Notícias do Agronegócio - boletim Nº 94 - 18/02/2014
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Durante visita a Brasília/DF, o presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, foi recebido por diversos parlamentares que demonstraram grande entusiasmo pelos projetos apresentados pela entidade. Entre a...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44))
Durante visita a Brasília/DF, o presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, foi recebido por diversos parlamentares que demonstraram grande entusiasmo pelos projetos apresentados pela entidade. Entre as reivindicações, está a ampliação da prestação de serviços da entidade para todo o território nacional, nas áreas de qualificação e treinamento rural, melhoramento genético, modernização tecnológica e realização de eventos. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44))
topoA cidade paulista de Avaré também se prepara para a 10 ExpoNelore, entre 21 e 23 de fevereiro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel. Um dos destaques será o Curso de Morfologia e Avaliação p...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
A cidade paulista de Avaré também se prepara para a 10 ExpoNelore, entre 21 e 23 de fevereiro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel. Um dos destaques será o Curso de Morfologia e Avaliação para Escolha e Seleção de Reprodutores e Matrizes da Raça Nelore, supervisionado pelo zootecn ista e jurado efetivo da ABCZ Roberto Vilhena. Informações em www.neloreavare.com.br. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
topoA pecuária seletiva precisa de ferramentas simples para potencializar seus resultados. O fator mais importante é o rebanho contar com um bom planejamento genético, realizado a partir da identificação ...((Portal Boi A Pasto/SP – 18/02/2014))
A pecuária seletiva precisa de ferramentas simples para potencializar seus resultados. O fator mais importante é o rebanho contar com um bom planejamento genético, realizado a partir da identificação dos seus pontos fracos e fortes. A análise permitirá que sejam estabelecidas metas de acordo com os objetivos de cada propriedade. A maneira para realizar o plano genético é o critério de seleção. Todas as características que envolvem o sistema de produção serão utilizadas como crivo para cada geração. Ou seja, identificar anualmente os indivíduos superiores e os inferiores, que, consequentemente, serão descartados do rebanho. “A genética é aditiva, o ganho é acumulado no decorrer da seleção. Cada nova geração tende a ser mais evoluída geneticamente se o planejamento for executado e os parâmetros estabelecidos”, afirma Rafael Mazão, consultor técnico de Corte da Alta. Para os rebanhos de corte há 20 principais critérios de seleção a serem explorados com o objetivo de melhoramento genético: • Índice de prenhez: resultado do conjunto fêmea, macho e inseminação artificial. Representa a quantidade de fêmeas que ficaram prenhas do total exposto à monta. É medido em porcentagem. • Período de gestação: o número de dias em que a fêmea permanece em prenhez. • Idade ao primeiro parto: identifica quantos meses a vaca possui ao ficar prenha pela primeira vez. • Índice de aborto: média de quantos abortos houve em um ciclo reprodutivo no rebanho. Calculado em porcentagem. • Índice de nascimento: valor em porcentagem que indica a média de nascimentos no rebanho. • Índice de mortalidade neonatal: também denominado de mortalidade em bezerros, mede o percentual de mortes dos animais do nascimento ao desmame. • Índice de mortalidade nas fases ano/sobreano/adulta: indica o percentual de mortes em cada fase do animal. • Intervalo de partos: o número de dias entre um parto e o outro da mesma fêmea. • Longevidade: o tempo de permanência no rebanho do animal com produção. Medido pelo número de partos correlacionado aos meses de idade. • Peso da matriz correlacionado ao peso da cria ao desmame (kg): relação do peso do bezerro desmamado com o peso de sua mãe. • Peso à desmama: os Kg do bezerro aos 240 dias de vida. • Ganho de peso do nascimento a desmama: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até a desmama, sem contar o peso ao nascimento. • Peso ao ano: os kg totais do animal ao final de 365 dias • Ganho de peso do nascimento ao ano: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até completar 365 dias. • Peso ao sobreano: os kg totais do animal ao final de 450 dias. • Ganho de peso do nascimento ao sobreano: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até completar 450 dias. • Perímetro escrotal ao ano: uma das características mais indicadoras da precocidade sexual, medida ao final de 365 dias. • Perímetro escrotal ao sobreano: medido ao final de450 dias. • Avaliação de carcaça: utiliza os critérios área de olho de lombo (cm2) e espessura de gordura (mm). • Avaliação morfológica: análise dos aspectos anatômicos dos animais, ou seja, as dimensões corporais. A partir desta identificação, é possível traçar o perfil produtivo na propriedade e então seguir para os acasalamentos direcionados. “Este termo é definido como a técnica de identificação do reprodutor que, junto com as características morfológicas e genéticas da matriz, irá potencializar os resultados da progênie de acordo com os objetivos da seleção”, afirma Rafael. A análise de cada critério possibilitará que o produtor identifique a eficiência na fazenda e assim selecione no mercado sêmen de um animal que possua as características que serão solução. “A utilização de touros melhoradores, ou seja, provados quanto à produção, é a forma mais rápida de aprimorar os resultados no rebanho” finaliza Rafael. (Portal Boi A Pasto/SP – 18/02/2014)((Portal Boi A Pasto/SP – 18/02/2014))
topoO presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, representará a entidade na Expo Nelore Avaré, que tem início nesta sexta-feira (14/02), em Avaré (SP), promovida pelo Núcleo Nelore Avaré. Paranhos compare...((Portal do Agronegócio/MG – 17/02/2014))
O presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, representará a entidade na Expo Nelore Avaré, que tem início nesta sexta-feira (14/02), em Avaré (SP), promovida pelo Núcleo Nelore Avaré. Paranhos comparecerá à exposição nos dias 22 e 23 de fevereiro. Entre os dias 19 e 21, o coordenador do Colégio de Jurados das Raças Zebuínas, Mário Márcio Souza da Costa Moura, também fará o acompanhamento dos trabalhos de julgamento das raças zebuínas. A exposição, que será realizada no Parque Fernando Cruz Pimentel, deverá contar com cerca de 950 exemplares da raça nelore em julgamento e mais de 250 animais nos leilões oficiais, totalizando aproximadamente 1.200 animais. Os jurados responsáveis pelo julgamento da raça nelore serão: Lourenço Botelho, Lucyana Malossi Queiroz e Rafael Mazão Ghizzoni, enquanto o julgamento de nelore mocho será conduzido por Otávio Batista O. Vilas Boas. A Expoinel Paulista também terá a presença de outras raças bovinas, dentre as zebuínas, estará a raça guzerá. O jurado responsável pelo julgamento da raça guzerá será Antônio Carlos de Souza. Também haverá exposição de equinos. A ABCZ estará com seu ponto de atendimento durante a exposição nos dias 18 a 20/02, com a presença do técnico Frederico da Silva Guimarães. Neste local, os criadores poderão tirar dúvidas sobre os serviços e produtos da ABCZ, dentre eles, o PMGZ (Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos). Durante o evento, os associados também serão convidados pessoalmente a participar da Reunião de Ouvidoria da entidade que será realizada em Bauru, no dia 27 de fevereiro, na Casa do Nelore, a partir das 8h, e de um Workshop gratuito do PMGZ, que será realizado no mesmo dia, a partir das 11h. Sobre a Exposição A programação oficial da exposição terá a etapa obrigatória para o ranking paulista, que contabiliza as pontuações obtidas através da avaliação de animais e criatórios nas exposições agropecuárias oficializadas pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em todo o país. E a entrega dos troféus do Ranking Paulista de 2012/2013. Também faz parte da programação da feira o Iº Curso de Morfologia e Avaliação para Escolha de Reprodutores e Matrizes da Raça Nelore. O curso acontece nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro. Aulas teóricas e práticas serão dadas nos três dias de curso, abordando temas sobre morfologia, avaliação de DEP´s e julgamentos. As inscrições podem ser realizadas diretamente no Núcleo Nelore Avaré. O evento conta com três leilões oficiais, sendo eles: Leilão Fantástico Nelore, Tradição Nelore e Qualidade Nelore 2014. (Portal do Agronegócio/MG – 17/02/2014)((Portal do Agronegócio/MG – 17/02/2014))
