Notícias do Agronegócio - boletim Nº 96 - 20/02/2014
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O Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino criado pela ABCZ foi implantado inicialmente no estado de Minas Gerais em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e ...((Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014))
O Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino criado pela ABCZ foi implantado inicialmente no estado de Minas Gerais em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e viabilizado através do serviço de extensão rural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater/MG). O Pró-Genética que já tem convênios assinados em outros 6 estados brasileiros entra agora em uma fase de reestruturação. As mudanças serão implementadas inicialmente no estado de origem e depois, de forma customizada, expandidas para nível nacional. Quem explica as novidades é o diretor do comitê Gestor do Pró-Genética, Rivaldo Machado Borges Junior. “Nós estamos promovendo várias reuniões internas do Comitê e também com os parceiros do Programa. Entre as mudanças, relaciono a expansão dos Dias de Campo para os produtores rurais com conteúdo sistemático e a participação de especialistas sobre os temas mais importantes da pecuária que são manejo de pastagens, melhoramento genético, qualidade da carne e do leite, mercado, gestão e crédito rural. Eu tenho certeza que vamos melhorar a eficácia do Programa ao atender não só a necessidade do comprador, mas também do associado da ABCZ que quer comercializar seus produtos”, afirmou Rivaldo. O Comitê Gestor foi instituído pelo presidente da ABCZ, Luiz Claudio Paranhos, para a gestão 2013/2016, além do diretor Rivaldo Machado Borges Junior integram o grupo como membros os superintendes Luiz Antonio Josahkian e Juan Lebron, o conselheiro Fabiano Mendonça, o gerente regional da Emater/MG, Gustavo Laterza, o gerente de Fomento Lauro Fraga Almeida, o técnico Carlos Matheus e a analista de provas zootécnicas Flaviana Amaral. A equipe vai avaliar o calendário de eventos do Pró-Genética, adequar o planejamento de trabalho e criar uma nova abordagem estratégica para alcançar o maior número de produtores que necessitam de ferramentas tecnológicas e genéticas para melhorar a renda e garantir a sustentabilidade da atividade pecuária de corte ou leite em pequenas propriedades rurais. Dentro do novo conceito de trabalho a equipe do Pró-Genética, representada pelo técnico Carlos Matheus, está no aquecimento para a realização de uma feira de touros dentro da Femec (Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais) que é organizada pelo Sindicato Rural de Uberlândia. A preparação para o evento envolve a promoção de um circuito de palestras em oito municípios da região de influência de Uberlândia que já abrangeu as cidades de Pedrinópolis (28/01), Monte Alegre (29/01), Tupaciguara (31/01), Cascalho Rico (04/02) e Monte Alegre de Minas (06/02) e ainda vai acontecer em Estrela do Sul (21/02) e Indianópolis (21/02) e Gurinhatã (27/02). (Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014)((Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014))
topo1964) e como vice-presidente da entidade entre os anos de 1992 e 1995, na gestão do presidente Rômulo Kardec de Camargos. Joaquim Vicente era filho do lendário selecionador de nelore Torres Homem Rodr...((Portal Jornal da Manhã/MG – 20/02/2014))
1964) e como vice-presidente da entidade entre os anos de 1992 e 1995, na gestão do presidente Rômulo Kardec de Camargos. Joaquim Vicente era filho do lendário selecionador de nelore Torres Homem Rodrigues da Cunha, que tornou mundialmente conhecida a marca VR. Assim como a família, Tetente dedicou-se por muitos anos à seleção de nelore. Ele deixa a esposa, Ana Cristina Musa Cunha; os filhos Cristiana, Rodrigo, Mariana e Alexandre e netos. O velório acontece na funerária Pagliaro Serviços Sociais, na avenida Leopoldino de Oliveira, próximo ao Uberabão, e o sepultamento está marcado para as 9 horas. (Portal Jornal da Manhã/MG – 20/02/2014)((Portal Jornal da Manhã/MG – 20/02/2014))
topoCriadores do estado de São Paulo estão convidados a participar da Reunião de Ouvidoria da ABCZ que será realizada na próxima quinta-feira (27), em Bauru/SP, na Casa do Nelore, no Recinto de Exposições...((Portal Página Rural/RS – 19/02/2014) (Portal O Leite/SC – 19/02/2014) (Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
Criadores do estado de São Paulo estão convidados a participar da Reunião de Ouvidoria da ABCZ que será realizada na próxima quinta-feira (27), em Bauru/SP, na Casa do Nelore, no Recinto de Exposições Melo Moraes, a partir das 8h30. A reunião contará com a participação de diretores da ABCZ, além dos superintendentes Luiz Antonio Josahkian (Técnico), Gleida Marques (Genealogia) e Carlos Henrique Cavallari Machado (Melhoramento Genético). As reuniões de Ouvidoria fazem parte da agenda de trabalho da entidade que tem como uma das prioridades o fortalecimento da atuação dos conselheiros estaduais, com participação ainda mais efetiva destes nas ações da entidade em todo o Brasil. O objetivo dos encontros é reunir conselheiros, criadores, diretores e funcionários em cada estado, para ouvir, apresentar e discutir o andamento dos trabalhos. Logo após a reunião, será realizado um Workshop gratuito do Pmgz, a partir das 11h. Durante o Workshop, os criadores assistem a uma palestra e podem tirar dúvidas sobre aspectos teóricos sobre o programa e também questões relacionadas às avaliações genéticas. Na parte da tarde, os criadores serão atendidos individualmente pelos técnicos de campo da ABCZ, para avaliação do rebanho, verificação de tendências genéticas e simulação de acasalamentos corretivos. (Portal Página Rural/RS – 19/02/2014) (Portal O Leite/SC – 19/02/2014) (Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014)((Portal Página Rural/RS – 19/02/2014) (Portal O Leite/SC – 19/02/2014) (Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
topoCriador atuou como diretor e vice-presidente da ABCZ. Faleceu nesta quarta-feira,19, em Uberaba/MG, o pecuarista Joaquim Vicente Prata Cunha. Tetente, como era conhecido entre os amigos criadores, atu...((Portal DBO/SP – 19/02/2014))
Criador atuou como diretor e vice-presidente da ABCZ. Faleceu nesta quarta-feira,19, em Uberaba/MG, o pecuarista Joaquim Vicente Prata Cunha. Tetente, como era conhecido entre os amigos criadores, atuou como diretor da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) na gestão do presidente Antônio Loureiro Borges (1962 a 1964) e como vice-presidente da entidade entre os anos de 1992 a 1995, na gestão do presidente Rômulo Kardec de Camargos. Joaquim Vicente era filho do lendário selecionador de Nelore, Torres Homem Rodrigues da Cunha, que tornou conhecida a marca VR. Assim como a família, Tetente se dedicou por muitos anos à seleção de Nelore. Ele deixa a esposa Ana Cristina Musa Cunha, os filhos Cristiana, Rodrigo, Mariana e Alexandre e netos. O velório acontece na funerária Irmãos Pagliaro (localizada na Avenida Leopoldino de Oliveira, em Uberaba), a partir das 18h desta quarta-feira,19. O sepultamento será na quinta-feira, 20, às 9h. (Portal DBO/SP – 19/02/2014)((Portal DBO/SP – 19/02/2014))
topoComeçou hoje, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a série de encontros regionais programada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) no Estado. O evento foi realizado na sede da ...((Portal Rural Centro/MS – 19/02/2014))
