje, 60% do que consumimos internamente é produzido no confinamento”, completa. A média de consumo de carne pelos argentinos é 60 kg/habitante/ ano. Ainda segundo Lopez, 94% de toda a produção de carne bovina argentina abastece o mercado interno, e o restante é exportado. Com a retirada dos impostos para o comércio internacional, a expectativa é gerar maior volume excedente. “Faz apenas seis meses que Macri está à frente da presidência, mas ele já tomou medidas a favor do setor. O que nós precisamos agora é produzir cada vez mais”. Até 2017, Lopez afirma que se espera aumentar em 30% a área semeada com grãos e cereais no país. Desde que Mauricio Macri assumiu o governo, milho, trigo e girassol deixaram de ser taxados e o percentual cobrado sobre a venda de soja caiu de 35% para 30%. O rebanho bovino argentino tem 50 milhões de cabeças. Em 2015, a indústria frigorífica do país processou 2,72 milhões de toneladas de carne com osso. (Revista DBO Online/SP – 17/06/2016) ((Revista DBO Online/SP – 17/06/2016))

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SC: valor de referência para o leite em junho é reajustado em 7% pelo Conseleite

O valor de referência para o preço do leite pago ao produtor subiu 7% este mês em Santa Catarina, informou em nota o Conselho Paritário Produtor/Indústria de Leite do Estado (Conseleite). Assim, o val...((Portal Milk Point/SP – 20/06/2016))


O valor de referência para o preço do leite pago ao produtor subiu 7% este mês em Santa Catarina, informou em nota o Conselho Paritário Produtor/Indústria de Leite do Estado (Conseleite). Assim, o valor projetado para junho ficou da seguinte maneira: aumento de R$ 0,09 para leite acima do padrão, que vai a R$ 1,4085; o leite padrão aumenta R$ 0,08, para R$ 1,2248, e o leite abaixo do padrão sobe R$ 0,07, a R$ 1,1135. O Conseleite justifica o reajuste dizendo que problemas climáticos tanto no Centro-Oeste (com seca) e no Sul (com excesso de chuvas) do País reduziram a produção e, consequentemente, a captação de leite pelos laticínios. O vice-presidente do Conseleite, Adelar Maximiliano Zimmer, observa ainda que o recuo na oferta, decorrente da menor produção leiteira, deve manter-se nos próximos meses, confirmando o viés de alta. Outro fator que contribuiu para a redução da produção é que o custo da nutrição subiu muito e criadores tiveram de vender parte do plantel de vacas leiteiras para abate, em razão da forte valorização da carne bovina. (Portal Milk Point/SP – 20/06/2016) ((Portal Milk Point/SP – 20/06/2016))

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Aplicativo ajuda a gerenciar rebanho leiteiro

O 4milk permite a gestão do rebanho, incluindo a reprodução, produção e sanidade dos animais Um produtor de leite que já foi sócio em uma empresa de tenologia resolveu juntar as duas paixões para cria...((Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016))