topoApós um processo de falência que se arrasta há mais de 20 anos, a história do frigorífico Kaiowa, um dos mais importantes do país na década de 1980, pode chegar ao fim na próxima quinta-feira, em um l...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014))
Após um processo de falência que se arrasta há mais de 20 anos, a história do frigorífico Kaiowa, um dos mais importantes do país na década de 1980, pode chegar ao fim na próxima quinta-feira, em um leilão judicial que ofertará os ativos da massa falida da empresa. Conforme edital divulgado pela 16ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, serão leiloadas cinco unidades de abate e uma fábrica de charque, conforme antecipou ontem o Valor PRO, serviço em tempo real do Valor. Essa será a segunda tentativa de vender os ativos da Kaiowa. No primeiro leilão - "praça", nos termos jurídicos -, realizado em 30 de janeiro, não houve propostas. Mas isso não significa que não existam interessados. O Valor apurou que JBS, Minerva e o frigorífico Palmali Frigopalmas, de Maringá (PR), enviaram representantes para a primeira praça. A Minerva chegou até a entrar com um agravo de instrumento na 7ª Câmara de Direito Privado para tentar a adiar o primeiro leilão, mas teve seu pedido negado pelo juiz Luiz Antonio Costa e acabou desistindo do recurso. Procuradas pela reportagem, JBS e Minerva não comentaram. A Palmali não retornou às solicitações de entrevista. Além disso, uma mostra de que o interesse pelo Kaiowa existe foram as propostas feitas por JBS, Minerva e Marfrig antes de a juíza determinar o leilão. Em julho de 2012, o Minerva fez uma proposta à Justiça para arrendar todas as unidades do Kaiowa, por R$ 431 mil mensais por um período de dois anos. Em julho daquele ano, a Marfrig propôs arrendar as plantas de Anastácio (MS) e Janaúba (MG), por R$ 402 mil por mês. Em fevereiro do ano passado, foi a vez de a JBS fazer uma proposta à Justiça de aquisição dos ativos. As três ofertas foram rejeitas pela juíza. Segundo fontes do setor, as propostas de arrendamentos foram rejeitadas porque a juíza pretende encerrar o caso Kaiowa de uma vez por todas. Já a proposta da JBS foi rejeitada por restrições legais, já que nesse caso o leilão judicial é um requisito. A ausência de proposta na primeira praça é estratégia comum para interessados em leilões judiciais como o do Kaiowa, de acordo com essas fontes. Ocorre que, no primeiro leilão, o lance mínimo para arrematar os ativos é o valor de avaliação, de R$ 176 milhões, enquanto que na segunda praça a juíza poderá autorizar uma proposta abaixo disso, desde que não seja um "lance vil" - menor que R$ 132 milhões, ou seja, inferior a 80% do valor de avaliação, segundo fontes. Pelos termos do edital, os imóveis podem ser vendidos separadamente. Segundo uma pessoa a par do assunto ouvida pelo Valor, a unidade de abate de Anastácio (MS), avaliada em R$ 28,2 milhões, seria o ativo mais interessante. Conforme essa mesma fonte, a unidade de Guarulhos, avaliada em R$ 34,2 milhões, também tende a atrair o interesse, por estar bem localizada e ter vocação para se transformar num centro de distribuição ou servir como investimento imobiliário. A empresa MA7 Negócios, consultoria que atua na compra de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais e assessora investidores na compra de créditos estruturados, está interessada na aquisição da unidade de Guarulhos, apurou o Valor. Também integram os ativos que serão leiloados unidades nos municípios de Pires do Rio (GO), Presidente Venceslau (SP) e Janaúba (MG), além de uma fábrica de charque em Presidente Venceslau (ver quadro). Apesar da viabilidade e do interesse já demonstrado, há entraves que podem dificultar a aquisição das unidades. Os abatedouros estão fechados pelo menos desde 2010, quando o frigorífico Independência, em dificuldades financeiras, entregou as unidades do Kaiowa que estavam arrendadas junto à massa falida. Os custos para retomar a operação dos frigoríficos podem dificultar o leilão. Além dos investimentos necessários na manutenção de equipamentos, há pendências de licenciamento ambiental. Quando fez sua proposta de arrendamento, a Minerva informou que apenas a unidade de Janaúba (MG), que tem capacidade para abater 450 cabeças de gado bovino por dia, exigiria investimentos da ordem de R$ 5 milhões para retomar a operação. À época, a Minerva pretendia ampliar a capacidade de abate do frigorífico para 800 cabeças de gado por dia. (Colaborou Alda do Amaral Rocha) (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014)((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014))
topoSem direitos sobre os ativos do Kaiowa desde 1997, quando o frigorífico teve sua falência decretada pela Justiça, o fundador da companhia, Jean Louis Chapelle, tentou anular o leilão judicial que pode...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014))
Sem direitos sobre os ativos do Kaiowa desde 1997, quando o frigorífico teve sua falência decretada pela Justiça, o fundador da companhia, Jean Louis Chapelle, tentou anular o leilão judicial que pode pôr fim ao imbróglio jurídico que teve início no ano de 1990. No dia 3 deste mês, o empresário francês, de 82 anos, que ajudou a desbravar o mercado de exportações de carne bovina nos anos 1980, entrou na Justiça com um pedido para adiar o leilão judicial do Kaiowa. O pedido foi negado pela juíza da 16ª Vara Cível de São Paulo, mas Chapelle recorreu. Dois dias depois, o desembargador Walter Barone, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), negou monocraticamente, isto é, sozinho, o pedido de liminar feito por Chapelle. O julgamento do mérito do pedido ainda seria julgado, mas o Valor apurou que o fundador do Kaiowa desistiu do processo contra o leilão. Fundado em meados dos anos 1970 por um grupo de franceses capitaneado por Chapelle, o Kaiowa foi um dos principais frigoríficos brasileiros nos anos 1980, ao lado grupos como Bordon, Swift, Anglo e Wilson. Apesar da relevância, o Kaiowa e seus principais concorrentes passaram a enfrentar uma série de dificuldades financeiras na segunda metade dos anos 1980. De um lado, os diversos planos econômicos levados a cabo pelo governo na tentativa de debelar a inflação afetaram as empresas, bastante endividadas, lembra uma fonte. Não bastasse isso, esses frigoríficos se ressentiam da dificuldade de exportar para a Europa, maior consumidora da carne bovina brasileira à época. Segundo uma fonte, os europeus faziam estoques para manter os preços da carne bovina "artificialmente" baixos. Ao contrário do que ocorre hoje, o segmento de frigoríficos de carne bovina era mais pulverizado. De um lado, isso beneficiava a concorrência, mas pressionava as margens dos frigoríficos. A falta de governança nas gestões também afetava a saúde financeira dos frigoríficos. Esse conjunto de fatores levou boa parte dessas empresas à bancarrota. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014)((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 18/02/2014))
topoValor da transação é mantido em sigilo; acordo termina ação na Justiça. Fusão de Friboi e Bertin aconteceu em setembro de 2009 e contou com investimento do BNDES para realizar operação A família Berti...((Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 18/02/2014))