Começou hoje, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a série de encontros regionais programada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) no Estado. O evento foi realizado na sede da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) e contou com a participação de aproximadamente 300 representantes do agronegócio regional. Até o final de fevereiro, serão sete encontros pelo Estado, com debates e reflexões para identificar oportunidades, desafios e potencialidades da economia e do meio rural até 2030. Segundo o secretário de Agricultura de Minas Gerais, Zé Silva, que irá coordenar os sete encontros, é fundamental a participação das lideranças regionais, técnicos, produtores, cooperativas, sindicatos e associações, instituições públicas de ensino superior e representantes dos povos das comunidades tradicionais. “Ao final dos sete encontros, vamos elaborar uma Agenda Estratégica para os próximos 16 anos. Ela vai determinar os caminhos a serem trilhados nas nos próximos anos, e queremos que a sua construção seja um processo coletivo para que os resultados atendam realmente a demanda do setor”, afirma. De acordo com o presidente do sindicado rural de Uberaba, Romeu Borges de Araújo Júnior, a iniciativa de realizar os encontros regionais pensando na agricultura a longo prazo é fundamental. “Numa região como a nossa, onde o agronegócio é um pilar da economia, é preciso ter planejamento. Só assim poderemos superar momentos de dificuldades”, disse o presidente durante o encontro. Metodologia Para nortear as discussões foi elaborado um documento com os cinco principais desafios para a humanidade nas próximas décadas, e que estão diretamente relacionados com a agricultura: pobreza, produção de alimentos, meio ambiente, recursos hídricos, educação, segurança e energia. A proposta é que os representantes do segmento discutam esses eixos e apresentem estratégias para que a agricultura responda aos desafios apresentados, levando em consideração as peculiaridades, demandas e necessidades de cada região. No encontro de Uberaba, foram apontados pelos representantes do agronegócio regional questões como reforma agrária e crédito fundiário, melhoria da oferta de energia trifásica para atividades do agronegócio e a inclusão da agricultura como tema nos currículos das escolas urbanas e rurais para valorizar a atividade. Além de Uberaba, os encontros regionais também serão realizados em Unaí (Noroeste e Alto Paranaíba); Montes Claros (Norte de Minas); Almenara (Vales do Jequitinhonha e Mucuri); Governador Valadares (Rio Doce e Zona da Mata); Divinópolis (Central e Centro-Oeste) e Alfenas (Sul de Minas). (Portal Cenário MT/MT – 19/02/2014) (Portal Página Rural/RS – 19/02/2014) (Portal Rural Centro/MS – 19/02/2014 (Portal Rural Centro/MS – 19/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 19/02/2014))
topoA Fazenda Dacar, de Santa Maria da Serra, SP, estreou seu leilão de touros mochos pelo Canal do Boi, no domingo, 16 de fevereiro. À frente da promoção esteve Dalila de Moraes Toledo, melhor criadora e...((Portal DBO/SP – 19/02/2014))
A Fazenda Dacar, de Santa Maria da Serra, SP, estreou seu leilão de touros mochos pelo Canal do Boi, no domingo, 16 de fevereiro. À frente da promoção esteve Dalila de Moraes Toledo, melhor criadora e expositora do ranking da Associação de Criadores de Nelore do Brasil, a ACNB, em 2011 e 2012. Por ela, foram comercializados 10 lotes de reprodutores da safra 2012, certificados pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu, a ABCZ. A média ficou em R$ 4.224, com preços parelhos do começo ao fim. A organização ficou a cargo da Leilopec, para pagamentos em 24 parcelas. (Portal DBO/SP – 19/02/2014)((Portal DBO/SP – 19/02/2014))
topoEmendas parlamentares apresentadas por deputados federais e senadores podem viabilizar recursos para a realização de projetos em prol da pecuária brasileira promovidos pela Associação Brasileira dos C...((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 37))
Emendas parlamentares apresentadas por deputados federais e senadores podem viabilizar recursos para a realização de projetos em prol da pecuária brasileira promovidos pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), nas áreas e qualificação e treinamento rural, melhoramento genético, modernização tecnológica e a realização de eventos como a ExpoZebu 80 anos. A entidade é uma delegada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para realizar os trabalhos de registro genealógico, melhoramento genético e promoção das raças zebuínas, em todo território nacional, a ABCZ tem focado suas atividades no aumento da produtividade e competitividade da pecuária comercial brasileira. Ao longo dos últimos anos, a entidade tem realizado atividades de qualificação e produtores e trabalhadores em todo o Brasil, fomentando a adoção de novas práticas que contribuam para o aumento sustentável da produção de carne e leite. Dessa forma, os recursos oriundos das emendas parlamentares serão extremamente importantes, pois, viabilizarão a ampliação desses programas sem onerar os criadores, uma vez que os cursos são gratuitos. Nos dias 26 e 27 de novembro, o presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos, acompanhado do superintendente geral, Agrimedes Albino Onório, e do assessor da diretoria, em Brasília, Geraldo José da Câmara Ferreira de Meio Filho, cumpriu agenda no Distrito Federal. Durante a passagem pela capital federal, Paranhos foi recebido por diversos parlamentares que demonstraram grande entusiasmo pelos projetos apresentados pela ABCZ, os quais visam a ampliação da prestação de serviços da entidade em todo território nacional. "A destinação das emendas foi articulada pelos deputados Abelardo Lupion (DEM/PR) e Bernardo Santa na (PR/MG), em conjunto com mais de 30 parlamentares de mais de dez partidos, dentre eles, os deputados Marcos Montes, Aelton Freitas e Nárcio Rodrigues. Recursos assegurados graças à confiança dos parlamentares no trabalho da ABCZ, em prol da pecuária brasileira. Gostaríamos de agradecer a confiança e o apoio dos parlamentares que nos receberam tão bem em Brasília e que, com certeza, estão empenhados em desenvolver ações de Uma vez apresentadas pelos parlamentares, as emendas ainda têm de ser avaliadas e liberadas pelos respectivos ministérios, junto aos quais os projetos serão apresentados. Em Brasília, os representantes da ABCZ também participaram de uma reunião com os parlamentares que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária, na sede do Instituto Pensar Agro, organização que tem por objetivo fornecer apoio técnico aos parlamentares, subsidiando-os em suas ações a favor da agropecuária brasileira. Parcerias Para buscar maior envolvimento do setor pecuário junto aos bancos oficiais, em particular o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF), o presidente da ABCZ também se encontrou em Brasília com representantes destas instituições. Paranhos reuniu-se com o vice-presidente corporativo da CEF, Geddel Quadros Vieira Lima; o vice-presidente de negócios emergentes, Fábio Lenza; e o superintendente nacional de agronegócios da CEF, Humberto J.T. Magalhães que garanti ram parceria no fortalecimento de ações para levar mais crédito e serviços aos produtores rurais. O presidente da ABCZ também esteve com o vice-presidente de agronegócios do BB, Osmar Dias, que confirmou a continuidade da parceria e do patrocínio para a ExpoZebu 80 anos, que será realizada pela ABCZ, em Uberaba (MG), em maio de 2014. (Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 37)((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 37))
topoABCZ espera para esta edição comemorativa da ExpoZebu sucesso de público e de número de animais em pista. Desde o dia 21 de janeiro, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) iniciou as ins...((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 46))