O 4milk permite a gestão do rebanho, incluindo a reprodução, produção e sanidade dos animais Um produtor de leite que já foi sócio em uma empresa de tenologia resolveu juntar as duas paixões para criar o primeiro aplicativo voltado para o produtor de leite e gestão de rebanho do Brasil totalmente gratuito. Desde que sua empresa foi vendida para uma gigante do meio tecnológico, o carioca radicado em Belo Horizonte Cláudio Notini passou a se dedicar à criação de rebanhos em sua fazenda no interior mineiro e pretende lançar na próxima MegaLeite, no dia 21 de junho, o aplicativo 4Milk. O 4milk permite a gestão do rebanho, incluindo a reprodução, produção e sanidade dos animais. A intenção de seu criador é de que ele auxilie o produto no agendamento de tarefas comuns do dia a dia e na inclusão de dados importantes sobre a produção, reprodução e tratamento dos animais. Como produtor rural, Notini sabe das dificuldades do homem do campo e imaginou um aplicativo que, apesar de conectado, possa ser executado off¬line. Para isso, todas as informações castradas são enviadas para uma nuvem digital e ficam armazenadas em servidores compartilhados assim que o dispositivo for conectado à internet. Investimento O empresário Cláudio Notini precisou de dois anos e investimentos de R$ 1,5 milhão até finalizar o desenvolvimento do aplicativo. “O nosso foco maior é o produtor de leite. Queríamos que ele não precisasse mais lutar para vender o que está produzindo, por isso criamos uma ferramenta que, além de ajudar na gestão da fazenda, também auxilia na gestão da compra e venda de tudo que está relacionado ao negócio dele”, disse. “Sou apaixonado pela pecuária de leite e depois de vivenciar as dificuldades dos produtores na gestão do seu rebanho, venda e compra de animais e na aquisição de insumos, decidi criar o 4milk”, completou o produtor e empresário. O 4Milk já está disponível para Android e terá em breve versões para iOS e Windows Phone. (Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016) ((Portal Canal Rural/SP – 19/06/2016))

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Pesquisadores e analistas dizem que os preços do leite podem se recuperar em 2016

Durante a recente Conferência de Lácteos da IFCN, pesquisadores e analistas discutiram a questão dos atuais baixos preços do leite. O mecanismo do mercado significa que os preços nacionais do leite se...((Portal Milk Point/SP – 18/06/2016))


Durante a recente Conferência de Lácteos da IFCN, pesquisadores e analistas discutiram a questão dos atuais baixos preços do leite. O mecanismo do mercado significa que os preços nacionais do leite seguem o preço no mercado mundial. De acordo com a rede de pesquisa em lácteos da IFCN, uma queda no preço do leite no mercado local acontece mais rápido em mercados abertos do que em mercados regulamentados. O diretor gerente da IFCN, Torsten Hemme, disse que a crise do setor de lácteos aconteceu nos últimos 14 meses devido à crise de 2012 e do boom do preço dos lácteos em 2013-14. A IFCN disse que atualmente as fazendas estão sobrevivendo ajustando o fluxo de caixa e protegendo-se com inventários, como gado e ração. Isso significa que frequentemente, a manutenção e os investimentos são adiados para neutralizar as receitas negativas nas fazendas. “Fazendas são pequenas operações. Elas estão começando agora a olhar para ferramentas de controle de riscos, para diversificar os riscos. E temos que acompanhar e dar suporte a esse desenvolvimento”, disse o presidente da IFCN, Anders Fagerberg. A questão dos preços futuros do leite foi discutida por cerca de 70 especialistas em lácteos de mais de 40 países da Rede de Pesquisadores globais da IFCN. Análises da oferta mundial de leite baseada nas estimativas dos pesquisadores da IFCN mostram que a oferta crescerá 1,5% em 2016. Isso é substancialmente menos do que em 2015 (1,8%) e 2014 (3,2%). O crescimento da demanda por leite em 2015 foi estimado pela IFCN em um nível de 1,8% a 2%. Esse crescimento foi menor do que a média de longo prazo de 2,4% por ano de 2006 a 2015. Para 2016, a IFCN estimou o crescimento da demanda por leite em um nível de 2%. Em 2014 e 2015, a oferta de leite excedeu a demanda e os estoques de lácteos foram construídos. Para 2016, a IFCN estima que, em uma base anual, a demanda por leite excederá a oferta. Esse não foi o caso nos primeiros cinco meses do ano, mas essa situação poderá surgir no final de 2016. Hemme disse que os preços do leite dependem bastante da ação dos atuais titulares de estoques no setor de lácteos. “Se eles mantiverem os estoques por um tempo maior, uma recuperação substancial antes do final de 2016 é possível. A recuperação do preço do leite é possível”. (Portal Milk Point/SP – 18/06/2016) ((Portal Milk Point/SP – 18/06/2016))

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