Valor da transação é mantido em sigilo; acordo termina ação na Justiça. Fusão de Friboi e Bertin aconteceu em setembro de 2009 e contou com investimento do BNDES para realizar operação A família Bertin acertou a venda de sua participação no JBS, a maior empresa de proteína animal do mundo, para os irmãos Batista. O JBS foi criado a partir da fusão dos frigoríficos Bertin e Friboi, que pertencia aos Batista. O valor da transação está sendo mantido em sigilo pelas partes, mas, conforme a Folha apurou, os Bertin estão saindo da holding controladora. O negócio já está fechado, mas ainda não foi efetivado. As duas famílias eram sócias na FB Participações, que detém 41,43% das ações do JBS. Batista e Bertin tinham fatias praticamente equivalentes na holding, embora os irmãos Batista administrassem a companhia. Com a venda das ações, os Bertin já retiraram da Justiça o processo que moviam contra os Batista. Eles chegaram a acusar os ex-sócios de "desviar" parte de suas ações para uma empresa com sede nos Estados Unidos e de "falsificar" assinaturas, como noticiou a Folha no ano passado. Segundo apurou a reportagem, os Batista e os Bertin encerraram a sociedade de forma amistosa, apesar das pendências judiciais. ESTRATÉGICO A aquisição do Bertin foi a principal tacada da família Batista para formar o conglomerado que comanda hoje, que engloba também o banco Original, a empresa de cosméticos Flora e a fabricante de celulose Eldorado. Em setembro de 2009, os Batista fundiram Friboi e Bertin ao mesmo tempo em que compraram a americana Pilgrim. Para fazer a operação, receberam um investimento de R$ 3,5 bilhões do BNDES. O Bertin estava numa situação delicada, com cerca de R$ 6 bilhões em dívidas com bancos públicos e privados. As dívidas foram alongadas para permitir que a família Batista entrasse no negócio. No total, o BNDES já investiu mais de R$ 8 bilhões no JBS e é hoje o segundo maior acionista do frigorífico, com 24,6% das ações. Em seguida vem a Caixa Econômica Federal, com 10%. Neste ano, os papéis do JBS na Bolsa recuaram 9,4%. A previsão é que apenas o frigorífico JBS, carro-chefe do grupo dos Batista, tenha fechado o ano passado com receita de R$ 100 bilhões (foram R$ 76 bilhões em 2012). Na época da fusão, as vendas das empresas combinadas estavam em R$ 60 bilhões. INFRAESTRUTURA Depois que saíram do dia a dia do frigorífico, os Bertin diversificaram seus negócios para as áreas de energia e concessões rodoviárias, mas enfrentaram percalços. Desistiram de uma participação acionária na hidrelétrica de Belo Monte (Pará) e venderam cerca de 15 usinas termelétricas para levantar recursos. Hoje o principal negócio do grupo é a SPMar, que administra cinco concessões de rodovias, opera o trecho sul do Rodoanel de São Paulo e constrói o trecho leste. A SPMar está sob pressão para acelerar as obras do trecho leste. Procurados, JBS e Bertin não se manifestaram. (Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 18/02/2014)((Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 18/02/2014))
topoOs preços do frango vivo voltaram a ceder em boa parte do Brasil na última semana em função do excedente de oferta, segundo a consultoria Safras & Mercado. Na última sexta-feira, o preço do frango viv...((Jornal Valor Econômico, Commodities/SP – 18/02/2014))
Os preços do frango vivo voltaram a ceder em boa parte do Brasil na última semana em função do excedente de oferta, segundo a consultoria Safras & Mercado. Na última sexta-feira, o preço do frango vivo em São Paulo permaneceu em R$ 2,25, mas na integração catarinense a cotação recuou a R$ 2,28 na sexta-feira, ante os R$ 2,35 registrados na semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul, o quilo vivo caiu de R$ 2,40 para R$ 2,30. Na visão da consultoria, há uma oferta maior que a demanda de aves vivas das integradoras, especialmente as do Paraná. Nesse Estado, o quilo foi cotado a R$ 2,25 na integração (região oeste), contra R$ 2,30 da semana anterior. A exceção ficou por conta do frango de Minas Gerais, onde o preço subiu dez centavos e passou para R$ 2,40 o quilo. (Jornal Valor Econômico, Commodities/SP – 18/02/2014)((Jornal Valor Econômico, Commodities/SP – 18/02/2014))
topoAssociação diz, em nota, que demais produtores do país não adotam prática. Veiculada desde ontem nos principais jornais do país e em rede nacional de televisão, a nova campanha publicitária do frango ...((Jornal O Globo/RJ – 18/02/2014))
Associação diz, em nota, que demais produtores do país não adotam prática. Veiculada desde ontem nos principais jornais do país e em rede nacional de televisão, a nova campanha publicitária do frango da Sadia causou grande desconforto entre os produtores do setor. A ponto de levar a União Brasileira de Avicultura (Ubabef ) a divulgar uma “nota de esclarecimento”. Nela, a entidade diz que toda a carne de frango produzida no Brasil, com selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), não usa hormônios ou conservantes. Trata-se de uma resposta clara e direta ao novo anúncio da Sadia, cujo mote é: “É simples: onde tem S de Sadia, não tem hormônios nem conservantes”. Produzida pela agência DPZ, a peça vai além, ao acrescentar: “Escolha frango saudável. Escolha frango com S de Sadia”. Embora o texto do anúncio tenha uma conotação excludente ou seja, se não é Sadia, pode ter hormônio e conservantes o presidente da Ubabef, Francisco Turra, disse que o problema maior veio do merchandising da Sadia ontem no programa do Faustão, da TV Globo. O texto (da campanha) é bom minimizou Turra. O problema foi o comentário do apresentador, que disse que só o frango Sadia não tem hormônio. O executivo afirmou que as reclamações dos associados vieram aos montes logo em seguida. Durma-se com um baru lho desses disse ao comentar a repercussão. A assessoria de imprensa do apresentador informou que só deve se pronunciar hoje. ADIÇÃO É PROIBIDA NO PAÍS Como a BRF, dona da Sadia, é uma associada importante, a Ubabef tentou diminuir o desconforto entre seus pares na própria nota divulgada ontem. “A intenção das empresas que estão divulgando o não uso de hormônio e conservantes em rede nacional, por meios publicitários, é esclarecer o mercado sobre esses diferenciais do produto brasileiro, que tornam ainda mais saudáveis a carne para o consumidor", contemporizou a entidade. Para em seguida afirmar que o seu “objetivo” com o posicionamento foi “adicionar a informação” de que toda a carne de frango brasileira está livre de hormônios e conservantes. A entidade salienta que a “adição de hormônios na criação de frangos é proibida pela Instrução Normativa 1 7, do Ministério da Agricultura. A BRF não se pronunciou formalmente. Mas entre os executivos da empresa a orientação erade que a campanha deve continuar sendo veiculada na mídia, “já que em nenhum momento disse que era só a Sadia que não tem hormônios ou conservantes”. Turra disse ter conversado com dirigentes da Sadia, que teriam dito que, em vez de diferenciar seus produtos, o comercial quis “desmistificar o que se passa no imaginário popular de que todo frango tem que ter hormônio”. (Jornal O Globo/RJ – 18/02/2014)((Jornal O Globo/RJ – 18/02/2014))
topoO México está disposto a analisar a possibilidade de frigoríficos uruguaios entrarem com cortes ovinos com osso no futuro e está interessado em conhecer a ferramenta de “curral de isolamento”, element...((Portal Canal do Produtor/DF – 17/02/2014))
O México está disposto a analisar a possibilidade de frigoríficos uruguaios entrarem com cortes ovinos com osso no futuro e está interessado em conhecer a ferramenta de “curral de isolamento”, elemento de extrema garantia sanitária. Alguns estados mexicanos, como é o caso de Coahuila de Zaragoza (na fronteira com os Estados Unidos) querem desenvolver sua produção ovina mirando o mercado americano e enxergam o Uruguai como referência. Nesse sentido, o presidente do Instituto Nacional de Carnes (INAC), Luis Alfredo Fratti, e o vice-presidente, Fernando Pérez Abella, reuniram-se recentemente no Uruguay Natural-Parrilla Gourmet, com o governador constitucional do Estado de Coahuila de Zaragoza, Ruben Moreira Valdéz, e autoridades da Embaixada do México no Uruguai, para ver como poderiam apoiar essa iniciativa. Além dessa ação, que busca fortalecer o tratado de livre comércio entre Uruguai e México, o INAC insistiu na necessidade de entrar no país com cortes ovinos com osso (atualmente, o mercado está aberto e operacional para cortes desossados). Valdéz disse no encontro que o México tem muito a aprender com o Uruguai em matéria de produção ovina e disse que, mais para frente, ocorrerá uma visita comercial buscando uma maior aproximação. Por outro lado, autoridades do Estado de Coahuila de Zaragoza já entraram em contato com o importador mexicano de carne bovina e ovina uruguaia, Green Farm, para falar da possibilidade de abrir uma Parrilla Gourmet, do estilo da franquia do INAC. “São boas notícias, porque seguem nos vendo como referência no setor de carnes. Está claro que o Uruguai, ao ter carne sem hormônios e sem promotores de crescimento, pode ocupar um nicho de mercado de alta qualidade no México”, disse Fratti. O embaixador mexicano no Uruguai, Felipe Henrique Hernández, disse que o México está disposto a analisar a possibilidade de que o Uruguai entre com carne ovina com osso. “Não há promessa de tempo, mas o bom é que não nos disseram não e que estão dispostos a estudar essa possibilidade”, disse Fratti. (Portal Canal do Produtor/DF – 17/02/2014)((Portal Canal do Produtor/DF – 17/02/2014))