ABCZ espera para esta edição comemorativa da ExpoZebu sucesso de público e de número de animais em pista. Desde o dia 21 de janeiro, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) iniciou as inscrições de animais para participar da 80 edição da ExpoZebu, a maior feira de raças zebuínas do Brasil, que acontece no Parque Fernando Costa, em maio, na cidade de Uberaba (MG). Este ano, a exposição terá um caráter especial e festivo: ela celebra oito décadas de realização initerrupta. Presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos espera uma grande participação de público e também de animais, uma vez que a ExpoZebu comemorará seus 80 anos. "Ainda é cedo para falar em números, mas, com certeza, a feira será um sucesso em vários aspectos, inclusive de negócios em leilões". As inscrições de animais que participarão dos julgamentos já podem ser feitas exclusivamente pela internet, na área de Comunicações Eletrônicas do site da ABCZ (www.abcz.org.br). As inscrições encerram em 11 de abril ou antes, caso as vagas se esgotem. A data base para cálculo de idade dos animais participantes é 2 de maio de 2014. De acordo com o regulamento da ExpoZebu, os criadores com animais inscritos terão até 18 de abril para, eventualmente, substituir animais. A entrada dos bovinos procedentes de mais de 700km terá início em 21 de abril e a recepção, identificação e mensuração dos animais terá início em 28 de abril. O julgamento das raças inicia em 3 de maio, com a pré-classificação da raça Nelore. No dia 5 de março começa o período de inscrição para as matrizes participantes do Concurso Leiteiro. O regulamento da ExpoZebu 80 anos já está disponível para consulta no site da ABCZ. Nele, além de informações técnicas sobre a exposição, o criador poderá encontrar a programação completa de julga-mentos e do Concurso Leiteiro. Acesse e confira: www.abcz.org.br/Expozebu. No ano passado, a ExpoZebu reuniu 2.217 exemplares das raças Nelore, Nelore Mocho, Brahrnan, Gir (dupla aptidão), Gir Leiteiro, Guzerá (dupla aptidão), Guzerá Leiteiro, Indubrasil, Sindi e Tabapuã. Entre o Nelore e Nelore Mocho ocuparam a pista do Parque Fernando Costa quase 800 animais, de 102 expositores de várias partes do País. (Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 46)((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 46))
topoCantor, que abandonou vegetarianismo, vai contracenar com Tony Ramos para a Friboi O ator Tony Ramos vai ganhar a companhia do cantor Roberto Carlos nas campanhas da Friboi, marca de carnes do frigorí...((Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 20/02/2014))
Cantor, que abandonou vegetarianismo, vai contracenar com Tony Ramos para a Friboi O ator Tony Ramos vai ganhar a companhia do cantor Roberto Carlos nas campanhas da Friboi, marca de carnes do frigorífico JBS, apurou a Folha. O cantor, que, neste ano, depois de três décadas de vegetarianismo, voltou a comer carne vermelha, vai contracenar com Tony Ramos no comercial. Diante do sucesso da campanha no ano passado, Tony Ramos teve seu contrato renovado até o fim de 2014. Ao longo do ano, outras estrelas devem aparecer nos comerciais ao lado do galã. Apesar da mudança recente nos hábitos alimentares, Roberto Carlos se aproximou do mundo da pecuária há alguns anos, por meio do amigo Ivan Zurita, ex-presidente da Nestlé e criador de gado. Em 2011, investiu mais de R$ 1 milhão em um touro reprodutor da raça nelore em um leilão realizado na fazenda de Zurita, em Araras (SP). O cantor não é de aparecer em campanhas publicitárias, mas em 2010, ainda sob a gestão Zurita, emprestou sua imagem para a comemoração dos 90 anos da Nestlé no país --uma promoção que distribuiu réplicas do calhambeque do cantor. Voltar a comer carne vermelha faz parte de uma nova fase do cantor, que liberou o vermelho também no guarda-roupa. O cantor, que só veste azul e branco, apareceu no último especial de fim de ano de gravata vermelha. Tony Ramos conseguiu transferir sua credibilidade à marca de carne com o bordão "É Friboi?". Em diferentes situações, o ator fala sobre origem da carne e pede aos consumidores que exijam carne da marca. O bordão virou mote de piada na internet e ajudou a elevar as vendas de carne da marca em 20% no ano passado, segundo a companhia. A campanha foi uma inovação no setor frigorífico, que tradicionalmente trata carne como commodity e não investe no desenvolvimento de marcas. Concorrentes protestaram, sob o argumento de que atributos como garantia de origem e controle de qualidade não são exclusividade da Friboi. (Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 20/02/2014)((Jornal Folha de São Paulo Mercado/SP – 20/02/2014))
topoCapitaneada pelo empresário Abilio Diniz, a estratégia de internacionalização da BRF começa a tomar forma. A empresa anunciou ontem que fechou um acordo vinculante para a compra de 40% do capital soci...((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/02/2014))
Capitaneada pelo empresário Abilio Diniz, a estratégia de internacionalização da BRF começa a tomar forma. A empresa anunciou ontem que fechou um acordo vinculante para a compra de 40% do capital social da distribuidora de alimentos AKF, de Omã, por US$ 68,5 milhões. Conforme a BRF, o acordo já prevê a aquisição do restante da companhia. A compra do remanescente se dará entre 36 e 90 meses após a conclusão da primeira aquisição. Segundo a BRF, a AKF é líder na distribuição de alimentos congelados em Omã e já distribui há mais de 25 anos produtos da marca Sadia. (Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/02/2014)((Jornal Valor Econômico, Agronegócio/SP – 20/02/2014))
topoCom as exportações de carne, Mato Grosso movimentou US$ 136,861 milhões em janeiro deste ano e garantiu incremento de 2,4% sobre a receita comercial de 2013. O volume embarcado neste segmento ficou es...((Jornal A Gazeta/MT – 20/02/2014))
Com as exportações de carne, Mato Grosso movimentou US$ 136,861 milhões em janeiro deste ano e garantiu incremento de 2,4% sobre a receita comercial de 2013. O volume embarcado neste segmento ficou estável em 39,638 mil toneladas. O resultado positivo nas exportações foi sustentado pelos embarques de carne bovina, que aumentaram 22,79% em volume e 15,93% em faturamento, somando 24,971 mil (t) e US$ 107,573 milhões no período. No início de 2013, foram US$ 92,791 milhões com embarques de 20,335 mil (t). De acordo com o economista Vítor Galesso, há uma possibilidade de crise de preços e alta no mercado interno para a carne bovina, resultando em interrupções nas remessas para o exterior no decorrer do ano. Já a comercialização de carne de frango sofreu o maior recuo, de 34,37% na receita comercial em janeiro de 2014, comparado com igual intervalo de 2013. Naquele mês, foram movimentados US$ 38,314 milhões com as exportações de 18,153 mil (t) de carne. Em 2014, o volume de embarques não ultrapassou 12,923 mil (t), gerando US$ 25,145 milhões. Segundo o presidente da Associação dos Avicultores de Mato Grosso (Amav), Tarcísio Schroeder, as exportações em janeiro historicamente são inferiores aos volumes embarcados nos meses seguintes. “Ainda não deu tempo de firmar os contratos para o ano”. Mas, a explicação para a redução nos embarques de carne de frango em 2014 está no aumento do consumo pelo mercado interno. “Como a carne bovina ficou mais cara, as pessoas consumiram mais carne de frango nesse período”. Para os próximos meses, a oferta será mantida, mas os preços ao consumidor final serão majorados entre 5% a 8%. “As commodities agrícolas estão mais valorizadas e a demanda é muito grande, o que significa aumento no nosso custo de produção com rações”. No segmento de carne suína, as vendas para o mercado internacional também diminuíram em Mato Grosso. No comparativo com janeiro de 2013, o recuo chegou a 27,47% no volume físico e a 19,82% na receita comercial. Foram exportadas 283 toneladas que resultaram em US$ 546,491 mil. (Jornal A Gazeta/MT – 20/02/2014)((Jornal A Gazeta/MT – 20/02/2014))
topoSegundo força-tarefa, foi constatada uma situação de grave e iminente risco aos trabalhadores no frigorífico. O Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) determinou ontem a interdição de parte das máq...((Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014))
Segundo força-tarefa, foi constatada uma situação de grave e iminente risco aos trabalhadores no frigorífico. O Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) determinou ontem a interdição de parte das máquinas e setores da unidade da JBS Aves Ltda. em Montenegro. A decisão foi decorrência de uma força-tarefa realizada em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e acompanhada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (CNTA) e pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Montenegro (Stiam), onde foi constatada “situação de grave e iminente risco”. De acordo com Ricardo Garcia, procurador do Ministério Público do Trabalho em Caxias do Sul, que acompanhou a vistoria, alguns processos e atividades nas áreas de embutidos, processamento e transporte do material oferecem perigo de choque elétrico e não possuem alarme ou comunicador. Além disso, as câmaras frias não abrem por dentro. “Está sujeito a matar um trabalhador por hipotermia”, afirma Garcia. Através de sua assessoria de imprensa, a empresa informou que já está trabalhando para resolver os problemas. Segundo a JBS, parte seria solucionado ainda ontem e o restante deve ser resolvido no máximo até domingo. A empresa disse também que a produção não foi afetada pelas interdições. Mesmo assim, Garcia afirma que não está descartada a aplicação de alguma penalidade contra a empresa, o que deverá ser decidido até amanhã. A mesma planta já havia apresentado problemas em setembro de 2012, poucos meses após a JBS assumir a unidade que fora da Frangosul até maio daquele ano. “Diante da situação atípica da empresa ter assumido a planta apenas três meses antes, resolvemos não interditar naquele momento para permitir à empresa solucionar aqueles problemas”, conta Garcia. Garcia diz que a situação melhorou bastante, mas que ainda há problemas pontuais. “A gestão de saúde e segurança é frágil e passiva. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) não funciona. É um órgão fundamental em qualquer sistema de gestão. Os programas de prevenção de riscos de acidente do trabalho e de doença ocupacional ainda não foram adequados à legislação”, aponta. O procurador afirma ainda que há vários trabalhadores afastados por doenças ocupacionais, com prazos de 14 a 40 dias. “A maior parte com LER, doença osteomuscular relacionada ao trabalho. Tudo em função da falta de implementação de um plano ergonômico. Embora a empresa tenha feito uma análise ergonômica do trabalho de boa qualidade”, diz. (Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014)((Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014))
topoEm sua 5ª edição, o Poultry Business Exchange, evento promovido pela Nutron para discutir conceitos técnicos e tendências da avicultura mundial, realizado nos dias 26 e 27 de janeiro, em Nova Orleans ...((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
Em sua 5ª edição, o Poultry Business Exchange, evento promovido pela Nutron para discutir conceitos técnicos e tendências da avicultura mundial, realizado nos dias 26 e 27 de janeiro, em Nova Orleans (EUA), apresentou indicadores positivos para o futuro da atividade – especialmente na América Latina. O consultor Paul Aho confia no aumento da produção de carne de frango e ovos, apontando para redução dos custos de produção a médio prazo. Para o especialista, o aumento da produtividade, a eficiência no processamento, a economia de escala e o próprio clima do país para negócios contribuem, em conjunto, para a expectativa positiva da avicultura em países emergentes, como o Brasil. Mario Penz., da Cargill, abordou os fatores variáveis como indicadores essenciais para obter sucesso na atividade. No âmbito da produção avícola, o especialista destaca a oferta de alimentos, a escolha da genética e o processo de criação – da matriz ao abate de frangos. No processamento, pesarão cada mais a qualidade das aves para abate, a capacidade de produção das plantas e, claro, o crescimento do mercado. Nesse sentido, o economista Alexandre Mendonça de Barros confia na expansão do Brasil tanto em oferta de insumos (milho e soja, principalmente) como na produção de alimentos. Ele destaca a avicultura e a pecuária como atividades-chave para o contínuo crescimento do superávit comercial brasileiro no agronegócio. Para Luciano Mecchi, gerente nacional de negócios avicultura da Nutron, mais uma vez o evento cumpriu sua missão de discutir os rumos da atividade. Ele pontua a evolução da iniciativa ao longo dos anos, que começou com um grupo reduzido de participantes e, em 2014, comprovando a trajetória de sucesso motivada, especialmente, pela relevância mundial e abordagem do tema proposta a cada edição, reuniu, entre empresários, técnicos e consultores, mais de 70 participantes, do Brasil, Argentina, Colômbia, México e Estados Unidos. (Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
topoA pós retração de 3% em 2012, o setor de alimentação animal registra estabilidade de janeiro a setembro de 2013, com relação ao mesmo período do ano anterior, contabilizando a produção de 46,5 milhões...((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79))
A pós retração de 3% em 2012, o setor de alimentação animal registra estabilidade de janeiro a setembro de 2013, com relação ao mesmo período do ano anterior, contabilizando a produção de 46,5 milhões de t de ração, segundo dados do Sindirações-Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal. A tendência era de que o ritmo do setor se mantivesse até o final do ano, o que significaria algo em torno de 63 milhões de t. Ariovaldo Zani, vice-presidente Executivo do Sindirações, ao apresentar o estudo destacou que a bovinocultura, suinocultura e avicultura de corte registraram queda até setembro. Para a pecuária de leite, de janeiro a setembro últimos foram produzidas 3,9 milhões de t de rações, um avanço de 2,5% na demanda do setor, uma vez que o produtor tem desembolsado me nos na nutrição do rebanho por conta do alívio no preço do milho e da soja. "Essa recuperação do poder de compra permitiu à atividade retomar o investimento na alimentação tecnificada. No entanto, o incremento de produtividade foi insuficiente para atender à demanda dos laticínios e, como consequência, os preços do leite pagos ao produtor seguiram trajetória ascendente e alcançaram os maiores valores já registrados, disse o dirigente. (Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79)((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79))
topoA China começará a comprar carne suína para armazenar nos estoques estatais a fim de conter a queda dos preços no mercado doméstico, disse a Comissão Nacional de Desenvolvimento Nacional e Reforma, em...((Portal Globo Rural/SP – 19/02/2014))
A China começará a comprar carne suína para armazenar nos estoques estatais a fim de conter a queda dos preços no mercado doméstico, disse a Comissão Nacional de Desenvolvimento Nacional e Reforma, em comunicado divulgado na terça-feira (18/2). A comissão, principal agência de planejamento econômico chinesa, não estipulou uma meta de compras em termos de volume. A China estoca commodities agrícolas regularmente, incluindo grãos e algodão, para assegurar uma renda mínima para agricultores. A oferta ampla de suínos foi a responsável, em grande parte, pela queda dos preços internos, disse a comissão. Os preços da carne suína fresca caíram 8% desde meados de dezembro, segundo dados do Ministério de Comércio. (Portal Globo Rural/SP – 19/02/2014)((Portal Globo Rural/SP – 19/02/2014))
topoO Ministério do Desenvolvimento Agrário investiu em torno de R$ 5 bilhões na compra de equipamentos que foram distribuídos para mais de 5 mil municípios. Foram adquiridas em torno de 18 mil unidades, ...((Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014))