topoLíder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, João Pedro Stédile levou uma lista de reivindicações à presidenta Dilma Rousseff na quinta-feira 13. Reclamou da burocracia e pediu celeridade na regula...((Revista Istoé/SP – Fevereiro. 14 – pg 29))
Líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, João Pedro Stédile levou uma lista de reivindicações à presidenta Dilma Rousseff na quinta-feira 13. Reclamou da burocracia e pediu celeridade na regularização de assentamentos. Quando foi falar sobre políticas sociais, foi aconselhado por Dilma a procurar a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social. “Mas ela é brava, presidenta”, reagiu Stédile. “Brava?”, questionou Dilma. “É. Mais brava que a senhora.” Dilma caiu na gargalhada: “Não seja tão duro”. (Revista Istoé/SP – Fevereiro. 14 – pg 29)((Revista Istoé/SP – Fevereiro. 14 – pg 29))
topoA presidente Dilma Rousseff fez um novo aceno ao agronegócio na segunda-feira (17/02) ao comemorar a safra recorde, da produção de 2013-2014, no programa semanal “Café com a Presidenta”, transmitido p...((Portal Feed&Food/SP – 17/02/2014))
A presidente Dilma Rousseff fez um novo aceno ao agronegócio na segunda-feira (17/02) ao comemorar a safra recorde, da produção de 2013-2014, no programa semanal “Café com a Presidenta”, transmitido por rádios de todo o País. “É o resultado do esforço conjunto dos nossos produtores, do desenvolvimento de novas tecnologias para o campo e também do apoio dado pelos programas do governo aos agricultores”, afirmou. Segundo Rousseff, a produção recorde vai permitir atender ao mercado interno e externo e melhorar a balança comercial com outros países. A presidente destacou o apoio do governo à agricultura. “Colocamos R$ 136 bilhões à disposição dos médios e dos grandes produtores rurais. Colocamos também R$ 21 bilhões para a agricultura familiar”, disse. Entre os programas de ajuda ao campo, Dilma pontuou o Moderfrota, de financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, pulverizadores e outras máquinas usadas na produção rural. A presidente disse que o crédito ficou melhor, com prazo maior e juros menores. “Ainda estamos na metade da safra e apenas os empréstimos do BNDES e de outros fundos para a compra de máquinas e equipamentos já somam R$ 8,7 bilhões”, afirmou. “83 mil máquinas agrícolas foram vendidas no ano passado, um crescimento de mais de 18% em relação a 2012.” Depois de participar da abertura da colheita da safra em Lucas do Rio Verde (MT) na semana passada, a presidente elogiou novamente os produtores rurais nesta segunda-feira. Tentou, assim, atrair a simpatia do agronegócio, que tem postura crítica ao governo federal e namora os candidatos presidenciais da oposição, em especial o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). “Vi o sucesso da nossa agricultura, lá em Lucas do Rio Verde. Fiquei muito impressionada com a competência dos nossos produtores, e com a qualidade da nossa produção. E é por isso que vou repetir aos agricultores, algo que eu aliás digo sempre: podem contar com a gente”, disse. (Portal Feed&Food/SP – 17/02/2014)((Portal Feed&Food/SP – 17/02/2014))
topoRepresentantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fibras Naturais se reúnem, esta manhã, no auditório da sobreloja do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília. Um dos as...((Portal AgroNotícias/MT – 17/02/2014))
Representantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fibras Naturais se reúnem, esta manhã, no auditório da sobreloja do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília. Um dos assuntos a ser abordado pelos técnicos será o encaminhamento de uma linha de crédito para custeio para as fibras naturais. À tarde, será realizada a Câmara Setorial da Soja. Os integrantes irão revisar a Agenda Estratégica da Câmara e vão priorizar as demandas elencadas. O encontro ocorrerá no Instituto Frente Parlamentar da Agropecuária, localizado na SHIS Q.L. 10 conjunto 8 casa 6, do Lago Sul, também em Brasília. Já amanhã, a partir das 14h, acontecerá a reunião da Câmara Temática de Cooperativismo Agropecuário, na sala de reuniões do CNPA, no edifício do Mapa. O representante da Organização das Cooperativas Brasileiras apresentará palestra sobre os cenários e desafios do Cooperativismo até 2025. E os componentes da Câmara Setorial do Algodão e Derivados vão se reunir também amanhã, a partir das 10h, na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), na SAF/Sul - Quadra 2, Lote 2, Bloco B, Edifício Via Office, em Brasília. Entre outras pautas, está a atualização das normas de classificação do algodão. Entre os assuntos previstos para a reunião, que acontecerá durante todo o dia, está o andamento do processo de revisão da Lei dos Motoristas. (Portal AgroNotícias/MT – 17/02/2014)((Portal AgroNotícias/MT – 17/02/2014))
topoO ministro da Agricultura, Antônio Andrade, em reunião com o diretor geral do Departamento de Saúde Animal da Costa Rica, German Rojas, assinou protocolo para exportação de sêmen e embrião bovino, pri...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44))
O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, em reunião com o diretor geral do Departamento de Saúde Animal da Costa Rica, German Rojas, assinou protocolo para exportação de sêmen e embrião bovino, principalmente da raça Girolando, aos costa-riquenhos. Exportação do material genético já está liberada. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 44))
topoAs ofertas acontecem no dia 16 de março no Recinto de Leilões da Acrimat, em CuiabálMT. Os produtores Alfredo Soubihe Neto e Oton Nascimento Neto colocam à disposição dos compradores fêmeas, machos e ...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46))
As ofertas acontecem no dia 16 de março no Recinto de Leilões da Acrimat, em CuiabálMT. Os produtores Alfredo Soubihe Neto e Oton Nascimento Neto colocam à disposição dos compradores fêmeas, machos e bezerros Nelore, todos PO. Informações pelo emailluckassessoria@gmail.com ou pelo telefone (34) 9161-0151.(Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46))
topoA exposição realizada, em Recife/PE, comercializou 392 animais. esta edição, foram realizados dez leilões. Entre os bovinos, foram comercializados 69 machos, à média de R$ 9.616 e 264 fêmeas ao valor ...(Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46))
A exposição realizada, em Recife/PE, comercializou 392 animais. esta edição, foram realizados dez leilões. Entre os bovinos, foram comercializados 69 machos, à média de R$ 9.616 e 264 fêmeas ao valor médio de R$ 9.680. Participaram dos leilões criadores das raças Nelore, Sindi, Girolando, Gir, Guzerá e Holandês. Girolando foi o grande destaque, com 91 animais arrematados por R$ 601 mil. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46)(Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 46))
topoA Exposição Internacional da Raça Nelore de Mato Grosso do Sul contou com cerca de 500 animais. A feira bateu recordes de faturamento, sendo considerada a maior edição já realizada. Foram, ao todo, 11...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
A Exposição Internacional da Raça Nelore de Mato Grosso do Sul contou com cerca de 500 animais. A feira bateu recordes de faturamento, sendo considerada a maior edição já realizada. Foram, ao todo, 11 remates, que ofertaram cerca de 600 animais, que juntos renderam faturamento de 17 milhões de reais. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
topoFazenda rondonense negocia vacas e novilhas. Na tarde deste domingo, 16 de fevereiro, Alexandre Martendal vendeu 210 animais Nelore prontos para produzir com qualidade. A oferta foi apresentada no 9º ...((Portal DBO/17/02/2014))
Fazenda rondonense negocia vacas e novilhas. Na tarde deste domingo, 16 de fevereiro, Alexandre Martendal vendeu 210 animais Nelore prontos para produzir com qualidade. A oferta foi apresentada no 9º Virtual Pecuária Martendal, que movimentou R$ 731.040 por exemplares padrão e mochos. O remate foi projetado para vender matrizes. No grupo estavam vacas e novilhas com linhagens MN, Morungava, TRI e Ipê Ouro. Ao todo, foram comercializadas 196 à média de R$ 3.342, sendo que seis delas, apresentadas no lote de número 22, saíram 30% mais valorizadas. Harmonia, Disfeita, Geleia, Hematita, Ghatapallava e Kioska renderam R$ 4.800 cada, em lance dado pelo criador Paulo Sérgio Marquezini, que as arrematou pelo total de R$ 28 mil. Além das matrizes, o promotor ofertou 14 reprodutores pela cotação de R$ 5.425. A Martendal faz ciclo completo e investe na seleção de Nelore há 15 anos em Vilhena, Sul de Rondônia. O criatório tem 2.500 hectares, sendo 40% de pastagens, por onde circulam 1.700 cabeças de gado, das quais 700 são matrizes, que produzem por ano 200 tourinhos. Desde de 2001, a fazenda realiza prova de ganho de peso, com foco em temperamento. (Portal DBO/17/02/2014)((Portal DBO/17/02/2014))
topoAgricultores familiares de Santa Maria da Vitória, no Oeste do Estado, assistidos pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), estão particip...((Portal Nova Fronteira/BA – 17/02/2014))
Agricultores familiares de Santa Maria da Vitória, no Oeste do Estado, assistidos pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), estão participando do Programa de Melhoramento Genético do Rebanho Bovino da Agricultura Familiar. Até o final de fevereiro, 300 vacas serão submetidas à técnica de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF), método que permite inseminar as matrizes em dia e hora pré-determinada. O trabalho, capitaneado pela Diretoria de Pecuária da empresa, tem como objetivo beneficiar agricultores familiares que desejam melhorar a qualidade genética de seus plantéis, para a produção de leite. O diretor de Pecuária, Marcelo Matos, explica que a intenção da empresa é fomentar a cadeia produtiva do leite da agricultura familiar. “Estamos distribuindo mudas de palma para que os agricultores implantem reserva estratégica para os períodos de estiagem, melhorando assim a alimentação animal”, disse o diretor, que complementou: “os agricultores também são assistidos por técnicos especialistas em produção de leite, e sendo estimulados a acessarem as políticas públicas, a exemplo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – Leite, que possibilita a comercialização do leite a preço justo”. Segundo o veterinário e coordenador estadual do Programa, Ivan Carlos Viana, a técnica de IATF possibilita que as matrizes selecionadas para o procedimento sejam estimuladas a entrarem no cio com a utilização de hormônios, podendo assim programar o dia e horário para os procedimentos. “São utilizados sêmen de qualidade comprovada, colhido de touros de alto padrão genético das raças Gir e Guzerá leiteiros, dos plantéis da EBDA”, disse Viana. O veterinário ressalta que esse método pode ser realizado sem deslocar os animais da propriedade. O próximo município a ser contemplado com as ações do Programa será o de Feira da Mata, de potencial agrícola e pecuário, também na região Oeste da Bahia. Lá, serão inseminadas mais 300 matrizes, com atividades programadas para o início da segunda quinzena deste mês de fevereiro. Para participar das ações, o agricultor deve possuir Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), e procurar uma unidade da EBDA mais próxima de sua comunidade, expressando interesse em participar do Programa. (Portal Nova Fronteira/BA – 17/02/2014)((Portal Nova Fronteira/BA – 17/02/2014))
topoPlano Mais Pecuária pretende aumentar a produção de leite e carne. Com o objetivo de fomentar a produção de carne e leite no País, o Ministério da Agricultura lançou ontem o plano Mais Pecuária. O pro...((Jornal do Comércio/RS – 18/02/2014))
Plano Mais Pecuária pretende aumentar a produção de leite e carne. Com o objetivo de fomentar a produção de carne e leite no País, o Ministério da Agricultura lançou ontem o plano Mais Pecuária. O programa, com meta programada para os próximos dez anos, quer aumentar a produção nacional de leite para 46,8 bilhões de litros e a produtividade em 40%, passando de 1,4 mil quilos do produto por vaca para 2 mil quilos. Já na carne, a intenção é melhorar a produtividade bovina, passando de 1,3 bovino por hectare para 2,6 bovinos por hectare, liberando 46,2 milhões de hectares para outras atividades. O programa foi dividido em quatro eixos. O primeiro deles diz respeito ao melhoramento genético. O objetivo é disponibilizar até 2023 cerca de 252 mil touros reprodutores por ano e permitir que a oferta de sêmen de gado leiteiro nacional seja de pelo menos 50%. No segundo eixo, o foco será as vendas dos produtos, com a meta de expandir o consumo interno do leite em 23% e, de carne bovina, em 35% e ampliar as exportações de derivados desses produtos. A terceira proposta é capacitar técnicos e produtores para a incorporação de tecnologias no campo, além de desenvolver pesquisas e projetos para soluções tecnológicas e gestão de propriedades. A previsão é que sejam capacitados cinco mil técnicos e 200 mil produtores na área de gado de corte, e outros 10 mil técnicos e 650 mil trabalhadores e produtores na área leiteira. O último eixo trata da segurança e qualidade dos produtos. O plano prevê que, até 2016, todo o leite captado pela indústria deve estar dentro dos padrões oficiais. Quanto à produção de carne, até 2018, todos os estados devem aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). Para o secretário executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado (Sindilat-RS), Darlan Palharini, o plano tem medidas importantes para a cadeia produtiva do leite, como a monetização de 40% do valor de PIS e Cofins da compra do leite com repasse de 10% do montante recebido a ser investido em projetos a serem aprovados pelo Ministério da Agricultura. No entanto, o dirigente avalia que o programa precisa ter uma maior regionalização de ações, devido às diferenças da produção em cada estado brasileiro. “Existem condições de competitividade diferentes, por isso é preciso separar as macrorregiões, são realidades distintas”, salienta. O diretor da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Jorge Rodrigues, compartilha da mesma opinião de Palharini sobre a regionalização do projeto. Rodrigues afirma que o Rio Grande do Sul já vem cumprindo grande parte do que o plano está propondo em relação à cadeia produtiva do leite. “Já temos superadas estas condições, não teria um grande reflexo para nós. Precisamos ver as particularidades do programa que podem se enquadrar para o Rio Grande do Sul”, reforça. O vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Devon (ABCD), Henrique Ribas, comemorou a ação do governo de investir na área de pecuária. Um dos principais pontos ressaltados foi o do pilar de genética, que serão realizados junto com as associações de raça. O dirigente cita como exemplo o trabalho feito na Nova Zelândia, onde representantes da entidade se encontram neste momento para conhecer o trabalho desenvolvido no país da Oceania. “Os programas direcionados para a pecuária naquele país são parecidos com o modelo que foi apresentado pelo governo brasileiro. É importante esta atenção em um momento no qual a atividade é a segunda mais rentável do agronegócio, perdendo apenas para a soja”, analisa. Ainda não existe um valor definido para o plano. Os recursos serão oriundos de convênios com entidades, e serão abertos editais para esta captação. (Jornal do Comércio/RS – 18/02/2014)((Jornal do Comércio/RS – 18/02/2014))
topoAté 2023, o Brasil deverá elevar de 35 bilhões para 46,8 bilhões de litros a captação anual de leite e dobrar a produtividade da pecuária de corte de 1,3 para 2,6 bovino/ha. As projeções fazem parte d...((Jornal A Gazeta/MT – 18/02/2014))
Até 2023, o Brasil deverá elevar de 35 bilhões para 46,8 bilhões de litros a captação anual de leite e dobrar a produtividade da pecuária de corte de 1,3 para 2,6 bovino/ha. As projeções fazem parte do Plano Mais Pecuária, lançado ontem. Estão previstas ações como apoio à inseminação e à pesquisa. O Mapa investirá em monitoramento da qualidade. Até 2016, o leite deverá estar nos padrões oficiais. A previsão é que os estados tenham aderido ao Sistema de Inspeção de Produtos de Origem Animal até 2018. (Jornal A Gazeta/MT – 18/02/2014)((Jornal A Gazeta/MT – 18/02/2014))