O Ministério do Desenvolvimento Agrário investiu em torno de R$ 5 bilhões na compra de equipamentos que foram distribuídos para mais de 5 mil municípios. Foram adquiridas em torno de 18 mil unidades, dentre caminhões, retroescavadeiras e caçambas. Destas, mais de mil tiveram origem na linha de produção da Randon Veículos, que forneceu retroescavadeiras. Nesta quinta-feira, em Caxias do Sul, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Pepe Vargas entregam mais um lote de equipamentos para municípios do Nordeste gaúcho. (Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014)((Jornal do Comércio/RS – 20/02/2014))
topoA lista de propriedades rurais invadidas por indígenas em Mato Grosso do Sul subiu para 83 nesta quarta-feira (19), quando a Federação da Agricultura e Pecuária do MS (Sistema Famasul) recebeu a confi...((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
A lista de propriedades rurais invadidas por indígenas em Mato Grosso do Sul subiu para 83 nesta quarta-feira (19), quando a Federação da Agricultura e Pecuária do MS (Sistema Famasul) recebeu a confirmação de mais três invasões, ocorridas há mais de um ano. As propriedades estão localizadas em Bodoquena e são vizinhas da área denominada Terra Indígena Kadiwéu. Segundo o advogado dos produtores, José Amaral Júnior, que também teve sua propriedade invadida, os indígenas realizaram as duas primeiras invasões em 10 de setembro de 2012, quando cerca de cinco pessoas entraram na Estância Amaralina e na propriedade Tarumã. "Eles, cortaram a cerca que dividia as propriedades e disseram que as terras pertenciam aos índios. Agora há um casal ocupando as duas áreas", afirma Amaral. A terceira invasão ocorreu em junho de 2013, quando a Chácara Recanto também foi tomada pelos indígenas. As terras invadidas integram a Colônia Bodoquena, assentamento que reúne pequenas propriedades rurais, criado a partir de projeto do Governo Federal na década de 1970. "São áreas muito pequenas, onde as pessoas trabalham e vivem da terra. Não há grandes produtores ali e mesmo assim os indígenas tomaram conta", relata o proprietário. A Estância Amaralina, primeira a ser invadida, tem 148 hectares. A Tarumã, invadida no mesmo dia, tem área de 24 hectares, e a Chácara Recanto possui 55 hectares. Além destas, há ainda a Estância Campos Verdes, de 35 hectares, que sofre ameaça de invasão. "Já acionamos a Justiça, mas ainda não obtivemos nenhuma resposta. Além das três propriedades invadidas, há outra área com constantes ameaças de invasão", finaliza o advogado. (Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
topoEstudo contratado pelo Ministério da Justiça e divulgado ontem (19) sugere a adoção de mecanismos de mediação para solucionar disputas por terras, evitando a judicialização dos casos. Os pesquisadores...((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
Estudo contratado pelo Ministério da Justiça e divulgado ontem (19) sugere a adoção de mecanismos de mediação para solucionar disputas por terras, evitando a judicialização dos casos. Os pesquisadores da organização não governamental contratada, Instituto da Terra, apontam que a judicialização das demandas – sejam elas resultantes de conflitos fundiários rurais ou urbanos – acabam por reforçar a expansão do protagonismo do Poder Judiciário. Um dos coordenadores da pesquisa, Darci Frigo, destaca a importância de alguns juízes, procuradores da República, promotores e defensores públicos olharem de outra forma as disputas. No estudo, os pesquisadores propõem que os agentes públicos responsáveis pela solução de conflitos, entre eles os servidores do Poder Judiciário, recebam capacitação em direitos humanos e em mediação de conflitos. "O Poder Judiciário precisa se abrir mais para o diálogo com os movimentos sociais e com os órgãos públicos responsáveis por implementar políticas públicas. Caso contrário, os instrumentos de mediação dificilmente terão efetividade", disse Frigo. "A cultura do Poder Judiciário é patrimonialista. Na maioria das vezes, o juiz entende que o direito à propriedade por si só se sobrepõe a todos os outros direitos, quando há vários outros aspectos que precisam ser levados em consideração, sobretudo nos processos que envolvem comunidades tradicionais", acrescentou. No ano passado, o Ministério da Justiça encaminhou ao Congresso um projeto de lei para incentivar o uso da mediação extrajudicial no país. A proposta já foi aprovada pelo Senado e está em análise na Câmara dos Deputados. Além disso, a Secretaria de Reforma do Judiciário do ministério criou uma escola de formação de mediadores que, no próximo mês, vai promover um curso para agentes públicos interessados no tema. Também está em estudos a criação de um cadastro nacional de mediadores de conflitos. "Temos que mudar a cultura jurídica do país, que é a cultura do processo, do litígio. É fundamental trazermos para o Brasil a cultura da mediação, do consenso. Para isso, é importante analisarmos os conflitos que estão ocorrendo hoje e buscarmos soluções pacíficas", defendeu o secretário de Reforma do Poder Judiciário, Flávio Caetano. (Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
topoAção do Pronaf normalmente paga cinco parcelas de recursos a agricultores que têm perdas de 50% da sua safra. A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (18), que manterá o pagamento do G...((Portal Universo Agro/SP – 19/02/2014))
Ação do Pronaf normalmente paga cinco parcelas de recursos a agricultores que têm perdas de 50% da sua safra. A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (18), que manterá o pagamento do Garantia Safra, além de outros benefícios de emergência, enquanto durar a seca, que castiga o Nordeste e parte de Minas Gerais. “Olha, o Garantia Safra não é um plano assistencialista. É um seguro. E isso ocorre em todos os países do mundo, se faz seguro. Ele é um seguro que o agricultor familiar paga – para preservar ele mesmo quando há seca ou quando há chuva excessiva”, disse a presidenta, em entrevista às rádios Verdes Campos FM e Pioneira AM, de Teresina (PI). O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), desenvolvida em parceria com os governos estaduais e prefeituras, visando garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios que, sistematicamente, sofrem com a perda de safra, por motivo de seca ou excesso de chuvas. O beneficiário entra com 1,5% do valor do seguro. A presidenta lembrou que o seguro tem uma regra: deve ser pago se o agricultor perder acima de 50% da safra. Neste caso, ele recebe um valor correspondente a cinco parcelas que totalizam R$ 720. A Secretaria da Agricultura Familiar, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, publicou recentemente portaria que autoriza o pagamento adicional do benefício, no valor de R$ 155,00 por mês por família, a ser pago até abril, relativos à safra 2012-2013. Dilma acrescentou que esta tem sido uma seca profunda, de proporções extremamente elevadas. “Alguns dizem a maior dos últimos 50 anos, outros falam a maior dos últimos 100 anos”, enfatizou. Para combater seus efeitos, o governo tomou várias medidas emergenciais. “Uma delas foi prorrogar o pagamento do Garantia Safra, porque ele perdeu a safra. Não conseguiu plantar, porque a seca dura, então, nada mais justo que a gente mostre: Se você continuar pagando o seguro, você sempre vai ter apoio. Então, você vai contribuir com um tanto, se você perder 50% da sua safra e se isso permanecer, nós sustentamos. Então, nós vamos pagar esse garantia safra para ele enquanto durar a seca”. Para quem não tem o Seguro Garantia Safra, o governo paga uma Bolsa Estiagem. “Além disso, nós temos 530 carros-pipa contratados aqui no Piauí pelo governo federal, controlados pelo Exército Brasileiro, para evitar qualquer tentativa de uso dos carros-pipa como elemento político. O carro-pipa é emergencial. Em uma crise você tem medidas emergenciais. Então, são 530 carros-pipa. Como eu disse, a Bolsa Estiagem beneficia, aqui no Piauí, 147 mil agricultores que não tinham o Garantia Safra. Agora, eles ganham menos de quem fez o seguro. Isso para mostrar para o agricultor que é importante ele ter um seguro, é importante ele fazer