topoA cadeia produtiva da carne no Brasil é a referência para o EMP (Emerging Markets Program) ou, ainda, o Programa de Mercados Emergentes, na tradução livre para o português. O projeto do Departamento d...((Portal Rural Centro/MS – 18/02/2014))
A cadeia produtiva da carne no Brasil é a referência para o EMP (Emerging Markets Program) ou, ainda, o Programa de Mercados Emergentes, na tradução livre para o português. O projeto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com apoio de empresas do setor privado, tem como objetivo a expansão das relações comerciais com economias em desenvolvimento. Além disso, busca estudar e assessorar essas regiões para possíveis parcerias na produção de alimentos. Na América Central e Latina, o programa compreende a Nicarágua, Honduras, Colômbia e Brasil, países cujo foco do EMP está na pecuária bovina de corte. Desde o começo do ano passado, acompanhamentos técnicos in loco, que correspondem à fase inicial do programa, vêm sendo realizados. No Brasil, as visitas ocorreram no final de janeiro de 2014 e a (boa) diferença para com os outros é que o nosso sistema produtivo tem sido usado como um caso de sucesso para os vizinhos tropicais. Semelhanças Daniel Carvalho, gerente de produto corte da CRI Genética Brasil, São Carlos (SP), acompanhou a comitiva na Nicarágua, Colômbia e Honduras e foi um dos responsáveis por organizar as visitas no Brasil. De acordo com Carvalho, as características climáticas e de relevo, são similaridades encontradas entre os países, mas “o Brasil já pode ser colocado como um mercado consolidado e foi escolhido como um exemplo a ser seguido”. A partir da experiência brasileira, o USDA procura formas de “intercambiar os que nós desenvolvemos e adaptar aos outros do grupo”. A CRI Genética Brasil, central de inseminação, é a representante brasileira da CRI (Cooperative Resources International), multinacional especializada em genética bovina e apoiadora do EMP. Do pasto ao prato Nas visitas, o objetivo foi conhecer desde a utilização da genética, passando pelas formas de sistema - a pasto e confinamento, manejos nutricionais e reprodutivos e ambientes de produção, chegando ao frigorífico e culminando nas formas de comércio da carne. “A intenção foi percorrer o caminho do pasto ao prato mesmo”, enfatiza Daniel. Os locais visitados no Brasil se dividiram entre o Estado do Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Na região centro-oeste do País, a comitiva conheceu fazendas de genética de Nelore e de ciclo completo (cria, recria e engorda), a pasto e em confinamento, focadas no cruzamento industrial com genética CRI, principalmente, na raça Angus sobre matriz Nelore. Na capital sul mato-grossense, observaram a planta frigorífica e um confinamento do grupo JBS, a Embrapa e casas de comercialização de carne de todos os tipos: açougues, grandes redes varejistas e até boutiques de carne Premium. No Sul, o cenário permitiu explorar a realidade do Angus puro, em criatório promotor de genética e rebanho comercial. Lá, também, a participação de integrantes da ABA (Associação Brasileira de Angus) possibilitou a apresentação do panorâmico da raça no Brasil, abordando as experiências e os benefícios da utilização, especialmente no cruzamento, para a pecuária contemporânea. “As visitas ocorridas no Brasil superaram a expectativa dos representantes americanos e certamente impressionará os nicaraguenses, hondurenhos e colombianos, quando vierem ao Brasil, daqui cerca de um mês”, informa Carvalho. Ele completa dizendo que nos outros países do EMP, o nível de melhoramento genético da base ainda é relativamente baixo e o cruzamento industrial, consequentemente, pouco explorado. “Há muito no que se trabalhar e o exemplo brasileiro apresentado mostra que a cadeia produtiva da carne nos trópicos pode ser eficiente, se bem planejada e orientada”, conclui. Próxima Etapa A equipe do EMP, com todos os integrantes dos países visitados, retornará ao Brasil no próximo mês para a conferência que reunirá os pecuaristas, representantes, membros das associações e de empresas envolvidas. O evento será em Campo Grande (MS). A data e a programação ainda não foram divulgadas. (Portal Rural Centro/MS – 18/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 18/02/2014))
topoA quarta edição da Prova de Avaliação a Campo Angus Embrapa já se encaminha para a reta final. Iniciada em setembro do ano passado, a prova ocorre nos campos da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé (RS), até...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48))
A quarta edição da Prova de Avaliação a Campo Angus Embrapa já se encaminha para a reta final. Iniciada em setembro do ano passado, a prova ocorre nos campos da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé (RS), até meados de abril deste ano. O projeto, que visa ao melhoramento genético da raça Angus, consiste na avaliação de 19 tourinhos (machos nascidos entre agosto e novembro de 2012) ao longo de 196 dias. O objetivo é identificar os melhores reprodutores da raça Angus com características superiores para a produção de carne em sistema de pastejo. Com cinco pesagens já realizadas, de um total de oito, já é possível notar a alta qualidade dos animais inscritos na prova nesta edição. De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul e responsável técnico da prova, Joal Brazzale Leal, os resultados indicam um ganho médio diário geral de mais de 1,2 kg por dia. "E vale destacar que o intenso calor do verão e a falta de chuvas têm prejudicado a qualidade das pastagens e feito também com que os animais busquem abrigo mais frequentemente, saindo menos para pastar", ressalta o pesquisador, indicando que, mesmo em condições adversas, alguns animais demonstram resultados excepcionais. De acordo com o pesquisador, a tendência, daqui em diante, é que, com a melhora da qualidade das pastagens, as médias subam ainda mais. "Até o final da prova, eles devem ganhar entre 80 kg e 90 kg, que será um resultado melhor que o das provas anteriores", afirma Leal. O especialista salientou a importância do programa para o melhoramento genético da raça. "A prova é a hora da verdade. Os touros vindos de diversas regiões do Rio Grande do Sul têm sua performance comparada em condições iguais. Ou seja, sem a influência de condições climáticas e de pastagem favoráveis ou desfavoráveis de cada região", explica. "Então, os animais que saem na frente aqui é porque realmente são melhores", completa. Valorização Para Leal, essa percepção já chegou ao mercado de touros. Tanto que os animais que se destacaram nas provas anteriores têm sido altamente valorizados nos leilões. "O touro que encabeçou a primeira edição da prova, da Cabanha Santa Eulália, foi um dos mais valorizados nos leilões realizados naquele ano, conta o pesquisador." a última edição, o campeão, da Cabanha Catanduva, foi arrematado por quase R 30 mil, sendo um dos cinco animais mais caros nos leilões de rústicos realizados no estado naquele ano. É um sinal claro de que as pessoas acreditam no resultado da prova e que a genética destacada aqui faz diferença nos rebanhos, conclui. A Prova de Avaliação a Campo Angus é realizada pela Associação Brasileira de Angus em parceria com a Embrapa Pecuária Sul e conta ainda com o apoio da utrifarma. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48))
topoOs produtores gaúchos que participam do Programa Carne Angus Certificada recebem, hoje, a maior cotação da pecuária brasileira. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Angus, o novilho (macho...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48))
Os produtores gaúchos que participam do Programa Carne Angus Certificada recebem, hoje, a maior cotação da pecuária brasileira. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Angus, o novilho (macho ou fêmea)Angus certificado é vendido por até R$ 132,00 a arroba (equivalente a R 8,80 por quilo de carne) no Rio Grande do Sul. Em contrapartida, o bovino comum macho recebe R$ 117,00 por arroba (R$ 7,80/kg de carne) e a fêmea, R$ 112,50/arroba (R$ 7,50/kg de carne). Os preços do estado, hoje, equivalem ou superam os praticados para animais Angus no estado vizinho (Santa Catarina), onde, devido a legislação sanitária que impede a entrada de animais, os preços praticados são sempre superiores às demais praças. "O criador participante do Programa Carne Angus Certificada recebe bonificação superior aos demais. Trata-se de um ganho fantástico, que valoriza a genética Angus. Além disso, podemos afirmar com absoluta convicção que este é o melhor preço pago na pecuária em todo o País", assinala Paulo de Castro Marques, presidente da Associação Brasileira de Angus. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 48))