o Garantia Safra”, explicou a presidenta. Entre as medidas emergenciais adotadas pelo governo federal está também a venda de milho a preços subsidiados a 34 mil produtores piauienses, para garantir que não percam sua criação. “Bom, além disso, paralelamente a essas ações emergenciais – porque a gente tem que tomar ação emergencial, mas tem de fazer ação estruturante – no Piauí, nós realizamos investimentos de R$ 1,9 bilhão em barragens, adutoras e projetos de irrigação. Sendo que – se eu não me engano – a mais importante é a de Piaus. E vamos ter Piaus 1 e 2. Piaus 1 nós já entregamos em junho. Então será Piaus 2. Eu estive aqui, aliás, eu acho, em junho de 2013, entregando esse sistema. Ele beneficia 25 mil habitantes, tanto nos municípios de São Julião, Fronteiras, Pio IX, Vila Nova do Piauí e Campo Grande do Piauí”, disse Dilma Rousseff. E citou a barragem de Atalaia como um dos maiores reservatórios do estado. “Ela vai ficar pronta em junho deste ano e faz parte, também, das obras estruturantes. Vai tornar perene os rios Paraím e Corrente. E vai promover o abastecimento de água de cidades como Corrente, Parnaguá e Sebastião Barros. O sistema adutor, que é aquele Piaus 2, que eu falei, que é o sistema Bocaína-Piau 2, já está em obras e até o final do ano vai beneficiar mais 100 mil habitantes”, afirmou. São obras estruturantes, que visam garantir a segurança hídrica do estado enfrentar os efeitos da seca. “Porque a seca é algo com o qual você tem que conviver. Mas para você conviver, você tem que se preparar para conviver. Então, as obras estruturantes são para isso: para dar musculatura para cada região encarar a seca”. (Portal Universo Agro/SP – 19/02/2014)((Portal Universo Agro/SP – 19/02/2014))
topoA Associação Brasileira dos Criadores de Girolando passa a ser comandada pelo engenheiro-agrônomo e pecuarista Jônadan Hsuan Min Ma. Ele venceu a eleição com 68% dos votos válidos e co¬ mandará a enti...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando passa a ser comandada pelo engenheiro-agrônomo e pecuarista Jônadan Hsuan Min Ma. Ele venceu a eleição com 68% dos votos válidos e co¬ mandará a entidade durante o triênio 2014/2016. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 45))
topoA Semex acaba de oficializar a contratação de cinco novos reprodutores ("Groman", "Caique", "Hugo", "Vulcano", "Querubim"), oriundos dos principais criatórios da raça Girolando e descendentes dos melh...((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70))
A Semex acaba de oficializar a contratação de cinco novos reprodutores ("Groman", "Caique", "Hugo", "Vulcano", "Querubim"), oriundos dos principais criatórios da raça Girolando e descendentes dos melhores touros Holandeses do mercado global, com as principais doadoras da pecuária leiteira nacional. Os novos integrantes da bateria Semex foram aprovados na 1ª Prova de Pré-Seleção de touros organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, em parceria com Embrapa, Epamig e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. A Pré-Seleção identifica jovens reprodutores nas características fertilidade e funcionalidade, antes do teste de progênie. (Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70)((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70))
topoSegundo a Embrapa Gado de Leite, nos últimos três anos, a evolução nas vendas de sêmen da raça Girolando chegou a 81,67%, enquanto a do conjunto das raças leiteiras cresceu 19,22%. Na central Alta, as...((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70))
Segundo a Embrapa Gado de Leite, nos últimos três anos, a evolução nas vendas de sêmen da raça Girolando chegou a 81,67%, enquanto a do conjunto das raças leiteiras cresceu 19,22%. Na central Alta, as vendas de sêmen Girolando aumentaram 20% ao longo do ano. Para Guilherme Marquez, gerente de Produtos Leite Nacional, este resultado se deve às apostas que a central tem realizado na raça. "Hoje, a Alta é a central que possui maior quantidade de touros Girolando no mercado e a que mais se destaca nas provas de progênie da raça, com 60% dos touros de sua bateria provados", afirma. No ano passado foi lançado o Sumário de Touros da Raça Girolando. "Dos touros apresentados no catálogo, sete dos 10 primeiros são da Alta", afirma Marquez. Um das fazendas fornecedoras de genética da raça é a Fazenda Xapetuba, de Uberlândia-MG. Desde 2011 é uma das fornecedoras de embriões para os programas de fertilização in vitro da Alta. A Xapetuba também vem trabalhando com melhoramento genético, com fêmeas ainda na primeira ou segunda cria apresentando médias de 23 litros/dia. (Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70)((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 70))
topoO preço do bezerro apresenta trajetória de alta em Mato Grosso do Sul, comercializado a R$ 860 a cabeça na primeira quinzena de fevereiro, valor que supera em mais de R$ 100 o preço do mesmo período e...((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
O preço do bezerro apresenta trajetória de alta em Mato Grosso do Sul, comercializado a R$ 860 a cabeça na primeira quinzena de fevereiro, valor que supera em mais de R$ 100 o preço do mesmo período em anos anteriores. Os números são da unidade técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul) e revelam que o atual patamar do bezerro, apesar de motivar o criador de gado, preocupa os invernistas, produtores que se dedicam ao sistema de recria e engorda. O movimento ascendente mostra que mesmo o boi gordo permanecendo valorizado, o custo de produção afeta a rentabilidade do invernista. Entre primeiro e 15 de fevereiro, a cotação do boi gordo registrou média de R$ 107,91 a arroba, nas negociações à vista, um recorde para o período. De acordo com o diretor secretário da entidade, Ruy Fachini, o momento é ideal para que o pecuarista se dedique mais à gestão da propriedade e adote um sistema de controle de custos. "Apesar dos bons resultados para o produtor, o preço do bezerro também valorizado se reflete nos custos de produção do invernista. Desse modo, os efeitos da elevação na arroba do boi gordo não chegam ao bolso de quem não coloca tudo na ponta do lápis", ressaltou. Para se ter uma ideia do impacto da alta do bezerro, atualmente o produtor consegue comprar 2,13 bezerros com a venda de um boi gordo, considerando a arroba do boi a R$ 107,91 e o bezerro a R$ 860 a unidade. Esta relação de troca representa queda de 4% no poder de compra do produtor em comparação a 2011. Naquele ano, a equivalência era de 2,22 bezerros por boi, com a arroba a uma média de R$ 94,81 e o bezerro a R$ 725,3 a unidade. "Com essa relação conseguimos perceber que o produtor continua com sua planilha apertada e que a arroba ainda precisa e tem espaço para novas elevações de preço", reforça Fachini, dando ênfase ao fato de que a demanda, tanto interna quanto externa, continuará aquecida diante da Copa do Mundo que elevará o consumo de carne bovina brasileira. (Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014)((Portal Rural Centro/MS – 20/02/2014))
topoEstudo da Assocon divulga que GO, MT, MS, MG, SP e PR fecharam o ano com cerca de 3,1 milhões de animais confinados. No final de 2013, a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) fez um balanço d...((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 32/33))