topoChegam às principais redes de supermercados e restaurantes os novos cortes especiais da linha Marfrig Angus. Além dos produtos já consagrados, a linha contará com vários cortes de dianteiro, como Shor...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 43))
Chegam às principais redes de supermercados e restaurantes os novos cortes especiais da linha Marfrig Angus. Além dos produtos já consagrados, a linha contará com vários cortes de dianteiro, como Short Ribs proveniente do Acém, Peixinho, Coração da Paleta, Raquete, e muito mais. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 43)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 43))
topoO Condomínio Agropecuário Nova Aurora e Anjo da Guarda, de Uruguaiana/RS, repetiu a dobradinha de 2012, conquistando a primeira colocação dos dois rankings no ano em que o circuito de exposições ofici...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 49))
O Condomínio Agropecuário Nova Aurora e Anjo da Guarda, de Uruguaiana/RS, repetiu a dobradinha de 2012, conquistando a primeira colocação dos dois rankings no ano em que o circuito de exposições oficiais cresceu no ritmo de expansão da área de influência geográfica das raças Hereford e Braford. E o destaque ficou por conta da inclusão das etapas de Ponta Grossa e Londrina, no Paraná. A marca do Condomínio, que conquistou o ranking Hereford pela primeira vez em 2009, foi integrada à placa dos campeões durante o tradicional Jantar de Premiação do Ranking Nacional, promovido pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) no dia 9 de dezembro, no Salão de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre/RS. A dedicação ao processo de evolução das raças, de acordo com o administrador da propriedade, Frederico Sastre, integra a receita de sucesso. "Quando temos um cenário de disputa acirrado, que fica mais qualificado a cada ano, o aprimoramento se torna essencial. É neste sentido que norteamos nosso trabalho", disse, ao enfatizar que o destaque do circuito 2013 ficou por conta do volume de animais e expositores. Para definir os campeões, os técnicos credenciados pela ABHB avaliaram l.371 animais de mais de 100 expositores. A disputa foi mais acirrada entre os representantes da raça Hereford, que classificou 777 animais nas 12 etapas que pontuam para o ranking. "Estes números comprovam que a Associação cresce a cada temporada", enfatiza o presidente da ABHB, Fernando Lopa. O Ranking Nacional de Criadores Hereford e Braford foi instituído em 2001 e, desde então, já consagrou as marcas da Estância São José, Grupo Pitangueira, Cabanha Recreio, Estância Santa Maria, Cabanha Touro Passo, Fazenda Irapuá, Estância Tamanca e Condomínio Nova Aurora e Anjo da Guarda. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 49)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 49))
topoApesar da atual pressão de alta no mercado de boi gordo e da carne bovina no atacado, no varejo o que se viu foi uma baixa dos preços na semana passada. A informação foi divulgada nesta segunda-feira ...((Portal Globo Rural/SP – 17/02/2014))
Apesar da atual pressão de alta no mercado de boi gordo e da carne bovina no atacado, no varejo o que se viu foi uma baixa dos preços na semana passada. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (17/2) pela Scot Consultoria. “Como este elo da cadeia é menos ligado às oscilações de preços da matéria-prima e mais guiado pelo consumidor, a demanda frouxa na ponta final da cadeia gerou desvalorizações”, informa a nota divulgada pela analista Maisa Módolo. De acordo com levantamento da Scot, considerando todos os cortes pesquisados, em São Paulo houve recuo de 0,7% nas cotações. No Paraná e Rio de Janeiro as quedas foram de 1,6% e 1,7%, respectivamente. Em Minas Gerais os preços ficaram estáveis. “A expectativa em curto prazo é de vendas limitadas. No entanto, se a oferta continuar curta, é possível que este mercado adquira firmeza na próxima semana”, afirma Módolo. Boi gordo Já no mercado de boi gordo, houve pouca alteração do atual cenário, diz, também em nota, o analista da Scot Antônio Guimarães. Na última sexta-feira (14/2), indústrias ofertaram preços menores, mas não ocorreram negócios. “De maneira geral a oferta de animais terminados está enxuta, principalmente em São Paulo. Com isso, os frigoríficos paulistas compõem as escalas de abate com boiadas vindas das praças vizinhas”, avalia Guimarães. Em Campo Grande (MS) houve valorização, para R$109,50 por arroba à vista. Devido à oferta curta ocorrem negócios pontuais em até R$112. Já no mercado atacadista de carne com osso ocorreu alta. O boi casado de animais castrados ficou cotado, em média, em R$7,51 o quilo. É o maior valor nominal já registrado para a carcaça. Os cortes de dianteiro e ponta de agulha estão com melhor escoamento, o que tem puxado para cima os preços do boi casado. Para os cortes de traseiro a situação é oposta, de menor demanda e desvalorização. (Portal Globo Rural/SP – 17/02/2014)((Portal Globo Rural/SP – 17/02/2014))
topoO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou ontem um programa destinado a aumentar a produção de leite e carne até 2023. O Plano Mais Pecuária, dividido nos eixos Mais Leite e Mais Ca...((MAPA))
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou ontem um programa destinado a aumentar a produção de leite e carne até 2023. O Plano Mais Pecuária, dividido nos eixos Mais Leite e Mais Carne, pretende aumentar a produtividade do gado leiteiro em 40%, elevando, assim, de 35 bilhões para 46,8 bilhões de litros a produção anual da bebida. Além disso, tem a meta de dobrar a produtividade do gado de corte, passando de 1,3 para 2,6 bovino por hectare. Uma das estratégias usadas para atingir os objetivos será o melhoramentogenético. O governo apoiará financeiramente iniciativasde incentivo e treinamento da inseminação artificial. O objetivo é, até 2023, disponibilizar cerca de 252 mil touros reprodutores ao ano. O plano também pretende usar ações de marketing para aumentar o número de consumidores, lançar editais para pesquisas que ajudem a desenvolver novos produtos e firmar parcerias para capacitação.((MAPA))
topoA 32ª edição, realizada em Avaré/SP, teve como destaque o gado gaúcho. A Cabanha Terra Santa ficou com o Grande Campeonato, com a vaca Ilma 453 Jade da Alvorada - TE (foto), também eleita o Melhor Úbe...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
A 32ª edição, realizada em Avaré/SP, teve como destaque o gado gaúcho. A Cabanha Terra Santa ficou com o Grande Campeonato, com a vaca Ilma 453 Jade da Alvorada - TE (foto), também eleita o Melhor Úbere do evento. Já à Cabanha da Mava coube o Grande Campeão, com Janato 1101 Jade da g. Maya, bem como o 10 lugar no concurso leiteiro, com Ivana 966 Action da Maya, que produziu 41.315 quilos de leite. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
topoO programa, criado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e executado pela vinculada Emater-MG, alcançou em 2013 o atendimento a 1.300 estabelecimentos de agricultura familia...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
O programa, criado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e executado pela vinculada Emater-MG, alcançou em 2013 o atendimento a 1.300 estabelecimentos de agricultura familiar do estado. "Esse número ultrapassa em 12,4% o registrado no primeiro semestre; informa o coordenador do programa pela Secretaria, Rodrigo Puccini Venturin. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
topoO objetivo do seminário realizado em Herval do Sul/RS foi discutir a importância da Bacia Leiteira para a economia do município. "Temas como manejo dos animais, formas de geração de renda e, até mesmo...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