Estudo da Assocon divulga que GO, MT, MS, MG, SP e PR fecharam o ano com cerca de 3,1 milhões de animais confinados. No final de 2013, a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) fez um balanço dos confinamentos em todo o País, realizados ao longo da temporada. No estudo a entidade identificou uma redução de 9% da estratégia em relação a 2012. Até o primeiro semestre, quando foi realizada uma pesquisa, a expectativa para o ano era de crescimento de 4%. Mas o que aconteceu no mercado que justificou essa queda? Para os grandes confinamentos, o entrave foi o alto custo para a aquisição do boi magro. No Mato Grosso, por exemplo, nos segundo e terceiro trimestres de 2013 o boi magro obteve valor de 11,7% acima do boi gordo, em arrobas. Como os grandes confinamentos ainda concentram, aproximadamente, 50% do volume de gado confinado no País, sua oscilação pesa no total produzido. O universo entrevistado foi de 70 associados da Assocon. Os principais estados confinadores brasileiros são: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Segundo Bruno de Jesus Andrade, gerente executivo da Assocon, esses estados fecharam o ano com cerca de 3,1 milhões de animais em confinamento. "Prefiro utilizar os números desses seis estados, que são os mais conhecidos, e onde está a grande produção", enfatiza. De acordo com Andrade, aconteceram dois problemas que provocaram a redução. O primeiro, como já foi mencionado, está ligado ao valor de comercialização do boi magro; o segundo, foi com relação aos insumos. "No segundo semestre, o custo desse item melhorou bastante e o pecuarista conseguiu fazer uma boa composição de dieta. Em geral, o confinador não paga um preço acima da arroba do boi gordo para a do boi magro. Não compensa. Já para o bezerro vale à pena, tanto que se remunerou mais pela sua arroba em relação a do boi gordo, explica Andrade. Para o gerente, esse fator dificultou muito a colocação de animais nos confinamentos. Além disso, outras técnicas foram muito utilizadas no ano passado, como semiconfinamento e intensificação a pasto uma maneira de baratear o custo de produção e, ainda assim, garantir boa produção. Para o ano que se inicia, Andrade tem boas expectativas. "Há um mercado interno aquecido, as exportações estão melhorando, segundo a Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), além dos eventos que ocorrerão em 2014, como a Copa do Mundo e as eleições, que devem alavancar ainda mais o consumo de carne no País", prevê. Segundo Andrade, a rentabilidade dos confinamentos em 2013 foi boa. "Produziu-se um número menor de animais, mas nossos associados não reclamaram. Principalmente no segundo semestre, com a valorização da arroba do boi e a baixa do custo dos insumos. Em comparação a 2012, os resultados foram bem melhores. Naquele ano houve a estabilização da produção de animais com custos muito altos, o que estreitou a rentabilidade do pecuarista. Contudo, isso não quer dizer que os custos de produção diminuam. "Deve aumentar a procura por insumos e a produção de animais. Nesse sentido, teremos um ambiente competitivo e interessante comercialmente falando, mas, não necessariamente mais barato. Mesmo porque, em relação aos insumos há uma certa dependência com o cenário externo que influencia em nosso meio, como o clima nos Estados Unidos. Também, a macroeconomia brasileira tem uma influência direta no segmento. A princípio tudo está caminhando bem", observa Andrade. Confinamentos No final de 2012, a Assocon mapeou 1.349 confinamentos nos seis principais estados da Federação. "Existe um número maior. Ainda assim, esta é uma atividade que cresce de forma estratégica. Atualmente, temos poucos confinamentos no estilo comercial, grandes, que somente compram animais ou trabalham com parcerias e fazem um volume significativo de bovinos. A maioria dos confinamentos são pequenos e médios e estão dentro das fazendas que exploram a pecuária extensiva. O pecuarista investe em tecnologia, aos poucos, aduba as pastagens e, em um determinado momento, usa o semiconfinamento ou confinamento. Esta é uma atividade que tende a crescer ao longo dos anos, mas, não em ritmo acelerado", adverte o especialista. Outra ferramenta basante usada, ultimamente, é o confinamento a pasto. É uma maneira de diminuir os custos intrínsecos a atividade, como o uso e maquinários e estrutua Se analisar em termos de nutrição, não há tanta diferença em comparação ao confinamento clássico. O nível de inclusão de concentrado é alto; a diferença está na forragem que será pastoreada, enquanto no confinamento todos os itens são servidos para o animal. "Fiz uma análise e detectei que os índices zootécnicos, como ganho de peso e tempo de produção obtidos no confinamento a pasto são muito semelhantes aos do confinamento. Dependendo do sistema que se utiliza nessa intensificação a pasto, pode-se chegar a resultados semelhantes ao confinamento, com a vantagem de um investimento menor em estrutura e fornecimento de dieta. Essa é mais uma tecnologia que vem somar às já existentes. t um sistema interessante", ressalta. Programação Das 13 ações que a Assocon traçou para 2014, Andrade destaca algumas mais importantes. A primeira delas é tentar, junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), criar uma linha de crédito para os pecuaristas que facilite a aquisição de animais e insumos. "Pleiteamos uma carência de sete meses para o início dos pagamentos, para que o produtor tenha tempo de produzir no período da seca. Hoje, não temos recursos de financiamento via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) para pecuaristas. Essa iniciativa deve fomentar um pouco mais a intensificação da produção. Acredito que exista uma demanda, cada vez maior, de alimentos e uma cobrança em relação à proteção ambiental. Entendemos que o sistema intensificado contribui para uma maior produtividade e menor impacto ambiental, adianta. dores das fazendas que usam essa estratégia. No primeiro semestre acontecerão os cursos em Goiânia (GO), 28 de fevereiro; Água Boa (MG), 19 a 21 de março; Nova Mutum (MT), 23 a 25 de abril; Ji-Paraná (RO), 28 a 30 de maio; e Redenção (PA), 25 a 27 de junho. "Esse é um projeto que já tem quatro anos e capacitou, até hoje, 600 pessoas. Os associados da Assocon não pagam taxa de inscrição, mas não associados também podem participar da iniciativa. Também já foi marcada a data da Interconf 2014, que acontecerá de 15 a 18 de setembro. Outra ação importante da entidade, dessa vez em parceria com a Abiec, é a conquista da Cota 620. Trata-se de uma proposta de atendimento para o continente europeu de carne bovina de alta qualidade. "São animais que não foram tratados com nenhum tipo de aditivo. Pleiteamos essa cota afim de exportar para a União Europeia. Estamos formatando um protocolo que passará, primeiro, pelo MAPA e depois será enviado a Bruxelas (Bélgica). Isso deve acontecer no primeiro semestre desse ano", finaliza Andrade. (Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 32/33)((Revista Nelore/SP – Fevereiro. 14 – pg 32/33))
topoRepresentantes da Organização Internacional de Saúde Animal estão no Pará para certificar se o gado paraense está livre de febre aftosa. O Estado já tem a certificação do Ministério da Agricultura, ob...((Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
Representantes da Organização Internacional de Saúde Animal estão no Pará para certificar se o gado paraense está livre de febre aftosa. O Estado já tem a certificação do Ministério da Agricultura, obtida em agosto do ano passado e caso seja aprovado, estará apto a receber a certificação internacional para as regiões do Marajó, nordeste paraense e Baixo Amazonas. (Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014)((Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
topoFiscais agropecuários da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) apreenderam na segunda-feira, 17, em Porto da Folha, três vacas e um bezerro oriundos do município vizinho de Alag...((Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