O objetivo do seminário realizado em Herval do Sul/RS foi discutir a importância da Bacia Leiteira para a economia do município. "Temas como manejo dos animais, formas de geração de renda e, até mesmo, como gerir os custos da propriedade leiteira foram abordados. A Embrapa e a Emater souberam pontuar de forma precisa os assuntos; diz Claudio Nery Martins, presidente da associação. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
topoCom uma média de 280 milhões de litros de leite bovino por ano, o Tocantins é, atualmente, o terceiro maior produtor da região Norte do País. No entanto, com o Programa de Melhoramento Genético, da Se...((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
Com uma média de 280 milhões de litros de leite bovino por ano, o Tocantins é, atualmente, o terceiro maior produtor da região Norte do País. No entanto, com o Programa de Melhoramento Genético, da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), esta média deve aumentar. O programa já inseminou mais de 17 mil matrizes em todo o Estado, totalizando atendimento a 548 rebanhos, e tem o objetivo de oferecer aos produtores a tecnologia da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), que tem várias vantagens em relação ao sistema convencional. No calendário de atendimento deste semestre, já há visitas agendadas até o mês de março, onde serão visitados pecuaristas de diversos municípios, interessados em aderir ao programa e potencializar a produção de leite em suas propriedades. O cronograma é elaborado pela Coordenadoria de Fomento à Produção Animal da Seagro, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Prefeituras e Cooperativas, que realizam um pré-cadastro dos interessados em cada município e dá as orientações iniciais para que os produtores integrem o projeto. Para o secretário da Agricultura e Pecuária, Júnior Marzola, o Melhoramento Genético é mais uma ferramenta para apoiar o pequeno produtor. "Com o aumento da produção é possível investir mais em equipamentos ou no próprio rebanho, possibilitando autonomia ao produtor rural", frisou. IATF A Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF) tem várias vantagens com relação ao sistema convencional de inseminação artificial, conforme explica o veterinário da Clivar, Rodolfo Battistelli. "Na IATF, o cio dos animais é alinhado, o que facilita o trabalho do produtor e reduz o intervalo entre os partos, além de poder programar a gestação para o período das chuvas, quando há maior disposição de pasto", diz. Para integrar o programa de melhoramento genético, o produtor deve estar em dia com a vacinação contra a febre aftosa e também contra a brucelose. Segundo a veterinária do Departamento de Fomento à Pecuária de Leite, Arlette Mascarenhas, o Ruraltins faz o trabalho de sensibilização do produtor. "O Ruraltins faz uma pré-análise para verificar se o programa vai atender às necessidades do pecuarista e faz o agendamento junto à Seagro", diz, ressaltando a importância da parceria entre a Seagro, o Ruraltins e as secretarias municipais de Agricultura e Pecuária e outras instituições. Segundo Battistelli, o primeiro passo para a IATF é o diagnóstico de gestação, acompanhado do exame de brucelose. "Nas vacas que estiverem vazias, ou seja, não gestantes, fazemos a coleta do material para o exame de brucelose. Em seguida, fazemos a implantação de um hormônio no animal, que será retirado oito dias depois, com a aplicação de novos hormônios, para a indução do cio. Dois dias após a retirada do hormônio é feita a inseminação", explica. Conforme o veterinário, também é verificado a condição corpórea do animal que, em uma escala de 1 a 5, em que 1 é muito magro e 5 é muito gordo, deve estar entre 2,5 e 3. Produção O produtor Clarismar da Silva Souza, de Pium, começou a produzir leite há cerca de dois anos, e tem um rebanho de 150 cabeças, das quais 70 são vacas. "A produção da fazenda é de cerca de quatro litros por cabeça ao dia, e a intenção é que a gente consiga aumentar essa quantidade", diz ele, que espera ver seu rebanho inseminado pela primeira vez este ano. Segundo Arlette, a tendência é que, já na primeira geração, a produção aumente em 50%, chegando a 6 litros por cabeça ao dia. "Isso para nós já é muito bom, porque vou poder investir em equipamentos, e passar a vender para laticínios também", diz Souza, que atualmente utiliza o leite apenas para produção de queijo. Já o pecuarista Iraci Luiz dos Santos, de Aparecida do Rio Negro, que participa do Programa de Melhoramento Genético há seis anos, já vê um crescimento satisfatório da produção. "Antes, com 30 vacas eu tirava 20 litros de leite por dia. Hoje, de 22, a produção é de 290 litros por dia", comemora, acrescentando que, com o aumento da renda, será possível investir em equipamentos. "Estamos reunindo um grupo de produtores para adquirir as máquinas para pasteurização, para podermos vender diretamente para o comércio nossa produção, e ter uma rentabilidade ainda maior", afirma. Investimento Para o produtor, o único custo é com o exame de brucelose e com o sêmen a ser implantado nas matrizes. "O custo deste exame é de R$ 10 por cabeça, enquanto o sêmen custa em torno de R$ 20", conta Arlette, adicionando que todas as outras despesas são custeadas pela Seagro. O índice de sucesso das inseminações é de cerca de 47%. Segundo a veterinária da Seagro, o crescimento passa a ser visível em longo prazo. "Da segunda para a terceira geração é que o resultado começa a ser efetivo. No entanto, a produção de leite da primeira geração já aumenta em torno de 50% com relação ao gado sem o melhoramento", pontua. (Portal O Leite/SC – 17/02/2014)((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
topoA auto-suficiência na produção de leite e, principalmente superávits na produção, ainda é algo alcançado por poucos países no mundo, segundo dados do USDA de 2013. Nas Américas, apenas Estados Unidos,...((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
A auto-suficiência na produção de leite e, principalmente superávits na produção, ainda é algo alcançado por poucos países no mundo, segundo dados do USDA de 2013. Nas Américas, apenas Estados Unidos, Argentina, Chile, Bolívia e Nicarágua estão entre os países que produzem mais leite do que consomem. O Canadá é o único país do continente que apresenta um equilíbrio entre produção e consumo. Os demais países americanos, incluindo o Brasil, precisam importar o alimento para cobrir a demanda doméstica. Na Ásia, encontra-se o pior quadro: apenas a Mongólia consegue ser auto-suficiente em produtos lácteos. Por outro lado, o grande destaque está na Europa e na Oceania. Dezessete países do continente europeu tem superávits na produção de leite, tendo como maiores exportadores Alemanha e França. Austrália e Nova Zelândia produzem também mais do que consomem. Enfim, na África, existem seis países com equilíbrio entre demanda e produção local de leite, entre eles a África do Sul. Os Estados Unidos são o maior produtor mundial com 90,8 milhões de toneladas anuais, seguido pela Índia com 54 milhões de toneladas por ano, e pela China continental com 37,4 milhões de toneladas. O Brasil é o quarto maior produtor mundial com 99,1 milhões de toneladas. Logo atrás, vem Alemanha com 92,1 milhões de toneladas e Rússia com 86 milhões de toneladas. (Portal O Leite/SC – 17/02/2014)((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
topoO preço do leite pago ao produtor brasileiro caiu ligeiramente (0,20%) em janeiro na comparação com dezembro, para a média de R$ 0,951 por litro, segundo a Scot Consultoria. Se comparado a agosto, qua...((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
O preço do leite pago ao produtor brasileiro caiu ligeiramente (0,20%) em janeiro na comparação com dezembro, para a média de R$ 0,951 por litro, segundo a Scot Consultoria. Se comparado a agosto, quando o preço chegou ao seu pico histórico, a queda é de 6,1%. No atacado, o preço do leite longa vida caiu 24,7% desde agosto de 2013, diz a consultoria, e, no mercado varejista, a queda foi de 12,7% desde outubro, quando atingiu o pico. "A partir de fevereiro o consumo de leite e derivados deverá aumentar e a captação deverá declinar em importantes bacias leiteiras. A expectativa é de aumento das cotações dos lácteos a partir de março", diz a Scot, em nota. (Portal O Leite/SC – 17/02/2014)((Portal O Leite/SC – 17/02/2014))
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