Fiscais agropecuários da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) apreenderam na segunda-feira, 17, em Porto da Folha, três vacas e um bezerro oriundos do município vizinho de Alagoas. Os animais foram levados para um frigorífico, na cidade de Propriá, onde foram sacrificados. De acordo com informações dos fiscais, os animais vinham de Pão de Açúcar/AL para a cidade sergipana de Nossa Senhora da Glória, onde seriam comercializados. No povoado Niterói, em Porto da Folha, a fiscalização móvel da Empresa efetuou a apreensão do gado e o seu proprietário não teve como comprovar a sanidade dos bovinos, tendo que arcar, com todo o prejuízo, já que cada vaca custava em média R$ 3 mil. O gado foi encaminhado ao frigorífico da Nutrial, com inspeção no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), onde foram sacrificados. Para a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Salete Dezen, o status sanitário do município vizinho de Alagoas, apesar de ser considerado área livre da Febre Aftosa pelo Ministério da Agricultura, não possui o reconhecimento internacional como o de Sergipe. "Isso impede que os animais daquele Estado adentrem em nosso Estado sem a devida quarentena e sorologia, o que deve acontecer tanto na saída de Alagoas quanto na entrada de Sergipe, isso acompanhado pelos Técnicos da Emdagro e o Mapa", destacou a diretora. (Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014)((Portal Boi Pesado/SC – 19/02/2014))
topoOutro tema importante abordado durante o Congresso Internacional do Leite, em Rondônia, foram os desafios para a agricultura familiar. Um dos assuntos abordados foi a questão da sucessão no campo, que...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
Outro tema importante abordado durante o Congresso Internacional do Leite, em Rondônia, foram os desafios para a agricultura familiar. Um dos assuntos abordados foi a questão da sucessão no campo, que, segundo especialistas, está comprometida. Após estudar nas cidades, os jovens têm dificuldade de readaptação. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
topoA primeira Reunião dos Parceiros do Gestor Leite, programa de melhoramento genético em bovinos leiteiros, aconteceu em Castro. O Dr. José Bento Sterman Ferraz (FZEA.-USP) discorreu sobre a evolução do...((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
A primeira Reunião dos Parceiros do Gestor Leite, programa de melhoramento genético em bovinos leiteiros, aconteceu em Castro. O Dr. José Bento Sterman Ferraz (FZEA.-USP) discorreu sobre a evolução do melhoramento genético no País, as últimas tecnologias em uso, bem como a visão e as oportunidades de se conduzir um trabalho consistente de melhoramento em bovinos leiteiros. (Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54)((Revista AG do Criador/RS – Fevereiro. 14 – pg 54))
topoA revista holandesa TPO Magazine esteve na Embrapa Gado de Leite produzindo uma reportagem sobre os trabalhos de pesquisa da instituição. A pauta teve como referência a assinatura de um convênio entre...((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79))
A revista holandesa TPO Magazine esteve na Embrapa Gado de Leite produzindo uma reportagem sobre os trabalhos de pesquisa da instituição. A pauta teve como referência a assinatura de um convênio entre a instituição e as universidades de Wageningen (Holanda) e Federal de Viçosa. A Fapemig-Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais deverá financiar parte dos projetos a serem desenvolvidos pelas instituições. Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Marco Antônio Machado, o leite brasileiro pode ganhar muito na parceria com os holandeses. "A pecuária de leite precisa ainda ser muito desenvolvida em nosso país, onde há grande demanda por tecnologias. A Universidade de Wageningen, a maior instituição de pesquisa agrícola na Europa, detém grande know-how nesta área e essa parceria irá aperfeiçoar nossas ações de pesquisa", diz Machado. Prara o reitor da Universidade de Wageningen, Alt Dijkhuizen, o Brasil é o mais importante produtor agrícola do mundo e a Holanda exporta inovações para o setor. "Se combinarmos nossas forças poderemos fazer muita coisa boa para a produção de alimentos", afirma. A universidade holandesa é uma instituição pública, cuja excelência nas ciências agrárias é reconhecia mundialmente. (Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79)((Revista Balde Branco/SP – Fevereiro. 14 – pg 79))
topoO leite traz muitos benefícios à saúde. É uma das principais fontes de cálcio, mineral fundamental para boa formação dos ossos. Além do cálcio, possui vitaminas, proteínas, carboidratos e sais minerai...((Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014))
O leite traz muitos benefícios à saúde. É uma das principais fontes de cálcio, mineral fundamental para boa formação dos ossos. Além do cálcio, possui vitaminas, proteínas, carboidratos e sais minerais. No entanto, uma sanidade animal deficiente pode afetar negativamente a qualidade do leite. Dentre as doenças, a mastite é uma das mais comuns nos rebanhos. A enfermidade causa inflamação na glândula mamária do animal, prejudicando a qualidade e a quantidade de leite produzido. A vaca infectada pode deixar de produzir de 0,5 a 3 quilos de leite por dia. Quando o animal apresenta o quadro de mastite clínica, o produtor consegue visualizar alterações no leite e às vezes inchaços e vermelhidão na glândula mamária. Já na mastite subclínica, o animal não apresenta alterações no leite nem na glândula mamária. Mas sua prevalência é superior e pode se espalhar no rebanho, o que causa prejuízos econômicos ao produtor e compromete a qualidade do leite e a saúde do animal. A mastite subclínica responsável por aproximadamente 70% das perdas relacionadas a essa doença e reduz a secreção de leite em até 45%. O tratamento com antibióticos deve ser feito em conjunto com boas práticas de manejo do gado para não haver contaminação. De acordo com o pesquisador Luiz Zafalon, da Embrapa Pecuária Sudeste, medidas para assegurar a qualidade e a segurança do leite e dos derivados devem ser iniciadas ainda na fazenda com a adoção de boas práticas de produção. No entanto, se os procedimentos forem adotados de forma inadequada ou ignorados, podem resultar em risco para a saúde do consumidor, como os perigos químicos, consequência do emprego disseminado de antimicrobianos no tratamento da mastite, sem obediência ao tempo de carência. (Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014)((Portal Boi A Pasto/SP – 20/02/2014))
topoA alimentação inadequada ou insuficiente pode causar a perda de energia dos animais. Um problema de saúde em uma vaca leiteira, por exemplo, pode se agravar muito rápido. É o que parece estar acontece...((Portal O Leite/SC – 19/02/2014))
A alimentação inadequada ou insuficiente pode causar a perda de energia dos animais. Um problema de saúde em uma vaca leiteira, por exemplo, pode se agravar muito rápido. É o que parece estar acontecendo com as vacas da produtora Cristiane Matielo, de Coronel Freitas, em Santa Catarina. Os animais estão aparentemente fracos, caindo e alguns até já morreram. O Conversa de Curral dessa semana conversou com a médica veterinária Ranyelly Maciel. Quais são as causas que levam um animal leiteiro a ter esses sintomas que a Cristiane comenta? Ranyelly: Muitas vezes um animal recém parido cai por balanço energético negativo. Os animais têm que produzir mais, mas se alimentam menos. Ele recebe pouca energia para o tanto que a vaca tem que produzir. Principalmente animais de alta produção. Visualmente, o que é preciso observar para fazer essa avaliação de escore? Ranyelly: Se o animal parou de se alimentar já é possível começar a observar, ele vai diminuir a largura. A largura vai diminuir entre os ílios e ísquios. Vai secar aquela quantidade de gordura que o animal tem na sua anca, vai aparecer mais as costelas, pode até está produzindo mais leite. O produtor não percebe, porque vê que a produção está boa, mas o animal não está bem. Quando acontece de o animal o não aguentar levantar ele já está muito debilitado. É o momento em que o produtor vai entrar com o medicamento e soluções que não darão resultados, causando até o óbito do animal. Prevenir é melhor que remediar. (Portal O Leite/SC – 19/02/2014)((Portal O Leite/SC – 19/02/2014))
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